Cursos de longa ou curta duração: qual o melhor para a carreira?

Cursos de longa ou curta duração? O modelo de pós-graduação praticado atualmente no Brasil permite que as pessoas escolham entre diversas modalidades, de acordo com seus objetivos.

E você, conhece a diferença entre os cursos de curta ou longa duração? Tem alguma dúvida quanto ao propósito ou à qualidade de cada opção? Sabe definir o que atende melhor aos seus objetivos profissionais no momento?

Chegou a hora de solucionar essas questões! Vamos começar?

O que leva os profissionais a buscarem mais especialização?

O primeiro ponto que precisamos destacar é que, para ter sucesso na carreira, todo profissional precisa adquirir constantemente novas competências. Essa necessidade é decorrente de três motivos principais:

1. É preciso complementar a formação superior

Sim, é isso mesmo que você leu. Por melhor que seja um curso do Ensino Superior, ele nunca conseguirá, em seu tempo de duração, ensinar com profundidade tudo o que um profissional precisa saber.

Assim, um graduado em Administração pode até ter estudado Economia por um ou dois semestres, mas o que a disciplina conseguiu ensinar foi uma base dos principais conceitos. Se ele for atuar na área financeira de uma organização, precisará adquirir conhecimentos mais profundos.

Nesses casos, a pós-graduação — portanto, um curso mais longo — provavelmente é o ideal. Ela contribuirá para aprofundar as capacidades e entender sua aplicação à realidade do mercado.

2. É importante desenvolver habilidades complementares

Porém, além do conhecimento proporcionado pela graduação ou até mesmo pela especialização, o profissional que deseja crescimento precisa trabalhar suas lacunas.

Faz parte de um plano de desenvolvimento individual coerente identificar os aspectos em que precisamos aprimorar e empreender iniciativas para solucionar esses déficits de performance.

Portanto, o profissional pode reconhecer que precisa aprender a se comunicar melhor em público, já que sua função exige apresentações em reuniões ou para grupos maiores. Nesse caso, um curso breve de oratória pode ser o suficiente para desenvolver essa habilidade. O mesmo vale em outras situações relacionadas à rotina de trabalho.

3. O mercado apresenta novas demandas

Muitos profissionais investiram em uma boa graduação e se especializaram em algum ponto da carreira. Por algum tempo, provavelmente esse conhecimento foi o suficiente para obter bons resultados.

No entanto, hoje eles se deparam com situações inéditas, seja porque a carreira mudou de rumo ou simplesmente porque o mercado se transformou. A alteração nos cenários econômicos, políticos e sociais traz implicações ao mundo dos negócios, e, por isso, é necessário desenvolver novas competências.

Nesse contexto, também é importante recorrer a uma instituição que esteja atualizada em relação às demandas do mercado para fazer uma reciclagem profissional.

Como escolher entre cursos de longa ou curta duração?

Talvez você ainda não tenha entendido de que forma o que falamos se relaciona à pergunta do título: afinal, o que é melhor para a sua carreira?

A resposta depende justamente de como a sua vida profissional está estruturada e o que você entende que precisa desenvolver. Então, vamos entender em quais situações eles são indicados?

Cursos de curta duração

Quando o interessado recorre a uma instituição confiável, ele pode ter a certeza de que os cursos terão excelente qualidade. O que muda, sejam eles longos ou curtos, são os objetivos que eles propõem alcançar.

Como já falamos, existem habilidades pontuais que devem ser adquiridas. Uma boa forma de fazer isso é por meio de cursos de extensão e atualização. Eles são rápidos e úteis, e solucionam essas lacunas de desempenho específicas.

Alguns excelentes exemplos são o de Oratória e Desinibição, Gestão e Liderança de Equipes e Gerenciamento Operacional de Projetos.

Para adquirir essas habilidades, o interessado dedica um período curto, que varia de 8 a 24 horas-aula ou mesmo uma semana. Ou seja, em pouco tempo ele tem a possibilidade de obter um conhecimento útil que potencializará sua atuação no mercado.

Embora a instituição ofereça um certificado e ele seja válido para melhorar o currículo e se destacar em momentos de crise, o profissional sabe que esse não é o principal objetivo do curso. O que realmente importa é a capacidade adquirida de realizar suas atividades com mais eficiência e alcançar a alta performance.

Entre as vantagens desse tipo de iniciativa, está o aprendizado de habilidades que não são contempladas em situações de ensino formal. Devido à extensão do programa de uma graduação ou pós-graduação, as instituições deixam de lado alguns conhecimentos que são abordados nesses cursos rápidos.

Outro público beneficiado pelos cursos de extensão é formado por profissionais que não têm tempo para formações mais longas, como muitos empreendedores. Para esse grupo, é impossível conciliar sua agenda com cursos extensos, mas é razoável dedicar-se a iniciativas pontuais.

Cursos de longa duração

Já os cursos de longa duração se destinam a um propósito diferente. Eles também visam complementar a graduação, mas de uma forma mais ampla.

Por isso, as especializações e MBAs envolvem um acompanhamento maior do desenvolvimento de competências, exigem a entrega de trabalhos avaliativos e demandam interação intensa com os professores e os outros alunos.

Em muitos casos, o MBA pretende promover um equilíbrio entre formação genérica, especializada e prática. Essa proporção prepara o profissional para cargos executivos e de liderança.

A graduação em Administração, por exemplo, oferece uma formação genérica. O aluno formado termina o curso com uma série de conhecimentos básicos sobre os diferentes aspectos da gestão de uma organização: Direito, Economia e Finanças, Gestão de Negócios, Gestão de Pessoas etc.

Porém, ao ingressar em uma organização, ele provavelmente será alocado em algum cargo em que não utilize esse espectro de capacidades mais superficiais. Ele possivelmente trabalhará em uma área específica, como em Finanças.

O exercício profissional mostrará que, embora ele tenha uma base ampla de conhecimentos, deve aprofundar aqueles que são referentes à sua área para dominar as melhores práticas do seu setor.

Nesses casos, a alternativa ideal é a especialização. Ela proverá essas capacidades e, mais que isso, mostrará quais são as ações praticadas no mercado que oferecem os resultados mais satisfatórios.

O contrário também acontece. Um profissional com formação específica — em Gastronomia, por exemplo — inicia um negócio. Logo ele percebe que seu conhecimento não é suficiente para a administração do empreendimento. Falta know-how para a gestão de pessoas, o marketing, a administração financeira, entre outras necessidades.

Um MBA em Gestão Empresarial complementa essa formação e fornece as competências para que, além de ser um excelente chef de cozinha, ele tenha um empreendimento de sucesso.

Entendeu a diferença entre os cursos de longa ou curta duração para impulsionar a carreira? Quer conhecer outras chances de crescimento profissional? Então assine a nossa newsletter e receba dicas para alcançar o sucesso diretamente em seu e-mail!

Afinal, como lidar com a pressão no trabalho?

A pressão no trabalho sempre esteve presente no nosso dia a dia. Entretanto, fatores como a crise financeira, o aumento da concorrência e a grande qualificação profissional acabaram intensificando a questão nos últimos anos. Com isso, muitas pessoas têm sucumbido à ameaça e vêm perdendo produtividade gradativamente.

Se você está em uma boa posição no mercado de trabalho, sabe do que estamos falando. Então, como lidar com toda essa pressão e manter sua performance em alto nível?

Não é uma pergunta fácil de responder. O desemprego cresceu de forma assustadora e você, muito provavelmente, deve conhecer algumas pessoas do seu círculo de amizades que foram demitidas ou enfrentam dificuldades para se recolocar no mercado.

Mas não é só do medo do desemprego que vem a coação. A competitividade do mundo corporativo exige que os profissionais se desdobrem devido ao cumprimento de metas audaciosas, aumentando o esforço necessário não só para permanecer na ativa, mas também para conquistar novas posições.

Tudo isso gera uma enorme pressão, com a qual você precisa lidar. Para tentar ajudá-lo, preparamos alguns conselhos que podem ser úteis nessa batalha.

Busque capacitação constante

Para enfrentar uma concorrência qualificada, a melhor receita é buscar o seu próprio aperfeiçoamento. Por isso, não se acomode com seus conhecimentos e esteja sempre pronto a aprender mais.

A boa notícia é que não faltam cursos de especialização voltados para todos os níveis de ocupação. Mas, antes que você saia se matriculando, é importante saber que não adianta nada fazê-los apenas para incluir uma informação a mais no seu currículo.

