Por que a automotivação pode ser sua melhor ferramenta de trabalho?

Todos querem dar dicas e conselhos para quem busca crescer profissionalmente sobre como alcançar aquela vaga dos sonhos ou a promoção tão desejada. Mas uma das ferramentas mais importantes é algo que, provavelmente, ninguém nunca recomendou a você. Estamos falando da automotivação.

E por que será que essa habilidade é tão pouco divulgada? O motivo é simples: não se pode vender automotivação. Como o próprio nome sugere, ela depende de posturas e atitudes autônomas. Diferentemente de liderança ou comunicação, que também são habilidades muito importantes, a automotivação é desenvolvida ao longo de uma jornada solitária.

Neste post, vamos apresentar algumas ideias para que você possa trilhar esse caminho com garantia de sucesso, e também vamos explicar por que tal processo é tão importante, afinal. Confira!

A automotivação como diferencial no trabalho

As empresas perceberam que profissionais com a habilidade da automotivação são extremamente valiosos. Agora, quem apresenta essa característica em seu perfil tem uma chance muito maior de recolocação e crescimento. Você arrisca o motivo?

A verdade é que motivar pessoas é caro. Pensando na motivação externa, sempre chegamos a soluções como mais benefícios, flexibilidade, liberdade para o colaborador. Nada disso é ruim, é claro, mas tudo tem seu custo de implementação.

Além disso, existe uma tendência de que cada indivíduo encontre motivação externa em fatores diferentes. Para mim, pode ser um horário de almoço estendido; para você, uma mesa de pebolim no meio do escritório. Atender cada um é inviável e atender apenas alguns acaba gerando conflitos e prejudicando o clima organizacional.

Enquanto isso, o profissional que tem automotivação exige menos investimento para manter seu alto nível de desempenho. Ele encontra motivos para fazer o seu melhor dentro de si mesmo. Além disso, seu estímulo é mais duradouro, pois não está vinculado a um reforço contínuo por parte da empresa.

Situações em que a automotivação é necessária

Em primeiro lugar, vamos esclarecer que a automotivação não é boa apenas para o seu empregador. Ela também é excelente para você, já que permite que você se sinta mais realizado no seu trabalho e tenha mais energia para buscar algo além.

Alguém que tem baixa motivação interna tende a sentir uma insatisfação permanente e, ao mesmo tempo, a demonstrar pouca iniciativa para a mudança. Essa passividade afeta seu bem-estar pessoal.

Agora, vamos ver três situações em que a automotivação é necessária?

1. Quando sua produtividade está baixa

Deixando de lado qualquer discussão sobre os fatores de motivação externa, sabemos que é natural passar por momentos de baixa produtividade; por exemplo, quando você está há muitos meses sem férias e o cansaço começa a bater.

Nessas horas, a automotivação pode dar aquele “gás” necessário para seguir adiante. O que mantém você acordando cedo para trabalhar nem sequer é o salário. É algo mais profundo, como a sua própria vontade de mostrar que é capaz, de vencer suas barreiras, de ser uma referência para os seus filhos.

2. Quando chega a hora de mudar de emprego

Você está em uma boa empresa e continuar no mesmo serviço é uma opção segura. Então, por que correr atrás de algo novo? Mais uma vez, é a automotivação que compele você adiante.

Nesse caso, sua automotivação é seu desejo de se colocar à prova, de mostrar que pode fazer mais, que tem potencial para crescer. Fique atento pois, de novo, não é necessariamente o salário que faz com que você dê esse passo. Aliás, muitos profissionais com forte automotivação deixam seus empregos para ganhar menos. O que está por trás de sua decisão é somente o desejo de enfrentar desafios.

3. Quando quer negociar um novo salário

Até mesmo para pedir um aumento, a automotivação é necessária! Do contrário, você poderia se acomodar com o que tem e se tornar aquele profissional eternamente insatisfeito, sempre reclamando, mas que não faz nada para mudar. Em vez disso, sua automotivação permite que você corra o (suposto) risco.

E saiba que o fato de você dar o primeiro passo e começar uma negociação já tem um impacto positivo sobre sua imagem na empresa. Você demonstra proatividade. Portanto, quem busca o aumento tem muito mais chances de conseguir do que quem espera, passivamente, sua vez chegar.

Como desenvolver sua automotivação

Como já explicamos no começo, infelizmente, não é possível comprar automotivação ou absorvê-la de outras pessoas. Por outro lado, você pode desenvolver hábitos para fortalecê-la.

Temos três sugestões para que você dê início a esse processo. Vamos lá?

1. Descubra por que você faz o que faz

Seja você um contador, um analista de projetos ou um assistente comercial, esse momento de reflexão é indispensável. Como e por que você está nessa posição hoje? Quais foram suas razões para a escolha dessa profissão e do seu atual emprego?

Muitas vezes perdemos a motivação e não é por causa da empresa. O problema é que, envolvidos na rotina diária, esquecemos por que estamos ali. Resgate essa memória! E se você não conseguir mais pensar em nenhuma boa razão para fazer o que faz atualmente, provavelmente é hora de buscar novos caminhos.

2. Elimine qualquer sentimento negativo

Eles simplesmente não combinam com a automotivação. Enquanto você alimenta sentimentos negativos sobre seu trabalho, a empresa e o chefe, torna-se impossível encontrar força de vontade para se levantar de manhã e fazer o seu melhor no trabalho.

Então, assuma a responsabilidade pelo seu sucesso profissional, mas não se culpe ou pense que “falhou” se ele ainda não chegou. Também não gaste tempo demais culpando os outros. Saiba que você está em um processo positivo de crescimento e melhoria contínua, e processos positivos jamais levam a resultados negativos.

Além disso, tenha consciência de que o trabalho duro sempre é reconhecido. Se isso não acontecer no seu emprego atual, certamente você encontrará outra empresa que vai perceber seu perfil motivado e valorizar sua produtividade.

Em resumo: as palavras de ordem para manter a automotivação são paciência e perseverança!

3. Tenha metas ambiciosas

Uma das formas mais eficazes de automotivação é estipular metas para sua carreira profissional. Atenção: não são as metas da empresa, mas as suas. E então, dê os próximos passos de maneira consciente em relação a elas. Ou seja, cada decisão profissional deve ser estratégica, para ajudá-lo a chegar mais perto de concretizá-las.

Assim, sempre que você sentir sua motivação fraquejar, lembre-se de qual é o seu objetivo e como aquele trabalho será importante para realizá-lo. Dessa maneira você está, efetivamente, criando um motivo para seguir adiante — ou seja, criando motivação.

Agora você já sabe como desenvolver sua própria automotivação na vida profissional (e, claro, essas dicas valem para a vida pessoal também). Que tal colaborar para que outras pessoas tenham acesso à mesma ferramenta e entendam a importância dessa habilidade? Compartilhe este post com seus amigos e familiares nas redes sociais!

Gestão de carreira: o que nenhum colaborador ou empresa pode ignorar

Muito se fala em gestão de carreira e na sua importância para criar metas bem-sucedidas e atingir novos patamares profissionais. Mas o que ela significa na prática e como utilizá-la para planejar uma trajetória no mercado de trabalho? A resposta para essas e outras perguntas você encontra no post a seguir!

Como fazer uma gestão de carreira eficaz?

As empresas devem ajudar os seus colaboradores a ganhar mais produtividade, motivação e qualidade de vida, principalmente por meio de estratégias como o plano de carreira — que traça todo o percurso profissional e aponta os melhores caminhos para o crescimento.

Entretanto, o funcionário não precisa deixar apenas a cargo da organização em que trabalha o controle sobre a sua conduta e planejamento para o futuro. Essa gestão também pode, e deve, ser feita individualmente. Para realizá-la com eficácia:

Visualize em que ponto da trajetória você está

O ideal é que a gestão de carreira comece a ser feita ainda na graduação, mas é possível investir nessa técnica em qualquer estágio da vida. Para isso, é importante avaliar em que etapa profissional está e aonde quer chegar.

Se você está em atividades operacionais, por exemplo, mas quer alcançar um cargo de diretoria, é mais fácil definir qual caminho traçar para sair da posição atual.

Estabeleça metas mensuráveis e realistas

Quando se trata da definição de objetivos, não basta apenas colocar o seu sonho no papel. É preciso avaliar se ele é viável e como pode ser concretizado. Os especialistas acreditam que toda meta precisa ser SMART (específica, mensurável, atingível, relevante e temporal).

Na prática, isso significa que ela necessita ser clara, ter um limite de tempo definido, ser importante para algo — nesse caso, para a carreira — e, principalmente, ser realista. Em longo prazo é possível sonhar mais alto. No entanto, se as suas metas são imediatistas, não devem ser muito difíceis de realizar ou você corre o risco de se frustrar.

Invista em capacitação

Não importa a sua idade ou quanta experiência você tem profissionalmente. Sempre há algo novo a aprender. Às vezes a empresa não possui ferramentas e uma visão focada no crescimento do seu colaborador. Nesse caso, é importante buscar por si mesmo alguns recursos para expandir suas habilidades, tanto para o mundo corporativo quanto para a vida em geral.

Busque autoconhecimento

Há alguns anos, o sentido da palavra “carreira” estava associado apenas a um emprego ou a uma função em determinada empresa. Mas, com as mudanças das aspirações profissionais e do mercado de trabalho em si, hoje ela também está associada à vida pessoal, às expectativas para o futuro e à busca por satisfação.

Por isso, para fazer uma gestão de carreira bem-sucedida, é preciso se conhecer. Entender quais são as suas afinidades, como se vê daqui a cinco ou dez anos e em que área não suportaria atuar.

Ter essa visão pode ajudar a definir o que tem mais peso na sua vida profissional: o dinheiro, o tempo livre, o status ou a qualidade de vida, por exemplo. Essa é também uma maneira de reconhecer pontos fortes e fracos que precisam ser trabalhados.

