Comunicação interpessoal: por que todo gestor precisa melhorar?

Para alcançar os objetivos da empresa, não basta ter visão estratégica e o melhor planejamento. Tirar as ideias do papel e transformá-las em resultados exige a capacidade de mobilizar, orientar e liderar pessoas. Por isso, uma das principais habilidades de um gestor de sucesso é a comunicação interpessoal. 

E você, entende a importância dessa competência para alcançar resultados? Percebe que poderia desenvolvê-la para lidar com as pessoas no ambiente corporativo? Sabe quais são os erros clássicos que um gestor comete em sua comunicação com o grupo? Quer descobrir como lidar melhor com essas situações na prática? 

Então este post foi feito para você. Nele, nós vamos abordar esses temas e mostrar por que e como o gestor pode melhorar essa habilidade e conseguir resultados melhores. Vamos lá? 

A importância de melhorar a comunicação interpessoal 

As pessoas são o principal ativo de uma organização e todos os resultados de companhia ocorrem por meio da ação dos colaboradores. Considerando isso, percebemos que a comunicação interpessoal eficaz é fundamental. 

Entre os principais benefícios que a comunicação eficiente garante, podemos destacar: 

  • redução de erros, pois elimina as falhas decorrentes de quando o colaborador não recebe orientações sobre o que, quando e como fazer algo;
  • diminuição dos conflitos que desgastam a equipe e minam a produtividade;
  • entendimento claro da participação de cada colaborador em um projeto, a forma como os papéis se complementam e o resultado esperado;
  • clima organizacional estimulante, inspirador e respeitoso;
  • engajamento e motivação da equipe de trabalho.

No entanto, temos que concordar que essa concepção que valoriza a gestão estratégica de pessoas é relativamente recente no contexto da administração de organizações.

Como herança do modelo anterior, baseado na “chefia” e na verticalização da hierarquia, muitos gestores não estão 100% preparados para lidar com pessoas no ambiente corporativo. O resultado disso é a ocorrência frequente dos erros clássicos na comunicação interpessoal. Você sabe quais são eles?

Os erros clássicos na comunicação interpessoal 

Nem sempre as nossas excelentes intenções correspondem à percepção que as pessoas têm a nosso respeito — especialmente no ambiente de trabalho. Grande parte da dissonância relacionada à imagem profissional acontece devido a erros na comunicação. 

Veja alguns exemplos de erros clássicos que os gestores cometem e que interferem nos resultados de seu trabalho. 

1. Passar uma imagem antipática

O profissionalismo exige que os funcionários cumpram seus deveres mesmo quando o chefe é antipático. No entanto, quando ele consegue despertar a simpatia da equipe, ela é capaz de produzir resultados extraordinários. 

Por isso, cuide para não passar uma imagem antipática. Cortesia, lealdade, educação e humildade são qualidades que jamais colocarão sua liderança em xeque, muito menos reduzirão o respeito de sua equipe. Pelo contrário, farão de você uma inspiração. 

2. Deixar de promover o trabalho em equipe

A interdependência potencializa resultados. Por isso, o trabalho em equipe deve ser incentivado. Ao fomentar a atitude de colaboração em seu time, surgirão soluções muito mais efetivas para os desafios enfrentados.

Por falta de comunicação, pode ser que membros do grupo estejam tentando “reinventar a roda” individualmente diante de problemas que seriam mais simples de resolver se todos pudessem participar. A coletivização dos desafios e projetos pode encurtar o caminho para o sucesso. 

3. Confundir sinais

A primeira regra para eliminar os erros de comunicação poderia ser “não deduza” ou “não presuma”. O problema é que isso acontece com muita frequência no ambiente de trabalho. 

Alguns exemplos clássicos são confundir o silêncio com concordância ou com o pleno entendimento. Portanto, não interprete esses sinais dessa maneira. Estabeleça um diálogo efetivo e certifique-se de que as suas palavras surtiram o efeito esperado e de que a pessoa realmente compreendeu tudo o que você disse. 

4. Não saber lidar com a diversidade de pessoas ou opiniões

As pessoas têm bagagens de vida diferentes. Elas se expressam em sua percepção, postura e opinião. Quando a situação é vivenciada por um grupo maduro, todos crescem e enriquecem seu ponto de vista a partir dessas diferenças. 

Portanto, as divergências não devem ser motivo para desvalorizar ideias, muito menos para desqualificar as próprias pessoas. Reconhecer apenas as concepções idênticas ou semelhantes às suas próprias enfraquece a equipe, desgasta relacionamentos e provoca a evasão de talentos. 

5. Não apresentar as ideias por medo de falar em público

A salvação de um projeto pode estar nas mãos de um gestor que não apresentou sua ideia por medo de falar em público. Ele desperdiça a chance de se valorizar na companhia e a empresa perde soluções eficientes para seus problemas. 

Portanto, caso o gestor tenha dificuldade para se apresentar em público ou não consiga fazer isso de forma clara e persuasiva, ele deve buscar recursos para desenvolver essa habilidade fundamental. 