É preciso ter foco e direcionamento de carreira, e é disso que vamos tratar no próximo tópico.

Tenha um foco para a sua carreira

Planejamento é a palavra-chave para quem quer lidar com a pressão no trabalho. Se a pessoa tem um direcionamento de carreira preciso e bem-elaborado, enfrenta os problemas com mais tranquilidade, já que sabe que eles farão parte do contexto.

Mas o que é planejar sua trajetória? Em primeiro lugar, é preciso saber aonde quer chegar. Qual é a posição desejada: um cargo de liderança? Um posto acadêmico? Um emprego público? Para cada objetivo, existe uma capacitação diferente.

Se você optar, por exemplo, em focar o alcance de um cargo executivo, precisa buscar um curso que dê base de conhecimento e gere networking. Nesse caso, a melhor solução é procurar um MBA, de preferência realizando um dos estágios no exterior.

Se quiser ser professor — outro exemplo de carreira que tem sido muito procurada —, pode investir em um mestrado e, posteriormente, em um doutorado da área na qual deseja atuar.

Essas são apenas duas dicas, mas servem para ilustrar o quanto o direcionamento de carreira é importante. Caso esteja com dificuldades em encontrar o caminho, procure ajuda com um trabalho de coaching, muito utilizado por diversos profissionais atualmente.

Seja transparente com seus líderes

Se a pressão está se tornando insuportável a ponto de fazê-lo perder produtividade, talvez esteja na hora de conversar com seus líderes.

Muitos profissionais guardam um certo receio de ter esse tipo de conversa, por acreditarem que isso fragiliza a relação hierárquica. Mas é justamente o contrário. A falta de transparência e a ausência de abertura para diálogos importantes é que acabam distanciando os funcionários dos líderes e contribuindo para a perda de desempenho e até eventuais demissões.

Muitas vezes, a ameaça é um fenômeno acumulativo. Ou seja, ela já vem dos escalões altos: passa pelos superiores e chega até o funcionário de nível hierárquico mais baixo. Portanto, se você está se sentindo pressionado, saiba que o seu chefe direto provavelmente está na mesma situação.

E é justamente por isso que a transparência se torna importante. Ciente do quanto a pressão pode afetar o trabalho, seu líder chega a propostas concretas junto com você, tentando encontrar formas mais saudáveis de lidar com as questões inerentes ao seu cargo na organização.

Tape os ouvidos e a boca para as fofocas

Muitas vezes a pressão nem vem tanto dos superiores, mas sim de você mesmo. E a cobrança que se impõe pode derivar da insegurança gerada pelo excesso de fofocas de corredor.

A chamada “rádio-peão” está presente em todas as empresas e consiste basicamente no agrupamento de funcionários que, sem muitas informações concretas, passam a especular sobre todos os temas possíveis.

Participando disso, você pode entrar no turbilhão de fofocas, que geram situações hipotéticas sobre demissões, cortes, cancelamentos de projetos, entre outros assuntos.

O ideal é se afastar dessa rede, tanto para a sua saúde quanto para a sua imagem profissional. E, novamente, aposte na transparência. Se tiver qualquer dúvida a respeito de assuntos relacionados à empresa ou ao cargo, pergunte diretamente ao seu chefe imediato.

Drible a pressão no trabalho com válvulas de escape

A vida não pode ser somente dedicada ao trabalho. Mergulhar excessivamente nos seus projetos corporativos acaba gerando uma enorme pressão, o que não é nada bom para a sua produtividade.

Portanto, se você tem características de workaholic, talvez esteja na hora de encontrar atividades alternativas, que sirvam como válvulas de escape.

A primeira sugestão é o esporte. Praticar uma modalidade que você gosta, uma ou duas vezes por semana, serve para relaxar e ainda cuidar da própria saúde.

Além disso, invista em programas durante o final de semana, junto com a família e os amigos. Ir a jogos de futebol, frequentar restaurantes e marcar encontros na casa de amigos podem ser boas saídas para lidar com a tensão do dia a dia.

Caso você se sinta bem quando está sozinho, uma dica é procurar filmes ou séries interessantes, que não tenham a ver com seu emprego. Atualmente, a oferta é bastante ampla.

Como você viu, existem muitas formas de lidar com a pressão no trabalho. O importante é que você saiba que esse é um fenômeno natural e que faz parte da rotina profissional de todos, hoje em dia.

E se você está precisando de recomendação para inovar no seu ambiente de trabalho, baixe este e-book e veja algumas maneiras valiosas de motivar sua equipe a desenvolver melhor os projetos da área. Boa leitura!

É possível aprender a pensar fora da caixa?

Inovação. Nunca essa palavra foi tão ouvida no mundo profissional quanto agora. Se há alguns anos o profissional precisava ser proativo, dominar outro idioma e ter uma boa qualificação para se destacar no mercado, hoje, além disso tudo ele ainda precisa pensar fora da caixa. Mas como fazer isso acontecer?

No post a seguir, vamos ensinar um pouco sobre o que é essa tal de inovação e como desenvolvê-la no seu dia a dia. Ficou curioso? Então, você já tem meio caminho andado! Continue a leitura e complete o percurso para ser um profissional mais inovador!

O ser criativo

O conceito de inovar está diretamente ligado ao da criatividade. No próprio dicionário, um dos significados dessa palavra é “inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar e inovar”.

Na prática, ser criativo é formular ideias e conceitos com base em algo novo ou em algo já existente.

No empreendedorismo, por exemplo, não é raro encontrar startups que fazem sucesso em um mercado já saturado apenas melhorando um produto ou serviço que já foi criado.

A necessidade de inovação passou a ser enxergada também pelo mundo empresarial nos últimos anos, graças, principalmente, a esses empreendimentos. O grande trunfo dos empreendedores foi vencer a ideia errônea do mito da criatividade, do senso comum que diz que as pessoas já nascem criativas.

O mito da criatividade

A ideia de que as pessoas já nascem criativas é alvo de estudos e controvérsias há muitos anos. Hoje, o entendimento sobre o processo criativo vai muito além da teoria da divisão dos cérebros (lado direito: emocional e criativo; lado esquerdo: analítico e racional).

A neurociência, por exemplo, acredita que a criatividade é sim um fruto de processos cognitivos e emoções, mas também de experiências sociais, vivências pessoais e até de hábitos.

Ou seja: não existe um lugar especial no nosso cérebro onde a criatividade se esconde. Para aparecer e nos presentear com uma grande ideia, ela precisa ser trabalhada todos os dias, estimulada.

Elizabeth Gilbert, autora do livro sobre criatividade “Grande Magia” (e também de “Comer, Rezar, Amar”), relembrou no TED Talks que os povos da Antiguidade acreditavam que artistas e filósofos eram seguidos por uma espécie de entidade mágica, um gênio criativo de onde vinham todas as boas ideias.

Mesmo sendo uma realidade quase incompreensível para nós atualmente, esse exemplo serve para mostrar que, sim, a criatividade pode ter uma influência externa. Basta que acreditemos nisso.

É um fato que muitas pessoas têm uma enorme facilidade de aprender determinada atividade, que se revela desde a infância. Outras, mesmo com uma educação limitada, se tornam um talento no que fazem. Mas a fase de aprendizado sempre deve existir.

Acreditar que a criatividade é algo intrínseco que somente algumas pessoas sortudas têm — ou que só pode ser desenvolvida no campo artístico e nas ciências humanas — é uma forma de barrar a si mesmo. É possível inovar, mesmo sendo um engenheiro, um bioquímico ou um profissional de TI, por exemplo.

A realidade é que ninguém nasce criativo, as pessoas se tornam criativas, e existem diversas técnicas para estimular o pensamento fora da caixa.

Estímulos à criatividade

Agora que você já sabe que pode treinar a sua criatividade, deve estar se perguntando: como fazer isso? Algumas atitudes podem estimular essa habilidade no dia a dia e trazer resultados positivos, tanto pessoal quanto profissionalmente. São elas:

Coolhunting

Muito utilizado no mundo da moda, esse conceito — que já se tornou uma profissão — é oriundo do marketing dos anos 90, e significa observar o mundo e as pessoas ao seu redor para descobrir novas tendências.

Para quem deseja pensar fora da caixa, o mundo é uma tela em branco, pronta para ser preenchida por possibilidades. Por isso, esteja sempre atento ao que acontece no seu dia a dia, observe o comportamento das pessoas, explore a sua cidade, viaje se for possível. Pensar em um contexto diferente trará novas ideias.