O que o profissional deve esperar de uma boa gestão organizacional?

Para fazer uma coordenação melhor da sua carreira, o indivíduo também precisa encontrar na empresa em que trabalha determinados comportamentos e atitudes que estimulem o seu desenvolvimento e concretização de objetivos. Nesse sentido, uma boa gestão é fundamental. Para que ela aconteça, o líder deve investir em:

Pacotes de benefícios

Mesmo não sendo a prioridade profissional de alguns colaboradores, um bom salário e auxílios (como plano de saúde e odontologia, vale-alimentação e férias remuneradas) são muito importantes para a maioria.

Quando um profissional encontra as condições financeiras ideais, ele melhora a sua produtividade e ganha motivação para realizar um trabalho com mais qualidade.

Planos de sucessão

Trata-se de uma estratégia criada para determinar todos os cargos e funções em uma empresa, definindo quem é responsável pelo quê e os requisitos para exercer bem essas atividades.

Essa é apenas uma etapa do plano de carreira. Seu caráter é desenvolver o profissional internamente, dentro do que a organização precisa, sem ter que recorrer a novas contratações, por exemplo. É um processo muito eficiente na formação do colaborador, que é preparado para, quem sabe, se tornar um novo líder no futuro.

Estímulo à capacitação

O conceito de empowerment, ou empoderamento, é uma tendência forte na gestão de carreira, pois permite que o profissional tenha responsabilidades que vão além do seu cargo. Mas, para que ele possa participar com mais eficácia do processo de tomada de decisões, as empresas precisam investir em capacitação.

Muitos gestores têm medo de financiar treinamentos e cursos para os colaboradores, receando que esse conhecimento seja aplicado na concorrência. No entanto, profissionais valorizam lugares em que são reconhecidos e possuem chances de crescer. Não investir na capacitação deles é um erro que impede o negócio de prosperar e obter resultados melhores.

Respeito às diferenças

Hoje em dia, o mercado precisa estar aberto — e pronto — para lidar com todos os gêneros, etnias, orientações sexuais e necessidades especiais do seu time.

Não adianta exigir um bom relacionamento interpessoal da equipe se a própria empresa não respeita as individualidades e diferenças entre os seus colaboradores. O profissional precisa conviver em um ambiente no qual possa se expressar livremente e ser quem é, sem medo de sofrer represálias ou ser demitido.

Planejamento de carreira

Além das diferenças naturais, cada colaborador possui suas próprias maneiras de trabalhar as respectivas habilidades e pontos fracos. Para ajudar os líderes nesse sentido, foi criado o conceito de carreira em “Y”.

Se você observar o formato dessa letra, verá que ela possui uma bifurcação. Do ponto de vista profissional, essa partição significa que cada pessoa possui mais de um caminho em uma empresa, que nem sempre é se tornar um gerente ou diretor. E tratar esse comportamento como estagnação é um erro de gestão.

Observar uma carreira de maneira não linear é uma chance de as empresas aproveitarem as individualidades em novas funções. Além disso, ajuda a valorizar competências, que vão além dos clichês típicos — reter talentos e melhorar resultados — já que as pessoas certas são destinadas àquilo que sabem e querem fazer.

Senso de pertencimento

O colaborador precisa acreditar que realmente pertence e é importante para a empresa, e não apenas mais uma “escada para outros subirem” — sentimento ainda muito comum no mercado de trabalho.

Para isso, é importante que ele encontre um ambiente acolhedor, onde possa desenvolver ideias e projetos com mais autonomia, consiga se relacionar interpessoalmente com todos, tenha momentos de diversão e participe do processo de tomada de decisões.

Reconhecimento

Quando lemos um artigo online como este ou uma notícia em um jornal, é comum buscarmos quem está por trás dele. Então por que não fazer o mesmo com as demandas da sua empresa e dar os créditos aos seus colaboradores?

Pessoas esperam ser reconhecidas. Seja por meio de um elogio, de um feedback sobre uma tarefa que vem executando ou até mesmo de uma crítica, feita de maneira construtiva. Saber que seu trabalho é visto pela chefia é uma forma de encontrar valor e propósito no que faz.

E então, ficou mais fácil investir em gestão de carreira na sua empresa? Se você quer melhorar outros aspectos da sua liderança, não deixe de conferir o nosso artigo sobre como ser um gestor mais humano!

As 11 características essenciais do empreendedor

Empreender nunca foi nem nunca será uma tarefa simples. A dinâmica do mercado, somada à grande competitividade nele envolvida, fazem do empreendedor um verdadeiro soldado em busca dos seus objetivos.

Muito trabalho, estudo, dedicação e capacidade de autossuperação estão envolvidos na formação de uma mente empreendedora. Mas isso não é suficiente para garantir o sucesso nesse ramo.

Engana-se quem acredita que alguém já nasce empreendedor. Na realidade, muitas das características do empreendedor são desenvolvidas com o tempo e suas experiências e análises.

Quer saber o que é preciso para ser um bom empreendedor? Então continue lendo o post de hoje! Separamos 11 características que certamente levarão você e seu empreendimento ao sucesso. Acompanhe:

1. Liderança

A liderança é a base de um bom empreendedor. A capacidade de organizar a equipe, de motivá-la e, principalmente, de coordená-la são essenciais a um bom líder.

Um empreendedor tem na sua fala e postura um ar de liderança, sendo a pessoa que inspira e guia toda a rotina do empreendimento.

Atualmente, o modelo de liderança mais buscado nas empresas é o de liderança colaborativa, na qual se extingue a figura do chefe — que só dá ordens — e adota-se a figura do líder colaborador, que ajuda, está presente e sabe ouvir e entender as demandas das equipes.

2. Resiliência

“Resiliência: capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças.”

Sabemos que o sucesso não vem da noite para o dia — não na maioria dos casos, pelo menos. A jornada é longa e, antes de as coisas darem certo, elas dão errado muitas e muitas vezes.

Por isso, ser resiliente é uma característica fundamental para um empreendedor. É ela que garantirá o seguimento nos objetivos, mesmo que as coisas não pareçam favoráveis.

Dias bons e ruins fazem parte da vida de qualquer ser humano, porém, o que muda é capacidade de superar e persistir sempre que for necessário.

3. Humildade

Sem humildade, quem está iniciando no universo do empreendedorismo dificilmente consegue ir longe.

Um empreendedor de verdade sabe reconhecer seus pontos fracos, assim como também é capaz de identificar os pontos fortes de terceiros e, mais do que isso, tem a humildade de aprender com ambos.

Quem deseja crescer deve estar disposto a aprender de todas as formas. Todas as pessoas, indiferentemente do nível hierárquico dentro da empresa, têm algo a acrescentar. Saber disso é fundamental.

Além disso, a humildade é um ponto que facilita significativamente a gestão de pessoas, pois ajuda a se colocar no lugar do outro e entender erros sem julgar.

4. Humanidade

Ter humanidade é primordial. Afinal, o empreendedor lida com pessoas e necessita delas para atingir seus objetivos.

Saber tratar todos de maneira humana e respeitosa é o primeiro passo para reforçar a sua postura de liderança. Isso facilitará muito o trabalho em equipe e certamente otimizará seus resultados.

5. Organização

Não há como empreender sem ter organização. Um empreendimento envolverá uma série de processos e rotinas, além de inúmeros pontos burocráticos, como análise de dados, gerenciamento de processos, entre muitos outros.

Em razão disso, o empreendedor deve saber se organizar e agendar os seus compromissos de forma eficiente para que as operações da empresa não saim dos eixos.

6. Comunicabilidade

Por último, mas não menos importante, está a capacidade de se comunicar. Essa é uma das características que melhor definem o empreendedor.

A comunicação é o que permite que todas as outras qualidades sejam exteriorizadas. Uma comunicação fluida, humana e efetiva torna o dia a dia de trabalho muito mais organizado. Ela abre portas para a empresa, criando novas oportunidades.

7. Proatividade

Simplesmente esperar que as pessoas façam alguma coisa ou peçam algo não é a postura mais indicada para um empreendedor. Na verdade, ele deve tomar as rédeas da empresa e agir espontaneamente, e intervir quando achar conveniente.

Nem sempre será possível aguardar que parceiros e colaboradores executem determinados trabalhos, ainda que muito importantes. Por isso, empreendedor, você deve estar disposto a agir a todo momento. Se você sabe o que deve ser feito, por que não assumir a tarefa?

A proatividade é um atributo muito útil em ambientes corporativos, especialmente em razão da divisão de tarefas, que faz com os colaboradores não se sintam responsáveis por atividades que excedem as suas funções. Até certo ponto, esse raciocínio não é errado; mas se for pelo bem geral, não existe nenhum impedimento.

8. Comprometimento

Engajar-se com os seus objetivos e ter comprometimento consigo e com aqueles que também estão envolvidos é, sem dúvida, um grande diferencial.

O empreender deve, mais do que ninguém, honrar a sua palavra e fazer o possível para que todos os compromissos firmados sejam cumpridos.

Tal característica mostra o quanto a empresa valoriza os seus prazos, a satisfação do cliente, colaboradores etc., e o quanto todos trabalham para que essa imagem seja sempre mantida.

9. Profissionalismo

Ser profissional é mais do que uma característica do empreendedor, é quase uma obrigação.

Em ambientes corporativos, manter o profissionalismo e a ética é medida de ordem para conquistar o seu espaço no mercado e o respeito dos funcionários e clientes.

Muitas vezes, o lado humano indicará determinada escolha, enquanto o profissional mostrará outro caminho. Nessas horas, é preciso ponderar com sabedoria, pois uma empresa necessita de humanidade, assim como de profissionalismo.

Por exemplo, sempre há um certo pesar ao demitir um funcionário. Mas se ele não agrega valor ao negócio, é preciso pensar de forma mais objetiva.

10. Gestão orientada a resultados

Executar uma gestão orientada a resultados pode fazer toda a diferença para a empresa.

