Conheça 3 metodologias de gestão de projetos usadas na prática

Orçamentos, prazos, entregas, expectativas — todos esses fatores são importantes, mas não suficientes para transformar uma ideia em realidade. É preciso saber o que e como fazer para que uma empresa entregue ao cliente o produto ou serviço que ele espera. Por isso é tão importante conhecer as metodologias de gestão de projetos.

E você, sabe quais são os princípios de cada metodologia e em que situações elas são adequadas? Pois hoje vamos abordar 3 modelos, explicar como funcionam e apresentar as circunstâncias em que devem ser utilizados. 

Metodologias tradicionais 

Métodos tradicionais estabelecem um planejamento completo e fechado antes mesmo do início dos trabalhos. Nele, a totalidade das tarefas específicas é distribuída em uma ordem linear de evolução, e os prazos para as entregas são definidos. 

Portanto, a equipe desenvolve cada uma das etapas na ordem em que elas aparecem no planejamento. Assim que finaliza uma tarefa, inicia a seguinte. Essa sequência é conhecida como cachoeira.

Conheça abaixo o PMI, que estabelece práticas de acordo com esses princípios da metodologia tradicional: 

PMI

Criado pelo Standards Committee (Comitê de Padronização) e gerenciado pela organização Project Management Institute, que dá origem à sigla, o PMI não é uma metodologia. Trata-se de uma padronização utilizada por diversas indústrias.

O modelo identifica e nomeia processos, áreas de conhecimento, técnicas regras e métodos. Atualmente, é considerada a bibliografia mais importante quando se trata da gestão de projetos, pois abrange os principais aspectos que podem ser abordados nesse contexto. 

Como funciona o PMI?

As melhores práticas para a gestão de projetos reconhecidas por profissionais são reunidas em um guia: o Project Management Body of Knowledge (PMBOK). Essa publicação estabelece 5 processos para a condução dos projetos, que são iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento.

Ele também determina 10 áreas de conhecimento que devem ser consideradas no gerenciamento de projetos

  1. escopo;
  2. tempo;
  3. qualidade;
  4. custos;
  5. aquisições;
  6. comunicações;
  7. recursos humanos;
  8. riscos;
  9. integração;
  10. relacionamento com stakeholders.

Quando utilizar o PMI? 

As práticas do PMI / PMBOK permitem gerir melhor os projetos da empresa e coordenar a execução com excelência. Elas estabelecem fluxos eficientes de informações e ações na organização, gerando produtividade, redução de custos e satisfação de profissionais e clientes.

São recomendadas também para aquelas situações que não se adequam às metodologias ágeis, como veremos mais à frente. 

Métodos ágeis

Ao contrário da metodologia tradicional, os métodos ágeis não utilizam um planejamento completo, fechado e engessado. As tarefas são organizadas em ciclos, e sua revisão pode acontecer em diferentes ordens. 

O formato prevê a tomada de decisões enquanto o projeto é desenvolvido, a partir do surgimento de necessidades. As demandas são comunicadas por meio de controles visuais e o cliente participa do projeto, verifica o progresso, avalia o produto em construção e solicita alterações, de acordo com suas demandas. 

Agora chegou a vez de falarmos de dois métodos ágeis relevantes no mercado. Veja abaixo!

Kanban

O Kanban é um método criado pela empresa japonesa Toyota e utilizado para implantar mudanças. Em vez de prescrever práticas, ele oferece princípios que, quando aplicados, podem melhorar o desempenho e reduzir o desperdício. 

Como funciona o Kanban?

Inicialmente, o Kanban divide as tarefas em três campos: para fazer, em execução e finalizado, mas outras classificações podem ser criadas. Cada campo (pode ser uma coluna) é abastecida com cartões que trazem informações como a descrição da atividade, nome do responsável, horário em que foi solicita e prazo, por exemplo. 

À medida que as tarefas são realizadas, o próprio profissional altera sua localização e escreve o próximo cartão, com as mesmas informações, mas referentes à atividade seguinte que deve ser executada. Existem inclusive aplicativos que utilizam essa metodologia, como o Trello. 

Quando utilizar o Kanban?

Esse método pretende minimizar o impacto inicial de mudanças, facilitando a aceitação do grupo. Ele contribui para modificar a cultura da organização e amadurecê-la, preparando-a para a implementação de melhorias mais significativas nos processos. 

Portanto, ele é recomendado para aquelas situações em que a organização precisa realizar uma transição gradual entre os métodos tradicionais para métodos ágeis sem causar altos níveis de resistência organizacional. 

Design Thinking

Essa abordagem foi elaborada para permitir a solução de problemas complexos utilizando a criatividade e a empatia. Como o nome diz, ela aplica o modelo cognitivo usado pelos designers — a capacidade de abduzir para proporcionar o bem-estar na vida das pessoas.

O Design Thinking aplicado aos negócios foi popularizado por duas personalidades do Vale do Silício: David Kelley, professor da Universidade de Stanford, e Tim Brown, ligado à consultoria de inovação IDEO. 

Como funciona o Design Thinking? 

O processo geralmente é feito em grupos, e a quantidade de fases pode variar de acordo com o autor que as descreve. Vamos mencionar aqui a proposta do Instituto de Design de Stanford, que estabelece cinco etapas:

  1. criar empatia: compreender as necessidades das pessoas que demandam o projeto ou serão atingidas por ele (consumidores, colaboradores etc);
  2. definir: utilizar os resultados da pesquisa do item anterior para descrever o problema, o que deve ser resolvido ou criado para solucioná-lo;
  3. idealizar: trazer ideias e sugestões à tona sem qualquer censura, sem medo de errar. Os brainstormings são muito comuns nessa etapa; 
  4. prototipar: organizar as ideias, selecionar as mais recorrentes ou interessantes e criar protótipos capazes de simular o produto final; 
  5. testar: experimentar os protótipos e escolher o mais adequado para atender às necessidades do cliente. 

Também é importante incentivar a participação do usuário final no desenvolvimento das soluções, facilitando sua adoção e aumentando as chances de serem aplicadas como inovações

Quando utilizar o Design Thinking? 

O Design Thinking promove dois aspectos essenciais para o sucesso empresarial: inovação e desejabilidade. 

Ou seja, quando uma empresa desenvolve um produto ou serviço, é fundamental que ele seja desejado pelos consumidores, que ele tenha um valor perceptível para o cliente. 

Pensar como um designer promove exatamente isso: o empresário consegue imergir no mundo do cliente, enxergar com seus olhos e entender suas necessidades, vontades e expectativas. Dessa forma, ele é capaz de desenvolver um produto que os consumidores realmente desejam.

Quando utilizar os métodos ágeis 

Nem todos os projetos funcionam bem quando direcionados por uma metodologia ágil. Em alguns casos, é necessário realizar um planejamento completo logo no início, de acordo com os métodos tradicionais. 

Os projetos que apresentam melhores resultados com as metodologias ágeis têm as seguintes características: 

  • contam com clientes dispostos a colaborar ao longo do projeto;
  • possibilitam a utilização de controles visuais;
  • não demandam um desenvolvimento linear;
  • permitem a realização de testes constantes;
  • reúnem os diferentes setores envolvidos em um único local. 

Entendeu qual é a diferença entre as metodologias de gestão de projetos e em que situações elas são aplicadas? Percebeu o quanto essa área é abrangente e traz soluções para o dia a dia das empresas?

Que tal então conhecer os 7 motivos para se formar em gestão de projetos? Leia nosso post e descubra como esta pode ser uma opção de carreira interessante. Confira!

Como ser um profissional inovador de verdade?

Hoje em dia, ter a capacidade de criar algo novo é praticamente um pré-requisito para o sucesso. Cada profissional precisa possuir um diferencial, algo que vá além da sua eficiência e produtividade diárias.

Alguns acreditam que, para ser um profissional inovador, é necessário ter nascido com um dom, como se a criatividade fosse um talento exclusivo. Porém, a verdade é que qualquer pessoa pode atingir esse patamar por meio do aprendizado.

Inovação não é um privilégio de nenhum grupo ou geração. Não é necessário ter a experiência de um grande gestor para encontrar novas formas de trabalho, nem ser jovem para conseguir elaborar algo que ninguém nunca tinha visto.

Se você deseja inovar na sua área, pode começar a trabalhar essa capacidade agora mesmo. Veja, a seguir, algumas atitudes indicadas para quem quer se tornar um verdadeiro profissional inovador!

1. Pratique sempre a proatividade

Em muitos momentos, a diferença entre o inovador e o seguidor é quem agiu primeiro. Se você esperar sentado um convite para criar algo, é provável que alguém crie antes de você.

Por isso, sempre que tiver uma boa ideia, não demore a discuti-la com o restante da equipe. Mesmo que ela não pareça ter futuro, algo interessante pode surgir a partir da discussão.

A proatividade não deve emergir apenas na hora de inovar, mas precisa ser cultivado como algo rotineiro no trabalho. Dar um passo à frente para ajudar um colega em uma tarefa ou cobrir uma ausência, por exemplo, são algumas das atitudes que um profissional inovador costuma praticar no seu dia a dia.

2. Procure novas especializações

Aqueles que param de estudar quase sempre perdem o passo em relação ao resto da equipe. Não basta apenas ter um diploma, é importante continuar se atualizando e especializando dentro do seu setor. Pode não parecer uma atitude intrinsecamente inovadora, mas é muito mais difícil criar algo novo quando você não conhece os antecedentes.

E essa atualização deve ser feita periodicamente. Como regra, um bom profissional inovador deve buscar um novo curso de complementação a cada 2 anos, no máximo. Se um curso durar entre 6 meses e 1 ano, você terá pelo menos 1 ano para colocar em prática tudo o que aprendeu e aproveitar os frutos da sua nova formação.

3. Busque novas experiências

Especializar-se é importante, mas não é a única coisa que um profissional inovador deve buscar. Boas ideias costumam surgir a partir de detalhes, momentos de relaxamento ou mesmo em circunstâncias inesperadas. Por isso, é importante que você não se limite a um campo de conhecimento. Busque algo diferente a fim de alimentar o cérebro e deixar seu trabalho mais produtivo e único.

Coisas simples como a prática de um esporte, leitura, cinema e viagens podem ajudar a limpar a mente dos padrões já estabelecidos de qualquer área, dando mais espaço para ideias novas. Em alguns casos, uma inspiração pode surgir a partir dessas atividades.

4. Tenha senso de necessidade

Inovar não é só aparecer com algo que nunca foi visto. É pensar em uma solução nova para atender a uma demanda antiga. Um profissional inovador sabe reconhecer o que seus colegas precisam, entregando novas ferramentas e recursos a fim de que suas tarefas se tornem mais fáceis.

O senso de necessidade não é um aspecto fácil de trabalhar. Essa é uma qualidade que envolve muito mais intuição, sendo algo relativamente subjetivo. Mas você pode exercitar certas perguntas como “qual é a demanda principal de determinado setor?”. Algo simples como isso já contribui bastante.

5. Questione com regularidade

Sem questionar algo que é oferecido como verdade absoluta, você não vai conseguir inovar em seu trabalho e ter um diferencial competitivo. Para criar novidades, quase sempre é necessário romper paradigmas, alguns fortemente enraizados nos procedimentos da empresa.