Como melhorar a comunicação interpessoal na prática

Reconheceu algum desses erros na sua prática profissional? Então, é hora de buscar alternativas para melhorar sua comunicação interpessoal. É preciso entender os elementos envolvidos nesse processo para, de forma consciente, alterar nosso padrão de funcionamento nessa área essencial. Vamos conhecê-los?

Processo da percepção

A comunicação começa com a nossa interpretação da situação, da forma como vemos a nós mesmos, os outros e o mundo. Com base em sua experiência de vida, as pessoas podem adotar uma percepção seletiva, que enfatiza alguns estímulos recebidos e minimiza outros.

Portanto, o primeiro passo para uma boa comunicação é nos tornarmos conscientes dessa percepção e dos fatores que a afetam. Isso nos permite distinguir fatos de impressões. 

Influência das emoções

Sofremos também a influência das emoções, que nos levam à aproximação ou afastamento de determinados objetos, pessoas e situações.

Novamente, a consciência sobre esse fator nos coloca em posição de controle e permite utilizar estratégias para tornar a comunicação viável — mesmo quando nosso desejo primário é de afastamento.

Comunicação não verbal

Apenas uma pequena parcela da nossa mensagem é transmitida pelo conteúdo das palavras. O restante é percebido por elementos não verbais, como o tom de voz, a expressão facial, a postura corporal, o padrão de gesticulação, entre outros.

O comunicador eficiente tem consciência desses elementos e os alinha para que todos sejam convergentes e não haja contradição entre gestos e palavras.

Conhecimento dos elementos da comunicação

Embora pareça pretensioso, podemos sintetizar um assunto tão amplo com a seguinte afirmação: o comunicador precisa conhecer muito bem o destinatário da mensagem. Somente dessa maneira ele poderá adequar seu conteúdo ao meio e à linguagem que o seu alvo é capaz de decodificar e entender.

Inteligência emocional

Visto que a comunicação interpessoal é afetada por quem somos, desenvolver a inteligência emocional é fundamental para aprimorar essa habilidade.

Isso significa que precisamos investir no autoconhecimento, no desenvolvimento do autocontrole e da empatia. Com esses requisitos, será mais fácil estabelecer um padrão de sociabilidade que nos permita administrar relacionamentos e criar redes.

Com essas características, o gestor adquire as ferramentas necessárias para formar equipes, reter talentos, liderar mudanças e persuadir a pessoas, entre outros benefícios. 

Entendeu por que a comunicação interpessoal é tão importante e os motivos pelos quais os gestores precisam desenvolvê-la? Então comece a comunicar conhecimentos importantes: compartilhe este post nas redes sociais e marque seus contatos. Eles também vão gostar!

Como ser um gestor mais humano?

O mundo mudou e, é claro, não seria diferente no ambiente organizacional. Vivemos uma verdadeira transformação nos paradigmas das empresas.

Apenas para ilustrar esse fato, palavras como “chefe” e “subordinado”, por exemplo, foram riscadas do dicionário de muitas organizações. Afinal, prevalece cada vez mais a noção de que a gestão deve ser participativa. No contexto atual, líder e colaborador passam a ser as palavras-chave.

O fato é que os chamados millennials revolucionaram a forma como as empresas funcionam, tanto do ponto de vista cultura quanto do operacional. Embora, é claro, existam muitas críticas em relação ao posicionamento desses jovens no mercado de trabalho, o fato é que eles trouxeram algumas transformações positivas.

Uma delas é a ideia de que a gestão do negócio — e, principalmente, o próprio gestor — deve trabalhar de forma mais humana.

São inúmeros os benefícios trazidos pela humanização da gestão. Em primeiro lugar, temos a diminuição da rotatividade, uma vez que uma gestão humana leva a um clima organizacional mais agradável.

Além disso, a produtividade também é aumentada, afinal, é criado um senso maior de coletividade com a participação do gestor. É claro que apenas esses dois benefícios já trazem uma série de consequências positivas, como a diminuição dos custos e a melhoria dos resultados.

O assunto é muito importante e, justamente por isso, resolvemos elaborar um post especial para abordar a questão. A seguir, você confere algumas dicas para se tornar um exemplo de gestor humano. Confira!

Participe da rotina como um coach

Como vimos, o distanciamento entre a gestão e o nível operacional é algo impensável hoje em dia. Essa é a fórmula para a repetição de problemas internamente, principalmente o retrabalho.

Com erros mais frequentes, é claro que o clima interno também reage, afinal, ao contrário do que alguns empresários ainda pensam, não são só eles que gostam de um trabalho bem-feito. Os colaboradores também esperam bons resultados, e isso afeta a sua autoestima.

Por isso, é fundamental o gestor agir ativamente na rotina dos colaboradores como um verdadeiro coach. Mas o que isso significa? Esse é um tipo de postura que pode ser explorado de várias formas diferentes, mas destacaremos as duas principais.

