Como conseguir maior reconhecimento no trabalho?

Uma questão de motivação e que faz toda a diferença no dia a dia, o reconhecimento no trabalho eleva o moral e cria a sensação de pertencimento, fundamental para a retenção de talentos e criação de um bom clima organizacional.

No entanto, nem sempre isso acontece. De acordo com uma pesquisa do International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), divulgada pelo jornal O Dia, 89% dos trabalhadores sofrem estresse devido à falta de reconhecimento na empresa em que atuam.

O problema pode ser ocasionado por diferentes fatores: você acredita que deveria ser promovido, acha que o líder não o enxerga, entende que há preferências pessoais porque profissionais menos capacitados estão se dando melhor…

A questão é: como ter um maior reconhecimento? Neste post, vamos dar dicas para que você tenha uma postura mais adequada, que permita alcançar melhores resultados na sua carreira

Então, vamos lá?

A importância do reconhecimento no trabalho

Já passou o tempo em que o profissional acreditava que receber o salário no final do mês era suficiente. Hoje em dia, é preciso muito mais. O reconhecimento é uma peça-chave nesse processo, porque ele faz com que você se mantenha motivado.

Essa é a necessidade das pessoas que compõem o mercado de trabalho atual. Mais do que apenas um emprego, há o desejo de fazer algo realmente importante e do qual se goste.

Os líderes e gestores têm um papel fundamental nesse momento. Se eles souberem trabalhar bem o reconhecimento, conseguem manter a motivação no alto e obtêm como benefícios o engajamento e a satisfação da equipe.

Para o colaborador, a desmotivação causada pela falta de reconhecimento faz com que ele comece a ter altos níveis de ansiedade enquanto está no ambiente de trabalho. Ao mesmo tempo, outros colegas vivenciam essa situação ruim, que contagia a todos e piora o clima organizacional.

Além disso, qualquer cobrança feita pelo gestor se torna um problema, porque aumenta a sua sensação de injustiça. No final, a tendência é que você peça demissão por não aguentar mais trabalhar na empresa.

Porém, a situação não precisa chegar a esse ponto. Existem algumas atitudes que podem mudar esse cenário. Veja as dicas:

Tenha uma comunicação clara com o seu gestor

O líder precisa saber o que está acontecendo com você, porque às vezes ele nem sempre percebe, por estar sobrecarregado. Em outros casos, o líder está se desenvolvendo e ainda não tem todas as habilidades necessárias para entender o que ocorre.

Nessa situação, nada é melhor que o diálogo. Converse com o seu gestor e entenda que ele também tem defeitos. Não o julgue pelo que disser nem o culpe pelo que ele está vivendo. Procure uma conversa sincera e sem ataques, porque isso ajuda o líder a avaliar melhor o seu caso.

Assuma uma postura intraempreendedora

O seu comportamento é essencial para chamar a atenção do gestor. Quando você apenas faz o que mandam e não tem proatividade, fica mais difícil ser notado.

Para mudar esse cenário, assuma uma postura intraempreendedora. Em outras palavras, comece a criar, buscar e implementar ideias que possam trazer benefícios. Essa é uma capacidade diferenciada de avaliar cenários e encontrar oportunidades.

Mesmo que você tenha bastante tempo de casa, modifique seu comportamento. Achar que você merece uma promoção por estar há anos na empresa poderá comprometer seus resultados, sua carreira e o levar à desmotivação.

Solicite mais feedbacks

A falta de reconhecimento pode ser ocasionada por um problema de comunicação: você não sabe o que a empresa espera e seu gestor não comunica o que deve ser feito. O feedback pode solucionar esse problema.

É assim que você deixa de se esforçar para entregar o resultado Y, enquanto o gestor aguarda um resultado X. Além disso, o feedback é uma ferramenta excelente de aperfeiçoamento contínuo, desde que você esteja aberto às críticas.

Invista em sua formação

O aprendizado constante é uma das soluções mais indicadas para a falta de reconhecimento. Quando você busca uma especialização, um MBA ou mesmo um curso de educação continuada, demonstra que está disposto a aprender e alcançar um patamar mais elevado em sua carreira.

A formação complementar ainda permite que você antecipe tendências e saiba exatamente o que o mercado de trabalho espera. Assim, se não der certo mesmo nessa empresa, quem sabe você não arranja um emprego novo?

Participe mais ativamente dos projetos

A postura proativa é o primeiro passo para você se destacar dos outros profissionais. Estar disposto a participar de diferentes projetos, fazer coisas que nunca tentou e aprender sempre são atitudes que demonstram sua capacidade de reinventar e flexibilizar seu trabalho.

Mais do que isso: também é necessário participar ativamente dos projetos por meio de sugestões, compartilhamento de experiências, auxílio a colegas que estão com mais dificuldade em suas tarefas etc. São condutas simples, mas que impactam positivamente a visão do gestor sobre você.

Dialogue com outros colegas de trabalho

O compartilhamento de conhecimentos e experiências é necessário. Quando você tenta entender as dificuldades dos colegas e descobre como eles executam suas funções, tem a chance de reavaliar seus próprios métodos, encontrando formas mais simples de fazer as mesmas coisas.

Ao mesmo tempo, esse comportamento o transforma em uma referência e, por que não, um líder natural, que será facilmente reconhecido pelo gestor diante dos colaboradores que permanecem na inércia.

Inspire o reconhecimento na cultura da empresa

A atitude de apenas esperar ser reconhecido ignora que seus colegas passam por uma situação semelhante. Por isso, comece a mudar esse comportamento e incentive os outros colaboradores a agirem da mesma forma.

Elogie quando necessário, mostre que cada um tem uma participação fundamental nos resultados da empresa e deixe claro que todos devem se ajudar mutuamente. Esse hábito é digno de atenção e, é claro, de reconhecimento.

Como você pôde perceber, ser reconhecido no trabalho passa por muitas variáveis. Porém, é necessário evitar cair na frustração, já que isso pode fazer com que você se desmotive ainda mais e, como resultado, não chegue a lugar nenhum.

A mudança deve começar por você mesmo. Siga as dicas que repassamos e veja por que elas ajudam no seu reconhecimento no trabalho. Se gostou deste conteúdo, aproveite e compartilhe-o nas suas redes sociais!

6 motivos para ir além do diploma universitário

O diploma universitário costumava ser um diferencial, antigamente. Porém, hoje em dia não é mais assim. Para ter sucesso em sua carreira profissional, é preciso ir além. 

Isso acontece porque a faculdade atualmente é um requisito básico do mercado. Portanto, é necessário ir atrás de títulos que realmente agreguem valor à sua experiência profissional.

Além disso, é essencial estar em constante reciclagem para se manter “empregável” diante do mercado de trabalho. É por isso que vamos apresentar neste post 6 motivos para você ir além da universidade e buscar novos diplomas. Quer ver quais são eles? Acompanhe!

1. A faculdade deixou de ser um diferencial

Está enganado quem acredita que fazer uma faculdade é grande coisa hoje em dia. O mercado está cada vez mais exigente e a crise pela qual o Brasil passa aumentou o nível de desemprego. Por isso, conseguir uma vaga demanda mais requisitos.

De acordo com dados do IBGE, divulgados pelo G1, o Brasil fechou o trimestre encerrado em maio de 2017 com 13,8 milhões de desempregados. O resultado? Muita gente formada está trabalhando em outras áreas.

Isso também é decorrente do fato de que há mais pessoas se formando do que vagas abertas nos respectivos setores. Um exemplo é o curso de Administração, que, em 2014, contava com 30% dos concluintes, segundo dados divulgados pela BBC.

Apesar desse número, 4,9% deles trabalhavam efetivamente como administradores. Outros 9,4% atuavam como auxiliares e assistentes, funções que não exigem diploma. O restante não trabalhava ou atuava em área diferente. Portanto, é preciso se especializar.

2. É importante ter títulos que realmente agregam à sua experiência profissional

A formação em instituições de ensino pouco conhecidas e a falta de experiência podem fazer com que você se misture à grande quantidade de profissionais em busca por uma colocação no mercado de trabalho.

Esses são os principais obstáculos enfrentados nos processos seletivos. A situação pode ser resolvida com uma pós-graduação, seja um MBA, seja uma especialização.

Como são cursos voltados para a prática e o mercado de trabalho, você tem a chance de estabelecer um networking e conhecer assuntos mais direcionados ao dia a dia, o que aumenta sua possibilidade de conseguir uma vaga.

3. Você tem chance de conseguir um salário melhor

A reciclagem é uma boa maneira de tentar alcançar um salário mais atrativo. Com a alta competitividade do mundo corporativo, os profissionais estão sempre buscando um posto melhor.

Essa questão é demonstrada pelo fato de que profissionais de nível superior tendem a ganhar até 3 vezes mais do que pessoas que têm apenas o Ensino Médio. A média do trabalhador com formação em 2013 chegou a R$ 4.726,21, ao passo que a do sem graduação ficou em R$ 1.525,36.

O ideal é ter um perfil de solucionador de problemas e trabalhar em alta performance, porque essa é uma maneira de se destacar. Assim, se você quer assumir um cargo de gerência, por exemplo, precisa fazer uma pós-graduação.

Mas se o seu objetivo é melhorar aspectos práticos a fim de passar para outro setor, um curso técnico pode ser a opção mais adequada e rápida para atingir o seu intuito. Ou seja, tudo depende do que você precisa nesse momento.

4. Você pode buscar novas habilidades

Os cursos universitários tendem a ser mais abrangentes e deixam de apresentar muitas informações importantes e que podem ser utilizadas no mercado de trabalho. Nos processos seletivos, no entanto, os recrutadores buscam um candidato com competência.

O que isso significa? Ele deve reunir conhecimento, atitudes e habilidades para conseguir realizar suas funções adequadamente. É aí que entra a necessidade de ir além do diploma. 