Design Thinking

Elaborado por Tim Brown, CEO da Ideo — organização símbolo de inovação — o conceito de Design Thinking foi pensado para ajudar as empresas a gerar soluções rápidas e mais criativas para os seus problemas.

Tudo é baseado em um roteiro simples: descobrir (observar o contexto em que vive e explorar novas possibilidades), interpretar (analisar como as ideias podem vir desse contexto), idealizar (enxergar oportunidades), experimentar (testar as ideias) e evoluir (aprender com os erros e melhorar o que for preciso).

Leituras

Muitos especialistas indicam que, para ser muito bom em algo, você precisa ter pelo menos dez mil horas de prática nessa atividade. No entanto, quem deseja estimular a criatividade não precisa ir tão longe. O mais importante é que estude, leia, explore as teorias e as técnicas de algo — particularmente algo novo.

Buscar qualquer tipo de conhecimento é uma forma de sair da sua zona de conforto, principalmente para quem está sempre ligado aos assuntos da sua área profissional e não estuda outros temas fora dela.

A leitura permite que você enxergue sem limites e crie uma mente sem amarras, capaz de chegar a lugares inimagináveis.

Hábitos

A criatividade também é fruto de hábitos. Reservar uma hora para ficar sozinho, aprender algo novo todos os dias, praticar uma atividade física e ter uma alimentação balanceada são alguns dos costumes que refletem positivamente no corpo e na mente. E não há espaço melhor para as ideias inovadoras do que um cérebro saudável e ativo!

“Dolce far niente”

Até mesmo o fazer nada pode ser uma fonte de inovação, de acordo com o italiano Domenico De Masi, criador do conceito de Ócio Criativo. Isso não significa, no entanto, parar de trabalhar e perder dias deitado na cama.

Para o sociólogo, o dolce far niente proposto por essa teoria está em unir o estudo e o trabalho com momentos frequentes de lazer. No dia a dia, isso significa descansar a mente das atividades cotidianas, enquanto aprecia um bom filme, lê um livro, pratica um hobby ou ouve uma música, por exemplo.

Erros

Muitas pessoas matam uma ideia dentro de si antes mesmo que ela floresça, por medo de que a execução seja falha ou por se preocupar com o que os outros vão pensar.

Quem está em cargos de gestão, por exemplo, pode deixar de implantar mudanças no ambiente de trabalho por não acreditar na sua possibilidade de sucesso.

Errar também é uma forma (uma das melhores!) de se tornar mais criativo. Pode parecer loucura, mas as falhas são caminhos para ganhar experiência, reconhecer novas possibilidades e inovar.

Capacitação

Sim, é possível aprender a pensar fora da caixa. E muitas instituições já se especializaram nisso. 

Para quem deseja se reinventar no trabalho, a capacitação pode fornecer ferramentas criativas, facilitar o desenvolvimento de projetos e estimular a busca por soluções inovadoras de acordo com a realidade do mercado.

A maior vantagem dos cursos e treinamentos nessa área está em obter resultados mais rápidos do que se você estivesse trabalhando sozinho. 

Agora que você já aprendeu alguns macetes para pensar fora da caixa, que tal colocá-los em prática? Se estiver em busca de capacitação no assunto, não deixe de conhecer o nosso curso sobre Gestão Criativa, e estimule o líder inovador que está dentro de você!

Por que a automotivação pode ser sua melhor ferramenta de trabalho?

Todos querem dar dicas e conselhos para quem busca crescer profissionalmente sobre como alcançar aquela vaga dos sonhos ou a promoção tão desejada. Mas uma das ferramentas mais importantes é algo que, provavelmente, ninguém nunca recomendou a você. Estamos falando da automotivação.

E por que será que essa habilidade é tão pouco divulgada? O motivo é simples: não se pode vender automotivação. Como o próprio nome sugere, ela depende de posturas e atitudes autônomas. Diferentemente de liderança ou comunicação, que também são habilidades muito importantes, a automotivação é desenvolvida ao longo de uma jornada solitária.

Neste post, vamos apresentar algumas ideias para que você possa trilhar esse caminho com garantia de sucesso, e também vamos explicar por que tal processo é tão importante, afinal. Confira!

A automotivação como diferencial no trabalho

As empresas perceberam que profissionais com a habilidade da automotivação são extremamente valiosos. Agora, quem apresenta essa característica em seu perfil tem uma chance muito maior de recolocação e crescimento. Você arrisca o motivo?

A verdade é que motivar pessoas é caro. Pensando na motivação externa, sempre chegamos a soluções como mais benefícios, flexibilidade, liberdade para o colaborador. Nada disso é ruim, é claro, mas tudo tem seu custo de implementação.

Além disso, existe uma tendência de que cada indivíduo encontre motivação externa em fatores diferentes. Para mim, pode ser um horário de almoço estendido; para você, uma mesa de pebolim no meio do escritório. Atender cada um é inviável e atender apenas alguns acaba gerando conflitos e prejudicando o clima organizacional.

Enquanto isso, o profissional que tem automotivação exige menos investimento para manter seu alto nível de desempenho. Ele encontra motivos para fazer o seu melhor dentro de si mesmo. Além disso, seu estímulo é mais duradouro, pois não está vinculado a um reforço contínuo por parte da empresa.

Situações em que a automotivação é necessária

Em primeiro lugar, vamos esclarecer que a automotivação não é boa apenas para o seu empregador. Ela também é excelente para você, já que permite que você se sinta mais realizado no seu trabalho e tenha mais energia para buscar algo além.

Alguém que tem baixa motivação interna tende a sentir uma insatisfação permanente e, ao mesmo tempo, a demonstrar pouca iniciativa para a mudança. Essa passividade afeta seu bem-estar pessoal.

Agora, vamos ver três situações em que a automotivação é necessária?

1. Quando sua produtividade está baixa

Deixando de lado qualquer discussão sobre os fatores de motivação externa, sabemos que é natural passar por momentos de baixa produtividade; por exemplo, quando você está há muitos meses sem férias e o cansaço começa a bater.

Nessas horas, a automotivação pode dar aquele “gás” necessário para seguir adiante. O que mantém você acordando cedo para trabalhar nem sequer é o salário. É algo mais profundo, como a sua própria vontade de mostrar que é capaz, de vencer suas barreiras, de ser uma referência para os seus filhos.

2. Quando chega a hora de mudar de emprego

Você está em uma boa empresa e continuar no mesmo serviço é uma opção segura. Então, por que correr atrás de algo novo? Mais uma vez, é a automotivação que compele você adiante.

Nesse caso, sua automotivação é seu desejo de se colocar à prova, de mostrar que pode fazer mais, que tem potencial para crescer. Fique atento pois, de novo, não é necessariamente o salário que faz com que você dê esse passo. Aliás, muitos profissionais com forte automotivação deixam seus empregos para ganhar menos. O que está por trás de sua decisão é somente o desejo de enfrentar desafios.

3. Quando quer negociar um novo salário

Até mesmo para pedir um aumento, a automotivação é necessária! Do contrário, você poderia se acomodar com o que tem e se tornar aquele profissional eternamente insatisfeito, sempre reclamando, mas que não faz nada para mudar. Em vez disso, sua automotivação permite que você corra o (suposto) risco.

E saiba que o fato de você dar o primeiro passo e começar uma negociação já tem um impacto positivo sobre sua imagem na empresa. Você demonstra proatividade. Portanto, quem busca o aumento tem muito mais chances de conseguir do que quem espera, passivamente, sua vez chegar.

Como desenvolver sua automotivação

Como já explicamos no começo, infelizmente, não é possível comprar automotivação ou absorvê-la de outras pessoas. Por outro lado, você pode desenvolver hábitos para fortalecê-la.

Temos três sugestões para que você dê início a esse processo. Vamos lá?

1. Descubra por que você faz o que faz

Seja você um contador, um analista de projetos ou um assistente comercial, esse momento de reflexão é indispensável. Como e por que você está nessa posição hoje? Quais foram suas razões para a escolha dessa profissão e do seu atual emprego?

Muitas vezes perdemos a motivação e não é por causa da empresa. O problema é que, envolvidos na rotina diária, esquecemos por que estamos ali. Resgate essa memória! E se você não conseguir mais pensar em nenhuma boa razão para fazer o que faz atualmente, provavelmente é hora de buscar novos caminhos.

2. Elimine qualquer sentimento negativo

Eles simplesmente não combinam com a automotivação. Enquanto você alimenta sentimentos negativos sobre seu trabalho, a empresa e o chefe, torna-se impossível encontrar força de vontade para se levantar de manhã e fazer o seu melhor no trabalho.