Em primeiro lugar, temos a questão da sinergia do time. O papel de uma liderança é fundamental para promover a coesão e harmonia das equipes. É dessa forma que podemos orientar a todos para que sigam um caminho comum — sim, como nos esportes.

Além disso, o coaching também é uma forma de capacitar os colaboradores. São os feedbacks transmitidos pelo gestor que podem aperfeiçoar talentos ou, simplesmente, encorajar um trabalho bem-feito.

O melhor de tudo é que esse tipo de experiência é gratuita, pois precisamos apenas usar o conhecimento que já temos. Esse, certamente, é um excelente caminho para se tornar um gestor humano!

Realize a PNL (Programação Neurolinguística)

Programação Neurolinguística (PNL) é um assunto que começou em 1970, na Califórnia, mas se torna cada vez mais atual — principalmente quando consideramos questões como o aumento das doenças ocupacionais e a própria mudança dos paradigmas organizacionais, já mencionados por nós.

É difícil definir o que é PNL, já que a prática é utilizada com diferentes finalidades. No entanto, Richard Bandler, um dos criadores do modelo, diz que se trata de um processo educacional, que tem como objetivo fazer o indivíduo usar melhor o cérebro.

Basicamente, são três pilares que sustentam essa técnica:

  • linguística: nesse caso, procura-se explorar os pensamentos, as crenças, os valores e, é claro, toda a estrutura linguística do indivíduo;
  • neuro: os pontos explorados nesse pilar são questões como a fisiologia, as sensações, os sentidos e as representações internas;
  • programação: por fim, temos a programação, que explora todas as rotinas instaladas inconscientemente na nossa psique.

Explorando todos esses ramos, podemos começar um caminho de autoconhecimento dentro da organização, passando pelos colaboradores e chegando à própria gestão do negócio.

Assim, é possível externalizar todos os vícios existentes na empresa, que acabam corroborando para a manutenção de um status quo nocivo. Como podem ver, essa pode ser uma verdadeira sessão de terapia empresarial.

Estimule o empowerment dos colaboradores

Muitos gestores acabam pecando pelo excesso de controle. Para eles, é preciso que todas as decisões passem pelas gerências. Em alguns casos, é preciso inclusive ter a permissão de supervisores para a realização de determinadas tarefas, por mais simples que elas sejam.

Esse cenário de controle excessivo pode gerar dois problemas na organização. O primeiro deles é a burocracia excessiva. Quando pensamos em um modelo burocrático, normalmente lembramos dos órgãos do poder público.

Carimbos, protocolos e permissões são apenas alguns dos processos enfrentados. O resultado, na maioria dos casos, é a perda em produtividade, uma vez que o fluxo de tarefas é sempre interrompido por conta de alguma exigência nos regulamentos internos. É preciso evitar ao máximo esse problema.

Além disso, temos também a própria questão do amadurecimento e da motivação dos colaboradores. Quando o controle é feito de maneira excessiva, a responsabilidade também é concentrada. Os profissionais perdem completamente a conexão com o trabalho realizado e acabam se sentindo desestimulados.

Por isso, é fundamental incentivar o empowerment na organização — ou, em português, o empoderamento. Além de ser uma forma de eliminar a burocracia, também podemos encorajar o surgimento de lideranças internamente — afinal, para que isso aconteça é preciso criar antes um senso de responsabilidade. Além disso, por reconhecerem a responsabilidade dos seus atos, os colaboradores certamente se sentirão mais motivados.

Em resumo, é preciso pensar no ambiente organizacional de modo a valorizar o ser humano e, para isso, precisamos pensar em uma séria de questões, que vão desde a cultura da empresa até pontos mais específicos, como a própria psique dos colaboradores.

Assim, produziremos uma organização mais madura, que certamente será resiliente nesse mercado cada vez mais competitivo. Essa é a chave para o sucesso, em períodos de estabilidade ou de crise!

Gostou do nosso post de hoje? Quer se aprofundar no assunto e procurar uma especialização na área para se tornar um gestor humano? Que tal conhecer nossos MBAs? Esperamos você!

Afinal, o MBA vai fazer diferença na sua carreira?

Você já parou para pensar na pergunta do título? Se a sua resposta é sim, precisa saber que o MBA vai sim fazer a diferença na sua carreira. Mais do que isso: esse curso pode ser a chave para o sucesso, a conquista de um novo cargo e para o aumento da renda.

As questões são: será que vale a pena fazer o Master in Business Administration nesse momento da sua carreira? Quais são os benefícios que ele pode trazer? É o que vamos apresentar neste post.

Além disso, vamos mostrar quais são os cuidados necessários e o que caracteriza esse tipo de pós-graduação. Quer descobrir tudo isso? Acompanhe!

Qual é a proposta do MBA?

Esse é um tipo de pós-graduação lato sensu cujo foco é o mercado de trabalho. Suas principais características são o fato de contar com professores especializados na área de atuação e estudantes que já possuem experiência em empresas. Assim é possível criar um networking mais forte.