Um profissional inovador não deve permanecer na sua zona de conforto por muito tempo. Ele precisa sair e encontrar algo que ainda não foi explorado.

Uma boa técnica para exercitar o hábito de questionar é sempre rebater uma afirmativa categórica com uma pergunta curta e direta. Por exemplo, sempre que alguém disser que “o cliente tem sempre razão”, você pergunta: “será que tem mesmo?”. Este é um ditado que nem sempre é interpretado da maneira correta. Ao questioná-lo, você poderá entender o que significa e aplicá-lo melhor no seu dia a dia.

6. Descomplique

A inovação não precisa ser algo complexo, rebuscado e difícil de implementar. Pelo contrário. Algumas das ideias mais revolucionárias foram aplicações extremamente simples, tanto que podem passar despercebidas aos olhos. Talvez uma nova ideia esteja na sua frente agora mesmo e você apenas não lhe deu a devida atenção ainda.

Se você quer ser um profissional de sucesso e inovador, não se preocupe em reinventar a roda. Foque em elementos palpáveis do seu cotidiano e em formas simples de torná-los mais eficazes. Menos aparato significa menores chances de falha.

7. Trabalhe em equipe

Ninguém inova sozinho. Cooperação não é só um conceito empresarial. É uma oportunidade para que novas coisas se criem. A ideia de uma única mente criativa, alguém muito à frente de seu tempo, é uma falácia.

Qualquer criação ou mudança, da mais inusitada à mais trivial, é fruto de um esforço conjunto. Se você pretende ser um profissional inovador, melhore suas habilidades de trabalho em equipe.

8. Corra riscos calculados

Inovação sempre traz riscos. Isso é um fato. Então, por que tantas pessoas buscam inovar quando, em tese, isso seria algo perigoso? Isso ocorre porque os resultados podem compensar o risco sofrido.

A questão aqui é não correr perigos desnecessários. Sempre que você estiver em busca de alguma mudança, lembre-se de avaliar os riscos e criar um plano de ação. Colocar muitos recursos a perder sem um propósito não é benéfico.

Agora que você já sabe quais habilidades deve trabalhar a fim de se tornar um profissional inovador, é hora de começar a aprendê-las.

Acha que esse artigo pode ser útil para mais alguém? Então compartilhe-o em suas redes sociais e mostre como é possível aprender a inovar.

Passo a passo: saiba como criar um Plano de Desenvolvimento Individual

Você já ouviu falar em Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)? Já pensou em como quer estar daqui a 5, 10, 15 anos? Desenhou os seus objetivos e metas pessoais e profissionais?

Essas perguntas rondam a cabeça de qualquer pessoa que está no começo da sua jornada. No entanto, também é comum haver profissionais experientes que ainda querem estar mais preparados para terem uma evolução plena.

O Plano de Desenvolvimento ajuda qualquer pessoa a chegar aonde sempre desejou. Essa ferramenta permite que você mantenha o foco e siga em frente, mesmo com os obstáculos que surgem pelo caminho.

Para ajudá-lo a cumprir as ações determinadas nesse documento e alcançar o sucesso, nós criamos um passo a passo. Ao longo deste post você vai ver:

  • o que é um Plano de Desenvolvimento Individual;

  • qual a importância desse instrumento;

  • como fazer um PDI;

  • o que não pode ficar de fora dele.

Quer entender mais? Acompanhe e veja os benefícios que o plano pode trazer para a sua vida!

1. O que é um Plano de Desenvolvimento Individual?

O Plano de Desenvolvimento é uma ferramenta que ajuda o indivíduo a progredir e a se preparar para os desafios que surgem em sua vida pessoal e profissional, como uma promoção, um projeto que deseja tocar etc. Ele pode ser de curto, médio ou longo prazo, mas geralmente dura de 3 meses a 1 ano.

Esse instrumento é uma maneira de se comprometer com o próprio desenvolvimento e atingir seus objetivos por meio de ações específicas. A ideia é traçar um roteiro que deve ser seguido para que você passe de onde está agora para o local em que gostaria de chegar.

A questão que surge nesse momento é: o que é o desenvolvimento? De acordo com o Dicionário Michaelis Online, o significado é “ato ou efeito de desenvolver(-se); desenvolução; passagem gradual (da capacidade ou possibilidade) de um estágio inferior a um estágio maior, superior, mais aperfeiçoado etc.; adiantamento, aumento, crescimento, expansão, progresso”.

Existem outros conceitos similares e que podem ser adotados neste post. A ideia, no entanto, é mostrar que o desenvolvimento tem por prerrogativa elevar a competência ou a capacidade do indivíduo, fazendo-o amadurecer, crescer e evoluir.

Nesse sentido, o Plano de Desenvolvimento focado no indivíduo tem a finalidade de aprimorá-lo em suas questões pessoais e profissionais. O resultado é a obtenção de vantagem competitiva e o alcance de um posicionamento favorável para o mercado de trabalho.

1.2. Quais são as características do PDI?

Esse instrumento deveria fazer parte dos planos de todas as pessoas, tanto em seu âmbito pessoal quanto no profissional. Ele pode ser comparado ao antigo plano de carreira, mas sua abrangência é muito mais ampla e tem como ponto de partida a avaliação individual das habilidades técnicas e específicas de cada um.

É aí que reside a vantagem do Plano de Desenvolvimento. Ele se mistura aos desejos pessoais e projeta os resultados no futuro, sempre de acordo com as características que podem ser mais bem aproveitadas para a execução de determinadas funções — como pesquisador, diretor, analista, entre outros.

Devido a esses aspectos, o Plano de Desenvolvimento tem sido uma estratégia importante para as empresas. Ele serve como ferramenta de monitoramento do desenvolvimento de competências dos colaboradores, o que permite comparar os resultados de cada avaliação e analisar se ele alcançou melhores resultados.

No âmbito pessoal, o Plano de Desenvolvimento também pode ser usado para alinhar os valores pessoais aos da organização em que você trabalha. Porém, esse documento deve ter sentido para você e para a empresa. Caso contrário, não surtirá o efeito esperado.

2. Qual a importância do PDI?

O Plano de Desenvolvimento é um indicador do caminho a ser trilhado. Ele pode partir de uma iniciativa do próprio colaborador ou ser uma ferramenta da gestão de pessoas. Em ambos os casos, o objetivo é alinhar as expectativas pessoais às profissionais.

A grande importância desse documento é determinar metas e seus respectivos prazos. Com esses elementos bem delineados, é mais fácil manter o foco, executar ações estratégicas e evitar se distrair com escolhas aleatórias.

Além disso, existem 8 benefícios que demonstram a importância da implementação dessa prática. Veja quais são eles:

2.1. Clareza

O profissional que adota um Plano de Desenvolvimento entende de maneira mais clara o que está ocorrendo em sua carreira. Isso é devido ao fato de seu progresso ser derivado de ações estratégicas que foram previamente planejadas. Ou seja, não é algo realizado ao acaso.

2.2. Motivação

O Plano de Desenvolvimento tem como base as aspirações e objetivos que foram definidos por você mesmo. A consequência é o aumento da motivação, já que se sabe que cada estágio concluído é um degrau a mais na direção da meta.

2.3. Direcionamento

O documento do qual estamos tratando traça um mapa para que você desenvolva sua carreira e assuma o controle sobre seu próprio desenvolvimento. Portanto, oferece mais autonomia às suas ações. A ideia é saber sempre qual deve ser a próxima etapa e aplicar seu esforço e tempo a fim de atingir suas metas.

2.4. Responsabilidade

A adoção de um Plano de Desenvolvimento coloca em suas mãos toda a responsabilidade sobre o futuro. Você sabe exatamente o que deve fazer, quando e de que maneira executar cada ação. Em outras palavras: você tem o dever de tomar as atitudes necessárias para alcançar os resultados que deseja.

2.5. Autoconhecimento

O autoconhecimento é uma característica que auxilia em todos os momentos da vida. O Plano de Desenvolvimento permite fazer uma investigação mais profunda sobre quais são seus motivos para alcançar as metas, o que é importante para você nos âmbitos pessoal e profissional e quais são suas melhores competências. Ao elaborar esse documento, a expectativa é que você aprenda muito mais sobre si mesmo e tenha resposta para todas essas perguntas.

2.6. Diferenciação

O Plano de Desenvolvimento impacta diretamente a sua diferenciação como profissional. A partir do conhecimento de suas próprias capacidades e aptidões, você consegue se destacar no mercado de trabalho atual, que é cada vez mais competitivo. Essa característica torna mais fácil a sua valorização perante a empresa, já que esta também obtém vantagens com a sua qualificação.

2.7. Satisfação com a carreira

Este é um dos grandes benefícios do Plano de Desenvolvimento. Afinal de contas, proporciona ao profissional a possibilidade de alinhar seus desejos pessoais aos seus sonhos de carreira. Isso faz com que você se sinta mais satisfeito ao atuar em sua função e produza com mais eficiência e qualidade.

2.8. Identificação

Um dos grandes desafios dos dias atuais é saber o que se deseja fazer para o resto da vida. É comum ter que tomar essa decisão muito cedo para prestar o vestibular. E é justamente por isso que as pessoas vêm repensando e, muitas vezes, adotando outros rumos.

Com o Plano de Desenvolvimento você identifica facilmente o que deseja, aonde quer ir e o que fazer para chegar lá. Isso resulta em motivação.

Além desses 8 benefícios, precisamos indicar também a importância das metas e dos prazos estipulados no documento. Essa atitude é fundamental para melhorar o comportamento do profissional e fazê-lo seguir em rumo à direção certa.

O planejamento detalhado também contribui para alcançar o objetivo e reduzir o estresse, porque realiza um direcionamento bem claro e aponta quais são as prioridades do momento.

A partir disso você se torna mais responsável por suas próprias ações e futuro. Também consegue determinar o que é necessário para progredir e o que deve fazer para evoluir cada vez mais.

3. Como fazer um PDI?

A elaboração do Plano de Desenvolvimento precisa passar por algumas etapas básicas, que vão ajudar a chegar nos resultados esperados. Esses estágios devem ser adotados sempre, independentemente de serem elaborados para você mesmo ou para a empresa em que atua.

Além disso, é necessário que você seja muito honesto com as informações. Somente dessa forma alcançará o sucesso.

De modo geral, a pergunta que você deve se fazer é: “onde estou neste momento e aonde desejo chegar?”. Para responder a esse questionamento, é necessário passar por algumas etapas principais. Veja o que você deve fazer em cada uma delas:

3.1. Execute uma análise situacional

A avaliação precisa ser bastante abrangente e considerar diversos fatores, entre eles: família, relacionamento, carreira, espiritualidade, saúde, finanças, equilíbrio emocional, qualidade de vida, esportes e qualquer outro aspecto relevante.

Considere também seu estado atual e o desejado nos lados pessoal e profissional. Lembre-se de estar com ambas as partes sempre na mesma direção para que seus esforços sejam somados e resultem em satisfação geral.

3.2. Defina um objetivo

Essa é uma etapa fundamental, porque define aonde deseja chegar. Você deve delimitar um objetivo específico, como a realização de um projeto, o alcance de uma promoção, uma mudança de carreira e por aí vai.