Certamente atingirá o sucesso aquele empreendedor que consegue analisar todos os recursos à sua disposição — como capital humano, máquinas e softwares — e, a partir daí, organizar as atividades de maneira coerente para atingir os resultados.

Por isso, bons atributos pessoais são importantes, claro, mas aptidões técnicas também são indispensáveis.

11. Noções administrativas

Administrar um empreendimento envolve bastante conhecimento, e de diversas áreas. Gestão de pessoas, administração e recursos humanos são alguns exemplos clássicos.

Desse modo, possuir uma boa noção de processos administrativos pode ser de grande valia. Ao contar com esses conhecimentos, o empreendedor consegue trabalhar com mais precisão. Isso, sem dúvida, facilita a tomada de decisões e otimiza o gerenciamento interno do negócio.

Por fim, como vimos, muitas devem ser as características do empreendedor. Ter ciência da necessidade de cada uma delas é o primeiro passo para agir e desenvolvê-las ou aprimorá-las. Afinal, não se nasce empreendedor, mas se torna.

Agora, que você conhece alguns dos atributos indispensáveis ao empreendedor, o que achar que explorar um pouco mais sobre o universo do empreendedorismo? Baixe nosso e-book: Entenda a formação indicada para ter o próprio negócio!

Comunicação interpessoal: por que todo gestor precisa melhorar?

Para alcançar os objetivos da empresa, não basta ter visão estratégica e o melhor planejamento. Tirar as ideias do papel e transformá-las em resultados exige a capacidade de mobilizar, orientar e liderar pessoas. Por isso, uma das principais habilidades de um gestor de sucesso é a comunicação interpessoal. 

E você, entende a importância dessa competência para alcançar resultados? Percebe que poderia desenvolvê-la para lidar com as pessoas no ambiente corporativo? Sabe quais são os erros clássicos que um gestor comete em sua comunicação com o grupo? Quer descobrir como lidar melhor com essas situações na prática? 

Então este post foi feito para você. Nele, nós vamos abordar esses temas e mostrar por que e como o gestor pode melhorar essa habilidade e conseguir resultados melhores. Vamos lá? 

A importância de melhorar a comunicação interpessoal 

As pessoas são o principal ativo de uma organização e todos os resultados de companhia ocorrem por meio da ação dos colaboradores. Considerando isso, percebemos que a comunicação interpessoal eficaz é fundamental. 

Entre os principais benefícios que a comunicação eficiente garante, podemos destacar: 

  • redução de erros, pois elimina as falhas decorrentes de quando o colaborador não recebe orientações sobre o que, quando e como fazer algo;
  • diminuição dos conflitos que desgastam a equipe e minam a produtividade;
  • entendimento claro da participação de cada colaborador em um projeto, a forma como os papéis se complementam e o resultado esperado;
  • clima organizacional estimulante, inspirador e respeitoso;
  • engajamento e motivação da equipe de trabalho.

No entanto, temos que concordar que essa concepção que valoriza a gestão estratégica de pessoas é relativamente recente no contexto da administração de organizações.

Como herança do modelo anterior, baseado na “chefia” e na verticalização da hierarquia, muitos gestores não estão 100% preparados para lidar com pessoas no ambiente corporativo. O resultado disso é a ocorrência frequente dos erros clássicos na comunicação interpessoal. Você sabe quais são eles?

Os erros clássicos na comunicação interpessoal 

Nem sempre as nossas excelentes intenções correspondem à percepção que as pessoas têm a nosso respeito — especialmente no ambiente de trabalho. Grande parte da dissonância relacionada à imagem profissional acontece devido a erros na comunicação. 

Veja alguns exemplos de erros clássicos que os gestores cometem e que interferem nos resultados de seu trabalho. 

1. Passar uma imagem antipática

O profissionalismo exige que os funcionários cumpram seus deveres mesmo quando o chefe é antipático. No entanto, quando ele consegue despertar a simpatia da equipe, ela é capaz de produzir resultados extraordinários. 

Por isso, cuide para não passar uma imagem antipática. Cortesia, lealdade, educação e humildade são qualidades que jamais colocarão sua liderança em xeque, muito menos reduzirão o respeito de sua equipe. Pelo contrário, farão de você uma inspiração. 

2. Deixar de promover o trabalho em equipe

A interdependência potencializa resultados. Por isso, o trabalho em equipe deve ser incentivado. Ao fomentar a atitude de colaboração em seu time, surgirão soluções muito mais efetivas para os desafios enfrentados.

Por falta de comunicação, pode ser que membros do grupo estejam tentando “reinventar a roda” individualmente diante de problemas que seriam mais simples de resolver se todos pudessem participar. A coletivização dos desafios e projetos pode encurtar o caminho para o sucesso. 

3. Confundir sinais

A primeira regra para eliminar os erros de comunicação poderia ser “não deduza” ou “não presuma”. O problema é que isso acontece com muita frequência no ambiente de trabalho. 

Alguns exemplos clássicos são confundir o silêncio com concordância ou com o pleno entendimento. Portanto, não interprete esses sinais dessa maneira. Estabeleça um diálogo efetivo e certifique-se de que as suas palavras surtiram o efeito esperado e de que a pessoa realmente compreendeu tudo o que você disse. 

4. Não saber lidar com a diversidade de pessoas ou opiniões

As pessoas têm bagagens de vida diferentes. Elas se expressam em sua percepção, postura e opinião. Quando a situação é vivenciada por um grupo maduro, todos crescem e enriquecem seu ponto de vista a partir dessas diferenças. 

Portanto, as divergências não devem ser motivo para desvalorizar ideias, muito menos para desqualificar as próprias pessoas. Reconhecer apenas as concepções idênticas ou semelhantes às suas próprias enfraquece a equipe, desgasta relacionamentos e provoca a evasão de talentos. 

5. Não apresentar as ideias por medo de falar em público

A salvação de um projeto pode estar nas mãos de um gestor que não apresentou sua ideia por medo de falar em público. Ele desperdiça a chance de se valorizar na companhia e a empresa perde soluções eficientes para seus problemas. 

Portanto, caso o gestor tenha dificuldade para se apresentar em público ou não consiga fazer isso de forma clara e persuasiva, ele deve buscar recursos para desenvolver essa habilidade fundamental. 

Como melhorar a comunicação interpessoal na prática

Reconheceu algum desses erros na sua prática profissional? Então, é hora de buscar alternativas para melhorar sua comunicação interpessoal. É preciso entender os elementos envolvidos nesse processo para, de forma consciente, alterar nosso padrão de funcionamento nessa área essencial. Vamos conhecê-los?

Processo da percepção

A comunicação começa com a nossa interpretação da situação, da forma como vemos a nós mesmos, os outros e o mundo. Com base em sua experiência de vida, as pessoas podem adotar uma percepção seletiva, que enfatiza alguns estímulos recebidos e minimiza outros.

Portanto, o primeiro passo para uma boa comunicação é nos tornarmos conscientes dessa percepção e dos fatores que a afetam. Isso nos permite distinguir fatos de impressões. 

Influência das emoções

Sofremos também a influência das emoções, que nos levam à aproximação ou afastamento de determinados objetos, pessoas e situações.

Novamente, a consciência sobre esse fator nos coloca em posição de controle e permite utilizar estratégias para tornar a comunicação viável — mesmo quando nosso desejo primário é de afastamento.

Comunicação não verbal

Apenas uma pequena parcela da nossa mensagem é transmitida pelo conteúdo das palavras. O restante é percebido por elementos não verbais, como o tom de voz, a expressão facial, a postura corporal, o padrão de gesticulação, entre outros.

O comunicador eficiente tem consciência desses elementos e os alinha para que todos sejam convergentes e não haja contradição entre gestos e palavras.

Conhecimento dos elementos da comunicação

Embora pareça pretensioso, podemos sintetizar um assunto tão amplo com a seguinte afirmação: o comunicador precisa conhecer muito bem o destinatário da mensagem. Somente dessa maneira ele poderá adequar seu conteúdo ao meio e à linguagem que o seu alvo é capaz de decodificar e entender.

Inteligência emocional

Visto que a comunicação interpessoal é afetada por quem somos, desenvolver a inteligência emocional é fundamental para aprimorar essa habilidade.

Isso significa que precisamos investir no autoconhecimento, no desenvolvimento do autocontrole e da empatia. Com esses requisitos, será mais fácil estabelecer um padrão de sociabilidade que nos permita administrar relacionamentos e criar redes.

Com essas características, o gestor adquire as ferramentas necessárias para formar equipes, reter talentos, liderar mudanças e persuadir a pessoas, entre outros benefícios. 

Entendeu por que a comunicação interpessoal é tão importante e os motivos pelos quais os gestores precisam desenvolvê-la? Então comece a comunicar conhecimentos importantes: compartilhe este post nas redes sociais e marque seus contatos. Eles também vão gostar!

Como ser um gestor mais humano?

O mundo mudou e, é claro, não seria diferente no ambiente organizacional. Vivemos uma verdadeira transformação nos paradigmas das empresas.

Apenas para ilustrar esse fato, palavras como “chefe” e “subordinado”, por exemplo, foram riscadas do dicionário de muitas organizações. Afinal, prevalece cada vez mais a noção de que a gestão deve ser participativa. No contexto atual, líder e colaborador passam a ser as palavras-chave.

O fato é que os chamados millennials revolucionaram a forma como as empresas funcionam, tanto do ponto de vista cultura quanto do operacional. Embora, é claro, existam muitas críticas em relação ao posicionamento desses jovens no mercado de trabalho, o fato é que eles trouxeram algumas transformações positivas.

Uma delas é a ideia de que a gestão do negócio — e, principalmente, o próprio gestor — deve trabalhar de forma mais humana.

São inúmeros os benefícios trazidos pela humanização da gestão. Em primeiro lugar, temos a diminuição da rotatividade, uma vez que uma gestão humana leva a um clima organizacional mais agradável.