Você pode optar por uma especialização, um MBA e um curso de educação continuada ou até preferir projetos paralelos e empreitadas de empreendedorismo. O que vale mesmo é estar constantemente se desafiando, encontrando novas capacidades e aprimorando suas competências.

5. É possível comprovar seus conhecimentos por meio de uma instituição mais renomada

O “peso” da instituição em que você concluiu o curso superior pode fazer toda a diferença em um currículo, trazendo mais oportunidades em comparação aos alunos de faculdades menos conhecidas.

Essa preferência é justificada. As universidades renomadas são famosas justamente porque costumam preparar melhor os seus estudantes para o mercado de trabalho. Isso não significa que você é incompetente. No entanto, é importante complementar o estudo em uma faculdade reconhecida.

Essa é uma forma de comprovar os seus conhecimentos e mostrar que está apto a ocupar aquela função pretendida. É claro que, assim, você também se destaca de outros candidatos e tem uma chance maior de conseguir a vaga tão sonhada.

6. Você é capaz de se adequar às exigências do mercado

As empresas desejam ter profissionais qualificados, que saibam usar as tecnologias disponíveis, conheçam a teoria e saibam aplicá-la. O problema é que as exigências mudam com o passar do tempo.

Nesse cenário, você pode estar em um dos 3 contextos:

  • atrasado em relação às demandas do mercado;
  • na média do setor em que atua;
  • antecipado.

O objetivo é estar sempre atento às novas demandas e buscando conhecimentos. No entanto, em qualquer um dos 3 estágios, é necessário se aperfeiçoar constantemente.

A reciclagem e o aprimoramento profissional o ajudam a se nivelar com as competências solicitadas pelas empresas. Além disso, é uma forma de prever tendências do mercado e se antecipar na questão de aprendizado.

Já quem está na vanguarda deve continuar estudando para permanecer à frente e usufruir dos benefícios que possui atualmente.

Assim, esses 6 motivos evidenciam que é imprescindível continuar estudando e se reciclar. Você tem opções mais formais (como as especializações e MBAs) e outras informais (por exemplo, cursos técnicos e de educação continuada).

O importante é complementar os seus conhecimentos em uma instituição renomada e buscar se destacar sempre. É assim que o diploma universitário será ultrapassado e você alcançará mais sucesso em sua carreira.

Se você quer melhorar ainda mais seu lado profissional, aproveite e leia agora o e-book “Inovação empresarial: guia para gestores que precisam inovar mas não sabem como“.

Entenda já a diferença entre urgente e importante

No dia a dia, uma série de atividades surgem à nossa frente. Seja em casa ou no trabalho, muitas vezes parece que as 24 horas são um tempo curto para fazer tudo o que é necessário. É nesse momento que se torna essencial compreender a diferença entre urgente e importante.

Essa questão é ainda mais evidente quando é preciso gerenciar projetos. Uma situação comum é passar o dia apagando incêndios, ou seja, resolvendo o que aparece e deixando de lado a gestão estratégica. O resultado? Você faz um monte de tarefas, mas parece que não concluiu nada.

Para tirá-lo desse ciclo vicioso, este post vai mostrar as diferenças entre atividades urgentes, importantes e prioritárias. Ainda apresentaremos uma matriz que ajudará a definir o que deve ser feito a fim de que o seu foco seja voltado sempre ao estratégico.

Então, vamos lá?

Qual é a diferença entre urgente e importante?

O ex-presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower, tem uma célebre frase que resume essa pergunta: “o que é importante é raramente urgente, e o que é urgente é raramente importante”.

Por aí você já consegue perceber que há uma diferença grande de conceito entre essas duas palavras. Porém, é preciso ir além. Confira o que determina cada uma dessas atividades:

Importante

Essas são tarefas que têm prazo de conclusão, mas são realizadas com mais cuidado. Isso porque é feito um planejamento e um agendamento das atividades, o que leva a uma execução mais direcionada.

No entanto, quando a tarefa não é realizada no prazo estipulado, ela se torna urgente. Por isso, é essencial priorizar as atividades importantes e diminuir a quantidade de eventos urgentes. Quando você deixa de apagar incêndios, começa a fazer as coisas no prazo e consegue ser mais produtivo.

Urgente

Essas atividades são aquelas que exigem atenção imediata, geralmente porque o prazo está finalizado e o tempo de execução é curto. Essa situação é decorrente da falta de planejamento (ou de uma estratégia ruim), o que acaba por deixar as tarefas importantes de lado.

A consequência é que a maioria das ações se torna urgente e você fica o tempo todo resolvendo problemas. Por isso, é preciso priorizar, ou seja, saber o que é mais importante.

Também é necessário definir quais atividades, diretrizes, metas ou tarefas devem ser implementadas e a ordem de execução delas.

O que é a matriz urgente-importante?

Essa ferramenta é composta por uma grade que contém 4 áreas. A ideia é separar as atividades conforme a urgência e a importância de cada uma delas. Veja o que caracteriza cada quadrante:

Quadrante I

As atividades importantes que se tornaram urgentes devem ser colocadas aqui. Alguns exemplos são reuniões de última hora, projetos atrasados, emergências de saúde e crises. Quando esse quadrante está lotado, a tendência é haver mais pressão, porque o trabalho é focado na solução de problemas.

Quadrante II

Essas são tarefas importantes, mas que ainda há tempo para a execução. Muitas vezes, essas atividades são deixadas de lado. Isso é um erro, porque o quadrante II é um dos mais relevantes por trazer ações relativas a:

  • planejamento estratégico;

  • aumento de competências;

  • desenvolvimento profissional e pessoal;

  • avaliação de riscos;

  • qualidade de vida.

Quando a maioria das atividades está concentrada aqui, há uma sensação de qualidade e controle, e o gestor consegue focar no que é realmente importante.

Quadrante III

Essas são tarefas urgentes, mas que não têm grande importância. É o caso das interrupções, como telefonemas, reuniões desnecessárias, pessoas que precisam de atenção, e-mails etc.

Por isso, quando há mais atividades nesse quadrante, o resultado é a sensação de improdutividade e impotência, porque há muitas demandas externas e falta de controle sobre as ações.

Quadrante IV

Essas tarefas são aquelas que não se encaixam como urgentes nem importantes. Por exemplo: troca de mensagens irrelevantes, jogos eletrônicos em momentos inadequados, mau uso das redes sociais e até pensamentos de autocrítica. Essas situações ocorrem geralmente por fuga ou procrastinação.

Assim, a matriz permite gerenciar melhor o tempo e priorizar as atividades. Por exemplo: se você chegar à conclusão que trabalha muito no quadrante I, precisa tirar um tempo para focar e resolver o máximo de tarefas em um período menor para tentar equilibrá-las.

Por sua vez, se o quadrante III é predominante, pode começar a estipular horários para conversas e e-mails e evitar as reuniões improdutivas, dizendo “não” quando for preciso. Já se o quadrante IV domina as atividades, a dica é procurar formas de concentração e se comprometer mais com as mudanças necessárias na sua rotina.

Como melhorar a sua postura?

Saber aproveitar melhor o tempo é fundamental para uma boa produtividade e para conseguir priorizar as atividades urgentes e importantes. Essa atitude não requer ações e análises científicas. Basta um pouco de esforço e dedicação.

Confira algumas dicas que vão ajudar nesse processo:

Defina deadlines para você

Essa atitude ajuda porque oferece mais foco ao seu trabalho e permite alcançar suas metas. Assim, quando a tarefa ou o projeto não tem prazo, defina um mesmo assim. A tendência é que você cumpra as atividades e comece a executá-las dentro do cronograma esperado.

Reduza as interrupções

As pessoas que entram o tempo todo na sua sala, as notificações constantes das redes sociais e outras breves interrupções parecem inocentes, mas podem trazer grandes prejuízos à produtividade. Feche a porta do escritório e avise que não deve ser interrompido em determinados momentos. Se necessário, trabalhe em casa.

Ajude seus liderados a organizarem a rotina

As atitudes da sua equipe se refletem diretamente no seu trabalho. Por isso, ajude-os a organizar a rotina, estabelecendo o que é prioridade e aquilo que é urgente e importante. Pergunte se há algum obstáculo ao colaborador e veja como pode ajudá-lo a ultrapassar os desafios diários.

Comunique o valor à empresa

A direção precisa saber o que a sua equipe está fazendo e quais prazos estão sendo cumpridos. Mostre o valor entregue à organização, elabore relatórios e demonstre que a produtividade está maior e, portanto, as atividades estão sendo cumpridas no prazo.

Trabalhe em intervalos de 90 minutos

Um estudo da Florida State University, divulgado pelo site Inc, mostrou que o trabalho em intervalos de no máximo 90 minutos é mais produtivo. Depois, tire uma folga e, então, volte a trabalhar novamente. A ideia aqui vai além de cumprir horários: é ser realmente eficiente no que está fazendo. Essa dica também serve para sua equipe.

Agora que você já sabe a diferença entre urgente e importante, que tal ver mais dicas úteis? Neste texto, contamos qual é o passo a passo para ser mais produtivo no trabalho. Corre para ler!

Prepare-se para as 6 tendências do mercado de trabalho já!

O avanço das novas tecnologias modificou muitos segmentos e carreiras, extinguindo algumas, adaptando outras e gerando novas oportunidades que antes não eram possíveis. Esse movimento continua firme e tem levantado dúvidas sobre o futuro do emprego em vários setores. Afinal, é preciso estar atento às novas tendências do mercado de trabalho para conseguir uma boa colocação.

Aliado a isso, temos a mudança de prioridades dos profissionais, além de uma percepção social e ambiental crescente, que vem pressionando alguns dos mecanismos tradicionais do mercado. Dessa forma, tanto a tecnologia quanto as mudanças comportamentais do público prometem revolucionar a economia e as relações de trabalho, que em breve não serão mais como conhecemos.