Para compreender exatamente quais são seus objetivos, pergunte-se: “o que desejo ou preciso desenvolver? O que gosto de executar no dia a dia?”. Lembre-se também de ter metas claras, porém flexíveis. É assim que seu Plano de Desenvolvimento será realmente eficaz.

3.3. Crie um mapa de competências

A análise situacional deve se refletir diretamente nesse momento. A ideia é compreender as competências que já possui e as que são necessárias para que seu objetivo seja conquistado.

O importante é ter a certeza de que não vale a pena pensar somente nos pontos positivos. Considere os negativos, que são as características mais fracas e que devem ser desenvolvidas. Assim, você conseguirá perceber quais são seus diferenciais e o que falta para se tornar excelente naquilo que faz.

Por exemplo: você pode ter a habilidade de tomar decisões rapidamente, mas precisar reforçar a capacidade de priorização. É importante desenvolver ambos os pontos fortes e fracos. Ou seja, foque na construção de ativos dos elementos positivos e aja diretamente sobre os negativos para tirar os obstáculos da sua frente.

Tenha em mente que é difícil melhorar todas essas capacidades rapidamente. Recomenda-se escolher qual competência será trabalhada de cada vez, sabendo que a definição errada pode levar ao fracasso do Plano de Desenvolvimento.

Para fazer essa priorização, é importante analisar 3 critérios:

  • impacto: a contribuição que a habilidade terá para alcançar o objetivo final;

  • urgência: o quanto a habilidade é necessária no momento;

  • desejo: o quanto você deseja desenvolver a competência.

3.4. Delimite um plano de ação

Esta é a etapa que prevê a elaboração de toda a estratégia. O plano de ação deve variar conforme os aperfeiçoamentos e características individuais a serem atingidos.

O objetivo do plano de ação é fazer com que você saia do mundo das ideias e delimite as ações concretas que permitirão alcançar as metas. Outro ponto relevante é a definição das estratégias que vão contribuir para o caminho que será trilhado.

Essa etapa é uma maneira de sair da sua zona de conforto e modificar o que for necessário. Busque orientações na teoria (em livros ou cursos), mas também considere a prática. Por exemplo: se o seu objetivo é falar bem em público, leia sobre o assunto e teste algumas técnicas. Ao mesmo tempo, aceite o convite para ministrar uma palestra para perder o medo.

Apesar desse momento, é importante reavaliar a lista de priorização de competências. Isso deve ser feito constantemente para identificar a necessidade de melhorias e manter a motivação.

O Plano de Desenvolvimento, portanto, é uma consequência de etapas contínuas. Elas devem ser condizentes com a sua rotina e precisam ser elaboradas por etapas, para que contribuam com seu processo evolutivo.

3.5. Conte com um acompanhamento

O Plano de Desenvolvimento pode ser aplicado exclusivamente por você, mas suas chances de sucesso serão maiores se contar com a ajuda de um tutor ou coach. Essa afirmação é válida porque a visão de um profissional é diferente da sua — e, por isso, muito útil.

Essa observação externa permitirá que você entenda se está trilhando o caminho correto, se seu foco permanece e se fez escolhas corretas. O processo de coaching também ajuda a encontrar as respostas para as perguntas que destacamos ao longo deste post, porque essa técnica promove o alinhamento dos seus desejos pessoais aos profissionais.

Ao mesmo tempo, suas habilidades técnicas e emocionais são potencializadas. O resultado é o sucesso do Plano de Desenvolvimento.

4. O que não pode ficar de fora do seu PDI?

Este post já mostrou o que é o Plano de Desenvolvimento, qual sua importância e vantagens e como aplicá-lo. Para finalizar, vamos mostrar o que você não pode deixar de abordar nesse documento.

Quer saber quais são esses pontos mais relevantes? Confira os que vamos listar a seguir:

4.1. Definição de metas e prazos

A gente especificou que o Plano de Desenvolvimento pode ter duração de 3 meses a 1 ano. Se ele for mais curto do que isso, será difícil de efetivar. Já os objetivos de prazo mais longo podem ser traçados, mas você precisa ter uma motivação extra para segui-los, além de renovar as metas e o caminho frequentemente.

As metas e prazos, portanto, são fundamentais para a elaboração dos seus objetivos. São eles que permitem verificar se as ações propostas foram seguidas e em que medida foram cumpridas.

Estabeleça prazos realistas. Se perceber ao longo do processo que é necessário revisar o plano, faça isso. É bastante comum fazer acréscimos, mudanças e ajustes.

Nesse momento, é preciso definir métricas adequadas à sua situação. Voltando ao exemplo anterior de falar em público, imagine que a palestra deve contar com, pelo menos, 30 pessoas.

Se ficar muito difícil, uma dica é dividir os objetivos em metas menores. Essa medida ajuda a dar ritmo ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, além de estimular a sua motivação.

4.2. Análise do resultado do PDI

O Plano de Desenvolvimento deve ser analisado, mas é importante ir além da reflexão sobre seu cumprimento. É importante identificar o aprendizado que obteve e de que forma isso ocorreu.

Pense sobre o que deu certo e errado, as competências que conseguiu desenvolver, o que dificultou o alcance de determinado objetivo, se o obstáculo surgiu na definição de competências ou na elaboração do Plano de Desenvolvimento etc.

Lembre-se de que competência não se resume a conhecimento. Ela abrange também as habilidades e atitudes, ou seja, como você aplica o que sabe na prática e como isso é incorporado em sua rotina. Assim, você realmente cria novos hábitos e modifica a si mesmo.

4.3. Atenção às possibilidades

A elaboração do Plano de Desenvolvimento exige que você pense sobre si, mas também que avalie a situação do mercado e da empresa em seu segmento de atuação. Essa análise permitirá reconhecer indicações do caminho mais promissor e dos pontos que você precisa ajustar.

Algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo nesse momento são:

  • Há alguma vaga interessante que ficará disponível em breve?

  • Existe algum concurso que deseja fazer?

  • Há algum cargo ao qual deseje se candidatar?

Verifique se as ações estipuladas elevam as chances de atingir sua meta. Se sim, aproveite a chance.

4.4. Definição de prioridades

O Plano de Desenvolvimento trará diversas especificações de metas e objetivos. Eles devem ser priorizados para que você possa focar em uma atividade de cada vez e ser mais eficiente.

A priorização deve ser feita de modo racional, mas quando se chega a um empate, a melhor forma de solucionar a questão é usar o seu desejo como critério. Pense em quanto deseja desenvolver determinada habilidade, de que forma ela ajuda a alcançar o objetivo etc.

Esteja certo de que a sua vontade é capaz de estimular a realização de grandes atitudes — e tudo fica muito mais fácil.

4.5. Seleção de atividades a partir da rotina

Uma das principais dificuldades do Plano de Desenvolvimento é sair da zona de conforto. Porém, você pode facilitar esse processo adaptando as estratégias do documento à sua rotina.

Por exemplo: o curso que deseja fazer está disponível perto da sua casa e tem boa qualidade? Se a resposta for não, considere o estudo a distância para aproveitar os horários disponíveis, como o almoço.

Seja inteligente na hora de fazer suas escolhas e evite gastar energia e tempo em algo desnecessário ou pouco eficiente. Essa atitude aumentará as chances de você seguir o Plano de Desenvolvimento com sucesso.

4.6. Delimitação de desafios

A adoção de um Plano de Desenvolvimento exige desafios. Você deve fazer mais do que apenas estudar e ler sobre as habilidades que deseja adquirir. O ideal é colocar em prática tudo o que aprendeu.

A atitude pode ser simples, como a apresentação de um projeto para a equipe, ou complexa, como a realização de uma palestra para centenas de pessoas. O que vale mesmo é fazer algo que hoje você acredite ser incapaz, mas precisará executar quando chegar ao seu objetivo.

4.7. Tomada de decisão e aplicação das ações

Uma situação comum é as pessoas acreditarem que o Plano de Desenvolvimento não tem serventia. Esse pensamento é decorrente da falta de aplicação do documento na realidade.

Pode parecer estranho, afinal de contas, quem elaboraria um Plano de Desenvolvimento se for para deixar a prática de lado? Porém, acredite: isso acontece com muita frequência.

Portanto, esteja certo de que suas ações podem ser colocadas em prática e tome a decisão de iniciá-las. Você vai ver que dará certo.

4.8. Realização de investimentos importantes

O último elemento obrigatório no Plano de Desenvolvimento é a execução de investimentos importantes. Você precisa estar disposto a estudar, especializar-se, enfrentar desafios etc.

Os investimentos podem ser financeiros, de tempo ou de esforço. Em quaisquer dos casos, é necessário ter noção da necessidade de se empenhar para atingir seus objetivos e transformar sua vida.

Como você pôde perceber, o PDI é fundamental para alinhar sua carreira e vida pessoal sem perder o foco. Com a rotina atribulada, esse instrumento se torna ainda mais relevante, porque ajuda a definir o que é realmente importante.

Agora que você sabe o que é um Plano de Desenvolvimento Individual, como fazer um PDI e o que é obrigatório nesse documento, que tal conhecer mais assuntos relevantes? É só assinar a nossa newsletter para acesso a conteúdos úteis para sua vida profissional.

8 dicas para a construção de uma boa imagem profissional

Construir e manter uma boa imagem profissional é o primeiro passo para ter sucesso na carreira. Ser eficiente nos processos e ter muitos conhecimentos técnicos na sua profissão são fatores importantes, mas se você não cultivar uma boa reputação em todos os aspectos, certamente terá dificuldade para galgar posições melhores nas empresas.

E não pense que isso se restringe ao que você faz dentro do escritório. Com as redes sociais cada vez mais presentes na vida das pessoas, as vidas pessoal e profissional vêm se confundindo e é preciso que a sua postura seja exemplar durante todo o tempo.

Por isso, preparamos para este post 8 dicas de como construir uma boa imagem profissional, que vai ajudá-lo muito na sua caminhada em um mercado cada vez mais disputado. Acredite: o diferencial competitivo está nas pequenas atitudes.

1. Seja pontual

Não existe nada mais irritante do que a falta de pontualidade no ambiente corporativo. Acumular atrasos constantes em reuniões e encontros, ou mesmo para chegar e ir embora do trabalho, passa uma imagem de desorganização que não ajuda em nada a sua reputação.

É muito comum que as pessoas subestimem o tempo que uma reunião pode durar, o que acaba gerando atrasos e cancelamentos de compromissos posteriores.

Portanto, uma dica para evitar atrasos é calcular o seu dia em função do tempo de cada atividade. Estime os horários dos seus compromissos e faça uma revisão da sua agenda no dia anterior. Para evitar o prolongamento desnecessário de compromissos, use um cronômetro para controlar o tempo.

2. Cuide da sua organização

Dê uma olhada na sua mesa de trabalho. Ela está bagunçada, com muitos papéis e outros itens espalhados? Se a resposta for positiva, saiba que a sua imagem pode ser prejudicada.

Ao contrário do que se pensa, mesas desorganizadas não demonstram excesso de trabalho. Existem profissionais com milhares de atividades diárias que conseguem manter suas mesas impecáveis.

Se você tiver dificuldades, compre prateleiras móveis para organizar a papelada e pastas para guardar documentos importantes.