Então, assuma a responsabilidade pelo seu sucesso profissional, mas não se culpe ou pense que “falhou” se ele ainda não chegou. Também não gaste tempo demais culpando os outros. Saiba que você está em um processo positivo de crescimento e melhoria contínua, e processos positivos jamais levam a resultados negativos.

Além disso, tenha consciência de que o trabalho duro sempre é reconhecido. Se isso não acontecer no seu emprego atual, certamente você encontrará outra empresa que vai perceber seu perfil motivado e valorizar sua produtividade.

Em resumo: as palavras de ordem para manter a automotivação são paciência e perseverança!

3. Tenha metas ambiciosas

Uma das formas mais eficazes de automotivação é estipular metas para sua carreira profissional. Atenção: não são as metas da empresa, mas as suas. E então, dê os próximos passos de maneira consciente em relação a elas. Ou seja, cada decisão profissional deve ser estratégica, para ajudá-lo a chegar mais perto de concretizá-las.

Assim, sempre que você sentir sua motivação fraquejar, lembre-se de qual é o seu objetivo e como aquele trabalho será importante para realizá-lo. Dessa maneira você está, efetivamente, criando um motivo para seguir adiante — ou seja, criando motivação.

Agora você já sabe como desenvolver sua própria automotivação na vida profissional (e, claro, essas dicas valem para a vida pessoal também). Que tal colaborar para que outras pessoas tenham acesso à mesma ferramenta e entendam a importância dessa habilidade? Compartilhe este post com seus amigos e familiares nas redes sociais!

Gestão de carreira: o que nenhum colaborador ou empresa pode ignorar

Muito se fala em gestão de carreira e na sua importância para criar metas bem-sucedidas e atingir novos patamares profissionais. Mas o que ela significa na prática e como utilizá-la para planejar uma trajetória no mercado de trabalho? A resposta para essas e outras perguntas você encontra no post a seguir!

Como fazer uma gestão de carreira eficaz?

As empresas devem ajudar os seus colaboradores a ganhar mais produtividade, motivação e qualidade de vida, principalmente por meio de estratégias como o plano de carreira — que traça todo o percurso profissional e aponta os melhores caminhos para o crescimento.

Entretanto, o funcionário não precisa deixar apenas a cargo da organização em que trabalha o controle sobre a sua conduta e planejamento para o futuro. Essa gestão também pode, e deve, ser feita individualmente. Para realizá-la com eficácia:

Visualize em que ponto da trajetória você está

O ideal é que a gestão de carreira comece a ser feita ainda na graduação, mas é possível investir nessa técnica em qualquer estágio da vida. Para isso, é importante avaliar em que etapa profissional está e aonde quer chegar.

Se você está em atividades operacionais, por exemplo, mas quer alcançar um cargo de diretoria, é mais fácil definir qual caminho traçar para sair da posição atual.

Estabeleça metas mensuráveis e realistas

Quando se trata da definição de objetivos, não basta apenas colocar o seu sonho no papel. É preciso avaliar se ele é viável e como pode ser concretizado. Os especialistas acreditam que toda meta precisa ser SMART (específica, mensurável, atingível, relevante e temporal).

Na prática, isso significa que ela necessita ser clara, ter um limite de tempo definido, ser importante para algo — nesse caso, para a carreira — e, principalmente, ser realista. Em longo prazo é possível sonhar mais alto. No entanto, se as suas metas são imediatistas, não devem ser muito difíceis de realizar ou você corre o risco de se frustrar.

Invista em capacitação

Não importa a sua idade ou quanta experiência você tem profissionalmente. Sempre há algo novo a aprender. Às vezes a empresa não possui ferramentas e uma visão focada no crescimento do seu colaborador. Nesse caso, é importante buscar por si mesmo alguns recursos para expandir suas habilidades, tanto para o mundo corporativo quanto para a vida em geral.

Busque autoconhecimento

Há alguns anos, o sentido da palavra “carreira” estava associado apenas a um emprego ou a uma função em determinada empresa. Mas, com as mudanças das aspirações profissionais e do mercado de trabalho em si, hoje ela também está associada à vida pessoal, às expectativas para o futuro e à busca por satisfação.

Por isso, para fazer uma gestão de carreira bem-sucedida, é preciso se conhecer. Entender quais são as suas afinidades, como se vê daqui a cinco ou dez anos e em que área não suportaria atuar.

Ter essa visão pode ajudar a definir o que tem mais peso na sua vida profissional: o dinheiro, o tempo livre, o status ou a qualidade de vida, por exemplo. Essa é também uma maneira de reconhecer pontos fortes e fracos que precisam ser trabalhados.

O que o profissional deve esperar de uma boa gestão organizacional?

Para fazer uma coordenação melhor da sua carreira, o indivíduo também precisa encontrar na empresa em que trabalha determinados comportamentos e atitudes que estimulem o seu desenvolvimento e concretização de objetivos. Nesse sentido, uma boa gestão é fundamental. Para que ela aconteça, o líder deve investir em:

Pacotes de benefícios

Mesmo não sendo a prioridade profissional de alguns colaboradores, um bom salário e auxílios (como plano de saúde e odontologia, vale-alimentação e férias remuneradas) são muito importantes para a maioria.

Quando um profissional encontra as condições financeiras ideais, ele melhora a sua produtividade e ganha motivação para realizar um trabalho com mais qualidade.

Planos de sucessão

Trata-se de uma estratégia criada para determinar todos os cargos e funções em uma empresa, definindo quem é responsável pelo quê e os requisitos para exercer bem essas atividades.

Essa é apenas uma etapa do plano de carreira. Seu caráter é desenvolver o profissional internamente, dentro do que a organização precisa, sem ter que recorrer a novas contratações, por exemplo. É um processo muito eficiente na formação do colaborador, que é preparado para, quem sabe, se tornar um novo líder no futuro.

Estímulo à capacitação

O conceito de empowerment, ou empoderamento, é uma tendência forte na gestão de carreira, pois permite que o profissional tenha responsabilidades que vão além do seu cargo. Mas, para que ele possa participar com mais eficácia do processo de tomada de decisões, as empresas precisam investir em capacitação.

Muitos gestores têm medo de financiar treinamentos e cursos para os colaboradores, receando que esse conhecimento seja aplicado na concorrência. No entanto, profissionais valorizam lugares em que são reconhecidos e possuem chances de crescer. Não investir na capacitação deles é um erro que impede o negócio de prosperar e obter resultados melhores.

Respeito às diferenças

Hoje em dia, o mercado precisa estar aberto — e pronto — para lidar com todos os gêneros, etnias, orientações sexuais e necessidades especiais do seu time.

Não adianta exigir um bom relacionamento interpessoal da equipe se a própria empresa não respeita as individualidades e diferenças entre os seus colaboradores. O profissional precisa conviver em um ambiente no qual possa se expressar livremente e ser quem é, sem medo de sofrer represálias ou ser demitido.

Planejamento de carreira

Além das diferenças naturais, cada colaborador possui suas próprias maneiras de trabalhar as respectivas habilidades e pontos fracos. Para ajudar os líderes nesse sentido, foi criado o conceito de carreira em “Y”.

Se você observar o formato dessa letra, verá que ela possui uma bifurcação. Do ponto de vista profissional, essa partição significa que cada pessoa possui mais de um caminho em uma empresa, que nem sempre é se tornar um gerente ou diretor. E tratar esse comportamento como estagnação é um erro de gestão.

Observar uma carreira de maneira não linear é uma chance de as empresas aproveitarem as individualidades em novas funções. Além disso, ajuda a valorizar competências, que vão além dos clichês típicos — reter talentos e melhorar resultados — já que as pessoas certas são destinadas àquilo que sabem e querem fazer.

Senso de pertencimento

O colaborador precisa acreditar que realmente pertence e é importante para a empresa, e não apenas mais uma “escada para outros subirem” — sentimento ainda muito comum no mercado de trabalho.

Para isso, é importante que ele encontre um ambiente acolhedor, onde possa desenvolver ideias e projetos com mais autonomia, consiga se relacionar interpessoalmente com todos, tenha momentos de diversão e participe do processo de tomada de decisões.

Reconhecimento

Quando lemos um artigo online como este ou uma notícia em um jornal, é comum buscarmos quem está por trás dele. Então por que não fazer o mesmo com as demandas da sua empresa e dar os créditos aos seus colaboradores?