Tal aspecto abre portas para oportunidades que dificilmente seriam possíveis em momentos anteriores da história, de modo que podem trazer novas vantagens e maior qualidade de vida para os trabalhadores.

Para ajudar você a encontrar um novo caminho profissional e conseguir se preparar para ele, separamos a seguir 6 tendências irreversíveis do mundo corporativo, além de dicas práticas para se adaptar aos novos cenários. Dessa forma, você poderá se prevenir para não perder competitividade nem sofrer com a desatualização. Não deixe de conferir!

1. Freelance e trabalho por projetos

A capacidade de autogestão será essencial para conseguir uma vaga nas melhores áreas de trabalho para o futuro, especialmente por conta do crescimento da chamada economia Gig.

Também conhecida como Freelance Economy e Economia sob demanda, ela envolve o ambiente que une trabalhadores temporários e sem vínculo empregatício, como autônomos e freelancers, com companhias que contratam esses trabalhadores. Os contratos costumam ser temporários e independentes, feitos para prestação de serviços pontuais isentos de algumas regras trabalhistas.

A tendência do mercado de freelance parece ter sido impulsionada devido à maior disseminação do Cloud Computing (Computação em Nuvem) a partir de 2011 e ao barateamento dos dispositivos tecnológicos. Como resultado, os valores de itens como RAMs, CPUs, discos e outros componentes caíram, gerando a queda de preços de notebooks, PCs, tablets etc.

Isso permitiu que qualquer pessoa com um aparelho tecnológico desse tipo pudesse trabalhar remotamente em uma série de serviços diversos. Graças à nuvem, por exemplo, é possível contratar uma pessoa do outro lado do mundo que escreva códigos e execute um aplicativo para uma empresa com mais de 1.000 funcionários.

Também se proliferaram as plataformas que servem de intermediárias entre indivíduos interessados em vender seus serviços e pessoas que querem contratá-los. Isso impulsionou o modelo freelance ainda mais, disseminando-o no mercado.

Além disso, as organizações também precisam ter em conta a produtividade versus a presença física de seus colaboradores, pois a maioria geralmente não reside perto do local de trabalho. Isso faz com que muitas delas invistam em conceitos mais modernos de escritórios satélites. Também há os escritórios virtuais e o movimento home office, que estão crescendo.

Um estudo da empresa de tecnologia Intuit (nomeado de “Intuit 2020 Report: Vinte Tendências que Moldarão a Próxima Década”) apontou que mais de 40% da força de trabalho só dos EUA nos próximos anos será constituída de freelancers. E a tendência é que esse fenômeno cresça no mundo todo.

Trabalho por projetos

Para se adaptar a essa nova tendência do mercado de trabalho, é importante desenvolver a liderança e o conhecimento de gestão de projetos. O primeiro atributo será essencial para a gestão de um contingente maior de trabalhadores que não atuarão dentro das empresas e que serão contratados para projetos específicos e temporários.

Dessa forma, gestores terão que lidar com desafios do dia a dia que envolvem profissionais que estão a quilômetros de distância, às vezes em outros países. Os contratos por projetos também trarão novas especificidades trabalhistas. Eles exigirão atualizações rápidas e constantes dos líderes, para que eles sejam capazes de administrar seus projetos em conformidade não só com a legislação do seu local de atuação, mas também com a de outras regiões do globo.

A partir da contratação de freelancers para projetos específicos, as empresas terão condições de reunir equipes multidisciplinares com colaboradores cujos perfis sejam voltados a atividades muito segmentadas. Dessa forma, as rotinas e fluxos de trabalho poderão ganhar maior versatilidade, produtividade e eficiência.

Esse tipo de contratação ganhará força porque as organizações, em geral, procuram manter um quadro mais enxuto de funcionários, especialmente em cenários de recessão ou crise econômica. A possibilidade de contar com uma quantidade grande de especialistas em áreas distintas é algo que só as grandes corporações têm conseguido.

O trabalho por projeto causa uma mudança de paradigma em relação ao comportamento dos próprios profissionais. Isso porque muitos indivíduos já enxergaram que o essencial não é mais a procura por um cargo estável ou pela atuação em determinada empresa. O foco é aliar qualidade de vida com possibilidade profissionais mais amplas.

Nesse sentido, uma atitude que deve ser fomentada é a busca por um alto grau de empregabilidade. Esse termo envolve a capacidade de a pessoa se manter no mercado de trabalho e de conseguir boas colocações ou recolocações.

Por conta do dinamismo do mercado, da flexibilidade exigida e da rapidez das mudanças, essa é uma das melhores maneiras de alcançar boas posições na carreira.

Para conseguir elevar sua taxa de empregabilidade, é importante se atualizar periodicamente, fazer uma boa reciclagem profissional e tentar se tornar um colaborador versátil. Muitas pessoas com essa característica têm sido reaproveitadas em novas funções em seus locais de trabalho após períodos de demissões, prestando serviços como freelancers.

Para otimizar sua versatilidade, é vital estar em constante processo de capacitação, visando aquirir diferentes habilidades que sejam úteis para mais de uma função ou cargo.

2. Automação de processos e inteligência artificial

O aumento massivo na quantidade e diversidade de processadores e sensores transformará o mundo em um sistema programável. À medida que o número de dados e informações cresce exponencialmente, muitas funções e cargos exigirão a competência de compreensão das dinâmicas, linguagens e outras nuances. Nesse contexto, será muito difícil sobreviver no mercado de trabalho sem um conhecimento mínimo das regras desse sistema que está sendo desenvolvido.

Desde a primeira revolução industrial, o processo de automação substituiu milhões de empregos operacionais e manuais. A tendência é que os poucos restantes dessas categorias sejam eliminados já na próxima década.

Além disso, o avanço da tecnologia afetará praticamente todos os postos de trabalho em menor ou maior grau, conforme o tipo de atividade que envolvem. A automação, que atualmente está mais concentrada em processos industriais, tem o potencial de transformar áreas de serviços e comércios, como os segmentos de saúde, finanças, varejo etc.

Na proporção em que evoluímos tecnologicamente, os processos e atividades na sociedade tendem a ficar mais automatizados e inteligentes. Sendo assim, quanto mais operacional for um cargo, maior a possibilidade de que ele desapareça ao longo do tempo.

Por exemplo, operadores de caixa nos bancos e operadores de telemarketing já estão sendo substituídos por atendimentos automáticos, já que, atualmente, é possível fazer quase tudo pelo smartphone ou nos caixas eletrônicos. O advento dos veículos autodirigidos — que já estão sendo testados — também trará impactos, substituindo milhões de empregos.

Trocar a mão de obra humana por equipamentos e sistemas inteligentes nos processos operacionais diminui as despesas da organização. Por isso, essa tendência tem ganhado força. 

Hoje em dia, vivemos a chamada “Quarta Revolução Industrial”, que promete ser mais veloz, ampla e impactante do que as anteriores. Isso porque temos o surgimento de novas tecnologias, como computação em nuvem, Big Data, Internet das Coisas (IoT), entre outras que fornecem amparo para o avanço da chamada Inteligência Artificial (IA) e da robótica.

Essas duas tendências provocarão mudanças profundas até mesmo em atividades que exigem maior cognição e raciocínio, já que os sistemas de IA conseguem fazer cálculos, análises e até mesmo tomar certas decisões.

3. Novas formas de contratação

Como visto acima, o grau de empregabilidade será essencial para a conquista de novas oportunidades. Por outro lado, os processos seletivos também sofrerão mudanças na busca das melhores opções de profissionais no mercado. Para isso, as análises poderão ser mais completas, envolvendo avaliações dos indivíduos com os melhores portfólios e capacitações, tanto técnicas quanto emocionais, e a busca pelo perfil mais desejável pelo mercado.

Os processos de recrutamento têm sido organizados em passos utilizados para a mensuração de quem possui o melhor perfil técnico. Concomitantemente, são aplicados testes e questões para verificar quem reúne habilidades interpessoais, como boa comunicação, capacidade de ser um gestor de sucesso, flexibilidade etc.

Com base nisso, fica evidente a necessidade de uma boa preparação para os processos seletivos. Isso porque o número de habilidades e competências analisadas tem aumentado, tornando as contratações mais criteriosas. Fragilidades como a dificuldade de se expressar em público e de se relacionar adequadamente com colegas são pontos que costumam impactar negativamente.

Nesse contexto, não basta ter um bom currículo e uma recomendação, pois é necessário saber como apresentar suas competências, conhecimentos e habilidades, bem como tratar de suas fragilidades de modo adequado. Além disso, o uso de soluções tecnológicas para processos de seleção e recrutamento tem ampliado o leque de opções de captação de currículos, o que, de certo modo, eleva a concorrência entre os candidatos e torna mais apurada a contratação. Será preciso lidar com redes e mídias sociais convencionais e profissionais, sites e portais de recrutamento.

Além dos profissionais de RH, que precisarão se reinventar para conduzir processos cada vez mais precisos e tecnológicos, as empresas também deverão rever suas políticas de contratação. Isso porque sua reputação como empregadora contará muito para atrair e reter talentos, conceito conhecido como Employer Brand.

Desse modo, as organizações terão que desenvolver imagens positivas junto ao mercado para captar bons profissionais. Nesse sentido, faz-se necessário traçar planos para que elas sejam conhecidas e consideradas bons locais para trabalhar, agregando qualidades.

As pessoas poderão comparar companhias de diferentes perfis. Por exemplo, temos empresas conhecidas por apresentarem ambientes de trabalho competitivos e com boas remunerações. Também há as que proporcionam um bom equilíbrio entre vivência profissional e qualidade de vida, possibilitando que seus empregados tenham horários mais flexíveis e até pratiquem home office.

A experiência da organização, aliada ao Employer Brand, poderá ser essencial para atrair trabalhadores talentosos e, mais do que isso, retê-los em seu quadro de colaboradores.