3. Antecipe-se aos problemas

O bom profissional é aquele que consegue antever os problemas e propor soluções para evitar que eles aconteçam. Pessoas proativas são muito valorizadas nas empresas, pois não ficam só apagando incêndios. Elas agem para que o fogo não aconteça.

Isso exige uma visão crítica dos processos e um bom conhecimento tanto da empresa quanto da profissão. E, geralmente, a proatividade inspira outros funcionários a adotarem o mesmo comportamento, o que traz muitos ganhos para a organização.

4. Resolva conflitos com soluções práticas

Se você trabalha em uma empresa, seja ela de qualquer porte, sabe que os conflitos são inevitáveis. Todos os dias, as divergências de ideias produzem situações que podem sair de controle e prejudicar o ambiente de trabalho.

Quem quer cultivar uma boa imagem profissional deve ter a capacidade de solucionar os conflitos de uma forma positiva, apresentando soluções práticas.

Não confunda conflitos com brigas. Essas últimas devem ser evitadas a qualquer custo. Os conflitos, quando ocorrem no campo das ideias, podem ser positivos para a organização, pois acabam se tornando a fonte inicial de projetos interessantes.

Mas, para isso, é preciso que você aja de forma positiva e resolutiva. Se alguém trouxe alguma sugestão com a qual você não concorda, apresente outras possibilidades em vez de apenas criticar. Assim, você consegue fazer com que o debate seja frutífero, tanto para a empresa quanto para a sua carreira.

5. Não se envolva em fofocas

As rodas de fofoca são comuns em todas as empresas. Nesse caso, o único conselho possível é: jamais esteja envolvido nelas.

Funcionários que passam mais tempo falando da vida dos outros do que se preocupando com seu próprio trabalho são um mal para as organizações e, mais cedo ou mais tarde, terão suas carreiras prejudicadas. E, por mais que você pense que os gestores não têm conhecimento de quem são essas pessoas, em algum momento eles saberão.

6. Pense bem antes de mandar e-mails

Os e-mails corporativos são uma ferramenta muito útil para a comunicação organizacional. Mandar um e-mail para um colega para deliberar sobre algum projeto ou atividade pode ser muito rápido, ágil e seguro.

Mas lembre-se de que se trata de uma ferramenta de trabalho. Usar o e-mail para espalhar correntes ou para tratar de assuntos pessoais prejudica muito a sua imagem profissional.

7. Fique de olho nas suas redes sociais

Embora sejam de cunho pessoal, as redes sociais têm sido muito usadas pelos gestores para avaliar o estilo de vida de seus funcionários. Exagerar em fotos ou em opiniões, principalmente aquelas que envolve assuntos como política ou futebol, podem causar um desgaste desnecessário na sua imagem.

Se exceder nas redes sociais não é uma atitude que gera uma demissão direta, mas pode fazer com que você ganhe uma fama ruim tanto na sua empresa atual quanto no mercado em geral. E isso pode ser decisivo na hora de conseguir promoções ou mesmo um novo emprego.

8. Participe de todas as atividades que puder

Sabe aquele happy hour que os colegas combinam e que você está morrendo de preguiça de ir? É melhor pensar bem antes de ficar de fora. As atividades extras também ajudam na formação da sua imagem profissional.

O clima de trabalho é muito pautado pela parte da rotina, mas é a forma como se constroem os laços de confiança, e até de amizade, que faz com que o dia a dia na empresa fique mais agradável.

Portanto, é nos momentos de relaxamento fora da empresa que você tem a chance de conhecer melhor os colegas e se mostrar como uma pessoa agradável e parceira. E isso faz toda a diferença dentro do escritório.

Não é preciso participar de todas as atividades, mas evite ser aquele colega que nunca vai aos encontros do time.

Como você viu, a construção da imagem corporativa passa por uma série de atitudes que podem até extrapolar a sua vida no dia a dia do escritório. E o ideal é conseguir unir essa boa reputação com uma excelente produtividade. Para isso, que tal ler um pouco mais sobre como ser mais produtivo no trabalho? Aproveite a leitura e cuide bem da sua carreira! 

Como ser um gerente de marketing de sucesso?

O ramo de marketing tem crescido bastante nos últimos anos. Com o crescimento da tecnologia digital e da internet, as possibilidades para conhecer e entrar em contato com qualquer público aumentaram estratosfericamente. Nesse cenário, ser um gerente de marketing é algo bem vantajoso. Mas ainda é necessário cumprir alguns requisitos para ter sucesso nessa carreira.

Não existe uma cartilha fechada ou fórmula para se tornar um profissional de marketing de sucesso, mas quase todas as empresas têm guias para determinar quais habilidades eles esperam dos membros de sua equipe. Em especial dos gerentes. Veja aqui 7 características que costumam diferenciar um grande profissional aos olhos do mercado:

1. Exercite suas habilidades de comunicação

Um gerente de marketing é, acima de tudo, um comunicador. Ele é o responsável por representar a empresa para o seu público, zelar pela imagem que é passada e por como a marca é percebida de forma geral. Essa capacidade de comunicação em larga escala não costuma ser adquirida tão naturalmente. Ela precisa ser exercitada ao longo da carreira e do dia a dia do profissional.

Além disso, esse tipo de habilidade não deve ser voltado apenas para o público. Boa parte do contato realizado pelo gerente de marketing ocorre dentro de sua própria equipe, com seus sócios e com outras empresas. Quanto mais for possível trabalhar essa capacidade, mais versátil e eficiente você será.

2. Esteja informado sobre tendências de mercado

Conhecimento é poder, ainda mais na era da informação na qual vivemos. Capacidade de reunir, processar e armazenar dados é vital dentro de qualquer empresa e para cada profissional que trabalha nela. Acompanhar tendências de mercado é parte integrante do trabalho de marketing.

A melhor maneira de tornar essas buscas mais eficientes é inseri-las na sua rotina de trabalho, até que elas se tornem mais hábito do que obrigação. Como gerente de marketing, você já deve ter algumas fontes confiáveis às quais recorrer. Basta encaixar essas leituras em um horário fixo do seu dia. Logo elas não vão representar nenhum esforço.

3. Domine mais a tecnologia

Como já mencionamos, a era digital é um dos grandes motivos para que o setor de marketing tenha ganhado cada vez mais destaque. A quantidade de ferramentas disponíveis para estudar seu público, criar campanhas e bolar estratégias é maior do que nunca. E entender como tudo isso funciona é um ótimo passo para ser um gerente de marketing bem-sucedido.

Isso não significa que você deve abandonar qualquer formação que já tenha e começar um curso na área de TI. Isso seria bem contraproducente. Basta que você exercite o mesmo hábito do item anterior, lendo e se informando a respeito. Caso ache necessário, pode e deve fazer um curso de extensão, especialmente para dominar os softwares de marketing.

4. Fale mais de um idioma

Ser fluente em mais de uma língua é importante para quase todas as profissões por uma variedade de razões. Mas para um setor que lida regularmente com pessoas do mundo inteiro, entender corretamente os idiomas é um diferencial ainda maior. Um gerente de marketing que possa ir até a Alemanha, Espanha, Japão ou Estados Unidos por conta própria é um profissional cobiçado.

Saber mais de uma língua significa que você terá maior autonomia em viagens, poderá acompanhar artigos internacionais antes de serem traduzidos, entre outras vantagens. Não se limite apenas ao Inglês intermediário. Busque mais idiomas sempre que for possível.

5. Desenvolva uma visão analítica

Quando falamos em “visão analítica”, estamos nos referindo à capacidade de observar de forma crítica uma situação e entender todos os seus componentes. Assim como a questão da comunicação, a forma como um profissional pensa não é algo que pode ser ensinado no sentido pleno da palavra. É necessário exercitar essa habilidade para ser um bom gestor.

Uma forma simples de começar é sempre se perguntar, com todas as letras ou mesmo em voz alta, os porquês de determinada situação. Por exemplo, “por que um determinado grupo de clientes é interessado em determinado serviço?”, sempre evitando respostas excessivamente simplistas ou infundadas. Lembre-se: dados são a sua base para tudo.

6. Sempre tenha foco

Um dos maiores problemas nos novos profissionais, principalmente os millennials, é a falta de direcionamento e foco que pode ocorrer em alguns momentos. Como gerente de marketing, você não pode se dar ao luxo de não saber, ou ao menos ter uma noção, de em que direção deve caminhar.

Todo o trabalho e campanhas de marketing deve possuir um objetivo, algo palpável e mensurável. Essa meta pode ser definida de forma levemente genérica, como “aumentar a presença da marca”, mas você deve ter critérios muito claros para determinar seu sucesso. Da mesma forma, o caminho até tal objetivo deve estar bem esclarecido, a fim de manter a produtividade em dia e conquistar os objetivos traçados.

7. Busque formação e especialização

Um ponto bem simples, mas que ainda merece a devida menção. Um gerente de marketing de sucesso é quase sempre formado nessa área, com anos de estudo e alguma experiência na bagagem. Sem algum conhecimento teórico e técnica, é bem difícil garantir a qualidade do seu trabalho como profissional. Alternativamente, esse gerente pode ser formado em Administração, por exemplo, mas ainda deve ter uma pós-graduação na área.

Além de toda a base, é importante que você, enquanto profissional, continue se especializando em alguma área para melhorar seu desempenho. Um gerente focado em marketing digital é muito mais eficiente em sua própria área do que em field marketing, por exemplo. Além de ser mais valorizado no mercado, um especialista é quase sempre melhor do que a média em seu serviço.

O gerente de marketing que tenha essas qualidades certamente agregará valor para todas as companhias para as quais contribuir, com seu talento e também com o empenho diante os desafios do mercado. Ele também terá capacidade para ter uma visão empreendedora, capaz de trazer benefícios para sua carreira.

Agora que você já sabe como se tornar um gerente de marketing de sucesso, é hora de começar a trabalhar seu desempenho. Quer continuar acompanhando nossos conteúdos? Então assine nossa newsletter e receba tudo em primeira mão.

Conheça os segredos de 7 gestores de sucesso!

Qualquer carreira é feita de altos e baixos. No ramo dos negócios não é diferente. Por isso, é preciso estar preparado para enfrentar os obstáculos que aparecerão no seu caminho. A jornada para ser um gestor de sucesso pode ser longa, mas é necessário ser persistente!

Se você deseja se destacar e crescer profissionalmente, traçar um plano de carreira e buscar por qualificação é fundamental. No entanto, também há outros pontos que devem ser trabalhados caso você queira se tornar um bom líder e entregar resultados positivos para a sua empresa.

Quer saber quais são eles? Acompanhe o post de hoje e conheça 7 gestores de sucesso e o que eles fizeram para se consolidar como líderes tão influentes e respeitados!

1. Steve Jobs

Quem nunca ouviu falar sobre o fundador da Apple, que serve de inspiração para todos os gestores que sonham em alcançar o sucesso?

Steve Jobs nos deixou um legado graças à sua visão empreendedora. Contudo, foi aos poucos que ele conseguiu se tornar um ícone do ramo tecnológico. Isso porque, no início de sua carreira, a Apple funcionava na sua garagem. Além disso, um pouco depois de fundar a empresa, ele acabou sendo demitido do seu próprio negócio por questões de participação e ações.