Além disso, a produtividade também é aumentada, afinal, é criado um senso maior de coletividade com a participação do gestor. É claro que apenas esses dois benefícios já trazem uma série de consequências positivas, como a diminuição dos custos e a melhoria dos resultados.

O assunto é muito importante e, justamente por isso, resolvemos elaborar um post especial para abordar a questão. A seguir, você confere algumas dicas para se tornar um exemplo de gestor humano. Confira!

Participe da rotina como um coach

Como vimos, o distanciamento entre a gestão e o nível operacional é algo impensável hoje em dia. Essa é a fórmula para a repetição de problemas internamente, principalmente o retrabalho.

Com erros mais frequentes, é claro que o clima interno também reage, afinal, ao contrário do que alguns empresários ainda pensam, não são só eles que gostam de um trabalho bem-feito. Os colaboradores também esperam bons resultados, e isso afeta a sua autoestima.

Por isso, é fundamental o gestor agir ativamente na rotina dos colaboradores como um verdadeiro coach. Mas o que isso significa? Esse é um tipo de postura que pode ser explorado de várias formas diferentes, mas destacaremos as duas principais.

Em primeiro lugar, temos a questão da sinergia do time. O papel de uma liderança é fundamental para promover a coesão e harmonia das equipes. É dessa forma que podemos orientar a todos para que sigam um caminho comum — sim, como nos esportes.

Além disso, o coaching também é uma forma de capacitar os colaboradores. São os feedbacks transmitidos pelo gestor que podem aperfeiçoar talentos ou, simplesmente, encorajar um trabalho bem-feito.

O melhor de tudo é que esse tipo de experiência é gratuita, pois precisamos apenas usar o conhecimento que já temos. Esse, certamente, é um excelente caminho para se tornar um gestor humano!

Realize a PNL (Programação Neurolinguística)

Programação Neurolinguística (PNL) é um assunto que começou em 1970, na Califórnia, mas se torna cada vez mais atual — principalmente quando consideramos questões como o aumento das doenças ocupacionais e a própria mudança dos paradigmas organizacionais, já mencionados por nós.

É difícil definir o que é PNL, já que a prática é utilizada com diferentes finalidades. No entanto, Richard Bandler, um dos criadores do modelo, diz que se trata de um processo educacional, que tem como objetivo fazer o indivíduo usar melhor o cérebro.

Basicamente, são três pilares que sustentam essa técnica:

  • linguística: nesse caso, procura-se explorar os pensamentos, as crenças, os valores e, é claro, toda a estrutura linguística do indivíduo;
  • neuro: os pontos explorados nesse pilar são questões como a fisiologia, as sensações, os sentidos e as representações internas;
  • programação: por fim, temos a programação, que explora todas as rotinas instaladas inconscientemente na nossa psique.

Explorando todos esses ramos, podemos começar um caminho de autoconhecimento dentro da organização, passando pelos colaboradores e chegando à própria gestão do negócio.

Assim, é possível externalizar todos os vícios existentes na empresa, que acabam corroborando para a manutenção de um status quo nocivo. Como podem ver, essa pode ser uma verdadeira sessão de terapia empresarial.

Estimule o empowerment dos colaboradores

Muitos gestores acabam pecando pelo excesso de controle. Para eles, é preciso que todas as decisões passem pelas gerências. Em alguns casos, é preciso inclusive ter a permissão de supervisores para a realização de determinadas tarefas, por mais simples que elas sejam.

Esse cenário de controle excessivo pode gerar dois problemas na organização. O primeiro deles é a burocracia excessiva. Quando pensamos em um modelo burocrático, normalmente lembramos dos órgãos do poder público.

Carimbos, protocolos e permissões são apenas alguns dos processos enfrentados. O resultado, na maioria dos casos, é a perda em produtividade, uma vez que o fluxo de tarefas é sempre interrompido por conta de alguma exigência nos regulamentos internos. É preciso evitar ao máximo esse problema.

Além disso, temos também a própria questão do amadurecimento e da motivação dos colaboradores. Quando o controle é feito de maneira excessiva, a responsabilidade também é concentrada. Os profissionais perdem completamente a conexão com o trabalho realizado e acabam se sentindo desestimulados.

Por isso, é fundamental incentivar o empowerment na organização — ou, em português, o empoderamento. Além de ser uma forma de eliminar a burocracia, também podemos encorajar o surgimento de lideranças internamente — afinal, para que isso aconteça é preciso criar antes um senso de responsabilidade. Além disso, por reconhecerem a responsabilidade dos seus atos, os colaboradores certamente se sentirão mais motivados.

Em resumo, é preciso pensar no ambiente organizacional de modo a valorizar o ser humano e, para isso, precisamos pensar em uma séria de questões, que vão desde a cultura da empresa até pontos mais específicos, como a própria psique dos colaboradores.

Assim, produziremos uma organização mais madura, que certamente será resiliente nesse mercado cada vez mais competitivo. Essa é a chave para o sucesso, em períodos de estabilidade ou de crise!

Gostou do nosso post de hoje? Quer se aprofundar no assunto e procurar uma especialização na área para se tornar um gestor humano? Que tal conhecer nossos MBAs? Esperamos você!

Afinal, o MBA vai fazer diferença na sua carreira?

Você já parou para pensar na pergunta do título? Se a sua resposta é sim, precisa saber que o MBA vai sim fazer a diferença na sua carreira. Mais do que isso: esse curso pode ser a chave para o sucesso, a conquista de um novo cargo e para o aumento da renda.

As questões são: será que vale a pena fazer o Master in Business Administration nesse momento da sua carreira? Quais são os benefícios que ele pode trazer? É o que vamos apresentar neste post.

Além disso, vamos mostrar quais são os cuidados necessários e o que caracteriza esse tipo de pós-graduação. Quer descobrir tudo isso? Acompanhe!

Qual é a proposta do MBA?

Esse é um tipo de pós-graduação lato sensu cujo foco é o mercado de trabalho. Suas principais características são o fato de contar com professores especializados na área de atuação e estudantes que já possuem experiência em empresas. Assim é possível criar um networking mais forte.

O Master in Business Administration surgiu nos Estados Unidos com o propósito de ser um mestrado voltado para a gestão de empresas. No Brasil, ele possui o mesmo nível da especialização, mas é bastante valorizado no mercado de trabalho.

Isso porque causa uma boa impressão entre os recrutadores e líderes organizacionais. Esse ponto de vista é decorrente do comprometimento com o aprendizado constante e também da expectativa de entrega de resultados acima dos superiores que não possuem a formação.

A proposta, portanto, é oferecer um curso mais prático e que propõe situações reais do mercado de trabalho. A consequência para o profissional é uma visão mais abrangente da sua área de atuação e a preparação para enfrentar diferentes obstáculos.

Quais diferenciais o MBA traz para a carreira e a empresa?

Esse curso de pós-graduação faz com que o profissional ganhe vantagem competitiva e esteja mais preparado para lidar com situações desafiadoras que surgem no ambiente corporativo. Ele se torna, portanto, um profissional qualificado e com experiência mais ampla.

Isso acontece porque muitas das pessoas que cursam o Master in Business Administration já têm 3 anos ou mais de atividade no mercado de trabalho e, por isso, podem contribuir e repensar suas experiências pessoais. Outro fator relevante é que os professores desse curso são profissionais de destaque em suas áreas de atuação.

O resultado é o estabelecimento de um networking mais firme, pelo qual é possível conhecer novas práticas e ideias. O profissional pode, então, inovar e delimitar um modelo de gestão que traga benefícios para a empresa em que trabalha.

No caso da organização, a vantagem é ter profissionais mais bem preparados para situações complexas, que saibam lidar com diferentes ferramentas e propor soluções que proporcionem mais competitividade à empresa.

Quais são as vantagens do MBA?

Esse curso traz diversos benefícios para a sua carreira. Veja abaixo alguns deles:

Maior remuneração

Cursar um MBA permite que você ganhe mais. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, divulgada pela Harvard Business Review, um profissional sênior com MBA tem um salário um terço maior do que uma pessoa que conta apenas com a graduação. Já entre os gerentes, o aumento é da ordem de 34,5%. Comparando os diretores, é 16% maior.

Outro levantamento, feito pela Robert Half e divulgado pelo Uol, indicou que 42% dos executivos de RH brasileiros consideram muito relevante ter essa especialização.

Todos esses dados confirmam o que já dissemos: vale a pena fazer esse curso, porque além de se especializar mais, você ainda recebe proporcionalmente para isso. Ou seja: é um investimento que vale a pena.

Enfoque prático do estudo

A ideia do MBA é aprender mais, porém o foco é especificamente a prática. Com isso você tem a chance de se tornar um expert, já que os conteúdos são aprofundados.

Além disso, o curso realizado possibilita explorar uma nova fatia de mercado e dar aplicação para conhecimentos que antes estavam restritos ao campo teórico. Assim, você pode continuar na sua área ou até mesmo mudar para outra. Em qualquer dos casos, o objetivo é conduzir sua carreira para o caminho certo.

Ampliação da área de atuação na empresa

O MBA tem a finalidade de capacitar o profissional para o trabalho diário, superando obstáculos e desafios. Ele está mais preparado para tomar decisões e solucionar problemas, porque já viu de forma prática como as situações podem ser resolvidas.

Desse modo, o profissional tem uma possibilidade maior de ampliar sua atuação na empresa. Ele adquiriu a formação específica para gestão e liderança, por isso pode ocupar um cargo mais relevante.

Ao mesmo tempo, seu currículo é valorizado, pois demonstra sua expertise na área e consegue destacá-lo dos demais profissionais.

Fortalecimento do networking

A possibilidade de aumentar e fortalecer a rede de contatos é um dos pontos mais úteis do MBA. O networking é um elo entre profissionais e empresas, seja para pessoas que estão buscando uma recolocação no mercado de trabalho, seja para quem deseja ter mais destaque.