4. Mais formas de interagir com colegas, inclusive robôs

O surgimento da Gig economia modificou o dia a dia de muitas empresas, além de atingir a força de trabalho global. Como visto acima, ela abriu novas oportunidades para profissionais atuarem com empresas de vários pontos do planeta diretamente de suas casas. Outros, por sua vez, passam a incorporar projetos dentro das organizações, mesmo que atuem de forma temporária.

Isso gerou um novo tipo de diversidade, com colaboradores permanentes atuando juntamente com os freelancers. Segundo um estudo da Field Nation em conjunto com a Future Workplace, que visa analisar a economia Gig, 93% das empresas já identificam a força de trabalho combinada, pois estão presenciando trabalhadores freelances que se unem a funcionários para atuarem juntos em projetos. 

Obter uma equipe flexível é o principal motivo pelo qual os empregadores estão se beneficiando desse tipo de força de trabalho combinada.

Além disso, novos meios de comunicação estão modificando as relações sociais, exigindo que as pessoas consigam se relacionar por meio de diferentes mídias e equipamentos. Nossa capacidade de transmitir ideias está sendo testada além da escrita, pois somos provocados não só a conversar com nossos colegas ao lado, mas também com profissionais do mundo todo.

Será preciso fazer design de apresentação para expor ideias e resultados, criar modelos e frameworks, contar histórias utilizando áudio, vídeo, interatividade, entre outros fatores, incluindo realidade aumentada. Aliás, tal fenômeno já pode ser visto no mercado de trabalho contemporâneo, embora ganhe maior intensidade apenas nos próximos anos.

5. Coexistência de gerações

Segundo um estudo do Institute for the Future, intitulado Future Work Skills 2020, a extrema longevidade foi apontada como um dos principais motores de alterações no trabalho até o ano de 2020.

Isso decorre por conta dos avanços na área da medicina e da saúde em si, que estão contribuindo para a elevação da expectativa de idade das pessoas, além de melhorarem as condições de vida. Dessa forma, os profissionais poderão exercer funções por mais tempo, promovendo trocas de aprendizado mais duradouras com as gerações mais jovens.

Os chamados nanobots poderão ser extremamente eficazes no combate a doenças de vários tipos e origens, diminuindo consideravelmente o número de enfermidades que afetam os seres humanos.

Além do maior tempo de atuação, também haverá maiores trocas de postos de trabalho, o que permite experiências mais diversificadas. Todavia, outras demandas surgirão, como a necessidade constante de aprender novos conhecimentos, para que seja possível trabalhar em múltiplos setores e com diferentes funções.

Além da aposentadoria tardia, haverá também a maior mistura de gerações nos ambientes corporativos. Teremos pessoas de muito mais idade do que as que hoje já esticam seus tempos de carreira convivendo com adolescentes, jovens e adultos de várias faixas etárias.

Esse cenário abrirá possibilidades de aprendizado e trocas de experiências, tanto dos mais velhos para os mais novos quanto no sentido inverso, já que os jovens poderão trazer novas ideias e tecnologias para dentro das organizações.

Isso demandará profissionais mais abertos às diferentes visões de gerações afastadas entre si no tempo, que também consigam gerenciar conflitos decorrentes dessa divergência no modo de encarar as coisas.

6. Gestão humanizada

Muitos estudiosos já comentam sobre o chamado “pós-capitalismo”, um sistema econômico que tem como propulsor a tecnologia da informação (TI). Nele, as linhas entre emprego e tempo livre são derrubadas e se tornam opacas, com relações entre trabalho e rendimentos (ganhos) cada vez mais enfraquecidos. Ter uma rotina diária de serviço das 8h às 18h não é mais visto como sinal de êxito na carreira, nem indício de ter uma conta bancária avantajada.

Novos comportamentos e ideais estão se desenvolvendo, com profissionais colocando a qualidade de vida em primeiro lugar. Outros negócios têm impulsionado esse movimento de ascensão de um sistema pós-capitalista e demonstrado sua força — e se desenvolvendo graças ao avanço tecnológico!

Um bom exemplo é a chamada economia colaborativa. Também conhecida como economia em rede ou compartilhada, é um movimento de concretização de uma percepção nova e mais colaborativa de mundo.

Ela representa o entendimento de que a divisão de bens, recursos e serviços deve substituir o acúmulo desenfreado de produtos, especialmente por causar problemas sociais e ambientais que se tornam cada vez mais graves.

Portanto, trata-se de uma força que causa impactos principalmente nas formas como vivemos e fazemos negócios. Alguns exemplos de empresas que já seguem por esse caminho são o Uber e o Airbnb.

Essas mudanças conjeturais e de percepção social também crescem em conjunto com o avanço da tecnologia, sendo, em grande parte, fortalecidas por essa modernização. Cresce o entendimento de que não se faz necessário ser um “robô” no ambiente de trabalho, seguindo rotinas rígidas e tendo expedientes engessados que sufocam a vida pessoal. A qualidade de vida e a busca por carreiras que gerem maior significado têm pautado os sonhos de muitos profissionais.

Nesse sentido, algumas empresas começam a implantar processos de gestão mais humanizados, que conciliem os interesses corporativos com os dos funcionários. Dessa forma, temos o surgimento de negócios orientados às pessoas, que fornecem ambientes de trabalho mais flexíveis, dinâmicos e que prezam conceitos de boa convivência, respeito e qualidade de vida.

Devido a essas mudanças, os cenários futuros demandarão competências e habilidades diferenciadas dos profissionais, como maior capacidade de compreensão e de dar sentido profundo às informações, indo além da superficialidade. Também temos a necessidade de inteligência social, ou a habilidade de se conectar com colegas e outros indivíduos no ambiente de trabalho.

O pensamento adaptativo, ou a capacidade de imaginar soluções além do óbvio, também é algo essencial para quem quer atuar em uma das melhores áreas de trabalho para o futuro.

Igualmente, será necessário um mix de habilidades interpessoais e um mindset de designer, unindo a habilidade de prototipar inovações em serviços e produtos. A gestão de carga cognitiva é outro processo que se tornará importante, pois envolve a habilidade de filtrar conteúdos não essenciais de modo a focar em problemas realmente importantes para o sucesso do negócio.

Embora a tecnologia tenha um grande impacto nas relações de consumo e de produção, a inovação no mercado de trabalho pode ser alcançada com ideias criativas e mudanças de comportamento que envolvam as relações humanas. Portanto, não basta apenas se formar engenheiro ou programador, é essencial desenvolver habilidades plurais exigidas pelo novo cenário econômico, tornando-se também um profissional inovador.

Entre elas, estão atributos inerentes aos bons gestores, como boa liderança, comunicação e habilidade de engajar liderados em busca dos objetivos da empresa. Também é preciso uma boa rede de relacionamentos, bem como estar em constante aprendizado.

Dessa forma, é essencial se capacitar de forma contínua e buscar se atualizar em relação às novas demandas das empresas. Também é preciso estar atento às profissões em alta no mercado de trabalho para o futuro, pois elas costumam sofrer variações de tempos em tempos conforme a tecnologia se moderniza — o que tem sido cada vez mais rápido.

Em suma, os profissionais do futuro serão aqueles que tiverem alto nível de adaptabilidade, podendo atuar não só em um campo, mas em uma pluralidade de funções e tarefas. Para isso, é fundamental também ampliar seus horizontes e buscar se aperfeiçoar em várias áreas, de modo a ser capaz de combiná-las para melhorar seu currículo e impulsionar as chances de ascensão profissional.

Quem quiser garantir um espaço no mercado do futuro deve estar atento às tendências acima, buscando, sobretudo, se tornar um profissional inovador e com alto grau de adaptabilidade e versatilidade. Desse modo, poderá conseguir postos de trabalho que combinem com o seu perfil e que entreguem benefícios em sintonia com suas exigências e necessidades — especialmente envolvendo qualidade de vida e ascensão na carreira.

Agora que você já conhece as principais tendências do mercado de trabalho e como aproveitá-las no futuro, que tal baixar nosso e-book e aprender algumas dicas para conseguir inovar no seu negócio?

Cursos de longa ou curta duração: qual o melhor para a carreira?

Cursos de longa ou curta duração? O modelo de pós-graduação praticado atualmente no Brasil permite que as pessoas escolham entre diversas modalidades, de acordo com seus objetivos.

E você, conhece a diferença entre os cursos de curta ou longa duração? Tem alguma dúvida quanto ao propósito ou à qualidade de cada opção? Sabe definir o que atende melhor aos seus objetivos profissionais no momento?

Chegou a hora de solucionar essas questões! Vamos começar?

O que leva os profissionais a buscarem mais especialização?

O primeiro ponto que precisamos destacar é que, para ter sucesso na carreira, todo profissional precisa adquirir constantemente novas competências. Essa necessidade é decorrente de três motivos principais:

1. É preciso complementar a formação superior

Sim, é isso mesmo que você leu. Por melhor que seja um curso do Ensino Superior, ele nunca conseguirá, em seu tempo de duração, ensinar com profundidade tudo o que um profissional precisa saber.

Assim, um graduado em Administração pode até ter estudado Economia por um ou dois semestres, mas o que a disciplina conseguiu ensinar foi uma base dos principais conceitos. Se ele for atuar na área financeira de uma organização, precisará adquirir conhecimentos mais profundos.

Nesses casos, a pós-graduação — portanto, um curso mais longo — provavelmente é o ideal. Ela contribuirá para aprofundar as capacidades e entender sua aplicação à realidade do mercado.

2. É importante desenvolver habilidades complementares

Porém, além do conhecimento proporcionado pela graduação ou até mesmo pela especialização, o profissional que deseja crescimento precisa trabalhar suas lacunas.

Faz parte de um plano de desenvolvimento individual coerente identificar os aspectos em que precisamos aprimorar e empreender iniciativas para solucionar esses déficits de performance.