Jobs não desistiu e deu a volta por cima ao fundar a NeXT e vendê-la para a Apple, o que o levou de volta à sua companhia. E sua carreira não para por aí! Jobs ajudou a criar a Pixar, que mais tarde foi comprada pela Disney. também foi ele quem ajudou a popularizar a informática e revolucionar o mundo digital.

Podemos tirar lições valiosas de sua trajetória, tais como a resiliência, a força de vontade para trabalhar com o que ama, a necessidade de aprender a antecipar as tendências futuras e ter humildade para saber lidar com o fracasso.

2. Jack Welch

O ex CEO Jack Welch teve uma longa carreira bem-sucedida na General Electric e, atualmente, ele ministra palestras e publica livros relevantes para o ramo dos negócios, como “76 fatores críticos para o sucesso” e “Paixão por vencer”.

A sua história é inspiradora pois ele veio de origem humilde e foi o primeiro de sua família a ir para a Universidade. O seu sucesso se deu graças às suas competências de liderança e técnicas de gestão executadas na GE.

Segundo Welch, o líder é uma pessoa que sabe inspirar e motivar a equipe, estando aberto a mudanças e novas ideias. Também é necessário que o líder engaje os colaboradores e os ajude a despertar a paixão pelo que fazem, dando-lhes maior autonomia para tomar suas próprias decisões. Dessa forma, é possível criar uma cultura do aprendizado, necessária para o sucesso da empresa, visto que todos aprendem com os erros e podem crescer juntos.

3. Luiz Antônio Seabra

Brasileiro e dono da Natura, uma das maiores empresas de produtos de beleza da América Latina, Luiz Antônio Seabra teve o sucesso garantido graças ao seu plano de carreira. Ele iniciou sua trajetória no universo da tecnologia, sendo superintendente da Remington Rand, entretanto, mudou de ramo para fazer o que amava.

O diferencial da sua empresa são as vendas diretas e o seu maior contato com o público, o que fez com que Luiz entendesse melhor o comportamento dos consumidores de cosméticos, concluindo que o processo de decisão de compra era baseado no bem-estar, autoestima e satisfação desses potenciais clientes.

Além disso, o líder da Natura apresenta em sua marca uma cultura de preservação da natureza e consciência ambiental, o que torna sua empresa sustentável, característica importantíssima nos dias de hoje.

O seu planejamento, criatividade, dedicação e visão mais humanizada são fatores a serem levados em consideração por qualquer um que deseja se tornar um gestor de sucesso.

4. Ralph Lauren

Ícone do mundo fashion, Ralph Lauren iniciou sua carreia do zero, vendendo para os amigos gravatas que ele mesmo confeccionava, enquanto estudava. Vindo de uma periferia nova-iorquina, hoje ele é dono de uma fortuna de bilhões de dólares e conquistou o mundo com sua grife masculina.

Ele teve persistência para crescer, já que veio de origem humilde, e visão para atender às necessidades do mercado, pois expandiu sua marca para mulheres, crianças e investiu também em acessórios, como óculos e perfumes. Essas são características desejáveis em líderes bem-sucedidos.

5. Luiza Trajano

O Magazine Luiza começou como uma pequena loja de presentes no interior de São Paulo, chamada “A Cristaleira”, gerida pelos tios de Luiza Trajano. Com o passar dos anos, o negócio se expandiu para outras cidades. Porém, foi a posição de liderança tomada por Luiza o que fez com que a empresa tomasse grandes proporções, se tornando uma grande loja de departamentos.

Foi durante a sua gestão que o Magazine Luiza se consolidou como pioneira no comércio eletrônico. Luiza também passou a investir em liquidações e na ascensão de seus funcionários, que começaram a ter maior autonomia nas tomadas de decisão da empresa.

Para seguir o exemplo de Luiza, é fundamental investir no atendimento de qualidade ao cliente e em inovações de seus serviços e produtos, além de estar aberto aos feedbacks negativos e impulsionar os funcionários a crescerem profissionalmente.

6. Robinson Shiba

O fundador da China In Box também passou por grandes dificuldades até se tornar um gestor de sucesso e trabalhar com o que realmente gostava. Isso porque, em uma viagem para os Estados Unidos para aprimorar o seu inglês, Robinson foi assaltado e perdeu todo o seu dinheiro. Por isso, precisou trabalhar como lavador de pratos e entregador de fast food.

A partir dessa experiência, ele notou como o delivery era um bom negócio e, até então, uma tendência inovadora no Brasil. Um tempo depois de voltar para o país, Shiba iniciou sua empreitada de entrega rápida de comida chinesa e teve total apoio de seu pai, que chegou a vender um apartamento por um terço do preço a fim de conseguir capital para investir na ideia do filho.

Para se tornar bem-sucedido como é atualmente, Shiba precisou estudar minuciosamente o negócio. Teve perseverança e aprendeu que um gestor precisa saber voltar atrás quando toma atitudes falhas, e dar importância às pesquisas de mercado — uma vez que suas franquias na Argentina e no México não deram retorno, pois o gestor não procurou saber se os seus clientes em potencial gostavam de comida chinesa.

7. Sônia Hess

Desde pequena, Sônia aprendeu com seus pais o significado da palavra “perseverança”. A família mantinha uma vendinha humilde de secos e molhados no primeiro andar de sua casa. Em uma época de crise financeira, a mãe de Sônia decidiu descosturar uma camisa para entender como a peça era feita. Então, com a ajuda de duas costureiras, produziu mais três camisas, que logo foram vendidas. Foi assim que nasceu a empresa “Dudalina”.

Sônia tomou gosto pelo negócio da família e passou a dar consultorias para outras empresas. Anos depois, e após vários contratempos, ela voltou a fazer parte da Dudalina e se engajou, trabalhando com o desenvolvimento dos produtos, vendas e marketing, adquirindo maior experiência no ramo, o que a levou à liderança da empresa.

Sônia transformou a Dudalina: antes, a empresa confeccionava apenas camisas masculinas, mas Sônia lançou uma linha feminina. Seu lado criativo e a força de vontade para conquistar a nova clientela fez com que a empresa crescesse cada vez mais, tornando-se reconhecida no exterior.

Uma de suas habilidades como líder é ser carismática e gostar de estar em contato com as pessoas. Afinal, qualquer que seja a empresa, é fundamental que o seu gestor seja alguém aberto e amigável. Ainda, a sua forma de manter os funcionários motivados e envolvidos com suas funções é mostrar a eles como ela mesma está comprometida com a empresa e o quanto gosta do seu trabalho.

Agora que você já sabe o segredo desses gestores de sucesso, que tal compartilhar o post de hoje nas redes sociais e ajudar outras pessoas a se tornarem líderes melhores?

Passo a passo: como ser muito mais produtivo no trabalho!

O dia tem as mesmas 24 horas para um gestor, um diretor ou um profissional operacional. No entanto, é comum vermos profissionais de diversas hierarquias reclamando que seus dias estão curtos ou que precisam de mais horas para concluir suas tarefas. Ao mesmo tempo, ser mais produtivo é um diferencial importante no mercado de trabalho.

Então, como deixar a baixa produtividade no trabalho no passado sem prejudicar seu tempo dedicado à família com horas extras intermináveis e ainda conseguir realizar todas as tarefas do dia a dia? A resposta é, basicamente, saber planejar o dia. Para isso, temos diversas ferramentas de gestão de tempo disponíveis, das quais podemos fazer uso ilimitado e até melhorar a concentração em nossos afazeres.

Se você tem interesse na mágica de fazer mais com o mesmo tempo, ou até com menos, confira as técnicas de produtividade que vamos abordar neste artigo. 

1. Conheça os motivos da baixa produtividade no trabalho

A baixa produtividade no trabalho tem causas diversas. Até mesmo a própria necessidade de ser mais produtivo pode gerar desmotivação quando o profissional não está apto ou não tem as ferramentas necessárias para otimizar seus resultados. No entanto, para todos os males que afligem os bons resultados, existem técnicas que abordaremos mais adiante.

Mas, para que você seja muito mais produtivo no trabalho, é preciso entender e solucionar o que te impede de entregar resultados melhores. Seja para você mesmo ou para um colaborador, a melhor forma de identificar as causas é fazer uma avaliação criteriosa. Basicamente, é preciso responder às seguintes perguntas:

  • a baixa produtividade tem sido algo constante ou apenas foi observada agora?
  • Todas as atividades exercidas demonstram um baixo desempenho?
  • A liderança está antenada a esse sintoma?
  • Quantas horas semanais (incluindo as extras) o trabalho está consumindo?

Com essas respostas, é mais fácil avaliar a situação e identificar os reais motivos da questão. Para ficar ainda mais fácil encontrar a raiz do problema, confira os principais motivos da baixa produtividade de profissionais no trabalho:

1.1 Falta de engajamento e motivação

Existe uma vertente da Gestão de Pessoas que afirma que os funcionários devem ser vistos como parceiros e não empregados. Isso porque quando o profissional se sente parte de algo e sabe a importância dos processos que executa, ele será motivado a contribuir com a excelência, ainda que seja em busca apenas de reconhecimento pessoal.

Um funcionário engajado tende a produzir mais e melhor. Essa motivação que o pertencimento causa é um combustível potente para melhorar os resultados e a qualidade do trabalho executado. No entanto, a desmotivação não é causada apenas pela ausência de ações de reconhecimento do profissional.

1.2 Estresse excessivo

Algumas profissões são naturalmente estressantes. Para alguns especialistas, é positivo se manter no estado de alerta. No entanto, o excesso de pressão e cobranças também pode ocasionar a desmotivação do profissional.

Uma das premissas da Pirâmide de Maslow é que a satisfação pessoal faz parte das buscas de qualquer humano. Mas, se há uma carga de trabalho excessiva para uma pessoa e ela fica incapacitada de dar vazão às inúmeras demandas, é compreensível que ela não se sinta realizada. E esse é um grande fator desmotivador.

1.3 Função inadequada

Imagine ter estudado por anos para se preparar para uma profissão e ter que trabalhar em uma função diferente ou alheia à sua vontade. Por isso, realocar um profissional para um cargo cujas as habilidades necessárias são bem diferentes das que ele detém pode ser traumático e gerar resultados desastrosos para a empresa.

Por exemplo, se você tem um perfil analítico, gosta de trabalhar em um ambiente calmo e com atividades rotineiras, é muito provável que não se adapte às atividades de um cargo que exige boa comunicação, dinamismo e traquejo com pessoas. O resultado é mais desmotivação e baixa produtividade no trabalho. 

1.4 Desgaste físico e emocional

Assim como um atleta, que precisa de momentos de repouso para manter o rendimento físico, qualquer profissional também precisa de momentos de lazer e descanso. Portanto, por mais prazerosa que seja a sua atividade laboral, você precisa de pausas. Apesar de muitos empregadores acharem que horas extras são sinônimo de comprometimento do funcionário, elas podem causar mais prejuízos que benefícios.