Pessoas esperam ser reconhecidas. Seja por meio de um elogio, de um feedback sobre uma tarefa que vem executando ou até mesmo de uma crítica, feita de maneira construtiva. Saber que seu trabalho é visto pela chefia é uma forma de encontrar valor e propósito no que faz.

E então, ficou mais fácil investir em gestão de carreira na sua empresa? Se você quer melhorar outros aspectos da sua liderança, não deixe de conferir o nosso artigo sobre como ser um gestor mais humano!

As 11 características essenciais do empreendedor

Empreender nunca foi nem nunca será uma tarefa simples. A dinâmica do mercado, somada à grande competitividade nele envolvida, fazem do empreendedor um verdadeiro soldado em busca dos seus objetivos.

Muito trabalho, estudo, dedicação e capacidade de autossuperação estão envolvidos na formação de uma mente empreendedora. Mas isso não é suficiente para garantir o sucesso nesse ramo.

Engana-se quem acredita que alguém já nasce empreendedor. Na realidade, muitas das características do empreendedor são desenvolvidas com o tempo e suas experiências e análises.

Quer saber o que é preciso para ser um bom empreendedor? Então continue lendo o post de hoje! Separamos 11 características que certamente levarão você e seu empreendimento ao sucesso. Acompanhe:

1. Liderança

A liderança é a base de um bom empreendedor. A capacidade de organizar a equipe, de motivá-la e, principalmente, de coordená-la são essenciais a um bom líder.

Um empreendedor tem na sua fala e postura um ar de liderança, sendo a pessoa que inspira e guia toda a rotina do empreendimento.

Atualmente, o modelo de liderança mais buscado nas empresas é o de liderança colaborativa, na qual se extingue a figura do chefe — que só dá ordens — e adota-se a figura do líder colaborador, que ajuda, está presente e sabe ouvir e entender as demandas das equipes.

2. Resiliência

“Resiliência: capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.”

Sabemos que o sucesso não vem da noite para o dia — não na maioria dos casos, pelo menos. A jornada é longa e, antes de as coisas darem certo, elas dão errado muitas e muitas vezes.

Por isso, ser resiliente é uma característica fundamental para um empreendedor. É ela que garantirá o seguimento nos objetivos, mesmo que as coisas não pareçam favoráveis.

Dias bons e ruins fazem parte da vida de qualquer ser humano, porém, o que muda é capacidade de superar e persistir sempre que for necessário.

3. Humildade

Sem humildade, quem está iniciando no universo do empreendedorismo dificilmente consegue ir longe.

Um empreendedor de verdade sabe reconhecer seus pontos fracos, assim como também é capaz de identificar os pontos fortes de terceiros e, mais do que isso, tem a humildade de aprender com ambos.

Quem deseja crescer deve estar disposto a aprender de todas as formas. Todas as pessoas, indiferentemente do nível hierárquico dentro da empresa, têm algo a acrescentar. Saber disso é fundamental.

Além disso, a humildade é um ponto que facilita significativamente a gestão de pessoas, pois ajuda a se colocar no lugar do outro e entender erros sem julgar.

4. Humanidade

Ter humanidade é primordial. Afinal, o empreendedor lida com pessoas e necessita delas para atingir seus objetivos.

Saber tratar todos de maneira humana e respeitosa é o primeiro passo para reforçar a sua postura de liderança. Isso facilitará muito o trabalho em equipe e certamente otimizará seus resultados.

5. Organização

Não há como empreender sem ter organização. Um empreendimento envolverá uma série de processos e rotinas, além de inúmeros pontos burocráticos, como análise de dados, gerenciamento de processos, entre muitos outros.

Em razão disso, o empreendedor deve saber se organizar e agendar os seus compromissos de forma eficiente para que as operações da empresa não saim dos eixos.

6. Comunicabilidade

Por último, mas não menos importante, está a capacidade de se comunicar. Essa é uma das características que melhor definem o empreendedor.

A comunicação é o que permite que todas as outras qualidades sejam exteriorizadas. Uma comunicação fluida, humana e efetiva torna o dia a dia de trabalho muito mais organizado. Ela abre portas para a empresa, criando novas oportunidades.

7. Proatividade

Simplesmente esperar que as pessoas façam alguma coisa ou peçam algo não é a postura mais indicada para um empreendedor. Na verdade, ele deve tomar as rédeas da empresa e agir espontaneamente, e intervir quando achar conveniente.

Nem sempre será possível aguardar que parceiros e colaboradores executem determinados trabalhos, ainda que muito importantes. Por isso, empreendedor, você deve estar disposto a agir a todo momento. Se você sabe o que deve ser feito, por que não assumir a tarefa?

A proatividade é um atributo muito útil em ambientes corporativos, especialmente em razão da divisão de tarefas, que faz com os colaboradores não se sintam responsáveis por atividades que excedem as suas funções. Até certo ponto, esse raciocínio não é errado; mas se for pelo bem geral, não existe nenhum impedimento.

8. Comprometimento

Engajar-se com os seus objetivos e ter comprometimento consigo e com aqueles que também estão envolvidos é, sem dúvida, um grande diferencial.

O empreender deve, mais do que ninguém, honrar a sua palavra e fazer o possível para que todos os compromissos firmados sejam cumpridos.

Tal característica mostra o quanto a empresa valoriza os seus prazos, a satisfação do cliente, colaboradores etc., e o quanto todos trabalham para que essa imagem seja sempre mantida.

9. Profissionalismo

Ser profissional é mais do que uma característica do empreendedor, é quase uma obrigação.

Em ambientes corporativos, manter o profissionalismo e a ética é medida de ordem para conquistar o seu espaço no mercado e o respeito dos funcionários e clientes.

Muitas vezes, o lado humano indicará determinada escolha, enquanto o profissional mostrará outro caminho. Nessas horas, é preciso ponderar com sabedoria, pois uma empresa necessita de humanidade, assim como de profissionalismo.

Por exemplo, sempre há um certo pesar ao demitir um funcionário. Mas se ele não agrega valor ao negócio, é preciso pensar de forma mais objetiva.

10. Gestão orientada a resultados

Executar uma gestão orientada a resultados pode fazer toda a diferença para a empresa.

Certamente atingirá o sucesso aquele empreendedor que consegue analisar todos os recursos à sua disposição — como capital humano, máquinas e softwares — e, a partir daí, organizar as atividades de maneira coerente para atingir os resultados.

Por isso, bons atributos pessoais são importantes, claro, mas aptidões técnicas também são indispensáveis.

11. Noções administrativas

Administrar um empreendimento envolve bastante conhecimento, e de diversas áreas. Gestão de pessoas, administração e recursos humanos são alguns exemplos clássicos.

Desse modo, possuir uma boa noção de processos administrativos pode ser de grande valia. Ao contar com esses conhecimentos, o empreendedor consegue trabalhar com mais precisão. Isso, sem dúvida, facilita a tomada de decisões e otimiza o gerenciamento interno do negócio.

Por fim, como vimos, muitas devem ser as características do empreendedor. Ter ciência da necessidade de cada uma delas é o primeiro passo para agir e desenvolvê-las ou aprimorá-las. Afinal, não se nasce empreendedor, mas se torna.

Agora, que você conhece alguns dos atributos indispensáveis ao empreendedor, o que achar que explorar um pouco mais sobre o universo do empreendedorismo? Baixe nosso e-book: Entenda a formação indicada para ter o próprio negócio!

Comunicação interpessoal: por que todo gestor precisa melhorar?

Para alcançar os objetivos da empresa, não basta ter visão estratégica e o melhor planejamento. Tirar as ideias do papel e transformá-las em resultados exige a capacidade de mobilizar, orientar e liderar pessoas. Por isso, uma das principais habilidades de um gestor de sucesso é a comunicação interpessoal. 

E você, entende a importância dessa competência para alcançar resultados? Percebe que poderia desenvolvê-la para lidar com as pessoas no ambiente corporativo? Sabe quais são os erros clássicos que um gestor comete em sua comunicação com o grupo? Quer descobrir como lidar melhor com essas situações na prática? 

Então este post foi feito para você. Nele, nós vamos abordar esses temas e mostrar por que e como o gestor pode melhorar essa habilidade e conseguir resultados melhores. Vamos lá? 

A importância de melhorar a comunicação interpessoal 

As pessoas são o principal ativo de uma organização e todos os resultados de companhia ocorrem por meio da ação dos colaboradores. Considerando isso, percebemos que a comunicação interpessoal eficaz é fundamental. 