O Master in Business Administration surgiu nos Estados Unidos com o propósito de ser um mestrado voltado para a gestão de empresas. No Brasil, ele possui o mesmo nível da especialização, mas é bastante valorizado no mercado de trabalho.

Isso porque causa uma boa impressão entre os recrutadores e líderes organizacionais. Esse ponto de vista é decorrente do comprometimento com o aprendizado constante e também da expectativa de entrega de resultados acima dos superiores que não possuem a formação.

A proposta, portanto, é oferecer um curso mais prático e que propõe situações reais do mercado de trabalho. A consequência para o profissional é uma visão mais abrangente da sua área de atuação e a preparação para enfrentar diferentes obstáculos.

Quais diferenciais o MBA traz para a carreira e a empresa?

Esse curso de pós-graduação faz com que o profissional ganhe vantagem competitiva e esteja mais preparado para lidar com situações desafiadoras que surgem no ambiente corporativo. Ele se torna, portanto, um profissional qualificado e com experiência mais ampla.

Isso acontece porque muitas das pessoas que cursam o Master in Business Administration já têm 3 anos ou mais de atividade no mercado de trabalho e, por isso, podem contribuir e repensar suas experiências pessoais. Outro fator relevante é que os professores desse curso são profissionais de destaque em suas áreas de atuação.

O resultado é o estabelecimento de um networking mais firme, pelo qual é possível conhecer novas práticas e ideias. O profissional pode, então, inovar e delimitar um modelo de gestão que traga benefícios para a empresa em que trabalha.

No caso da organização, a vantagem é ter profissionais mais bem preparados para situações complexas, que saibam lidar com diferentes ferramentas e propor soluções que proporcionem mais competitividade à empresa.

Quais são as vantagens do MBA?

Esse curso traz diversos benefícios para a sua carreira. Veja abaixo alguns deles:

Maior remuneração

Cursar um MBA permite que você ganhe mais. Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento e seleção Catho, divulgada pela Harvard Business Review, um profissional sênior com MBA tem um salário um terço maior do que uma pessoa que conta apenas com a graduação. Já entre os gerentes, o aumento é da ordem de 34,5%. Comparando os diretores, é 16% maior.

Outro levantamento, feito pela Robert Half e divulgado pelo Uol, indicou que 42% dos executivos de RH brasileiros consideram muito relevante ter essa especialização.

Todos esses dados confirmam o que já dissemos: vale a pena fazer esse curso, porque além de se especializar mais, você ainda recebe proporcionalmente para isso. Ou seja: é um investimento que vale a pena.

Enfoque prático do estudo

A ideia do MBA é aprender mais, porém o foco é especificamente a prática. Com isso você tem a chance de se tornar um expert, já que os conteúdos são aprofundados.

Além disso, o curso realizado possibilita explorar uma nova fatia de mercado e dar aplicação para conhecimentos que antes estavam restritos ao campo teórico. Assim, você pode continuar na sua área ou até mesmo mudar para outra. Em qualquer dos casos, o objetivo é conduzir sua carreira para o caminho certo.

Ampliação da área de atuação na empresa

O MBA tem a finalidade de capacitar o profissional para o trabalho diário, superando obstáculos e desafios. Ele está mais preparado para tomar decisões e solucionar problemas, porque já viu de forma prática como as situações podem ser resolvidas.

Desse modo, o profissional tem uma possibilidade maior de ampliar sua atuação na empresa. Ele adquiriu a formação específica para gestão e liderança, por isso pode ocupar um cargo mais relevante.

Ao mesmo tempo, seu currículo é valorizado, pois demonstra sua expertise na área e consegue destacá-lo dos demais profissionais.

Fortalecimento do networking

A possibilidade de aumentar e fortalecer a rede de contatos é um dos pontos mais úteis do MBA. O networking é um elo entre profissionais e empresas, seja para pessoas que estão buscando uma recolocação no mercado de trabalho, seja para quem deseja ter mais destaque.

Ao mesmo tempo, você consegue trabalhar melhor seu marketing pessoal para que os colegas e outras empresas o vejam como alguém dedicado, que está sempre buscando novos conhecimentos e deseja se aprofundar nos aprendizados executivos.

Como você pôde perceber, o Master in Business Administration traz diversas vantagens para sua carreira. Você se torna um profissional melhor e com mais capacidade de atuação. Dessa forma, se destaca no mercado e tem uma chance maior de ocupar um cargo de gestão ou liderança.

Para potencializar esses resultados, é preciso ter apenas um cuidado: escolher com atenção a instituição em que fará o curso. Esse é um ponto relevante para que o investimento valha a pena, porque o diploma tem mais credibilidade se a instituição for bem reconhecida.

O problema é que o Ministério da Educação (MEC) não definiu as características necessárias para o curso. O que especialistas dizem é que o Master in Business Administration deve:

  • desenvolver competências e habilidades para a gestão;
  • oferecer conhecimento em diferentes áreas organizacionais;
  • fornecer ferramentas técnicas;
  • tratar de assuntos abrangentes, que tenham relação com o ambiente econômico, social, local, global, papel das empresas, responsabilidade social e sustentabilidade;
  • aprimorar atributos de liderança, por exemplo: relações humanas, comunicação, motivação, simulações, jogos, gestão de pessoas e equipes, entre outros.