Para ilustrar, pense que você trabalha oito horas por dia, tem uma hora de almoço, gasta mais duas no trânsito de casa para o trabalho e do trabalho para casa e, por fim, dorme oito horas. Sobram apenas cinco horas para se dedicar às atividades de lazer, como ir ao cinema, ver TV ou ler um livro. E, se você ainda compromete parte desse tempo com algum tipo de curso, cada minuto que você usar como hora extra no trabalho só poderá ser subtraído de suas horas de sono — algo totalmente desgastante.

1.5 Falta de treinamento

Muitos profissionais não têm tempo ou condições financeiras para investir em cursos e treinamentos especializados para melhorar suas técnicas de produtividade. Aí, quando a empresa não investe nesse aspecto, os empregados rapidamente ficam desatualizados e inaptos a ajudarem a empresa na competição do mercado. A falta de treinamento se torna uma das principais causas da baixa produtividade no trabalho

1.6 Fontes de distração constantes

Apesar de a fonte mais comum de distração ser a frequência com que as pessoas acessam suas redes sociais, as paradinhas para consultar as últimas atualizações do Facebook ou o assunto da hora no Twitter não são os únicos motivos que impedem os profissionais de melhorarem a concentração.

O fato é que estamos vivendo na era da urgência, em que os e-mails devem ser respondidos imediatamente, e em que o telefone toca para sanar qualquer dúvida simples de forma mais imediata.

Além disso, os bate-papos entre os colegas de trabalho sobre trivialidades do dia acabam quebrando o ritmo de produtividade dos profissionais. Alguns acabam por adotar medidas específicas para evitar tais problemas, como não conferir o e-mail durante o dia ou trabalhar ouvindo música em fones de ouvidos.

1.7 Falta de planejamento

A falta de planejamento é um dos grandes vilões da perda de produtividade. Segundo estudos da NASA, ao realizar tarefas na ordem incorreta, o cérebro tem maior dificuldade de ajustar o ritmo de trabalho. Isso ocasiona uma produtividade menor. E a falta de planejamento é facilmente identificável quando perguntamos para alguém se ele já terminou determinada tarefa. Se houver hesitação na resposta, provavelmente significa falta de organização ou mesmo excesso de atividades. Você saberia dizer quanto tempo falta para terminar suas tarefas pendentes?

Em boa parte dos casos relatados acima, dificilmente haverá ferramentas de gestão de tempo ou técnicas de produtividades que farão o profissional melhorar a concentração e ser mais produtivo. No entanto, ao incorporar alguns hábitos no seu dia a dia, é possível sanar boa parte das lacunas em suas tarefas. Então, use e abuse das sugestões que apresentaremos a seguir.

2. Use técnicas e ferramentas de gestão de tempo

Existe um excelente livro de Charles Duhigg (O Poder do Hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios) que afirma que hábitos podem ser mudados e adquiridos. Ou seja, ainda que a adoção de algumas técnicas e ferramentas de gestão de tempo não seja fácil ou não traga resultados imediatos, é apenas por meio de sua incorporação no dia a dia que você conseguirá ser mais produtivo.

Isso porque elas são capazes de eliminar ou atenuar boa parte dos motivos da baixa produtividade no trabalho. É por meio delas que você será capaz de aproveitar melhor o ritmo das atividades, afastar a procrastinação e planejar seu dia de forma mais eficiente. Por isso, nos próximos parágrafos vamos apresentar as técnicas e ferramentas mais indicadas. 

2.1 Planeje bem as suas tarefas

Segundo os estudos da NASA, a transição entre tarefas é uma grande vilã da produtividade. Por isso, é preciso saber organizar bem suas demandas para aproveitar o ritmo da última tarefa realizada. Para outros especialistas, é interessante iniciar os trabalhos com tarefas mais simples, para as quais você não gastará muito tempo e nem muita energia. Como certamente você obterá sucesso nelas, será proveitoso aproveitar a animação de concluir positivamente um tópico e partir para algo mais difícil.

Conforme as tarefas vão ficando mais difíceis, a possibilidade de você se frustrar aumenta. Se isso acontecer, é preciso ter dinamismo para iniciar uma nova tarefa com grau de dificuldade ligeiramente inferior, para que você consiga restabelecer seu emocional e passar para outras mais complexas. Para fazer isso, procure agrupar suas demandas de acordo com a dificuldade e pensar nas ferramentas necessárias para a execução de cada uma delas.

2.2 Organize o amanhã ainda hoje

A maior parte das pessoas deixa para planejar as demandas do dia pela manhã. Conferem e-mails, definem as prioridades e reajustam os prazos. No entanto, é interessante que você aproveite o final do dia anterior para fazer aqueles minutos derradeiros valerem a pena. Se planejar antes de finalizar o expediente é uma ótima técnica de produtividade, pois no dia seguinte você não precisará perder tempo com o planejamento do dia.

Então, faça uma pequena lista com as principais demandas, defina horários e dias nos quais você deverá entregá-las. Segundo a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, usar alguns minutos do final do dia para planejar o seguinte é uma forma de tomar as melhores decisões. Afinal, você poderá chegar na empresa já com diversos problemas precisando de resoluções.

Na elaboração dessa lista, você pode adotar o princípio 80/20. Existem dois livros de Richard Koch chamados O Princípio 80/20 e O estilo 80/20: como obter 80% dos resultados focando 20% das tarefas, nos quais ele defende que “um pequeno número de causas cria a maioria dos resultados”.

Ou seja, sabendo definir as tarefas mais importantes e que geram os melhores resultados, você será capaz de fazer mais em menos tempo. A abordagem do autor se respalda em duas regras: a do foco, em que menos é mais, e a do progresso, de como produzir mais com menos. Vale a pena a leitura!

2.3 Use o que você aprender

A Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios também fez uma seleção de dicas de produtividade, recomendando inclusive que os profissionais usem aquilo que aprendem. Quantos dos chamados “truques de produtividade”, ou atalhos do sucesso, você já aprendeu e quantos você de fato pratica?

Vivemos aprendendo coisas, desde uma simples tecla de atalho no computador até uma tática de abordagem que facilita sua argumentação em uma venda ou na negociação com os demais profissionais da sua empresa. Algumas dessas coisas são mais funcionais e várias outras menos importantes. Mas, na maioria das vezes, permanecemos no vício daquilo que já fazemos.

Nosso cérebro está programado para fazer coisas automaticamente e nem sempre elas são melhores ou mais lucrativas para nós. Portanto, se obrigue a reproduzir o que você aprender até que seu inconsciente incorpore esses novos hábitos em sua rotina.

2.4 Otimize as reuniões

No mundo corporativo, as reuniões sem foco ou desnecessárias também podem ser grandes vilãs da produtividade. São aqueles encontros nos quais as pessoas procrastinam os assuntos a serem debatidos ou para os quais nem se preparam adequadamente. Portanto, defina o horário limite para as reuniões com seus subordinados e sugira duração máxima dos encontros com seus pares ou superiores.

Além disso, faça pautas para todas as reuniões e comunique os envolvidos com antecedência, caso a reunião tenha sido convocada por você. Se você for um convidado, não se sinta mal em solicitar a pauta e o tempo sugerido para o debate de cada um dos pontos. Isso demonstra comprometimento e estimula a organização também nos demais.

2.5 Adote ferramentas de gestão de tempo

Existem diversas ferramentas que podem auxiliá-lo a planejar o dia e a gerir seu tempo. Vão desde ferramentas que você utiliza no papel, como uma agenda, até softwares e aplicativos que você pode instalar no seu computador ou smartphone. A seguir, vamos apresentar brevemente algumas delas:

Matriz IUC

Essa matriz trabalha com os conceitos de Importante, Urgente e Circunstancial. Ela funciona ainda melhor para quem já fez o teste da Tríade do Tempo, de Christian Barbosa, porque ajuda a ter uma visão objetiva do que é imprescindível no seu dia a dia. Ou seja, você deixa de perder tempo com tarefas circunstanciais.

Planilha LTBL

Ideal para quem tem mais facilidade com informações visuais, a planilha “Ladrões do Tempo Bem Longe” serve para relacionar as atividades que mais roubam seu tempo. Nela, você pode listar itens como reuniões improdutivas e acesso às redes sociais, por exemplo.

Então, diariamente você preenche essa planilha com a cor verde, caso tenha conseguido evitar aquele item, ou com a cor vermelha, se tiver falhado em evitar aquele tópico. O ideal é que você mantenha essa planilha ao alcance dos olhos para se policiar conforme a predominância das cores, principalmente se for a vermelha.

Caso você prefira as soluções tecnológicas e automatizadas, podendo usar algumas em diversas plataformas, talvez você se interesse mais pelas seguintes:

Todoist

Uma das mais famosas soluções de listas de tarefas. Ela permite que você acesse suas listas de qualquer lugar com internet, inclusive com segmentações diferentes, como Trabalho, Pessoal e Acadêmico.

Cada tarefa pode ser compartilhada com membros da equipe e ainda, na versão paga, gerar alertas para que você não se esqueça dos afazeres. Dentro do Todoist, você também encontra uma ferramenta que analisa sua produtividade, conforme você vai concluindo as tarefas.

Focus Booster

Trata-se de uma ferramenta baseada na Técnica Pomodoro, que estimula a realização das tarefas em ciclos de tempo de 25 minutos ininterruptos com intervalos de 5 minutos. A premissa do Focus Booster é que você seja capaz de reduzir a sobrecarga de tarefas e minimizar a ansiedade ao decorrer do dia.

Things

Com funcionamento apoiado no sistema Getting Things Done (GTD), que contribui para o gerenciamento de processos e conquista de alto desempenho profissional, a ferramenta Things quebra as tarefas mais complexas em etapas simples, cada uma com um prazo, para que você vá executando cada etapa até a conclusão da tarefa.

3. Saiba como planejar o seu dia no trabalho

A melhor forma de planejar o dia no trabalho de modo a ser mais produtivo é justamente com o uso das ferramentas de gestão de tempo e com as técnicas de produtividade que abordamos anteriormente. No entanto, é preciso frisar que cada profissional tem demandas diferentes e uma realidade particular ao cargo e ao perfil cultural da empresa.

De modo geral, você precisa pautar seu dia de acordo com as demandas pendentes e a prioridade de cada uma delas. Além disso, praticar a arte de delegar é fundamental para que os projetos fluam e as metas sejam alcançadas. Lembre-se que de nada adianta você se tornar mais produtivo se a sua equipe estiver desnorteada ou sobrecarregada. 

4. Entenda como colocar em práticas boas técnicas de produtividade

Como Duhigg bem trabalha em seu livro O Poder do Hábito, a melhor forma de colocar em prática as boas técnicas de produtividade é o comprometimento e a força de vontade. No entanto, o nosso cérebro pode facilmente nos boicotar. Aí, quando vemos, estamos procrastinando novamente. Para evitar isso, uma excelente forma é a adoção de um sistema de recompensas.

Algumas empresas já trabalham com esses sistemas de incentivo para funcionários que conquistam resultados melhores. Mas, independentemente das políticas do local onde você trabalha, faça o seu próprio programa de recompensas.

A recompensa vai depender da sua realidade. Por exemplo, se você tem horário de trabalho flexível, após obter sucesso na realização de algumas tarefas, permita-se passar uma hora, no meio do expediente, com sua família ou amigos. Ou então dê uma fugidinha para degustar aquela sua guloseima preferida. O importante é se recompensar com algo que não seja corriqueiro.