Ao mesmo tempo, você consegue trabalhar melhor seu marketing pessoal para que os colegas e outras empresas o vejam como alguém dedicado, que está sempre buscando novos conhecimentos e deseja se aprofundar nos aprendizados executivos.

Como você pôde perceber, o Master in Business Administration traz diversas vantagens para sua carreira. Você se torna um profissional melhor e com mais capacidade de atuação. Dessa forma, se destaca no mercado e tem uma chance maior de ocupar um cargo de gestão ou liderança.

Para potencializar esses resultados, é preciso ter apenas um cuidado: escolher com atenção a instituição em que fará o curso. Esse é um ponto relevante para que o investimento valha a pena, porque o diploma tem mais credibilidade se a instituição for bem reconhecida.

O problema é que o Ministério da Educação (MEC) não definiu as características necessárias para o curso. O que especialistas dizem é que o Master in Business Administration deve:

  • desenvolver competências e habilidades para a gestão;
  • oferecer conhecimento em diferentes áreas organizacionais;
  • fornecer ferramentas técnicas;
  • tratar de assuntos abrangentes, que tenham relação com o ambiente econômico, social, local, global, papel das empresas, responsabilidade social e sustentabilidade;
  • aprimorar atributos de liderança, por exemplo: relações humanas, comunicação, motivação, simulações, jogos, gestão de pessoas e equipes, entre outros.

Agora que você já sabe que o MBA faz a diferença, é só escolher a instituição certa para você. Entre em contato com a gente e veja como são nossos cursos e de que forma eles podem ajudá-lo!

MBA vs. pós-graduação: entenda a real diferença

Você quer se especializar para aumentar sua renda mensal e conquistar um cargo mais elevado. Ao pesquisar sobre as opções se depara com uma dúvida: qual a diferença entre MBA e pós-graduação?

O primeiro ponto que deve ficar claro é que um MBA é um tipo de pós-graduação. O que caracteriza esse formato e o diferencia dos outros é que ele é voltado para a área de administração.

Outro ponto peculiar e importante é o fato de os participantes terem mais experiência de mercado, o que fortalece o networking. Além disso, os professores também são empresários e possuem negócios de destaque na área em que lecionam.

Mas o que faz essas duas modalidades serem tratadas de modo distinto? É isso que vamos esclarecer neste post. A partir de agora, você entenderá a real diferença entre esses cursos e descobrir qual é o melhor para você.

Quer saber mais? Acompanhe!

Diferença entre MBA e pós-graduação

Todos os cursos de especialização, MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado podem ser chamados de pós-graduação. Pela definição, entendemos que são programas realizados após a obtenção do título básico do Ensino Superior. No entanto, as modalidades se diferenciam e cada termo é utilizado conforme o conceito adequado.

A principal divisão é feita entre programas lato sensu e stricto sensu. A primeira categoria é composta por cursos que servem para o aperfeiçoamento em uma área de atuação específica. Por isso são mais direcionados para o mercado de trabalho.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), os programas lato sensu têm duração mínima de 360 horas. Ao terminar o curso, o aluno recebe um certificado, e não um diploma. Na prática não há diferença, exceto se você quiser dar aula em uma universidade pública, situação que geralmente exige o segundo documento.

Já os cursos stricto sensu são aqueles voltados para a carreira acadêmica, ou seja, mestrados e doutorados, que devem ser feitos nessa ordem. São mais teóricos e têm como foco as pesquisas, e não o mercado de trabalho.

Compreendendo essa separação entre lato e stricto sensu, vamos abordar as diferenças entre o MBA e a pós-graduação. Veja o que os caracteriza:

MBA

Esse curso é da modalidade lato sensu e se tornou bastante comum nos Estados Unidos, chegando depois ao Brasil. O Master in Business Administration tem foco no mercado de trabalho e é indicado para pessoas que têm mais de 3 anos de experiência profissional.

Apesar de nos EUA o MBA ser considerado do mesmo nível de mestrado, no Brasil o curso tem o mesmo grau de uma especialização. Seus assuntos principais são gestão, empresas e negócios. A ideia é preparar o estudante para se tornar gestor ou líder.

É um curso ideal para formar um networking e ter contato com outros profissionais da área, inclusive os professores. A carga horária do MBA frequentemente pode ultrapassar as 360 horas. É mais recomendado para pessoas que:

  • gostam de estudar, mas têm interesse em assuntos diretamente relacionados à profissão;
  • pretendem equilibrar os estudos e a jornada de trabalho;
  • desejam pesquisar, mas não têm tempo para uma dedicação exclusiva ou aprofundada;
  • dominam o idioma inglês;
  • desejam ocupar um cargo de liderança ou gestão na empresa em que trabalham.

Pós-graduação

Sua divisão é feita entre programas lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado). No primeiro caso, o foco também é o mercado de trabalho, mas os professores nem sempre são profissionais de destaque em sua área de atuação e é difícil formar um networking tão qualificado quanto no MBA.

Já a modalidade stricto sensu é voltada para a carreira acadêmica. Para entender melhor a diferença podemos usar como exemplo um profissional da área de nutrologia. Se ele quer se especializar em um aspecto da nutrição, deve procurar a pós-graduação. Porém, se deseja se tornar um líder no segmento de saúde, é mais indicado fazer o MBA em Gestão Hospitalar, por exemplo.

Quem procura a especialização pode atuar no mercado de trabalho e não precisa se concentrar completamente nos estudos. Já o mestrado e o doutorado exigem dedicação integral, porque é preciso realizar uma pesquisa mais aprofundada. Por isso as modalidades stricto sensu são recomendadas se você pretende dar aulas em escolas e universidades.

Como escolher a melhor opção

A escolha pela categoria mais adequada ao seu caso deve ser feita de acordo com os seus objetivos. O que você pretende ao fazer o curso é o principal critério nessa hora. Por exemplo, pense se você deseja seguir a carreira acadêmica algum dia ou se quer continuar sempre no mercado de trabalho.

Mas existem outras circunstâncias que devem ser avaliadas:

Pense na rotina

Outro ponto relevante é o dia a dia. O MBA pode ser levado junto com uma profissão, por ser um curso mais breve e que considera a rotina de quem trabalha. Isso significa que há possibilidade de fazer as atividades em horários livres. As aulas costumam ocorrer à noite em alguns dias úteis e principalmente nos finais de semana. 

Já as pós-graduações stricto sensu pedem, geralmente, dedicação integral. Além das aulas é preciso fazer estágio de docência, participar de grupos de pesquisa, elaborar artigos para revistas acadêmicas, entre outras atividades que vão contar pontos na plataforma Lattes.

Assim, se você deseja conciliar trabalho e pós-graduação, provavelmente terá que sacrificar finais de semana, noites e períodos de férias. Também precisará ter flexibilidade no emprego para poder assistir às aulas (que geralmente ocorrem de manhã ou à tarde em dias úteis) e participar de eventos, como palestras, congressos e simpósios.

Considere os pré-requisitos

Os pré-requisitos para ingressar em um MBA ou uma pós-graduação são praticamente os mesmos. É preciso ter um diploma de curso superior e participar do processo seletivo, que é definido pela instituição de ensino.

Entretanto, o processo seletivo para stricto sensu costuma ter mais etapas — em geral o mestrado e o doutorado exigem apresentação de projeto de pesquisa e arguição oral com uma banca.

Ao final, em ambos os casos é necessário realizar um trabalho de conclusão, que pode ser uma monografia, dissertação ou tese. Algumas universidades pedem a elaboração de um artigo em substituição. 

Geralmente, os cursos são pagos e podem ser feitos em instituições públicas e privadas. Em qualquer dos casos é uma forma de aprender mais e ter a possibilidade de melhorar sua carreira. No entanto, o MBA ajuda mais se o seu objetivo é o mercado de trabalho.

Entendeu a diferença entre MBA e pós-graduação? Agora é só você escolher o curso mais adequado às suas necessidades. Para saber mais sobre os cursos e ter outras informações, aproveite e assine a nossa newsletter.

Conheça 3 metodologias de gestão de projetos usadas na prática

Orçamentos, prazos, entregas, expectativas — todos esses fatores são importantes, mas não suficientes para transformar uma ideia em realidade. É preciso saber o que e como fazer para que uma empresa entregue ao cliente o produto ou serviço que ele espera. Por isso é tão importante conhecer as metodologias de gestão de projetos.

E você, sabe quais são os princípios de cada metodologia e em que situações elas são adequadas? Pois hoje vamos abordar 3 modelos, explicar como funcionam e apresentar as circunstâncias em que devem ser utilizados. 

Metodologias tradicionais 

Métodos tradicionais estabelecem um planejamento completo e fechado antes mesmo do início dos trabalhos. Nele, a totalidade das tarefas específicas é distribuída em uma ordem linear de evolução, e os prazos para as entregas são definidos. 

Portanto, a equipe desenvolve cada uma das etapas na ordem em que elas aparecem no planejamento. Assim que finaliza uma tarefa, inicia a seguinte. Essa sequência é conhecida como cachoeira.

Conheça abaixo o PMI, que estabelece práticas de acordo com esses princípios da metodologia tradicional: 

PMI

Criado pelo Standards Committee (Comitê de Padronização) e gerenciado pela organização Project Management Institute, que dá origem à sigla, o PMI não é uma metodologia. Trata-se de uma padronização utilizada por diversas indústrias.

O modelo identifica e nomeia processos, áreas de conhecimento, técnicas regras e métodos. Atualmente, é considerada a bibliografia mais importante quando se trata da gestão de projetos, pois abrange os principais aspectos que podem ser abordados nesse contexto. 

Como funciona o PMI?

As melhores práticas para a gestão de projetos reconhecidas por profissionais são reunidas em um guia: o Project Management Body of Knowledge (PMBOK). Essa publicação estabelece 5 processos para a condução dos projetos, que são iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento.