Agora que você já sabe que o MBA faz a diferença, é só escolher a instituição certa para você. Entre em contato com a gente e veja como são nossos cursos e de que forma eles podem ajudá-lo!

MBA vs. pós-graduação: entenda a real diferença

Você quer se especializar para aumentar sua renda mensal e conquistar um cargo mais elevado. Ao pesquisar sobre as opções se depara com uma dúvida: qual a diferença entre MBA e pós-graduação?

O primeiro ponto que deve ficar claro é que um MBA é um tipo de pós-graduação. O que caracteriza esse formato e o diferencia dos outros é que ele é voltado para a área de administração.

Outro ponto peculiar e importante é o fato de os participantes terem mais experiência de mercado, o que fortalece o networking. Além disso, os professores também são empresários e possuem negócios de destaque na área em que lecionam.

Mas o que faz essas duas modalidades serem tratadas de modo distinto? É isso que vamos esclarecer neste post. A partir de agora, você entenderá a real diferença entre esses cursos e descobrir qual é o melhor para você.

Quer saber mais? Acompanhe!

Diferença entre MBA e pós-graduação

Todos os cursos de especialização, MBA, mestrado, doutorado e pós-doutorado podem ser chamados de pós-graduação. Pela definição, entendemos que são programas realizados após a obtenção do título básico do Ensino Superior. No entanto, as modalidades se diferenciam e cada termo é utilizado conforme o conceito adequado.

A principal divisão é feita entre programas lato sensu e stricto sensu. A primeira categoria é composta por cursos que servem para o aperfeiçoamento em uma área de atuação específica. Por isso são mais direcionados para o mercado de trabalho.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), os programas lato sensu têm duração mínima de 360 horas. Ao terminar o curso, o aluno recebe um certificado, e não um diploma. Na prática não há diferença, exceto se você quiser dar aula em uma universidade pública, situação que geralmente exige o segundo documento.

Já os cursos stricto sensu são aqueles voltados para a carreira acadêmica, ou seja, mestrados e doutorados, que devem ser feitos nessa ordem. São mais teóricos e têm como foco as pesquisas, e não o mercado de trabalho.

Compreendendo essa separação entre lato e stricto sensu, vamos abordar as diferenças entre o MBA e a pós-graduação. Veja o que os caracteriza:

MBA

Esse curso é da modalidade lato sensu e se tornou bastante comum nos Estados Unidos, chegando depois ao Brasil. O Master in Business Administration tem foco no mercado de trabalho e é indicado para pessoas que têm mais de 3 anos de experiência profissional.

Apesar de nos EUA o MBA ser considerado do mesmo nível de mestrado, no Brasil o curso tem o mesmo grau de uma especialização. Seus assuntos principais são gestão, empresas e negócios. A ideia é preparar o estudante para se tornar gestor ou líder.

É um curso ideal para formar um networking e ter contato com outros profissionais da área, inclusive os professores. A carga horária do MBA frequentemente pode ultrapassar as 360 horas. É mais recomendado para pessoas que:

  • gostam de estudar, mas têm interesse em assuntos diretamente relacionados à profissão;
  • pretendem equilibrar os estudos e a jornada de trabalho;
  • desejam pesquisar, mas não têm tempo para uma dedicação exclusiva ou aprofundada;
  • dominam o idioma inglês;
  • desejam ocupar um cargo de liderança ou gestão na empresa em que trabalham.

Pós-graduação

Sua divisão é feita entre programas lato sensu (especialização) e stricto sensu (mestrado e doutorado). No primeiro caso, o foco também é o mercado de trabalho, mas os professores nem sempre são profissionais de destaque em sua área de atuação e é difícil formar um networking tão qualificado quanto no MBA.

Já a modalidade stricto sensu é voltada para a carreira acadêmica. Para entender melhor a diferença podemos usar como exemplo um profissional da área de nutrologia. Se ele quer se especializar em um aspecto da nutrição, deve procurar a pós-graduação. Porém, se deseja se tornar um líder no segmento de saúde, é mais indicado fazer o MBA em Gestão Hospitalar, por exemplo.

Quem procura a especialização pode atuar no mercado de trabalho e não precisa se concentrar completamente nos estudos. Já o mestrado e o doutorado exigem dedicação integral, porque é preciso realizar uma pesquisa mais aprofundada. Por isso as modalidades stricto sensu são recomendadas se você pretende dar aulas em escolas e universidades.

Como escolher a melhor opção

A escolha pela categoria mais adequada ao seu caso deve ser feita de acordo com os seus objetivos. O que você pretende ao fazer o curso é o principal critério nessa hora. Por exemplo, pense se você deseja seguir a carreira acadêmica algum dia ou se quer continuar sempre no mercado de trabalho.