Mas tome cuidado: se você conseguir otimizar o tempo das tarefas programadas para o seu dia, analise muito bem a urgência e o nível das demandas planejadas para os dias seguintes. Se não for extremamente necessário que você antecipe algo, dedique o tempo livre para assistir alguma palestra ou fazer um curso online que o ajudará a desenvolver técnicas de produtividade ainda melhores.

5. Conheça 4 dicas para melhorar a concentração

Uma das principais técnicas de produtividade é desenvolver a capacidade de melhorar a concentração. Por isso, para ser mais produtivo, relacionamos algumas dicas, apontadas por neurocientistas, para você se concentrar melhor em suas tarefas.

5.1 Cuide de sua alimentação

Pode parecer cliché, mas você já tentou trabalhar em jejum ou retardar o horário do almoço? É praticamente impossível se concentrar quando o organismo pede para ser reabastecido. Por isso, se alimentar em intervalos regulares é fundamental para manter o nível de energia que o corpo necessita para trabalhar bem e focar nas tarefas que você precisa desempenhar. No entanto, comer demais também é prejudicial. Basta se hidratar bem e comer pequenas porções (castanhas, frutas, barrinhas de cereais etc.) nos intervalos entre as refeições principais.

5.2 Mantenha o ambiente arrumado

Se você nunca ouviu falar do Programa 5 S para Qualidade Total, trata-se de um excelente tópico para aprender. Uma das premissas dessa prática desenvolvida pelos japoneses é manter o ambiente limpo e organizado para facilitar as tarefas.

Imagine o quanto de tempo você já gastou procurando um arquivo no computador ou um objeto em sua sala. Agora analise o tempo necessário para retomar a concentração interrompida para buscar o que precisava.

5.3 Ouça músicas

Em ambientes barulhentos, fones de ouvidos ajudam muito quem precisa se concentrar. Faça uma lista de músicas do seu agrado ou use algumas das centenas de playlists presentes em serviços de streaming de música, como o Spotify. Existem algumas destinadas justamente para manter o foco nos estudos ou a concentração no trabalho.

5.4 Divida sua jornada de trabalho

Nossa mente também precisa respirar. Principalmente quando estamos focados em um problema para o qual não conseguimos encontrar uma boa solução, a pausa para olhar uma paisagem ou circular pela empresa é importante.

Além disso, segundo os neurocientistas, o cérebro humano consegue se fixar num único objeto durante 50 ou 60 minutos. Depois desse período, a atenção inevitavelmente se esvai. Então, o ideal é fazer pausas de 5 a 10 minutos a cada hora de concentração ininterrupta.

Como você pôde observar no decorrer deste artigo, ser mais produtivo é uma necessidade básica no mundo corporativo. Sem essa característica, facilmente somos deixados para trás mesmo se estivermos antenados nas novidades do mercado.

Então, para combater a baixa produtividade no trabalho, aprenda a planejar o dia usando e abusando das ferramentas de gestão de tempo, além de buscar melhorar a concentração e aprimorar suas técnicas.

E então, gostou das nossas dicas de como ser mais produtivo? Tem alguma dúvida ou quer compartilhar conosco as suas dicas para manter a concentração e ser um profissional de alta performance? Deixe seu comentário! 

Pós-graduação com módulo no exterior: conheça 6 vantagens!

Que as exigências do mercado estão cada vez maiores, você já deve estar cansado de saber. Mas, nesse contexto, o que você tem feito para acompanhar as constantes mudanças?

É claro que fazer minicursos e participar de palestras ou congressos é importante para sua capacitação e incrementa o seu currículo. Porém, já parou para pensar o quanto uma pós-graduação seria uma experiência enriquecedora e faria uma grande diferença na sua vida profissional?

Melhor ainda: e se você optar por uma pós-graduação com módulo no exterior? Não sabe muito bem o que isso significa? Continue a leitura e descubra!

Como funciona a pós-graduação com módulo no exterior?

Esse tipo de pós-graduação é ideal para aqueles que não podem fazer um curso completo no exterior e uma longa viagem não está nos seus planos — seja por não conseguir tirar uma licença do trabalho ou por não poder passar muito tempo longe de casa.

Ela oferece um grande diferencial: além de desenvolver novas habilidades durante as aulas normais do curso, que acontecem no Brasil, e ter mais chances de ascender profissionalmente, você também dará um upgrade no seu currículo graças aos módulos internacionais.

É o seguinte: apesar de cumprir a maior parte da carga horária no Brasil, dependendo da Instituição de Ensino escolhida, você poderá viajar para um ou mais países, por um período de uma semana a um mês, no meio ou no fim do curso.

Na área de gestão, isso se torna um grande diferencial competitivo, visto que há universidades no exterior que são referência mundial para esse ramo. Além disso, você pode acompanhar de perto como funcionam algumas multinacionais e quem sabe até participar de palestras ou workshops com profissionais de peso no mundo dos negócios.

Quais são as suas vantagens?

Ainda não se convenceu da importância de cursar uma pós-graduação com módulo no exterior? Acompanhe estas 6 vantagens e não perca mais tempo!

1. Reconhecimento profissional

Você pode até pensar que já possui uma vasta experiência profissional e que isso é o bastante para ocupar uma posição de liderança. Infelizmente, não é bem assim.

Tem se tornado parte do senso comum cursar uma pós-graduação. Afinal, com a grande competitividade, um diploma de graduação não é o suficiente para muitas empresas. É claro que foi ele quem abriu as portas para que você entrasse no mercado de trabalho, entretanto, a pós-graduação vai deixá-lo muito mais preparado e confiante para assumir altos cargos.

Dessa forma, você está sempre um passo à frente na empresa, já que se tornará um especialista na sua área e passará muito mais confiança para a equipe. Ainda, o fato de você ter complementado o seu curso no exterior, mesmo que por pouco tempo, fará com que você se sobressaia, visto que demonstra vivência e que você busca o melhor para a sua vida profissional.

2. Networking

É fundamental construir uma rede sólida de amizades e parcerias profissionais, não importa qual seja a sua profissão. E a pós-graduação com módulo no exterior é o melhor lugar para isso!

Você poderá conhecer professores renomados na sua área ou colegas de classe que, por sua vez, provavelmente também têm o seu próprio círculo de amizades influentes — tudo isso durante as aulas assistidas aqui no Brasil. Além disso, ainda haverá a possibilidade de conhecer profissionais estrangeiros, que podem abrir portas para um futuro intercâmbio, informar sobre uma vaga em uma empresa internacional ou indicar outros cursos que darão maior prestígio.

3. Experiência internacional

Uma viagem internacional é uma das experiências mais intensas que alguém pode ter. Melhor ainda se for realizada com o objetivo de qualificação profissional.

Mesmo que tenham uma duração menor, os módulos no exterior serão como um selo de qualidade no seu currículo e no desenvolvimento da sua carreira. Isso porque você vai vivenciar o seu nicho profissional em uma cultura bem diferente da sua, o que vai mudar tanto sua perspectiva em relação à profissão quanto a visão que a equipe terá de você.

Também, você terá a chance de analisar e compreender como funciona a sua profissão no exterior, podendo se inspirar em novos pensamentos e ser influenciado por aquilo que acontece fora do seu país. Já pensou em como seria incrível aprender algumas técnicas inovadoras lá fora e trazê-las para o seu ambiente de trabalho?

4. Aperfeiçoamento do Inglês

Não é novidade nenhuma que esse idioma passou a ser pré-requisito para qualquer profissional, principalmente devido ao aumento da globalização. Afinal, o Inglês é o idioma que apresenta maior influência em todo o mundo: é a língua de vários cursos, artigos e livros de negócios, por exemplo.

Portanto, para você obter cada vez mais conhecimento e crescer profissionalmente, é necessário saber a língua inglesa. E a melhor forma de aprender ou aperfeiçoar o inglês, sem dúvidas, é por meio de uma viagem.

Mesmo que seja por poucos dias, esse tempo já será bastante significativo. Isso porque você terá um contato direto com o idioma, estando cercado por ele diariamente, e ainda aprenderá expressões ligadas à sua profissão sendo utilizadas em seu próprio contexto.

5. Visão global

Você sabe que cada vez mais empresas multinacionais entram no nosso país, certo? Por esse motivo, é preciso que os novos perfis de gestores apresentem uma diferença: a visão global. Para que você cresça na sua profissão, é preciso que você tenha uma visão mais ampla do mundo dos negócios e se interesse pelo que acontece fora do país.

É necessário, também, saber se adaptar a outras culturas. Lembre-se de que atualmente é comum uma empresa ser composta por pessoas de diferentes países, com formações distintas e maneiras divergentes de lidar com os negócios. Então, um gestor de sucesso saberá comandar uma equipe mesmo com toda essa diversidade, e terá maior competência para usar esses vários tipos de conhecimentos e personalidades em prol da empresa, agregando maior valor a ela.

6. Crescimento pessoal

Por fim, e indo além do currículo, optar por uma graduação com módulo internacional será enriquecedor para a sua vida pessoal. Não é todo dia que podemos conhecer diferentes culturas, ampliar a nossa visão de mundo, sair da nossa zona de conforto, fazer laços com outras pessoas e conhecer novas ideias que poderão ser empregadas tanto no nosso ambiente de trabalho quanto em nosso dia a dia.

Sendo assim, dedique-se ao máximo quando for cursar uma pós-graduação com módulo no exterior. Aproveite a experiência de se qualificar no Brasil e, ainda, participar de atividades durante a viagem, estudar a realidade da sua área fora do nosso país e colocar em prática tudo o que aprendeu nas aulas!

E então, compreendeu as vantagens de fazer uma pós-graduação com módulo no exterior? Assine nossa newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades!

6 dicas de como planejar uma carreira em marketing

Já foi o tempo em que o marketing era apenas aquele setor que cuidava das propagandas da empresa. A carreira em marketing é uma das que mais evoluíram ao longo dos anos, acompanhando o crescimento do setor nas organizações.

Atualmente, o profissional de marketing cuida de um universo amplo de atividades, que vão desde a postagem na página corporativa do Facebook até a formatação dos produtos comercializados pela empresa.

Por isso, quem trabalha com marketing precisa entender de comunicação, finanças, pesquisa, mercado consumidor, entre outros temas que, há pouco tempo, passavam longe do setor. Trata-se de uma atividade tão promissora quanto desafiadora e exigente em relação a atualizações e competências.

Dessa forma, se você deseja ter sucesso como profissional de marketing, fique atento a estas 6 dicas de como planejar sua carreira na área.

1. Tenha objetivos e metas

Para qualquer carreira, é necessário ter objetivos bem definidos. Na área de marketing, isso não é diferente. Principalmente em virtude da forte concorrência que há no setor, povoado por profissionais de extrema competência e capacidade estratégica. Quem não tiver foco, acaba não conseguindo se destacar. E profissionais de marketing que permanecem na linha mediana disputam vagas genéricas, exercem atividades na linha “mil e uma utilidades” e recebem salários medíocres.

O planejamento de carreira passa pela formulação de metas. Isso porque, dependendo do seu objetivo, você deve buscar a especialização adequada. Quem quer se destacar como líder de equipes precisa buscar um MBA na área, por exemplo.