Portanto, o profissional pode reconhecer que precisa aprender a se comunicar melhor em público, já que sua função exige apresentações em reuniões ou para grupos maiores. Nesse caso, um curso breve de oratória pode ser o suficiente para desenvolver essa habilidade. O mesmo vale em outras situações relacionadas à rotina de trabalho.

3. O mercado apresenta novas demandas

Muitos profissionais investiram em uma boa graduação e se especializaram em algum ponto da carreira. Por algum tempo, provavelmente esse conhecimento foi o suficiente para obter bons resultados.

No entanto, hoje eles se deparam com situações inéditas, seja porque a carreira mudou de rumo ou simplesmente porque o mercado se transformou. A alteração nos cenários econômicos, políticos e sociais traz implicações ao mundo dos negócios, e, por isso, é necessário desenvolver novas competências.

Nesse contexto, também é importante recorrer a uma instituição que esteja atualizada em relação às demandas do mercado para fazer uma reciclagem profissional.

Como escolher entre cursos de longa ou curta duração?

Talvez você ainda não tenha entendido de que forma o que falamos se relaciona à pergunta do título: afinal, o que é melhor para a sua carreira?

A resposta depende justamente de como a sua vida profissional está estruturada e o que você entende que precisa desenvolver. Então, vamos entender em quais situações eles são indicados?

Cursos de curta duração

Quando o interessado recorre a uma instituição confiável, ele pode ter a certeza de que os cursos terão excelente qualidade. O que muda, sejam eles longos ou curtos, são os objetivos que eles propõem alcançar.

Como já falamos, existem habilidades pontuais que devem ser adquiridas. Uma boa forma de fazer isso é por meio de cursos de extensão e atualização. Eles são rápidos e úteis, e solucionam essas lacunas de desempenho específicas.

Alguns excelentes exemplos são o de Oratória e Desinibição, Gestão e Liderança de Equipes e Gerenciamento Operacional de Projetos.

Para adquirir essas habilidades, o interessado dedica um período curto, que varia de 8 a 24 horas-aula ou mesmo uma semana. Ou seja, em pouco tempo ele tem a possibilidade de obter um conhecimento útil que potencializará sua atuação no mercado.

Embora a instituição ofereça um certificado e ele seja válido para melhorar o currículo e se destacar em momentos de crise, o profissional sabe que esse não é o principal objetivo do curso. O que realmente importa é a capacidade adquirida de realizar suas atividades com mais eficiência e alcançar a alta performance.

Entre as vantagens desse tipo de iniciativa, está o aprendizado de habilidades que não são contempladas em situações de ensino formal. Devido à extensão do programa de uma graduação ou pós-graduação, as instituições deixam de lado alguns conhecimentos que são abordados nesses cursos rápidos.

Outro público beneficiado pelos cursos de extensão é formado por profissionais que não têm tempo para formações mais longas, como muitos empreendedores. Para esse grupo, é impossível conciliar sua agenda com cursos extensos, mas é razoável dedicar-se a iniciativas pontuais.

Cursos de longa duração

Já os cursos de longa duração se destinam a um propósito diferente. Eles também visam complementar a graduação, mas de uma forma mais ampla.

Por isso, as especializações e MBAs envolvem um acompanhamento maior do desenvolvimento de competências, exigem a entrega de trabalhos avaliativos e demandam interação intensa com os professores e os outros alunos.

Em muitos casos, o MBA pretende promover um equilíbrio entre formação genérica, especializada e prática. Essa proporção prepara o profissional para cargos executivos e de liderança.

A graduação em Administração, por exemplo, oferece uma formação genérica. O aluno formado termina o curso com uma série de conhecimentos básicos sobre os diferentes aspectos da gestão de uma organização: Direito, Economia e Finanças, Gestão de Negócios, Gestão de Pessoas etc.

Porém, ao ingressar em uma organização, ele provavelmente será alocado em algum cargo em que não utilize esse espectro de capacidades mais superficiais. Ele possivelmente trabalhará em uma área específica, como em Finanças.

O exercício profissional mostrará que, embora ele tenha uma base ampla de conhecimentos, deve aprofundar aqueles que são referentes à sua área para dominar as melhores práticas do seu setor.

Nesses casos, a alternativa ideal é a especialização. Ela proverá essas capacidades e, mais que isso, mostrará quais são as ações praticadas no mercado que oferecem os resultados mais satisfatórios.

O contrário também acontece. Um profissional com formação específica — em Gastronomia, por exemplo — inicia um negócio. Logo ele percebe que seu conhecimento não é suficiente para a administração do empreendimento. Falta know-how para a gestão de pessoas, o marketing, a administração financeira, entre outras necessidades.

Um MBA em Gestão Empresarial complementa essa formação e fornece as competências para que, além de ser um excelente chef de cozinha, ele tenha um empreendimento de sucesso.

Entendeu a diferença entre os cursos de longa ou curta duração para impulsionar a carreira? Quer conhecer outras chances de crescimento profissional? Então assine a nossa newsletter e receba dicas para alcançar o sucesso diretamente em seu e-mail!

Afinal, como lidar com a pressão no trabalho?

A pressão no trabalho sempre esteve presente no nosso dia a dia. Entretanto, fatores como a crise financeira, o aumento da concorrência e a grande qualificação profissional acabaram intensificando a questão nos últimos anos. Com isso, muitas pessoas têm sucumbido à ameaça e vêm perdendo produtividade gradativamente.

Se você está em uma boa posição no mercado de trabalho, sabe do que estamos falando. Então, como lidar com toda essa pressão e manter sua performance em alto nível?

Não é uma pergunta fácil de responder. O desemprego cresceu de forma assustadora e você, muito provavelmente, deve conhecer algumas pessoas do seu círculo de amizades que foram demitidas ou enfrentam dificuldades para se recolocar no mercado.

Mas não é só do medo do desemprego que vem a coação. A competitividade do mundo corporativo exige que os profissionais se desdobrem devido ao cumprimento de metas audaciosas, aumentando o esforço necessário não só para permanecer na ativa, mas também para conquistar novas posições.

Tudo isso gera uma enorme pressão, com a qual você precisa lidar. Para tentar ajudá-lo, preparamos alguns conselhos que podem ser úteis nessa batalha.

Busque capacitação constante

Para enfrentar uma concorrência qualificada, a melhor receita é buscar o seu próprio aperfeiçoamento. Por isso, não se acomode com seus conhecimentos e esteja sempre pronto a aprender mais.

A boa notícia é que não faltam cursos de especialização voltados para todos os níveis de ocupação. Mas, antes que você saia se matriculando, é importante saber que não adianta nada fazê-los apenas para incluir uma informação a mais no seu currículo.

É preciso ter foco e direcionamento de carreira, e é disso que vamos tratar no próximo tópico.

Tenha um foco para a sua carreira

Planejamento é a palavra-chave para quem quer lidar com a pressão no trabalho. Se a pessoa tem um direcionamento de carreira preciso e bem-elaborado, enfrenta os problemas com mais tranquilidade, já que sabe que eles farão parte do contexto.

Mas o que é planejar sua trajetória? Em primeiro lugar, é preciso saber aonde quer chegar. Qual é a posição desejada: um cargo de liderança? Um posto acadêmico? Um emprego público? Para cada objetivo, existe uma capacitação diferente.

Se você optar, por exemplo, em focar o alcance de um cargo executivo, precisa buscar um curso que dê base de conhecimento e gere networking. Nesse caso, a melhor solução é procurar um MBA, de preferência realizando um dos estágios no exterior.

Se quiser ser professor — outro exemplo de carreira que tem sido muito procurada —, pode investir em um mestrado e, posteriormente, em um doutorado da área na qual deseja atuar.

Essas são apenas duas dicas, mas servem para ilustrar o quanto o direcionamento de carreira é importante. Caso esteja com dificuldades em encontrar o caminho, procure ajuda com um trabalho de coaching, muito utilizado por diversos profissionais atualmente.

Seja transparente com seus líderes

Se a pressão está se tornando insuportável a ponto de fazê-lo perder produtividade, talvez esteja na hora de conversar com seus líderes.

Muitos profissionais guardam um certo receio de ter esse tipo de conversa, por acreditarem que isso fragiliza a relação hierárquica. Mas é justamente o contrário. A falta de transparência e a ausência de abertura para diálogos importantes é que acabam distanciando os funcionários dos líderes e contribuindo para a perda de desempenho e até eventuais demissões.

Muitas vezes, a ameaça é um fenômeno acumulativo. Ou seja, ela já vem dos escalões altos: passa pelos superiores e chega até o funcionário de nível hierárquico mais baixo. Portanto, se você está se sentindo pressionado, saiba que o seu chefe direto provavelmente está na mesma situação.

E é justamente por isso que a transparência se torna importante. Ciente do quanto a pressão pode afetar o trabalho, seu líder chega a propostas concretas junto com você, tentando encontrar formas mais saudáveis de lidar com as questões inerentes ao seu cargo na organização.

Tape os ouvidos e a boca para as fofocas

Muitas vezes a pressão nem vem tanto dos superiores, mas sim de você mesmo. E a cobrança que se impõe pode derivar da insegurança gerada pelo excesso de fofocas de corredor.

A chamada “rádio-peão” está presente em todas as empresas e consiste basicamente no agrupamento de funcionários que, sem muitas informações concretas, passam a especular sobre todos os temas possíveis.

Participando disso, você pode entrar no turbilhão de fofocas, que geram situações hipotéticas sobre demissões, cortes, cancelamentos de projetos, entre outros assuntos.

O ideal é se afastar dessa rede, tanto para a sua saúde quanto para a sua imagem profissional. E, novamente, aposte na transparência. Se tiver qualquer dúvida a respeito de assuntos relacionados à empresa ou ao cargo, pergunte diretamente ao seu chefe imediato.