Mas existem outras circunstâncias que devem ser avaliadas:

Pense na rotina

Outro ponto relevante é o dia a dia. O MBA pode ser levado junto com uma profissão, por ser um curso mais breve e que considera a rotina de quem trabalha. Isso significa que há possibilidade de fazer as atividades em horários livres. As aulas costumam ocorrer à noite em alguns dias úteis e principalmente nos finais de semana. 

Já as pós-graduações stricto sensu pedem, geralmente, dedicação integral. Além das aulas é preciso fazer estágio de docência, participar de grupos de pesquisa, elaborar artigos para revistas acadêmicas, entre outras atividades que vão contar pontos na plataforma Lattes.

Assim, se você deseja conciliar trabalho e pós-graduação, provavelmente terá que sacrificar finais de semana, noites e períodos de férias. Também precisará ter flexibilidade no emprego para poder assistir às aulas (que geralmente ocorrem de manhã ou à tarde em dias úteis) e participar de eventos, como palestras, congressos e simpósios.

Considere os pré-requisitos

Os pré-requisitos para ingressar em um MBA ou uma pós-graduação são praticamente os mesmos. É preciso ter um diploma de curso superior e participar do processo seletivo, que é definido pela instituição de ensino.

Entretanto, o processo seletivo para stricto sensu costuma ter mais etapas — em geral o mestrado e o doutorado exigem apresentação de projeto de pesquisa e arguição oral com uma banca.

Ao final, em ambos os casos é necessário realizar um trabalho de conclusão, que pode ser uma monografia, dissertação ou tese. Algumas universidades pedem a elaboração de um artigo em substituição. 

Geralmente, os cursos são pagos e podem ser feitos em instituições públicas e privadas. Em qualquer dos casos é uma forma de aprender mais e ter a possibilidade de melhorar sua carreira. No entanto, o MBA ajuda mais se o seu objetivo é o mercado de trabalho.

Entendeu a diferença entre MBA e pós-graduação? Agora é só você escolher o curso mais adequado às suas necessidades. Para saber mais sobre os cursos e ter outras informações, aproveite e assine a nossa newsletter.

Conheça 3 metodologias de gestão de projetos usadas na prática

Orçamentos, prazos, entregas, expectativas — todos esses fatores são importantes, mas não suficientes para transformar uma ideia em realidade. É preciso saber o que e como fazer para que uma empresa entregue ao cliente o produto ou serviço que ele espera. Por isso é tão importante conhecer as metodologias de gestão de projetos.

E você, sabe quais são os princípios de cada metodologia e em que situações elas são adequadas? Pois hoje vamos abordar 3 modelos, explicar como funcionam e apresentar as circunstâncias em que devem ser utilizados. 

Metodologias tradicionais 

Métodos tradicionais estabelecem um planejamento completo e fechado antes mesmo do início dos trabalhos. Nele, a totalidade das tarefas específicas é distribuída em uma ordem linear de evolução, e os prazos para as entregas são definidos. 

Portanto, a equipe desenvolve cada uma das etapas na ordem em que elas aparecem no planejamento. Assim que finaliza uma tarefa, inicia a seguinte. Essa sequência é conhecida como cachoeira.

Conheça abaixo o PMI, que estabelece práticas de acordo com esses princípios da metodologia tradicional: 

PMI

Criado pelo Standards Committee (Comitê de Padronização) e gerenciado pela organização Project Management Institute, que dá origem à sigla, o PMI não é uma metodologia. Trata-se de uma padronização utilizada por diversas indústrias.

O modelo identifica e nomeia processos, áreas de conhecimento, técnicas regras e métodos. Atualmente, é considerada a bibliografia mais importante quando se trata da gestão de projetos, pois abrange os principais aspectos que podem ser abordados nesse contexto. 

Como funciona o PMI?

As melhores práticas para a gestão de projetos reconhecidas por profissionais são reunidas em um guia: o Project Management Body of Knowledge (PMBOK). Essa publicação estabelece 5 processos para a condução dos projetos, que são iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, encerramento.

Ele também determina 10 áreas de conhecimento que devem ser consideradas no gerenciamento de projetos

  1. escopo;
  2. tempo;
  3. qualidade;
  4. custos;
  5. aquisições;
  6. comunicações;
  7. recursos humanos;
  8. riscos;
  9. integração;
  10. relacionamento com stakeholders.

Quando utilizar o PMI? 

As práticas do PMI / PMBOK permitem gerir melhor os projetos da empresa e coordenar a execução com excelência. Elas estabelecem fluxos eficientes de informações e ações na organização, gerando produtividade, redução de custos e satisfação de profissionais e clientes.

São recomendadas também para aquelas situações que não se adequam às metodologias ágeis, como veremos mais à frente. 

Métodos ágeis

Ao contrário da metodologia tradicional, os métodos ágeis não utilizam um planejamento completo, fechado e engessado. As tarefas são organizadas em ciclos, e sua revisão pode acontecer em diferentes ordens. 