Ele também determina 10 áreas de conhecimento que devem ser consideradas no gerenciamento de projetos

  1. escopo;
  2. tempo;
  3. qualidade;
  4. custos;
  5. aquisições;
  6. comunicações;
  7. recursos humanos;
  8. riscos;
  9. integração;
  10. relacionamento com stakeholders.

Quando utilizar o PMI? 

As práticas do PMI / PMBOK permitem gerir melhor os projetos da empresa e coordenar a execução com excelência. Elas estabelecem fluxos eficientes de informações e ações na organização, gerando produtividade, redução de custos e satisfação de profissionais e clientes.

São recomendadas também para aquelas situações que não se adequam às metodologias ágeis, como veremos mais à frente. 

Métodos ágeis

Ao contrário da metodologia tradicional, os métodos ágeis não utilizam um planejamento completo, fechado e engessado. As tarefas são organizadas em ciclos, e sua revisão pode acontecer em diferentes ordens. 

O formato prevê a tomada de decisões enquanto o projeto é desenvolvido, a partir do surgimento de necessidades. As demandas são comunicadas por meio de controles visuais e o cliente participa do projeto, verifica o progresso, avalia o produto em construção e solicita alterações, de acordo com suas demandas. 

Agora chegou a vez de falarmos de dois métodos ágeis relevantes no mercado. Veja abaixo!

Kanban

O Kanban é um método criado pela empresa japonesa Toyota e utilizado para implantar mudanças. Em vez de prescrever práticas, ele oferece princípios que, quando aplicados, podem melhorar o desempenho e reduzir o desperdício. 

Como funciona o Kanban?

Inicialmente, o Kanban divide as tarefas em três campos: para fazer, em execução e finalizado, mas outras classificações podem ser criadas. Cada campo (pode ser uma coluna) é abastecida com cartões que trazem informações como a descrição da atividade, nome do responsável, horário em que foi solicita e prazo, por exemplo. 

À medida que as tarefas são realizadas, o próprio profissional altera sua localização e escreve o próximo cartão, com as mesmas informações, mas referentes à atividade seguinte que deve ser executada. Existem inclusive aplicativos que utilizam essa metodologia, como o Trello. 

Quando utilizar o Kanban?

Esse método pretende minimizar o impacto inicial de mudanças, facilitando a aceitação do grupo. Ele contribui para modificar a cultura da organização e amadurecê-la, preparando-a para a implementação de melhorias mais significativas nos processos. 

Portanto, ele é recomendado para aquelas situações em que a organização precisa realizar uma transição gradual entre os métodos tradicionais para métodos ágeis sem causar altos níveis de resistência organizacional. 

Design Thinking

Essa abordagem foi elaborada para permitir a solução de problemas complexos utilizando a criatividade e a empatia. Como o nome diz, ela aplica o modelo cognitivo usado pelos designers — a capacidade de abduzir para proporcionar o bem-estar na vida das pessoas.

O Design Thinking aplicado aos negócios foi popularizado por duas personalidades do Vale do Silício: David Kelley, professor da Universidade de Stanford, e Tim Brown, ligado à consultoria de inovação IDEO. 

Como funciona o Design Thinking? 

O processo geralmente é feito em grupos, e a quantidade de fases pode variar de acordo com o autor que as descreve. Vamos mencionar aqui a proposta do Instituto de Design de Stanford, que estabelece cinco etapas:

  1. criar empatia: compreender as necessidades das pessoas que demandam o projeto ou serão atingidas por ele (consumidores, colaboradores etc);
  2. definir: utilizar os resultados da pesquisa do item anterior para descrever o problema, o que deve ser resolvido ou criado para solucioná-lo;
  3. idealizar: trazer ideias e sugestões à tona sem qualquer censura, sem medo de errar. Os brainstormings são muito comuns nessa etapa; 
  4. prototipar: organizar as ideias, selecionar as mais recorrentes ou interessantes e criar protótipos capazes de simular o produto final; 
  5. testar: experimentar os protótipos e escolher o mais adequado para atender às necessidades do cliente. 

Também é importante incentivar a participação do usuário final no desenvolvimento das soluções, facilitando sua adoção e aumentando as chances de serem aplicadas como inovações

Quando utilizar o Design Thinking? 

O Design Thinking promove dois aspectos essenciais para o sucesso empresarial: inovação e desejabilidade. 

Ou seja, quando uma empresa desenvolve um produto ou serviço, é fundamental que ele seja desejado pelos consumidores, que ele tenha um valor perceptível para o cliente. 

Pensar como um designer promove exatamente isso: o empresário consegue imergir no mundo do cliente, enxergar com seus olhos e entender suas necessidades, vontades e expectativas. Dessa forma, ele é capaz de desenvolver um produto que os consumidores realmente desejam.

Quando utilizar os métodos ágeis 

Nem todos os projetos funcionam bem quando direcionados por uma metodologia ágil. Em alguns casos, é necessário realizar um planejamento completo logo no início, de acordo com os métodos tradicionais. 

Os projetos que apresentam melhores resultados com as metodologias ágeis têm as seguintes características: 

  • contam com clientes dispostos a colaborar ao longo do projeto;
  • possibilitam a utilização de controles visuais;
  • não demandam um desenvolvimento linear;
  • permitem a realização de testes constantes;
  • reúnem os diferentes setores envolvidos em um único local. 

Entendeu qual é a diferença entre as metodologias de gestão de projetos e em que situações elas são aplicadas? Percebeu o quanto essa área é abrangente e traz soluções para o dia a dia das empresas?

Que tal então conhecer os 7 motivos para se formar em gestão de projetos? Leia nosso post e descubra como esta pode ser uma opção de carreira interessante. Confira!

Como ser um profissional inovador de verdade?

Hoje em dia, ter a capacidade de criar algo novo é praticamente um pré-requisito para o sucesso. Cada profissional precisa possuir um diferencial, algo que vá além da sua eficiência e produtividade diárias.

Alguns acreditam que, para ser um profissional inovador, é necessário ter nascido com um dom, como se a criatividade fosse um talento exclusivo. Porém, a verdade é que qualquer pessoa pode atingir esse patamar por meio do aprendizado.

Inovação não é um privilégio de nenhum grupo ou geração. Não é necessário ter a experiência de um grande gestor para encontrar novas formas de trabalho, nem ser jovem para conseguir elaborar algo que ninguém nunca tinha visto.

Se você deseja inovar na sua área, pode começar a trabalhar essa capacidade agora mesmo. Veja, a seguir, algumas atitudes indicadas para quem quer se tornar um verdadeiro profissional inovador!

1. Pratique sempre a proatividade

Em muitos momentos, a diferença entre o inovador e o seguidor é quem agiu primeiro. Se você esperar sentado um convite para criar algo, é provável que alguém crie antes de você.

Por isso, sempre que tiver uma boa ideia, não demore a discuti-la com o restante da equipe. Mesmo que ela não pareça ter futuro, algo interessante pode surgir a partir da discussão.

A proatividade não deve emergir apenas na hora de inovar, mas precisa ser cultivado como algo rotineiro no trabalho. Dar um passo à frente para ajudar um colega em uma tarefa ou cobrir uma ausência, por exemplo, são algumas das atitudes que um profissional inovador costuma praticar no seu dia a dia.

2. Procure novas especializações

Aqueles que param de estudar quase sempre perdem o passo em relação ao resto da equipe. Não basta apenas ter um diploma, é importante continuar se atualizando e especializando dentro do seu setor. Pode não parecer uma atitude intrinsecamente inovadora, mas é muito mais difícil criar algo novo quando você não conhece os antecedentes.

E essa atualização deve ser feita periodicamente. Como regra, um bom profissional inovador deve buscar um novo curso de complementação a cada 2 anos, no máximo. Se um curso durar entre 6 meses e 1 ano, você terá pelo menos 1 ano para colocar em prática tudo o que aprendeu e aproveitar os frutos da sua nova formação.

3. Busque novas experiências

Especializar-se é importante, mas não é a única coisa que um profissional inovador deve buscar. Boas ideias costumam surgir a partir de detalhes, momentos de relaxamento ou mesmo em circunstâncias inesperadas. Por isso, é importante que você não se limite a um campo de conhecimento. Busque algo diferente a fim de alimentar o cérebro e deixar seu trabalho mais produtivo e único.

Coisas simples como a prática de um esporte, leitura, cinema e viagens podem ajudar a limpar a mente dos padrões já estabelecidos de qualquer área, dando mais espaço para ideias novas. Em alguns casos, uma inspiração pode surgir a partir dessas atividades.

4. Tenha senso de necessidade

Inovar não é só aparecer com algo que nunca foi visto. É pensar em uma solução nova para atender a uma demanda antiga. Um profissional inovador sabe reconhecer o que seus colegas precisam, entregando novas ferramentas e recursos a fim de que suas tarefas se tornem mais fáceis.

O senso de necessidade não é um aspecto fácil de trabalhar. Essa é uma qualidade que envolve muito mais intuição, sendo algo relativamente subjetivo. Mas você pode exercitar certas perguntas como “qual é a demanda principal de determinado setor?”. Algo simples como isso já contribui bastante.

5. Questione com regularidade

Sem questionar algo que é oferecido como verdade absoluta, você não vai conseguir inovar em seu trabalho e ter um diferencial competitivo. Para criar novidades, quase sempre é necessário romper paradigmas, alguns fortemente enraizados nos procedimentos da empresa.

Um profissional inovador não deve permanecer na sua zona de conforto por muito tempo. Ele precisa sair e encontrar algo que ainda não foi explorado.

Uma boa técnica para exercitar o hábito de questionar é sempre rebater uma afirmativa categórica com uma pergunta curta e direta. Por exemplo, sempre que alguém disser que “o cliente tem sempre razão”, você pergunta: “será que tem mesmo?”. Este é um ditado que nem sempre é interpretado da maneira correta. Ao questioná-lo, você poderá entender o que significa e aplicá-lo melhor no seu dia a dia.