Drible a pressão no trabalho com válvulas de escape

A vida não pode ser somente dedicada ao trabalho. Mergulhar excessivamente nos seus projetos corporativos acaba gerando uma enorme pressão, o que não é nada bom para a sua produtividade.

Portanto, se você tem características de workaholic, talvez esteja na hora de encontrar atividades alternativas, que sirvam como válvulas de escape.

A primeira sugestão é o esporte. Praticar uma modalidade que você gosta, uma ou duas vezes por semana, serve para relaxar e ainda cuidar da própria saúde.

Além disso, invista em programas durante o final de semana, junto com a família e os amigos. Ir a jogos de futebol, frequentar restaurantes e marcar encontros na casa de amigos podem ser boas saídas para lidar com a tensão do dia a dia.

Caso você se sinta bem quando está sozinho, uma dica é procurar filmes ou séries interessantes, que não tenham a ver com seu emprego. Atualmente, a oferta é bastante ampla.

Como você viu, existem muitas formas de lidar com a pressão no trabalho. O importante é que você saiba que esse é um fenômeno natural e que faz parte da rotina profissional de todos, hoje em dia.

E se você está precisando de recomendação para inovar no seu ambiente de trabalho, baixe este e-book e veja algumas maneiras valiosas de motivar sua equipe a desenvolver melhor os projetos da área. Boa leitura!

É possível aprender a pensar fora da caixa?

Inovação. Nunca essa palavra foi tão ouvida no mundo profissional quanto agora. Se há alguns anos o profissional precisava ser proativo, dominar outro idioma e ter uma boa qualificação para se destacar no mercado, hoje, além disso tudo ele ainda precisa pensar fora da caixa. Mas como fazer isso acontecer?

No post a seguir, vamos ensinar um pouco sobre o que é essa tal de inovação e como desenvolvê-la no seu dia a dia. Ficou curioso? Então, você já tem meio caminho andado! Continue a leitura e complete o percurso para ser um profissional mais inovador!

O ser criativo

O conceito de inovar está diretamente ligado ao da criatividade. No próprio dicionário, um dos significados dessa palavra é “inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar e inovar”.

Na prática, ser criativo é formular ideias e conceitos com base em algo novo ou em algo já existente.

No empreendedorismo, por exemplo, não é raro encontrar startups que fazem sucesso em um mercado já saturado apenas melhorando um produto ou serviço que já foi criado.

A necessidade de inovação passou a ser enxergada também pelo mundo empresarial nos últimos anos, graças, principalmente, a esses empreendimentos. O grande trunfo dos empreendedores foi vencer a ideia errônea do mito da criatividade, do senso comum que diz que as pessoas já nascem criativas.

O mito da criatividade

A ideia de que as pessoas já nascem criativas é alvo de estudos e controvérsias há muitos anos. Hoje, o entendimento sobre o processo criativo vai muito além da teoria da divisão dos cérebros (lado direito: emocional e criativo; lado esquerdo: analítico e racional).

A neurociência, por exemplo, acredita que a criatividade é sim um fruto de processos cognitivos e emoções, mas também de experiências sociais, vivências pessoais e até de hábitos.

Ou seja: não existe um lugar especial no nosso cérebro onde a criatividade se esconde. Para aparecer e nos presentear com uma grande ideia, ela precisa ser trabalhada todos os dias, estimulada.

Elizabeth Gilbert, autora do livro sobre criatividade “Grande Magia” (e também de “Comer, Rezar, Amar”), relembrou no TED Talks que os povos da Antiguidade acreditavam que artistas e filósofos eram seguidos por uma espécie de entidade mágica, um gênio criativo de onde vinham todas as boas ideias.

Mesmo sendo uma realidade quase incompreensível para nós atualmente, esse exemplo serve para mostrar que, sim, a criatividade pode ter uma influência externa. Basta que acreditemos nisso.

É um fato que muitas pessoas têm uma enorme facilidade de aprender determinada atividade, que se revela desde a infância. Outras, mesmo com uma educação limitada, se tornam um talento no que fazem. Mas a fase de aprendizado sempre deve existir.

Acreditar que a criatividade é algo intrínseco que somente algumas pessoas sortudas têm — ou que só pode ser desenvolvida no campo artístico e nas ciências humanas — é uma forma de barrar a si mesmo. É possível inovar, mesmo sendo um engenheiro, um bioquímico ou um profissional de TI, por exemplo.

A realidade é que ninguém nasce criativo, as pessoas se tornam criativas, e existem diversas técnicas para estimular o pensamento fora da caixa.

Estímulos à criatividade

Agora que você já sabe que pode treinar a sua criatividade, deve estar se perguntando: como fazer isso? Algumas atitudes podem estimular essa habilidade no dia a dia e trazer resultados positivos, tanto pessoal quanto profissionalmente. São elas:

Coolhunting

Muito utilizado no mundo da moda, esse conceito — que já se tornou uma profissão — é oriundo do marketing dos anos 90, e significa observar o mundo e as pessoas ao seu redor para descobrir novas tendências.

Para quem deseja pensar fora da caixa, o mundo é uma tela em branco, pronta para ser preenchida por possibilidades. Por isso, esteja sempre atento ao que acontece no seu dia a dia, observe o comportamento das pessoas, explore a sua cidade, viaje se for possível. Pensar em um contexto diferente trará novas ideias.

Design Thinking

Elaborado por Tim Brown, CEO da Ideo — organização símbolo de inovação — o conceito de Design Thinking foi pensado para ajudar as empresas a gerar soluções rápidas e mais criativas para os seus problemas.

Tudo é baseado em um roteiro simples: descobrir (observar o contexto em que vive e explorar novas possibilidades), interpretar (analisar como as ideias podem vir desse contexto), idealizar (enxergar oportunidades), experimentar (testar as ideias) e evoluir (aprender com os erros e melhorar o que for preciso).

Leituras

Muitos especialistas indicam que, para ser muito bom em algo, você precisa ter pelo menos dez mil horas de prática nessa atividade. No entanto, quem deseja estimular a criatividade não precisa ir tão longe. O mais importante é que estude, leia, explore as teorias e as técnicas de algo — particularmente algo novo.

Buscar qualquer tipo de conhecimento é uma forma de sair da sua zona de conforto, principalmente para quem está sempre ligado aos assuntos da sua área profissional e não estuda outros temas fora dela.

A leitura permite que você enxergue sem limites e crie uma mente sem amarras, capaz de chegar a lugares inimagináveis.

Hábitos

A criatividade também é fruto de hábitos. Reservar uma hora para ficar sozinho, aprender algo novo todos os dias, praticar uma atividade física e ter uma alimentação balanceada são alguns dos costumes que refletem positivamente no corpo e na mente. E não há espaço melhor para as ideias inovadoras do que um cérebro saudável e ativo!

“Dolce far niente”

Até mesmo o fazer nada pode ser uma fonte de inovação, de acordo com o italiano Domenico De Masi, criador do conceito de Ócio Criativo. Isso não significa, no entanto, parar de trabalhar e perder dias deitado na cama.

Para o sociólogo, o dolce far niente proposto por essa teoria está em unir o estudo e o trabalho com momentos frequentes de lazer. No dia a dia, isso significa descansar a mente das atividades cotidianas, enquanto aprecia um bom filme, lê um livro, pratica um hobby ou ouve uma música, por exemplo.

Erros

Muitas pessoas matam uma ideia dentro de si antes mesmo que ela floresça, por medo de que a execução seja falha ou por se preocupar com o que os outros vão pensar.

Quem está em cargos de gestão, por exemplo, pode deixar de implantar mudanças no ambiente de trabalho por não acreditar na sua possibilidade de sucesso.

Errar também é uma forma (uma das melhores!) de se tornar mais criativo. Pode parecer loucura, mas as falhas são caminhos para ganhar experiência, reconhecer novas possibilidades e inovar.

Capacitação

Sim, é possível aprender a pensar fora da caixa. E muitas instituições já se especializaram nisso. 

Para quem deseja se reinventar no trabalho, a capacitação pode fornecer ferramentas criativas, facilitar o desenvolvimento de projetos e estimular a busca por soluções inovadoras de acordo com a realidade do mercado.

A maior vantagem dos cursos e treinamentos nessa área está em obter resultados mais rápidos do que se você estivesse trabalhando sozinho. 

Agora que você já aprendeu alguns macetes para pensar fora da caixa, que tal colocá-los em prática? Se estiver em busca de capacitação no assunto, não deixe de conhecer o nosso curso sobre Gestão Criativa, e estimule o líder inovador que está dentro de você!

Por que a automotivação pode ser sua melhor ferramenta de trabalho?

Todos querem dar dicas e conselhos para quem busca crescer profissionalmente sobre como alcançar aquela vaga dos sonhos ou a promoção tão desejada. Mas uma das ferramentas mais importantes é algo que, provavelmente, ninguém nunca recomendou a você. Estamos falando da automotivação.

E por que será que essa habilidade é tão pouco divulgada? O motivo é simples: não se pode vender automotivação. Como o próprio nome sugere, ela depende de posturas e atitudes autônomas. Diferentemente de liderança ou comunicação, que também são habilidades muito importantes, a automotivação é desenvolvida ao longo de uma jornada solitária.

Neste post, vamos apresentar algumas ideias para que você possa trilhar esse caminho com garantia de sucesso, e também vamos explicar por que tal processo é tão importante, afinal. Confira!

A automotivação como diferencial no trabalho

As empresas perceberam que profissionais com a habilidade da automotivação são extremamente valiosos. Agora, quem apresenta essa característica em seu perfil tem uma chance muito maior de recolocação e crescimento. Você arrisca o motivo?

A verdade é que motivar pessoas é caro. Pensando na motivação externa, sempre chegamos a soluções como mais benefícios, flexibilidade, liberdade para o colaborador. Nada disso é ruim, é claro, mas tudo tem seu custo de implementação.