O formato prevê a tomada de decisões enquanto o projeto é desenvolvido, a partir do surgimento de necessidades. As demandas são comunicadas por meio de controles visuais e o cliente participa do projeto, verifica o progresso, avalia o produto em construção e solicita alterações, de acordo com suas demandas. 

Agora chegou a vez de falarmos de dois métodos ágeis relevantes no mercado. Veja abaixo!

Kanban

O Kanban é um método criado pela empresa japonesa Toyota e utilizado para implantar mudanças. Em vez de prescrever práticas, ele oferece princípios que, quando aplicados, podem melhorar o desempenho e reduzir o desperdício. 

Como funciona o Kanban?

Inicialmente, o Kanban divide as tarefas em três campos: para fazer, em execução e finalizado, mas outras classificações podem ser criadas. Cada campo (pode ser uma coluna) é abastecida com cartões que trazem informações como a descrição da atividade, nome do responsável, horário em que foi solicita e prazo, por exemplo. 

À medida que as tarefas são realizadas, o próprio profissional altera sua localização e escreve o próximo cartão, com as mesmas informações, mas referentes à atividade seguinte que deve ser executada. Existem inclusive aplicativos que utilizam essa metodologia, como o Trello. 

Quando utilizar o Kanban?

Esse método pretende minimizar o impacto inicial de mudanças, facilitando a aceitação do grupo. Ele contribui para modificar a cultura da organização e amadurecê-la, preparando-a para a implementação de melhorias mais significativas nos processos. 

Portanto, ele é recomendado para aquelas situações em que a organização precisa realizar uma transição gradual entre os métodos tradicionais para métodos ágeis sem causar altos níveis de resistência organizacional. 

Design Thinking

Essa abordagem foi elaborada para permitir a solução de problemas complexos utilizando a criatividade e a empatia. Como o nome diz, ela aplica o modelo cognitivo usado pelos designers — a capacidade de abduzir para proporcionar o bem-estar na vida das pessoas.

O Design Thinking aplicado aos negócios foi popularizado por duas personalidades do Vale do Silício: David Kelley, professor da Universidade de Stanford, e Tim Brown, ligado à consultoria de inovação IDEO. 

Como funciona o Design Thinking? 

O processo geralmente é feito em grupos, e a quantidade de fases pode variar de acordo com o autor que as descreve. Vamos mencionar aqui a proposta do Instituto de Design de Stanford, que estabelece cinco etapas:

  1. criar empatia: compreender as necessidades das pessoas que demandam o projeto ou serão atingidas por ele (consumidores, colaboradores etc);
  2. definir: utilizar os resultados da pesquisa do item anterior para descrever o problema, o que deve ser resolvido ou criado para solucioná-lo;
  3. idealizar: trazer ideias e sugestões à tona sem qualquer censura, sem medo de errar. Os brainstormings são muito comuns nessa etapa; 
  4. prototipar: organizar as ideias, selecionar as mais recorrentes ou interessantes e criar protótipos capazes de simular o produto final; 
  5. testar: experimentar os protótipos e escolher o mais adequado para atender às necessidades do cliente. 

Também é importante incentivar a participação do usuário final no desenvolvimento das soluções, facilitando sua adoção e aumentando as chances de serem aplicadas como inovações

Quando utilizar o Design Thinking? 

O Design Thinking promove dois aspectos essenciais para o sucesso empresarial: inovação e desejabilidade. 

Ou seja, quando uma empresa desenvolve um produto ou serviço, é fundamental que ele seja desejado pelos consumidores, que ele tenha um valor perceptível para o cliente. 

Pensar como um designer promove exatamente isso: o empresário consegue imergir no mundo do cliente, enxergar com seus olhos e entender suas necessidades, vontades e expectativas. Dessa forma, ele é capaz de desenvolver um produto que os consumidores realmente desejam.

Quando utilizar os métodos ágeis 

Nem todos os projetos funcionam bem quando direcionados por uma metodologia ágil. Em alguns casos, é necessário realizar um planejamento completo logo no início, de acordo com os métodos tradicionais. 

Os projetos que apresentam melhores resultados com as metodologias ágeis têm as seguintes características: 

  • contam com clientes dispostos a colaborar ao longo do projeto;
  • possibilitam a utilização de controles visuais;
  • não demandam um desenvolvimento linear;
  • permitem a realização de testes constantes;
  • reúnem os diferentes setores envolvidos em um único local. 

Entendeu qual é a diferença entre as metodologias de gestão de projetos e em que situações elas são aplicadas? Percebeu o quanto essa área é abrangente e traz soluções para o dia a dia das empresas?

Que tal então conhecer os 7 motivos para se formar em gestão de projetos? Leia nosso post e descubra como esta pode ser uma opção de carreira interessante. Confira!

Como ser um profissional inovador de verdade?

Hoje em dia, ter a capacidade de criar algo novo é praticamente um pré-requisito para o sucesso. Cada profissional precisa possuir um diferencial, algo que vá além da sua eficiência e produtividade diárias.