Entre os principais benefícios que a comunicação eficiente garante, podemos destacar: 

  • redução de erros, pois elimina as falhas decorrentes de quando o colaborador não recebe orientações sobre o que, quando e como fazer algo;
  • diminuição dos conflitos que desgastam a equipe e minam a produtividade;
  • entendimento claro da participação de cada colaborador em um projeto, a forma como os papéis se complementam e o resultado esperado;
  • clima organizacional estimulante, inspirador e respeitoso;
  • engajamento e motivação da equipe de trabalho.

No entanto, temos que concordar que essa concepção que valoriza a gestão estratégica de pessoas é relativamente recente no contexto da administração de organizações.

Como herança do modelo anterior, baseado na “chefia” e na verticalização da hierarquia, muitos gestores não estão 100% preparados para lidar com pessoas no ambiente corporativo. O resultado disso é a ocorrência frequente dos erros clássicos na comunicação interpessoal. Você sabe quais são eles?

Os erros clássicos na comunicação interpessoal 

Nem sempre as nossas excelentes intenções correspondem à percepção que as pessoas têm a nosso respeito — especialmente no ambiente de trabalho. Grande parte da dissonância relacionada à imagem profissional acontece devido a erros na comunicação. 

Veja alguns exemplos de erros clássicos que os gestores cometem e que interferem nos resultados de seu trabalho. 

1. Passar uma imagem antipática

O profissionalismo exige que os funcionários cumpram seus deveres mesmo quando o chefe é antipático. No entanto, quando ele consegue despertar a simpatia da equipe, ela é capaz de produzir resultados extraordinários. 

Por isso, cuide para não passar uma imagem antipática. Cortesia, lealdade, educação e humildade são qualidades que jamais colocarão sua liderança em xeque, muito menos reduzirão o respeito de sua equipe. Pelo contrário, farão de você uma inspiração. 

2. Deixar de promover o trabalho em equipe

A interdependência potencializa resultados. Por isso, o trabalho em equipe deve ser incentivado. Ao fomentar a atitude de colaboração em seu time, surgirão soluções muito mais efetivas para os desafios enfrentados.

Por falta de comunicação, pode ser que membros do grupo estejam tentando “reinventar a roda” individualmente diante de problemas que seriam mais simples de resolver se todos pudessem participar. A coletivização dos desafios e projetos pode encurtar o caminho para o sucesso. 

3. Confundir sinais

A primeira regra para eliminar os erros de comunicação poderia ser “não deduza” ou “não presuma”. O problema é que isso acontece com muita frequência no ambiente de trabalho. 

Alguns exemplos clássicos são confundir o silêncio com concordância ou com o pleno entendimento. Portanto, não interprete esses sinais dessa maneira. Estabeleça um diálogo efetivo e certifique-se de que as suas palavras surtiram o efeito esperado e de que a pessoa realmente compreendeu tudo o que você disse. 

4. Não saber lidar com a diversidade de pessoas ou opiniões

As pessoas têm bagagens de vida diferentes. Elas se expressam em sua percepção, postura e opinião. Quando a situação é vivenciada por um grupo maduro, todos crescem e enriquecem seu ponto de vista a partir dessas diferenças. 

Portanto, as divergências não devem ser motivo para desvalorizar ideias, muito menos para desqualificar as próprias pessoas. Reconhecer apenas as concepções idênticas ou semelhantes às suas próprias enfraquece a equipe, desgasta relacionamentos e provoca a evasão de talentos. 

5. Não apresentar as ideias por medo de falar em público

A salvação de um projeto pode estar nas mãos de um gestor que não apresentou sua ideia por medo de falar em público. Ele desperdiça a chance de se valorizar na companhia e a empresa perde soluções eficientes para seus problemas. 

Portanto, caso o gestor tenha dificuldade para se apresentar em público ou não consiga fazer isso de forma clara e persuasiva, ele deve buscar recursos para desenvolver essa habilidade fundamental. 

Como melhorar a comunicação interpessoal na prática

Reconheceu algum desses erros na sua prática profissional? Então, é hora de buscar alternativas para melhorar sua comunicação interpessoal. É preciso entender os elementos envolvidos nesse processo para, de forma consciente, alterar nosso padrão de funcionamento nessa área essencial. Vamos conhecê-los?

Processo da percepção

A comunicação começa com a nossa interpretação da situação, da forma como vemos a nós mesmos, os outros e o mundo. Com base em sua experiência de vida, as pessoas podem adotar uma percepção seletiva, que enfatiza alguns estímulos recebidos e minimiza outros.

Portanto, o primeiro passo para uma boa comunicação é nos tornarmos conscientes dessa percepção e dos fatores que a afetam. Isso nos permite distinguir fatos de impressões. 

Influência das emoções

Sofremos também a influência das emoções, que nos levam à aproximação ou afastamento de determinados objetos, pessoas e situações.

Novamente, a consciência sobre esse fator nos coloca em posição de controle e permite utilizar estratégias para tornar a comunicação viável — mesmo quando nosso desejo primário é de afastamento.

Comunicação não verbal

Apenas uma pequena parcela da nossa mensagem é transmitida pelo conteúdo das palavras. O restante é percebido por elementos não verbais, como o tom de voz, a expressão facial, a postura corporal, o padrão de gesticulação, entre outros.

O comunicador eficiente tem consciência desses elementos e os alinha para que todos sejam convergentes e não haja contradição entre gestos e palavras.

Conhecimento dos elementos da comunicação

Embora pareça pretensioso, podemos sintetizar um assunto tão amplo com a seguinte afirmação: o comunicador precisa conhecer muito bem o destinatário da mensagem. Somente dessa maneira ele poderá adequar seu conteúdo ao meio e à linguagem que o seu alvo é capaz de decodificar e entender.

Inteligência emocional

Visto que a comunicação interpessoal é afetada por quem somos, desenvolver a inteligência emocional é fundamental para aprimorar essa habilidade.

Isso significa que precisamos investir no autoconhecimento, no desenvolvimento do autocontrole e da empatia. Com esses requisitos, será mais fácil estabelecer um padrão de sociabilidade que nos permita administrar relacionamentos e criar redes.

Com essas características, o gestor adquire as ferramentas necessárias para formar equipes, reter talentos, liderar mudanças e persuadir a pessoas, entre outros benefícios. 

Entendeu por que a comunicação interpessoal é tão importante e os motivos pelos quais os gestores precisam desenvolvê-la? Então comece a comunicar conhecimentos importantes: compartilhe este post nas redes sociais e marque seus contatos. Eles também vão gostar!

Como ser um gestor mais humano?

O mundo mudou e, é claro, não seria diferente no ambiente organizacional. Vivemos uma verdadeira transformação nos paradigmas das empresas.

Apenas para ilustrar esse fato, palavras como “chefe” e “subordinado”, por exemplo, foram riscadas do dicionário de muitas organizações. Afinal, prevalece cada vez mais a noção de que a gestão deve ser participativa. No contexto atual, líder e colaborador passam a ser as palavras-chave.

O fato é que os chamados millennials revolucionaram a forma como as empresas funcionam, tanto do ponto de vista cultura quanto do operacional. Embora, é claro, existam muitas críticas em relação ao posicionamento desses jovens no mercado de trabalho, o fato é que eles trouxeram algumas transformações positivas.

Uma delas é a ideia de que a gestão do negócio — e, principalmente, o próprio gestor — deve trabalhar de forma mais humana.

São inúmeros os benefícios trazidos pela humanização da gestão. Em primeiro lugar, temos a diminuição da rotatividade, uma vez que uma gestão humana leva a um clima organizacional mais agradável.

Além disso, a produtividade também é aumentada, afinal, é criado um senso maior de coletividade com a participação do gestor. É claro que apenas esses dois benefícios já trazem uma série de consequências positivas, como a diminuição dos custos e a melhoria dos resultados.

O assunto é muito importante e, justamente por isso, resolvemos elaborar um post especial para abordar a questão. A seguir, você confere algumas dicas para se tornar um exemplo de gestor humano. Confira!

Participe da rotina como um coach

Como vimos, o distanciamento entre a gestão e o nível operacional é algo impensável hoje em dia. Essa é a fórmula para a repetição de problemas internamente, principalmente o retrabalho.

Com erros mais frequentes, é claro que o clima interno também reage, afinal, ao contrário do que alguns empresários ainda pensam, não são só eles que gostam de um trabalho bem-feito. Os colaboradores também esperam bons resultados, e isso afeta a sua autoestima.