Além disso, existe uma tendência de que cada indivíduo encontre motivação externa em fatores diferentes. Para mim, pode ser um horário de almoço estendido; para você, uma mesa de pebolim no meio do escritório. Atender cada um é inviável e atender apenas alguns acaba gerando conflitos e prejudicando o clima organizacional.

Enquanto isso, o profissional que tem automotivação exige menos investimento para manter seu alto nível de desempenho. Ele encontra motivos para fazer o seu melhor dentro de si mesmo. Além disso, seu estímulo é mais duradouro, pois não está vinculado a um reforço contínuo por parte da empresa.

Situações em que a automotivação é necessária

Em primeiro lugar, vamos esclarecer que a automotivação não é boa apenas para o seu empregador. Ela também é excelente para você, já que permite que você se sinta mais realizado no seu trabalho e tenha mais energia para buscar algo além.

Alguém que tem baixa motivação interna tende a sentir uma insatisfação permanente e, ao mesmo tempo, a demonstrar pouca iniciativa para a mudança. Essa passividade afeta seu bem-estar pessoal.

Agora, vamos ver três situações em que a automotivação é necessária?

1. Quando sua produtividade está baixa

Deixando de lado qualquer discussão sobre os fatores de motivação externa, sabemos que é natural passar por momentos de baixa produtividade; por exemplo, quando você está há muitos meses sem férias e o cansaço começa a bater.

Nessas horas, a automotivação pode dar aquele “gás” necessário para seguir adiante. O que mantém você acordando cedo para trabalhar nem sequer é o salário. É algo mais profundo, como a sua própria vontade de mostrar que é capaz, de vencer suas barreiras, de ser uma referência para os seus filhos.

2. Quando chega a hora de mudar de emprego

Você está em uma boa empresa e continuar no mesmo serviço é uma opção segura. Então, por que correr atrás de algo novo? Mais uma vez, é a automotivação que compele você adiante.

Nesse caso, sua automotivação é seu desejo de se colocar à prova, de mostrar que pode fazer mais, que tem potencial para crescer. Fique atento pois, de novo, não é necessariamente o salário que faz com que você dê esse passo. Aliás, muitos profissionais com forte automotivação deixam seus empregos para ganhar menos. O que está por trás de sua decisão é somente o desejo de enfrentar desafios.

3. Quando quer negociar um novo salário

Até mesmo para pedir um aumento, a automotivação é necessária! Do contrário, você poderia se acomodar com o que tem e se tornar aquele profissional eternamente insatisfeito, sempre reclamando, mas que não faz nada para mudar. Em vez disso, sua automotivação permite que você corra o (suposto) risco.

E saiba que o fato de você dar o primeiro passo e começar uma negociação já tem um impacto positivo sobre sua imagem na empresa. Você demonstra proatividade. Portanto, quem busca o aumento tem muito mais chances de conseguir do que quem espera, passivamente, sua vez chegar.

Como desenvolver sua automotivação

Como já explicamos no começo, infelizmente, não é possível comprar automotivação ou absorvê-la de outras pessoas. Por outro lado, você pode desenvolver hábitos para fortalecê-la.

Temos três sugestões para que você dê início a esse processo. Vamos lá?

1. Descubra por que você faz o que faz

Seja você um contador, um analista de projetos ou um assistente comercial, esse momento de reflexão é indispensável. Como e por que você está nessa posição hoje? Quais foram suas razões para a escolha dessa profissão e do seu atual emprego?

Muitas vezes perdemos a motivação e não é por causa da empresa. O problema é que, envolvidos na rotina diária, esquecemos por que estamos ali. Resgate essa memória! E se você não conseguir mais pensar em nenhuma boa razão para fazer o que faz atualmente, provavelmente é hora de buscar novos caminhos.

2. Elimine qualquer sentimento negativo

Eles simplesmente não combinam com a automotivação. Enquanto você alimenta sentimentos negativos sobre seu trabalho, a empresa e o chefe, torna-se impossível encontrar força de vontade para se levantar de manhã e fazer o seu melhor no trabalho.

Então, assuma a responsabilidade pelo seu sucesso profissional, mas não se culpe ou pense que “falhou” se ele ainda não chegou. Também não gaste tempo demais culpando os outros. Saiba que você está em um processo positivo de crescimento e melhoria contínua, e processos positivos jamais levam a resultados negativos.

Além disso, tenha consciência de que o trabalho duro sempre é reconhecido. Se isso não acontecer no seu emprego atual, certamente você encontrará outra empresa que vai perceber seu perfil motivado e valorizar sua produtividade.

Em resumo: as palavras de ordem para manter a automotivação são paciência e perseverança!

3. Tenha metas ambiciosas

Uma das formas mais eficazes de automotivação é estipular metas para sua carreira profissional. Atenção: não são as metas da empresa, mas as suas. E então, dê os próximos passos de maneira consciente em relação a elas. Ou seja, cada decisão profissional deve ser estratégica, para ajudá-lo a chegar mais perto de concretizá-las.

Assim, sempre que você sentir sua motivação fraquejar, lembre-se de qual é o seu objetivo e como aquele trabalho será importante para realizá-lo. Dessa maneira você está, efetivamente, criando um motivo para seguir adiante — ou seja, criando motivação.

Agora você já sabe como desenvolver sua própria automotivação na vida profissional (e, claro, essas dicas valem para a vida pessoal também). Que tal colaborar para que outras pessoas tenham acesso à mesma ferramenta e entendam a importância dessa habilidade? Compartilhe este post com seus amigos e familiares nas redes sociais!

Gestão de carreira: o que nenhum colaborador ou empresa pode ignorar

Muito se fala em gestão de carreira e na sua importância para criar metas bem-sucedidas e atingir novos patamares profissionais. Mas o que ela significa na prática e como utilizá-la para planejar uma trajetória no mercado de trabalho? A resposta para essas e outras perguntas você encontra no post a seguir!

Como fazer uma gestão de carreira eficaz?

As empresas devem ajudar os seus colaboradores a ganhar mais produtividade, motivação e qualidade de vida, principalmente por meio de estratégias como o plano de carreira — que traça todo o percurso profissional e aponta os melhores caminhos para o crescimento.

Entretanto, o funcionário não precisa deixar apenas a cargo da organização em que trabalha o controle sobre a sua conduta e planejamento para o futuro. Essa gestão também pode, e deve, ser feita individualmente. Para realizá-la com eficácia:

Visualize em que ponto da trajetória você está

O ideal é que a gestão de carreira comece a ser feita ainda na graduação, mas é possível investir nessa técnica em qualquer estágio da vida. Para isso, é importante avaliar em que etapa profissional está e aonde quer chegar.

Se você está em atividades operacionais, por exemplo, mas quer alcançar um cargo de diretoria, é mais fácil definir qual caminho traçar para sair da posição atual.

Estabeleça metas mensuráveis e realistas

Quando se trata da definição de objetivos, não basta apenas colocar o seu sonho no papel. É preciso avaliar se ele é viável e como pode ser concretizado. Os especialistas acreditam que toda meta precisa ser SMART (específica, mensurável, atingível, relevante e temporal).

Na prática, isso significa que ela necessita ser clara, ter um limite de tempo definido, ser importante para algo — nesse caso, para a carreira — e, principalmente, ser realista. Em longo prazo é possível sonhar mais alto. No entanto, se as suas metas são imediatistas, não devem ser muito difíceis de realizar ou você corre o risco de se frustrar.

Invista em capacitação

Não importa a sua idade ou quanta experiência você tem profissionalmente. Sempre há algo novo a aprender. Às vezes a empresa não possui ferramentas e uma visão focada no crescimento do seu colaborador. Nesse caso, é importante buscar por si mesmo alguns recursos para expandir suas habilidades, tanto para o mundo corporativo quanto para a vida em geral.

Busque autoconhecimento

Há alguns anos, o sentido da palavra “carreira” estava associado apenas a um emprego ou a uma função em determinada empresa. Mas, com as mudanças das aspirações profissionais e do mercado de trabalho em si, hoje ela também está associada à vida pessoal, às expectativas para o futuro e à busca por satisfação.

Por isso, para fazer uma gestão de carreira bem-sucedida, é preciso se conhecer. Entender quais são as suas afinidades, como se vê daqui a cinco ou dez anos e em que área não suportaria atuar.

Ter essa visão pode ajudar a definir o que tem mais peso na sua vida profissional: o dinheiro, o tempo livre, o status ou a qualidade de vida, por exemplo. Essa é também uma maneira de reconhecer pontos fortes e fracos que precisam ser trabalhados.

O que o profissional deve esperar de uma boa gestão organizacional?

Para fazer uma coordenação melhor da sua carreira, o indivíduo também precisa encontrar na empresa em que trabalha determinados comportamentos e atitudes que estimulem o seu desenvolvimento e concretização de objetivos. Nesse sentido, uma boa gestão é fundamental. Para que ela aconteça, o líder deve investir em:

Pacotes de benefícios

Mesmo não sendo a prioridade profissional de alguns colaboradores, um bom salário e auxílios (como plano de saúde e odontologia, vale-alimentação e férias remuneradas) são muito importantes para a maioria.

Quando um profissional encontra as condições financeiras ideais, ele melhora a sua produtividade e ganha motivação para realizar um trabalho com mais qualidade.

Planos de sucessão

Trata-se de uma estratégia criada para determinar todos os cargos e funções em uma empresa, definindo quem é responsável pelo quê e os requisitos para exercer bem essas atividades.

Essa é apenas uma etapa do plano de carreira. Seu caráter é desenvolver o profissional internamente, dentro do que a organização precisa, sem ter que recorrer a novas contratações, por exemplo. É um processo muito eficiente na formação do colaborador, que é preparado para, quem sabe, se tornar um novo líder no futuro.