6. Descomplique

A inovação não precisa ser algo complexo, rebuscado e difícil de implementar. Pelo contrário. Algumas das ideias mais revolucionárias foram aplicações extremamente simples, tanto que podem passar despercebidas aos olhos. Talvez uma nova ideia esteja na sua frente agora mesmo e você apenas não lhe deu a devida atenção ainda.

Se você quer ser um profissional de sucesso e inovador, não se preocupe em reinventar a roda. Foque em elementos palpáveis do seu cotidiano e em formas simples de torná-los mais eficazes. Menos aparato significa menores chances de falha.

7. Trabalhe em equipe

Ninguém inova sozinho. Cooperação não é só um conceito empresarial. É uma oportunidade para que novas coisas se criem. A ideia de uma única mente criativa, alguém muito à frente de seu tempo, é uma falácia.

Qualquer criação ou mudança, da mais inusitada à mais trivial, é fruto de um esforço conjunto. Se você pretende ser um profissional inovador, melhore suas habilidades de trabalho em equipe.

8. Corra riscos calculados

Inovação sempre traz riscos. Isso é um fato. Então, por que tantas pessoas buscam inovar quando, em tese, isso seria algo perigoso? Isso ocorre porque os resultados podem compensar o risco sofrido.

A questão aqui é não correr perigos desnecessários. Sempre que você estiver em busca de alguma mudança, lembre-se de avaliar os riscos e criar um plano de ação. Colocar muitos recursos a perder sem um propósito não é benéfico.

Agora que você já sabe quais habilidades deve trabalhar a fim de se tornar um profissional inovador, é hora de começar a aprendê-las.

Acha que esse artigo pode ser útil para mais alguém? Então compartilhe-o em suas redes sociais e mostre como é possível aprender a inovar.

Passo a passo: saiba como criar um Plano de Desenvolvimento Individual

Você já ouviu falar em Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)? Já pensou em como quer estar daqui a 5, 10, 15 anos? Desenhou os seus objetivos e metas pessoais e profissionais?

Essas perguntas rondam a cabeça de qualquer pessoa que está no começo da sua jornada. No entanto, também é comum haver profissionais experientes que ainda querem estar mais preparados para terem uma evolução plena.

O Plano de Desenvolvimento ajuda qualquer pessoa a chegar aonde sempre desejou. Essa ferramenta permite que você mantenha o foco e siga em frente, mesmo com os obstáculos que surgem pelo caminho.

Para ajudá-lo a cumprir as ações determinadas nesse documento e alcançar o sucesso, nós criamos um passo a passo. Ao longo deste post você vai ver:

  • o que é um Plano de Desenvolvimento Individual;

  • qual a importância desse instrumento;

  • como fazer um PDI;

  • o que não pode ficar de fora dele.

Quer entender mais? Acompanhe e veja os benefícios que o plano pode trazer para a sua vida!

1. O que é um Plano de Desenvolvimento Individual?

O Plano de Desenvolvimento é uma ferramenta que ajuda o indivíduo a progredir e a se preparar para os desafios que surgem em sua vida pessoal e profissional, como uma promoção, um projeto que deseja tocar etc. Ele pode ser de curto, médio ou longo prazo, mas geralmente dura de 3 meses a 1 ano.

Esse instrumento é uma maneira de se comprometer com o próprio desenvolvimento e atingir seus objetivos por meio de ações específicas. A ideia é traçar um roteiro que deve ser seguido para que você passe de onde está agora para o local em que gostaria de chegar.

A questão que surge nesse momento é: o que é o desenvolvimento? De acordo com o Dicionário Michaelis Online, o significado é “ato ou efeito de desenvolver(-se); desenvolução; passagem gradual (da capacidade ou possibilidade) de um estágio inferior a um estágio maior, superior, mais aperfeiçoado etc.; adiantamento, aumento, crescimento, expansão, progresso”.

Existem outros conceitos similares e que podem ser adotados neste post. A ideia, no entanto, é mostrar que o desenvolvimento tem por prerrogativa elevar a competência ou a capacidade do indivíduo, fazendo-o amadurecer, crescer e evoluir.

Nesse sentido, o Plano de Desenvolvimento focado no indivíduo tem a finalidade de aprimorá-lo em suas questões pessoais e profissionais. O resultado é a obtenção de vantagem competitiva e o alcance de um posicionamento favorável para o mercado de trabalho.

1.2. Quais são as características do PDI?

Esse instrumento deveria fazer parte dos planos de todas as pessoas, tanto em seu âmbito pessoal quanto no profissional. Ele pode ser comparado ao antigo plano de carreira, mas sua abrangência é muito mais ampla e tem como ponto de partida a avaliação individual das habilidades técnicas e específicas de cada um.

É aí que reside a vantagem do Plano de Desenvolvimento. Ele se mistura aos desejos pessoais e projeta os resultados no futuro, sempre de acordo com as características que podem ser mais bem aproveitadas para a execução de determinadas funções — como pesquisador, diretor, analista, entre outros.

Devido a esses aspectos, o Plano de Desenvolvimento tem sido uma estratégia importante para as empresas. Ele serve como ferramenta de monitoramento do desenvolvimento de competências dos colaboradores, o que permite comparar os resultados de cada avaliação e analisar se ele alcançou melhores resultados.

No âmbito pessoal, o Plano de Desenvolvimento também pode ser usado para alinhar os valores pessoais aos da organização em que você trabalha. Porém, esse documento deve ter sentido para você e para a empresa. Caso contrário, não surtirá o efeito esperado.

2. Qual a importância do PDI?

O Plano de Desenvolvimento é um indicador do caminho a ser trilhado. Ele pode partir de uma iniciativa do próprio colaborador ou ser uma ferramenta da gestão de pessoas. Em ambos os casos, o objetivo é alinhar as expectativas pessoais às profissionais.

A grande importância desse documento é determinar metas e seus respectivos prazos. Com esses elementos bem delineados, é mais fácil manter o foco, executar ações estratégicas e evitar se distrair com escolhas aleatórias.

Além disso, existem 8 benefícios que demonstram a importância da implementação dessa prática. Veja quais são eles:

2.1. Clareza

O profissional que adota um Plano de Desenvolvimento entende de maneira mais clara o que está ocorrendo em sua carreira. Isso é devido ao fato de seu progresso ser derivado de ações estratégicas que foram previamente planejadas. Ou seja, não é algo realizado ao acaso.

2.2. Motivação

O Plano de Desenvolvimento tem como base as aspirações e objetivos que foram definidos por você mesmo. A consequência é o aumento da motivação, já que se sabe que cada estágio concluído é um degrau a mais na direção da meta.

2.3. Direcionamento

O documento do qual estamos tratando traça um mapa para que você desenvolva sua carreira e assuma o controle sobre seu próprio desenvolvimento. Portanto, oferece mais autonomia às suas ações. A ideia é saber sempre qual deve ser a próxima etapa e aplicar seu esforço e tempo a fim de atingir suas metas.

2.4. Responsabilidade

A adoção de um Plano de Desenvolvimento coloca em suas mãos toda a responsabilidade sobre o futuro. Você sabe exatamente o que deve fazer, quando e de que maneira executar cada ação. Em outras palavras: você tem o dever de tomar as atitudes necessárias para alcançar os resultados que deseja.

2.5. Autoconhecimento

O autoconhecimento é uma característica que auxilia em todos os momentos da vida. O Plano de Desenvolvimento permite fazer uma investigação mais profunda sobre quais são seus motivos para alcançar as metas, o que é importante para você nos âmbitos pessoal e profissional e quais são suas melhores competências. Ao elaborar esse documento, a expectativa é que você aprenda muito mais sobre si mesmo e tenha resposta para todas essas perguntas.

2.6. Diferenciação

O Plano de Desenvolvimento impacta diretamente a sua diferenciação como profissional. A partir do conhecimento de suas próprias capacidades e aptidões, você consegue se destacar no mercado de trabalho atual, que é cada vez mais competitivo. Essa característica torna mais fácil a sua valorização perante a empresa, já que esta também obtém vantagens com a sua qualificação.

2.7. Satisfação com a carreira

Este é um dos grandes benefícios do Plano de Desenvolvimento. Afinal de contas, proporciona ao profissional a possibilidade de alinhar seus desejos pessoais aos seus sonhos de carreira. Isso faz com que você se sinta mais satisfeito ao atuar em sua função e produza com mais eficiência e qualidade.

2.8. Identificação

Um dos grandes desafios dos dias atuais é saber o que se deseja fazer para o resto da vida. É comum ter que tomar essa decisão muito cedo para prestar o vestibular. E é justamente por isso que as pessoas vêm repensando e, muitas vezes, adotando outros rumos.

Com o Plano de Desenvolvimento você identifica facilmente o que deseja, aonde quer ir e o que fazer para chegar lá. Isso resulta em motivação.

Além desses 8 benefícios, precisamos indicar também a importância das metas e dos prazos estipulados no documento. Essa atitude é fundamental para melhorar o comportamento do profissional e fazê-lo seguir em rumo à direção certa.

O planejamento detalhado também contribui para alcançar o objetivo e reduzir o estresse, porque realiza um direcionamento bem claro e aponta quais são as prioridades do momento.

A partir disso você se torna mais responsável por suas próprias ações e futuro. Também consegue determinar o que é necessário para progredir e o que deve fazer para evoluir cada vez mais.

3. Como fazer um PDI?

A elaboração do Plano de Desenvolvimento precisa passar por algumas etapas básicas, que vão ajudar a chegar nos resultados esperados. Esses estágios devem ser adotados sempre, independentemente de serem elaborados para você mesmo ou para a empresa em que atua.

Além disso, é necessário que você seja muito honesto com as informações. Somente dessa forma alcançará o sucesso.