Por isso, é fundamental o gestor agir ativamente na rotina dos colaboradores como um verdadeiro coach. Mas o que isso significa? Esse é um tipo de postura que pode ser explorado de várias formas diferentes, mas destacaremos as duas principais.

Em primeiro lugar, temos a questão da sinergia do time. O papel de uma liderança é fundamental para promover a coesão e harmonia das equipes. É dessa forma que podemos orientar a todos para que sigam um caminho comum — sim, como nos esportes.

Além disso, o coaching também é uma forma de capacitar os colaboradores. São os feedbacks transmitidos pelo gestor que podem aperfeiçoar talentos ou, simplesmente, encorajar um trabalho bem-feito.

O melhor de tudo é que esse tipo de experiência é gratuita, pois precisamos apenas usar o conhecimento que já temos. Esse, certamente, é um excelente caminho para se tornar um gestor humano!

Realize a PNL (Programação Neurolinguística)

Programação Neurolinguística (PNL) é um assunto que começou em 1970, na Califórnia, mas se torna cada vez mais atual — principalmente quando consideramos questões como o aumento das doenças ocupacionais e a própria mudança dos paradigmas organizacionais, já mencionados por nós.

É difícil definir o que é PNL, já que a prática é utilizada com diferentes finalidades. No entanto, Richard Bandler, um dos criadores do modelo, diz que se trata de um processo educacional, que tem como objetivo fazer o indivíduo usar melhor o cérebro.

Basicamente, são três pilares que sustentam essa técnica:

  • linguística: nesse caso, procura-se explorar os pensamentos, as crenças, os valores e, é claro, toda a estrutura linguística do indivíduo;
  • neuro: os pontos explorados nesse pilar são questões como a fisiologia, as sensações, os sentidos e as representações internas;
  • programação: por fim, temos a programação, que explora todas as rotinas instaladas inconscientemente na nossa psique.

Explorando todos esses ramos, podemos começar um caminho de autoconhecimento dentro da organização, passando pelos colaboradores e chegando à própria gestão do negócio.

Assim, é possível externalizar todos os vícios existentes na empresa, que acabam corroborando para a manutenção de um status quo nocivo. Como podem ver, essa pode ser uma verdadeira sessão de terapia empresarial.

Estimule o empowerment dos colaboradores

Muitos gestores acabam pecando pelo excesso de controle. Para eles, é preciso que todas as decisões passem pelas gerências. Em alguns casos, é preciso inclusive ter a permissão de supervisores para a realização de determinadas tarefas, por mais simples que elas sejam.

Esse cenário de controle excessivo pode gerar dois problemas na organização. O primeiro deles é a burocracia excessiva. Quando pensamos em um modelo burocrático, normalmente lembramos dos órgãos do poder público.

Carimbos, protocolos e permissões são apenas alguns dos processos enfrentados. O resultado, na maioria dos casos, é a perda em produtividade, uma vez que o fluxo de tarefas é sempre interrompido por conta de alguma exigência nos regulamentos internos. É preciso evitar ao máximo esse problema.

Além disso, temos também a própria questão do amadurecimento e da motivação dos colaboradores. Quando o controle é feito de maneira excessiva, a responsabilidade também é concentrada. Os profissionais perdem completamente a conexão com o trabalho realizado e acabam se sentindo desestimulados.

Por isso, é fundamental incentivar o empowerment na organização — ou, em português, o empoderamento. Além de ser uma forma de eliminar a burocracia, também podemos encorajar o surgimento de lideranças internamente — afinal, para que isso aconteça é preciso criar antes um senso de responsabilidade. Além disso, por reconhecerem a responsabilidade dos seus atos, os colaboradores certamente se sentirão mais motivados.

Em resumo, é preciso pensar no ambiente organizacional de modo a valorizar o ser humano e, para isso, precisamos pensar em uma séria de questões, que vão desde a cultura da empresa até pontos mais específicos, como a própria psique dos colaboradores.

Assim, produziremos uma organização mais madura, que certamente será resiliente nesse mercado cada vez mais competitivo. Essa é a chave para o sucesso, em períodos de estabilidade ou de crise!

Gostou do nosso post de hoje? Quer se aprofundar no assunto e procurar uma especialização na área para se tornar um gestor humano? Que tal conhecer nossos MBAs? Esperamos você!

Afinal, o MBA vai fazer diferença na sua carreira?

Você já parou para pensar na pergunta do título? Se a sua resposta é sim, precisa saber que o MBA vai sim fazer a diferença na sua carreira. Mais do que isso: esse curso pode ser a chave para o sucesso, a conquista de um novo cargo e para o aumento da renda.

As questões são: será que vale a pena fazer o Master in Business Administration nesse momento da sua carreira? Quais são os benefícios que ele pode trazer? É o que vamos apresentar neste post.

Além disso, vamos mostrar quais são os cuidados necessários e o que caracteriza esse tipo de pós-graduação. Quer descobrir tudo isso? Acompanhe!

Qual é a proposta do MBA?

Esse é um tipo de pós-graduação lato sensu cujo foco é o mercado de trabalho. Suas principais características são o fato de contar com professores especializados na área de atuação e estudantes que já possuem experiência em empresas. Assim é possível criar um networking mais forte.

O Master in Business Administration surgiu nos Estados Unidos com o propósito de ser um mestrado voltado para a gestão de empresas. No Brasil, ele possui o mesmo nível da especialização, mas é bastante valorizado no mercado de trabalho.

Isso porque causa uma boa impressão entre os recrutadores e líderes organizacionais. Esse ponto de vista é decorrente do comprometimento com o aprendizado constante e também da expectativa de entrega de resultados acima dos superiores que não possuem a formação.

A proposta, portanto, é oferecer um curso mais prático e que propõe situações reais do mercado de trabalho. A consequência para o profissional é uma visão mais abrangente da sua área de atuação e a preparação para enfrentar diferentes obstáculos.

Quais diferenciais o MBA traz para a carreira e a empresa?

Esse curso de pós-graduação faz com que o profissional ganhe vantagem competitiva e esteja mais preparado para lidar com situações desafiadoras que surgem no ambiente corporativo. Ele se torna, portanto, um profissional qualificado e com experiência mais ampla.

Isso acontece porque muitas das pessoas que cursam o Master in Business Administration já têm 3 anos ou mais de atividade no mercado de trabalho e, por isso, podem contribuir e repensar suas experiências pessoais. Outro fator relevante é que os professores desse curso são profissionais de destaque em suas áreas de atuação.

O resultado é o estabelecimento de um networking mais firme, pelo qual é possível conhecer novas práticas e ideias. O profissional pode, então, inovar e delimitar um modelo de gestão que traga benefícios para a empresa em que trabalha.

No caso da organização, a vantagem é ter profissionais mais bem preparados para situações complexas, que saibam lidar com diferentes ferramentas e propor soluções que proporcionem mais competitividade à empresa.

Quais são as vantagens do MBA?

Esse curso traz diversos benefícios para a sua carreira. Veja abaixo alguns deles:

Maior remuneração

Cursar um MBA permite que você ganhe mais. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, divulgada pela Harvard Business Review, um profissional sênior com MBA tem um salário um terço maior do que uma pessoa que conta apenas com a graduação. Já entre os gerentes, o aumento é da ordem de 34,5%. Comparando os diretores, é 16% maior.

Outro levantamento, feito pela Robert Half e divulgado pelo Uol, indicou que 42% dos executivos de RH brasileiros consideram muito relevante ter essa especialização.

Todos esses dados confirmam o que já dissemos: vale a pena fazer esse curso, porque além de se especializar mais, você ainda recebe proporcionalmente para isso. Ou seja: é um investimento que vale a pena.

Enfoque prático do estudo

A ideia do MBA é aprender mais, porém o foco é especificamente a prática. Com isso você tem a chance de se tornar um expert, já que os conteúdos são aprofundados.

Além disso, o curso realizado possibilita explorar uma nova fatia de mercado e dar aplicação para conhecimentos que antes estavam restritos ao campo teórico. Assim, você pode continuar na sua área ou até mesmo mudar para outra. Em qualquer dos casos, o objetivo é conduzir sua carreira para o caminho certo.

Ampliação da área de atuação na empresa

O MBA tem a finalidade de capacitar o profissional para o trabalho diário, superando obstáculos e desafios. Ele está mais preparado para tomar decisões e solucionar problemas, porque já viu de forma prática como as situações podem ser resolvidas.

Desse modo, o profissional tem uma possibilidade maior de ampliar sua atuação na empresa. Ele adquiriu a formação específica para gestão e liderança, por isso pode ocupar um cargo mais relevante.