Estímulo à capacitação

O conceito de empowerment, ou empoderamento, é uma tendência forte na gestão de carreira, pois permite que o profissional tenha responsabilidades que vão além do seu cargo. Mas, para que ele possa participar com mais eficácia do processo de tomada de decisões, as empresas precisam investir em capacitação.

Muitos gestores têm medo de financiar treinamentos e cursos para os colaboradores, receando que esse conhecimento seja aplicado na concorrência. No entanto, profissionais valorizam lugares em que são reconhecidos e possuem chances de crescer. Não investir na capacitação deles é um erro que impede o negócio de prosperar e obter resultados melhores.

Respeito às diferenças

Hoje em dia, o mercado precisa estar aberto — e pronto — para lidar com todos os gêneros, etnias, orientações sexuais e necessidades especiais do seu time.

Não adianta exigir um bom relacionamento interpessoal da equipe se a própria empresa não respeita as individualidades e diferenças entre os seus colaboradores. O profissional precisa conviver em um ambiente no qual possa se expressar livremente e ser quem é, sem medo de sofrer represálias ou ser demitido.

Planejamento de carreira

Além das diferenças naturais, cada colaborador possui suas próprias maneiras de trabalhar as respectivas habilidades e pontos fracos. Para ajudar os líderes nesse sentido, foi criado o conceito de carreira em “Y”.

Se você observar o formato dessa letra, verá que ela possui uma bifurcação. Do ponto de vista profissional, essa partição significa que cada pessoa possui mais de um caminho em uma empresa, que nem sempre é se tornar um gerente ou diretor. E tratar esse comportamento como estagnação é um erro de gestão.

Observar uma carreira de maneira não linear é uma chance de as empresas aproveitarem as individualidades em novas funções. Além disso, ajuda a valorizar competências, que vão além dos clichês típicos — reter talentos e melhorar resultados — já que as pessoas certas são destinadas àquilo que sabem e querem fazer.

Senso de pertencimento

O colaborador precisa acreditar que realmente pertence e é importante para a empresa, e não apenas mais uma “escada para outros subirem” — sentimento ainda muito comum no mercado de trabalho.

Para isso, é importante que ele encontre um ambiente acolhedor, onde possa desenvolver ideias e projetos com mais autonomia, consiga se relacionar interpessoalmente com todos, tenha momentos de diversão e participe do processo de tomada de decisões.

Reconhecimento

Quando lemos um artigo online como este ou uma notícia em um jornal, é comum buscarmos quem está por trás dele. Então por que não fazer o mesmo com as demandas da sua empresa e dar os créditos aos seus colaboradores?

Pessoas esperam ser reconhecidas. Seja por meio de um elogio, de um feedback sobre uma tarefa que vem executando ou até mesmo de uma crítica, feita de maneira construtiva. Saber que seu trabalho é visto pela chefia é uma forma de encontrar valor e propósito no que faz.

E então, ficou mais fácil investir em gestão de carreira na sua empresa? Se você quer melhorar outros aspectos da sua liderança, não deixe de conferir o nosso artigo sobre como ser um gestor mais humano!

As 11 características essenciais do empreendedor

Empreender nunca foi nem nunca será uma tarefa simples. A dinâmica do mercado, somada à grande competitividade nele envolvida, fazem do empreendedor um verdadeiro soldado em busca dos seus objetivos.

Muito trabalho, estudo, dedicação e capacidade de autossuperação estão envolvidos na formação de uma mente empreendedora. Mas isso não é suficiente para garantir o sucesso nesse ramo.

Engana-se quem acredita que alguém já nasce empreendedor. Na realidade, muitas das características do empreendedor são desenvolvidas com o tempo e suas experiências e análises.

Quer saber o que é preciso para ser um bom empreendedor? Então continue lendo o post de hoje! Separamos 11 características que certamente levarão você e seu empreendimento ao sucesso. Acompanhe:

1. Liderança

A liderança é a base de um bom empreendedor. A capacidade de organizar a equipe, de motivá-la e, principalmente, de coordená-la são essenciais a um bom líder.

Um empreendedor tem na sua fala e postura um ar de liderança, sendo a pessoa que inspira e guia toda a rotina do empreendimento.

Atualmente, o modelo de liderança mais buscado nas empresas é o de liderança colaborativa, na qual se extingue a figura do chefe — que só dá ordens — e adota-se a figura do líder colaborador, que ajuda, está presente e sabe ouvir e entender as demandas das equipes.

2. Resiliência

“Resiliência: capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.”

Sabemos que o sucesso não vem da noite para o dia — não na maioria dos casos, pelo menos. A jornada é longa e, antes de as coisas darem certo, elas dão errado muitas e muitas vezes.

Por isso, ser resiliente é uma característica fundamental para um empreendedor. É ela que garantirá o seguimento nos objetivos, mesmo que as coisas não pareçam favoráveis.

Dias bons e ruins fazem parte da vida de qualquer ser humano, porém, o que muda é capacidade de superar e persistir sempre que for necessário.

3. Humildade

Sem humildade, quem está iniciando no universo do empreendedorismo dificilmente consegue ir longe.

Um empreendedor de verdade sabe reconhecer seus pontos fracos, assim como também é capaz de identificar os pontos fortes de terceiros e, mais do que isso, tem a humildade de aprender com ambos.

Quem deseja crescer deve estar disposto a aprender de todas as formas. Todas as pessoas, indiferentemente do nível hierárquico dentro da empresa, têm algo a acrescentar. Saber disso é fundamental.

Além disso, a humildade é um ponto que facilita significativamente a gestão de pessoas, pois ajuda a se colocar no lugar do outro e entender erros sem julgar.

4. Humanidade

Ter humanidade é primordial. Afinal, o empreendedor lida com pessoas e necessita delas para atingir seus objetivos.

Saber tratar todos de maneira humana e respeitosa é o primeiro passo para reforçar a sua postura de liderança. Isso facilitará muito o trabalho em equipe e certamente otimizará seus resultados.

5. Organização

Não há como empreender sem ter organização. Um empreendimento envolverá uma série de processos e rotinas, além de inúmeros pontos burocráticos, como análise de dados, gerenciamento de processos, entre muitos outros.

Em razão disso, o empreendedor deve saber se organizar e agendar os seus compromissos de forma eficiente para que as operações da empresa não saim dos eixos.

6. Comunicabilidade

Por último, mas não menos importante, está a capacidade de se comunicar. Essa é uma das características que melhor definem o empreendedor.

A comunicação é o que permite que todas as outras qualidades sejam exteriorizadas. Uma comunicação fluida, humana e efetiva torna o dia a dia de trabalho muito mais organizado. Ela abre portas para a empresa, criando novas oportunidades.

7. Proatividade

Simplesmente esperar que as pessoas façam alguma coisa ou peçam algo não é a postura mais indicada para um empreendedor. Na verdade, ele deve tomar as rédeas da empresa e agir espontaneamente, e intervir quando achar conveniente.

Nem sempre será possível aguardar que parceiros e colaboradores executem determinados trabalhos, ainda que muito importantes. Por isso, empreendedor, você deve estar disposto a agir a todo momento. Se você sabe o que deve ser feito, por que não assumir a tarefa?

A proatividade é um atributo muito útil em ambientes corporativos, especialmente em razão da divisão de tarefas, que faz com os colaboradores não se sintam responsáveis por atividades que excedem as suas funções. Até certo ponto, esse raciocínio não é errado; mas se for pelo bem geral, não existe nenhum impedimento.

8. Comprometimento

Engajar-se com os seus objetivos e ter comprometimento consigo e com aqueles que também estão envolvidos é, sem dúvida, um grande diferencial.

O empreender deve, mais do que ninguém, honrar a sua palavra e fazer o possível para que todos os compromissos firmados sejam cumpridos.

Tal característica mostra o quanto a empresa valoriza os seus prazos, a satisfação do cliente, colaboradores etc., e o quanto todos trabalham para que essa imagem seja sempre mantida.

9. Profissionalismo

Ser profissional é mais do que uma característica do empreendedor, é quase uma obrigação.

Em ambientes corporativos, manter o profissionalismo e a ética é medida de ordem para conquistar o seu espaço no mercado e o respeito dos funcionários e clientes.

Muitas vezes, o lado humano indicará determinada escolha, enquanto o profissional mostrará outro caminho. Nessas horas, é preciso ponderar com sabedoria, pois uma empresa necessita de humanidade, assim como de profissionalismo.

Por exemplo, sempre há um certo pesar ao demitir um funcionário. Mas se ele não agrega valor ao negócio, é preciso pensar de forma mais objetiva.

10. Gestão orientada a resultados

Executar uma gestão orientada a resultados pode fazer toda a diferença para a empresa.

Certamente atingirá o sucesso aquele empreendedor que consegue analisar todos os recursos à sua disposição — como capital humano, máquinas e softwares — e, a partir daí, organizar as atividades de maneira coerente para atingir os resultados.

Por isso, bons atributos pessoais são importantes, claro, mas aptidões técnicas também são indispensáveis.

11. Noções administrativas

Administrar um empreendimento envolve bastante conhecimento, e de diversas áreas. Gestão de pessoas, administração e recursos humanos são alguns exemplos clássicos.

Desse modo, possuir uma boa noção de processos administrativos pode ser de grande valia. Ao contar com esses conhecimentos, o empreendedor consegue trabalhar com mais precisão. Isso, sem dúvida, facilita a tomada de decisões e otimiza o gerenciamento interno do negócio.

Por fim, como vimos, muitas devem ser as características do empreendedor. Ter ciência da necessidade de cada uma delas é o primeiro passo para agir e desenvolvê-las ou aprimorá-las. Afinal, não se nasce empreendedor, mas se torna.

Agora, que você conhece alguns dos atributos indispensáveis ao empreendedor, o que achar que explorar um pouco mais sobre o universo do empreendedorismo? Baixe nosso e-book: Entenda a formação indicada para ter o próprio negócio!