Por outro lado, se você deseja compartilhar seu conhecimento com estudantes, pode encaminhar sua carreira para o lado acadêmico. Isso vai demandar que você busque um bom mestrado na sua área de atuação preferida.

2. Faça um trabalho de coaching

Cada vez mais popular no mercado de trabalho, o coaching é um processo que ajuda o profissional a enxergar quais são seus principais desafios, e quais deverão ser as estratégias para cumpri-los.

O coaching é uma boa receita para tirá-lo do estado atual e levá-lo a um estágio futuro de forma rápida, satisfatória e motivadora. Geralmente, o profissional de coaching é formado em psicologia ou recursos humanos, e tem experiência suficiente para ajudar o indivíduo a atingir seus objetivos.

O processo é realizado em diversas sessões, restritas a você e ao seu coach. Nesses encontros, você expõe a situação que o levou a procurar esse trabalho e o coach tentará ajudá-lo a encontrar as respostas para os seus questionamentos.

O coaching é um processo indicado para pessoas em qualquer estágio da carreira, tanto para quem está começando quanto para quem já atingiu um nível mais avançado e deseja planejar os próximos passos.

3. Busque uma orientação do tipo mentoring

Assim como o coaching, o mentoring é um processo de orientação de carreira que vem crescendo muito no mercado. Mas há diferenças importantes entre os dois, o que faz com que o ideal seja que você procure fazer ambos, em momentos distintos.

Enquanto o coaching busca até mesmo solucionar questões pessoais que podem estar afetando o seu desenvolvimento de carreira, o mentoring é 100% focado no trabalho. O processo é conduzido por um profissional da própria área na qual você atua. O enriquecimento de carreira se dá pelo aprendizado com alguém que acumule experiência no setor.

O objetivo é aproveitar a quilometragem acumulada por profissionais que atuam no mercado há muito tempo, e que têm a possibilidade de transmitir esse conhecimento a quem está entrando no mercado, ou que ainda está no meio do caminho.

Muitos empreendimentos possuem o processo de mentoring institucionalizado, mas o mais comum é que ele seja conduzido por empresas de consultoria externa.

4. Esteja sempre atualizado

Em uma área dinâmica como o marketing, a melhor forma de conseguir sucesso é por meio da atualização constante. Mas, além da importância de investir em cursos de especialização e em processos como o coaching ou o mentoring, é preciso ampliar os horizontes ainda mais.

A carreira em marketing exige profissionais antenados com tudo o que há de mais moderno em termos de tendências para o setor. E, para isso, você deve estar sempre atento para participar de palestras com os principais nomes do marketing, buscar se inteirar sobre as ferramentas utilizadas, estar atento às redes sociais etc.

Um profissional de marketing desinformado e desatualizado dificilmente conseguirá subir degraus na carreira.

5. Invista no networking constante

O contato com outros profissionais da área não é importante somente para o aprendizado e para o benchmarking. Ele também vale muito para que você se mantenha sempre na vitrine, em termos de carreira. Lembre-se: quem não é visto, não é lembrado.

Se você tem dificuldades com o networking, procure situações nas quais ele aconteça organicamente. A área de marketing costuma reunir profissionais descolados, que sempre estão em busca de ocasiões para se encontrarem.

Procure saber como se integrar a grupos de estudo da área ou em reuniões nas quais os profissionais discutem assuntos referentes às suas empresas. Assim, você consegue interagir sem precisar forçar uma situação que poderia deixá-lo sem graça.

Uma dica importante: por mais que você esteja em busca de novos caminhos, não use as chances de networking para sair distribuindo currículos por aí. A melhor forma de se destacar é mostrando o seu trabalho e a sua competência nos assuntos tratados nesses encontros.

6. Tente conseguir experiências internacionais

Experiências internacionais, além de muito ricas, costumam rechear muito bem o currículo profissional. Nesse sentido, a área de marketing é privilegiada, já que a essência do setor é muito parecida em todos os lugares do mundo. O que muda é a experiência acumulada e as situações vividas em realidades diferentes.

Se você não pode abandonar o seu trabalho para viver uma experiência internacional mais longa, não se preocupe. Existem programas especiais de 30 dias de vivência, que você pode conseguir encaixar nas suas férias.

Viu só como existem muitas maneiras de planejar a sua carreira em marketing para ter sucesso? O importante é que você não deixe isso para depois, já que o mercado está muito concorrido nessa área.

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Inteligência emocional: o segredo do seu sucesso profissional!

Emoções não são lineares no comportamento humano. A tendência de todos é agir de maneira diferente de acordo com cada uma das diversas situações vivenciadas no cotidiano. Assim, em um mesmo dia podemos sentir raiva, compaixão, alegria e tristeza.

Porém, quando não conhecemos os gatilhos que nos fazem ter um ou outro comportamento, ficamos vulneráveis a expor sentimentos inadequados a determinado ambiente, como o profissional, por exemplo.

Para aprender a controlar os sentimentos e usá-los a favor de uma postura profissional de destaque, é necessário desenvolver a Inteligência Emocional, pois ela é capaz de alavancar carreiras e de induzir pessoas ao sucesso.

Ficou interessado em saber mais sobre essa habilidade para ter um diferencial competitivo? Então, leia agora este post e aprenda a desenvolver a sua potencialidade emocional!

O que é Inteligência Emocional

Inteligência Emocional é um termo popularizado pelo PhD da Universidade de Harvard, Daniel Goleman. Em seu livro que leva o mesmo nome, publicado em 1986, o psicólogo define a expressão como a capacidade de autoanálise dos sentimentos e de percepção das emoções de outras pessoas.

Ainda segundo o estudioso, quem possui esse tipo de inteligência cultiva relacionamentos melhores, é motivado e tem autocontrole, tão necessário ao convívio social e profissional.

Como todas as atividades diárias requerem o trato com pessoas de personalidades diferentes, desenvolver a inteligência emocional é fundamental para o alcance do sucesso profissional e pessoal.

Como a Inteligência Emocional influencia a carreira

Segundo pesquisa feita com mais de 500 mil pessoas por dez anos, realizada por Travis Bradberry e Jean Greaves (autores do livro “Inteligência Emocional 2.0”) e publicada pela Revista Exame, somente 36% dos pesquisados conseguiram identificar as próprias emoções.

Os estudos mostraram ainda que tal competência tem grande relação com o sucesso profissional em todas as carreiras. Ainda de acordo com os dados levantados, 58% daqueles que se destacaram em suas profissões possuem um Quociente Emocional (QE) elevado.

A professora da área de Gestão Pessoas da Fundação Getulio Vargas, Érika Nahass, alerta: é preciso entender que empregabilidade, esse conceito de sustentabilidade e responsabilidade na ação de mercado, é uma conjugação de competência técnica e comportamental. O mundo corporativo de hoje não admite uma pessoa disfuncional do ponto de vista do comportamento e funcional sob a ótica da técnica — ninguém se mantém empregável apenas porque é bom no que faz.

Para conseguir se manter, o profissional deve ter plasticidade, inteligência para lidar com as demais pessoas e construir um network, uma tecedura nesses relacionamentos sociais que faz com que ele deslize e se mantenha uma aquisição atrativa para as empresas. Caso contrário, ele viverá de empregos temporários, que duram poucos meses. Pessoas que têm longevidade no emprego com prosperidade têm essa inteligência para lidar com outras pessoas, ainda que não possuam afinidades pessoais com elas. Adaptabilidade e visão fazem parte desse contexto.

Sendo assim, é possível perceber que há muito a ser trabalhado individualmente para que o coletivo das organizações seja melhor e para que sejam potencializadas as chances de cada profissional de ter uma carreira de sucesso.

Relação entre Inteligência Emocional e demissão

Outro ponto que pode ser observado em relação ao sucesso na carreira é o de que pessoas são contratadas por suas capacidades técnicas, mas muitas vezes são demitidas pela forma com a qual se comportam na empresa.

Tal fato é confirmado por pesquisa feita pela consultoria Robert Half, que apontou os fatores que levam uma empresa a demitir um colaborador no Brasil. Entre os principais motivos, podemos ressaltar o do relacionamento ruim com os colegas, que correspondeu a 16% das respostas dos entrevistados.

Dificuldades de relacionamento, como já apontado, estão relacionadas à falta de aptidão com as emoções pessoais. Portanto, você não precisa de mais argumentos para começar já a desenvolver essa habilidade, não é mesmo?

Como desenvolver a Inteligência Emocional

Cuidar das emoções é uma atividade que deve ser praticada diariamente. Contudo, nem sempre é tarefa fácil entrar em contato com nossos sentimentos e entender o que nos faz agir de determinada forma.

Contar com o apoio de psicólogos, coaches, terapeutas e de outros profissionais é uma ótima alternativa para trabalhar as emoções de forma consciente e segura. A professora Érika Nahass, que é também especialista em Carreiras, selecionou algumas dicas que podem ajudar você a se entender e se desenvolver melhor. Conheça:

Investigue-se

É preciso buscar dentro de si a capacidade de autorizar-se, de maneira honesta e nítida, de se conhecer. O autoconhecimento é o ponto de partida para a lucidez sobre nossas fraquezas, fortalezas e limitações.

Mantenha a atenção

Você precisa ser protagonista interessado no seu próprio desenvolvimento. Nessa perspectiva, precisa estar atento o tempo todo às coisas que vive como oportunidades relevantes para isso. E fazer autocrítica é uma delas.

Tenha propósito

Uma vez que você se autoriza a se conhecer, é capaz de praticar diuturnamente a autocrítica positiva, sem se martirizar, focalizando e ampliando as intenções sobre o seu propósito, desencadeia um movimento de fluxo, em que consegue ter maior disciplina e paciência para alcançar o que almeja, tendo isso como um valor.

Seja metódico

Para conseguir chegar a um lugar melhor, ainda que seja rumo a si mesmo, é preciso ter critérios, caminhos e parâmetros a serem seguidos de maneira repetida e ordeira.

Planeje

Você precisa ter um mapa do percurso para conseguir prever os possíveis tropeços e onde há necessidade de correções de rota.

Tenha visão positiva

Sem ingenuidade, procure entender que as tempestades estão contextualizadas e que não chove todo dia. Assim, você conseguirá ver a luz no fim do túnel — é só se exercitar em uma perspectiva positiva.

Seja resiliente

A resiliência é o pilar da inteligência emocional em que você se constrói e se fortalece, apesar das adversidades, porque você as significa, sabe lidar com contextos mais complexos e não se derrota com facilidade.

Por outro lado, se as derrotas vêm, sabe reconhecer os limites do desastre ou evento negativo em que se envolveu. Por isso, é capaz de se reacender para outras conquistas, novos caminhos. Uma pessoa funcional tem inteligência emocional e não sucumbe definitivamente. Ela pode ter pequenas derrotas — sucumbir temporariamente — mas consegue soerguer baseada num conjunto de raciocínios, num repertório de argumentos que a mantêm próspera mesmo diante de uma falência temporária.

Você já tomou alguma atitude para compreender melhor o que te leva a agir de determinada forma? Tem alguma boa prática para compartilhar conosco? Deixe um comentário e nos conte sobre sua busca pelo aprimoramento de sua Inteligência Emocional.