Ao mesmo tempo, seu currículo é valorizado, pois demonstra sua expertise na área e consegue destacá-lo dos demais profissionais.

Fortalecimento do networking

A possibilidade de aumentar e fortalecer a rede de contatos é um dos pontos mais úteis do MBA. O networking é um elo entre profissionais e empresas, seja para pessoas que estão buscando uma recolocação no mercado de trabalho, seja para quem deseja ter mais destaque.

Ao mesmo tempo, você consegue trabalhar melhor seu marketing pessoal para que os colegas e outras empresas o vejam como alguém dedicado, que está sempre buscando novos conhecimentos e deseja se aprofundar nos aprendizados executivos.

Como você pôde perceber, o Master in Business Administration traz diversas vantagens para sua carreira. Você se torna um profissional melhor e com mais capacidade de atuação. Dessa forma, se destaca no mercado e tem uma chance maior de ocupar um cargo de gestão ou liderança.

Para potencializar esses resultados, é preciso ter apenas um cuidado: escolher com atenção a instituição em que fará o curso. Esse é um ponto relevante para que o investimento valha a pena, porque o diploma tem mais credibilidade se a instituição for bem reconhecida.

O problema é que o Ministério da Educação (MEC) não definiu as características necessárias para o curso. O que especialistas dizem é que o Master in Business Administration deve:

  • desenvolver competências e habilidades para a gestão;
  • oferecer conhecimento em diferentes áreas organizacionais;
  • fornecer ferramentas técnicas;
  • tratar de assuntos abrangentes, que tenham relação com o ambiente econômico, social, local, global, papel das empresas, responsabilidade social e sustentabilidade;
  • aprimorar atributos de liderança, por exemplo: relações humanas, comunicação, motivação, simulações, jogos, gestão de pessoas e equipes, entre outros.

Agora que você já sabe que o MBA faz a diferença, é só escolher a instituição certa para você. Entre em contato com a gente e veja como são nossos cursos e de que forma eles podem ajudá-lo!

MBA vs. pós-graduação: entenda a real diferença

Você quer se especializar para aumentar sua renda mensal e conquistar um cargo mais elevado. Ao pesquisar sobre as opções se depara com uma dúvida: qual a diferença entre MBA e pós-graduação?

O primeiro ponto que deve ficar claro é que um MBA é um tipo de pós-graduação. O que caracteriza esse formato e o diferencia dos outros é que ele é voltado para a área de administração.

Outro ponto peculiar e importante é o fato de os participantes terem mais experiência de mercado, o que fortalece o networking. Além disso, os professores também são empresários e possuem negócios de destaque na área em que lecionam.

Mas o que faz essas duas modalidades serem tratadas de modo distinto? É isso que vamos esclarecer neste post. A partir de agora, você entenderá a real diferença entre esses cursos e descobrir qual é o melhor para você.

Quer saber mais? Acompanhe!

Diferença entre MBA e pós-graduação

Todos os cursos de especialização, MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado podem ser chamados de pós-graduação. Pela definição, entendemos que são programas realizados após a obtenção do título básico do Ensino Superior. No entanto, as modalidades se diferenciam e cada termo é utilizado conforme o conceito adequado.

A principal divisão é feita entre programas lato sensu e stricto sensu. A primeira categoria é composta por cursos que servem para o aperfeiçoamento em uma área de atuação específica. Por isso são mais direcionados para o mercado de trabalho.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), os programas lato sensu têm duração mínima de 360 horas. Ao terminar o curso, o aluno recebe um certificado, e não um diploma. Na prática não há diferença, exceto se você quiser dar aula em uma universidade pública, situação que geralmente exige o segundo documento.

Já os cursos stricto sensu são aqueles voltados para a carreira acadêmica, ou seja, mestrados e doutorados, que devem ser feitos nessa ordem. São mais teóricos e têm como foco as pesquisas, e não o mercado de trabalho.

Compreendendo essa separação entre lato e stricto sensu, vamos abordar as diferenças entre o MBA e a pós-graduação. Veja o que os caracteriza:

MBA

Esse curso é da modalidade lato sensu e se tornou bastante comum nos Estados Unidos, chegando depois ao Brasil. O Master in Business Administration tem foco no mercado de trabalho e é indicado para pessoas que têm mais de 3 anos de experiência profissional.

Apesar de nos EUA o MBA ser considerado do mesmo nível de mestrado, no Brasil o curso tem o mesmo grau de uma especialização. Seus assuntos principais são gestão, empresas e negócios. A ideia é preparar o estudante para se tornar gestor ou líder.

É um curso ideal para formar um networking e ter contato com outros profissionais da área, inclusive os professores. A carga horária do MBA frequentemente pode ultrapassar as 360 horas. É mais recomendado para pessoas que:

  • gostam de estudar, mas têm interesse em assuntos diretamente relacionados à profissão;
  • pretendem equilibrar os estudos e a jornada de trabalho;
  • desejam pesquisar, mas não têm tempo para uma dedicação exclusiva ou aprofundada;
  • dominam o idioma inglês;
  • desejam ocupar um cargo de liderança ou gestão na empresa em que trabalham.

Pós-graduação

Sua divisão é feita entre programas lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado). No primeiro caso, o foco também é o mercado de trabalho, mas os professores nem sempre são profissionais de destaque em sua área de atuação e é difícil formar um networking tão qualificado quanto no MBA.

Já a modalidade stricto sensu é voltada para a carreira acadêmica. Para entender melhor a diferença podemos usar como exemplo um profissional da área de nutrologia. Se ele quer se especializar em um aspecto da nutrição, deve procurar a pós-graduação. Porém, se deseja se tornar um líder no segmento de saúde, é mais indicado fazer o MBA em Gestão Hospitalar, por exemplo.

Quem procura a especialização pode atuar no mercado de trabalho e não precisa se concentrar completamente nos estudos. Já o mestrado e o doutorado exigem dedicação integral, porque é preciso realizar uma pesquisa mais aprofundada. Por isso as modalidades stricto sensu são recomendadas se você pretende dar aulas em escolas e universidades.

Como escolher a melhor opção

A escolha pela categoria mais adequada ao seu caso deve ser feita de acordo com os seus objetivos. O que você pretende ao fazer o curso é o principal critério nessa hora. Por exemplo, pense se você deseja seguir a carreira acadêmica algum dia ou se quer continuar sempre no mercado de trabalho.

Mas existem outras circunstâncias que devem ser avaliadas:

Pense na rotina

Outro ponto relevante é o dia a dia. O MBA pode ser levado junto com uma profissão, por ser um curso mais breve e que considera a rotina de quem trabalha. Isso significa que há possibilidade de fazer as atividades em horários livres. As aulas costumam ocorrer à noite em alguns dias úteis e principalmente nos finais de semana. 

Já as pós-graduações stricto sensu pedem, geralmente, dedicação integral. Além das aulas é preciso fazer estágio de docência, participar de grupos de pesquisa, elaborar artigos para revistas acadêmicas, entre outras atividades que vão contar pontos na plataforma Lattes.

Assim, se você deseja conciliar trabalho e pós-graduação, provavelmente terá que sacrificar finais de semana, noites e períodos de férias. Também precisará ter flexibilidade no emprego para poder assistir às aulas (que geralmente ocorrem de manhã ou à tarde em dias úteis) e participar de eventos, como palestras, congressos e simpósios.

Considere os pré-requisitos

Os pré-requisitos para ingressar em um MBA ou uma pós-graduação são praticamente os mesmos. É preciso ter um diploma de curso superior e participar do processo seletivo, que é definido pela instituição de ensino.

Entretanto, o processo seletivo para stricto sensu costuma ter mais etapas — em geral o mestrado e o doutorado exigem apresentação de projeto de pesquisa e arguição oral com uma banca.

Ao final, em ambos os casos é necessário realizar um trabalho de conclusão, que pode ser uma monografia, dissertação ou tese. Algumas universidades pedem a elaboração de um artigo em substituição. 

Geralmente, os cursos são pagos e podem ser feitos em instituições públicas e privadas. Em qualquer dos casos é uma forma de aprender mais e ter a possibilidade de melhorar sua carreira. No entanto, o MBA ajuda mais se o seu objetivo é o mercado de trabalho.

Entendeu a diferença entre MBA e pós-graduação? Agora é só você escolher o curso mais adequado às suas necessidades. Para saber mais sobre os cursos e ter outras informações, aproveite e assine a nossa newsletter.