De modo geral, a pergunta que você deve se fazer é: “onde estou neste momento e aonde desejo chegar?”. Para responder a esse questionamento, é necessário passar por algumas etapas principais. Veja o que você deve fazer em cada uma delas:

3.1. Execute uma análise situacional

A avaliação precisa ser bastante abrangente e considerar diversos fatores, entre eles: família, relacionamento, carreira, espiritualidade, saúde, finanças, equilíbrio emocional, qualidade de vida, esportes e qualquer outro aspecto relevante.

Considere também seu estado atual e o desejado nos lados pessoal e profissional. Lembre-se de estar com ambas as partes sempre na mesma direção para que seus esforços sejam somados e resultem em satisfação geral.

3.2. Defina um objetivo

Essa é uma etapa fundamental, porque define aonde deseja chegar. Você deve delimitar um objetivo específico, como a realização de um projeto, o alcance de uma promoção, uma mudança de carreira e por aí vai.

Para compreender exatamente quais são seus objetivos, pergunte-se: “o que desejo ou preciso desenvolver? O que gosto de executar no dia a dia?”. Lembre-se também de ter metas claras, porém flexíveis. É assim que seu Plano de Desenvolvimento será realmente eficaz.

3.3. Crie um mapa de competências

A análise situacional deve se refletir diretamente nesse momento. A ideia é compreender as competências que já possui e as que são necessárias para que seu objetivo seja conquistado.

O importante é ter a certeza de que não vale a pena pensar somente nos pontos positivos. Considere os negativos, que são as características mais fracas e que devem ser desenvolvidas. Assim, você conseguirá perceber quais são seus diferenciais e o que falta para se tornar excelente naquilo que faz.

Por exemplo: você pode ter a habilidade de tomar decisões rapidamente, mas precisar reforçar a capacidade de priorização. É importante desenvolver ambos os pontos fortes e fracos. Ou seja, foque na construção de ativos dos elementos positivos e aja diretamente sobre os negativos para tirar os obstáculos da sua frente.

Tenha em mente que é difícil melhorar todas essas capacidades rapidamente. Recomenda-se escolher qual competência será trabalhada de cada vez, sabendo que a definição errada pode levar ao fracasso do Plano de Desenvolvimento.

Para fazer essa priorização, é importante analisar 3 critérios:

  • impacto: a contribuição que a habilidade terá para alcançar o objetivo final;

  • urgência: o quanto a habilidade é necessária no momento;

  • desejo: o quanto você deseja desenvolver a competência.

3.4. Delimite um plano de ação

Esta é a etapa que prevê a elaboração de toda a estratégia. O plano de ação deve variar conforme os aperfeiçoamentos e características individuais a serem atingidos.

O objetivo do plano de ação é fazer com que você saia do mundo das ideias e delimite as ações concretas que permitirão alcançar as metas. Outro ponto relevante é a definição das estratégias que vão contribuir para o caminho que será trilhado.

Essa etapa é uma maneira de sair da sua zona de conforto e modificar o que for necessário. Busque orientações na teoria (em livros ou cursos), mas também considere a prática. Por exemplo: se o seu objetivo é falar bem em público, leia sobre o assunto e teste algumas técnicas. Ao mesmo tempo, aceite o convite para ministrar uma palestra para perder o medo.

Apesar desse momento, é importante reavaliar a lista de priorização de competências. Isso deve ser feito constantemente para identificar a necessidade de melhorias e manter a motivação.

O Plano de Desenvolvimento, portanto, é uma consequência de etapas contínuas. Elas devem ser condizentes com a sua rotina e precisam ser elaboradas por etapas, para que contribuam com seu processo evolutivo.

3.5. Conte com um acompanhamento

O Plano de Desenvolvimento pode ser aplicado exclusivamente por você, mas suas chances de sucesso serão maiores se contar com a ajuda de um tutor ou coach. Essa afirmação é válida porque a visão de um profissional é diferente da sua — e, por isso, muito útil.

Essa observação externa permitirá que você entenda se está trilhando o caminho correto, se seu foco permanece e se fez escolhas corretas. O processo de coaching também ajuda a encontrar as respostas para as perguntas que destacamos ao longo deste post, porque essa técnica promove o alinhamento dos seus desejos pessoais aos profissionais.

Ao mesmo tempo, suas habilidades técnicas e emocionais são potencializadas. O resultado é o sucesso do Plano de Desenvolvimento.

4. O que não pode ficar de fora do seu PDI?

Este post já mostrou o que é o Plano de Desenvolvimento, qual sua importância e vantagens e como aplicá-lo. Para finalizar, vamos mostrar o que você não pode deixar de abordar nesse documento.

Quer saber quais são esses pontos mais relevantes? Confira os que vamos listar a seguir:

4.1. Definição de metas e prazos

A gente especificou que o Plano de Desenvolvimento pode ter duração de 3 meses a 1 ano. Se ele for mais curto do que isso, será difícil de efetivar. Já os objetivos de prazo mais longo podem ser traçados, mas você precisa ter uma motivação extra para segui-los, além de renovar as metas e o caminho frequentemente.

As metas e prazos, portanto, são fundamentais para a elaboração dos seus objetivos. São eles que permitem verificar se as ações propostas foram seguidas e em que medida foram cumpridas.

Estabeleça prazos realistas. Se perceber ao longo do processo que é necessário revisar o plano, faça isso. É bastante comum fazer acréscimos, mudanças e ajustes.

Nesse momento, é preciso definir métricas adequadas à sua situação. Voltando ao exemplo anterior de falar em público, imagine que a palestra deve contar com, pelo menos, 30 pessoas.

Se ficar muito difícil, uma dica é dividir os objetivos em metas menores. Essa medida ajuda a dar ritmo ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, além de estimular a sua motivação.

4.2. Análise do resultado do PDI

O Plano de Desenvolvimento deve ser analisado, mas é importante ir além da reflexão sobre seu cumprimento. É importante identificar o aprendizado que obteve e de que forma isso ocorreu.

Pense sobre o que deu certo e errado, as competências que conseguiu desenvolver, o que dificultou o alcance de determinado objetivo, se o obstáculo surgiu na definição de competências ou na elaboração do Plano de Desenvolvimento etc.

Lembre-se de que competência não se resume a conhecimento. Ela abrange também as habilidades e atitudes, ou seja, como você aplica o que sabe na prática e como isso é incorporado em sua rotina. Assim, você realmente cria novos hábitos e modifica a si mesmo.

4.3. Atenção às possibilidades

A elaboração do Plano de Desenvolvimento exige que você pense sobre si, mas também que avalie a situação do mercado e da empresa em seu segmento de atuação. Essa análise permitirá reconhecer indicações do caminho mais promissor e dos pontos que você precisa ajustar.

Algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo nesse momento são:

  • Há alguma vaga interessante que ficará disponível em breve?

  • Existe algum concurso que deseja fazer?

  • Há algum cargo ao qual deseje se candidatar?

Verifique se as ações estipuladas elevam as chances de atingir sua meta. Se sim, aproveite a chance.

4.4. Definição de prioridades

O Plano de Desenvolvimento trará diversas especificações de metas e objetivos. Eles devem ser priorizados para que você possa focar em uma atividade de cada vez e ser mais eficiente.

A priorização deve ser feita de modo racional, mas quando se chega a um empate, a melhor forma de solucionar a questão é usar o seu desejo como critério. Pense em quanto deseja desenvolver determinada habilidade, de que forma ela ajuda a alcançar o objetivo etc.

Esteja certo de que a sua vontade é capaz de estimular a realização de grandes atitudes — e tudo fica muito mais fácil.

4.5. Seleção de atividades a partir da rotina

Uma das principais dificuldades do Plano de Desenvolvimento é sair da zona de conforto. Porém, você pode facilitar esse processo adaptando as estratégias do documento à sua rotina.

Por exemplo: o curso que deseja fazer está disponível perto da sua casa e tem boa qualidade? Se a resposta for não, considere o estudo a distância para aproveitar os horários disponíveis, como o almoço.

Seja inteligente na hora de fazer suas escolhas e evite gastar energia e tempo em algo desnecessário ou pouco eficiente. Essa atitude aumentará as chances de você seguir o Plano de Desenvolvimento com sucesso.

4.6. Delimitação de desafios

A adoção de um Plano de Desenvolvimento exige desafios. Você deve fazer mais do que apenas estudar e ler sobre as habilidades que deseja adquirir. O ideal é colocar em prática tudo o que aprendeu.

A atitude pode ser simples, como a apresentação de um projeto para a equipe, ou complexa, como a realização de uma palestra para centenas de pessoas. O que vale mesmo é fazer algo que hoje você acredite ser incapaz, mas precisará executar quando chegar ao seu objetivo.

4.7. Tomada de decisão e aplicação das ações

Uma situação comum é as pessoas acreditarem que o Plano de Desenvolvimento não tem serventia. Esse pensamento é decorrente da falta de aplicação do documento na realidade.

Pode parecer estranho, afinal de contas, quem elaboraria um Plano de Desenvolvimento se for para deixar a prática de lado? Porém, acredite: isso acontece com muita frequência.

Portanto, esteja certo de que suas ações podem ser colocadas em prática e tome a decisão de iniciá-las. Você vai ver que dará certo.

4.8. Realização de investimentos importantes

O último elemento obrigatório no Plano de Desenvolvimento é a execução de investimentos importantes. Você precisa estar disposto a estudar, especializar-se, enfrentar desafios etc.

Os investimentos podem ser financeiros, de tempo ou de esforço. Em quaisquer dos casos, é necessário ter noção da necessidade de se empenhar para atingir seus objetivos e transformar sua vida.

Como você pôde perceber, o PDI é fundamental para alinhar sua carreira e vida pessoal sem perder o foco. Com a rotina atribulada, esse instrumento se torna ainda mais relevante, porque ajuda a definir o que é realmente importante.

Agora que você sabe o que é um Plano de Desenvolvimento Individual, como fazer um PDI e o que é obrigatório nesse documento, que tal conhecer mais assuntos relevantes? É só assinar a nossa newsletter para acesso a conteúdos úteis para sua vida profissional.