Alguns acreditam que, para ser um profissional inovador, é necessário ter nascido com um dom, como se a criatividade fosse um talento exclusivo. Porém, a verdade é que qualquer pessoa pode atingir esse patamar por meio do aprendizado.

Inovação não é um privilégio de nenhum grupo ou geração. Não é necessário ter a experiência de um grande gestor para encontrar novas formas de trabalho, nem ser jovem para conseguir elaborar algo que ninguém nunca tinha visto.

Se você deseja inovar na sua área, pode começar a trabalhar essa capacidade agora mesmo. Veja, a seguir, algumas atitudes indicadas para quem quer se tornar um verdadeiro profissional inovador!

1. Pratique sempre a proatividade

Em muitos momentos, a diferença entre o inovador e o seguidor é quem agiu primeiro. Se você esperar sentado um convite para criar algo, é provável que alguém crie antes de você.

Por isso, sempre que tiver uma boa ideia, não demore a discuti-la com o restante da equipe. Mesmo que ela não pareça ter futuro, algo interessante pode surgir a partir da discussão.

A proatividade não deve emergir apenas na hora de inovar, mas precisa ser cultivado como algo rotineiro no trabalho. Dar um passo à frente para ajudar um colega em uma tarefa ou cobrir uma ausência, por exemplo, são algumas das atitudes que um profissional inovador costuma praticar no seu dia a dia.

2. Procure novas especializações

Aqueles que param de estudar quase sempre perdem o passo em relação ao resto da equipe. Não basta apenas ter um diploma, é importante continuar se atualizando e especializando dentro do seu setor. Pode não parecer uma atitude intrinsecamente inovadora, mas é muito mais difícil criar algo novo quando você não conhece os antecedentes.

E essa atualização deve ser feita periodicamente. Como regra, um bom profissional inovador deve buscar um novo curso de complementação a cada 2 anos, no máximo. Se um curso durar entre 6 meses e 1 ano, você terá pelo menos 1 ano para colocar em prática tudo o que aprendeu e aproveitar os frutos da sua nova formação.

3. Busque novas experiências

Especializar-se é importante, mas não é a única coisa que um profissional inovador deve buscar. Boas ideias costumam surgir a partir de detalhes, momentos de relaxamento ou mesmo em circunstâncias inesperadas. Por isso, é importante que você não se limite a um campo de conhecimento. Busque algo diferente a fim de alimentar o cérebro e deixar seu trabalho mais produtivo e único.

Coisas simples como a prática de um esporte, leitura, cinema e viagens podem ajudar a limpar a mente dos padrões já estabelecidos de qualquer área, dando mais espaço para ideias novas. Em alguns casos, uma inspiração pode surgir a partir dessas atividades.

4. Tenha senso de necessidade

Inovar não é só aparecer com algo que nunca foi visto. É pensar em uma solução nova para atender a uma demanda antiga. Um profissional inovador sabe reconhecer o que seus colegas precisam, entregando novas ferramentas e recursos a fim de que suas tarefas se tornem mais fáceis.

O senso de necessidade não é um aspecto fácil de trabalhar. Essa é uma qualidade que envolve muito mais intuição, sendo algo relativamente subjetivo. Mas você pode exercitar certas perguntas como “qual é a demanda principal de determinado setor?”. Algo simples como isso já contribui bastante.

5. Questione com regularidade

Sem questionar algo que é oferecido como verdade absoluta, você não vai conseguir inovar em seu trabalho e ter um diferencial competitivo. Para criar novidades, quase sempre é necessário romper paradigmas, alguns fortemente enraizados nos procedimentos da empresa.

Um profissional inovador não deve permanecer na sua zona de conforto por muito tempo. Ele precisa sair e encontrar algo que ainda não foi explorado.

Uma boa técnica para exercitar o hábito de questionar é sempre rebater uma afirmativa categórica com uma pergunta curta e direta. Por exemplo, sempre que alguém disser que “o cliente tem sempre razão”, você pergunta: “será que tem mesmo?”. Este é um ditado que nem sempre é interpretado da maneira correta. Ao questioná-lo, você poderá entender o que significa e aplicá-lo melhor no seu dia a dia.

6. Descomplique

A inovação não precisa ser algo complexo, rebuscado e difícil de implementar. Pelo contrário. Algumas das ideias mais revolucionárias foram aplicações extremamente simples, tanto que podem passar despercebidas aos olhos. Talvez uma nova ideia esteja na sua frente agora mesmo e você apenas não lhe deu a devida atenção ainda.

Se você quer ser um profissional de sucesso e inovador, não se preocupe em reinventar a roda. Foque em elementos palpáveis do seu cotidiano e em formas simples de torná-los mais eficazes. Menos aparato significa menores chances de falha.

7. Trabalhe em equipe

Ninguém inova sozinho. Cooperação não é só um conceito empresarial. É uma oportunidade para que novas coisas se criem. A ideia de uma única mente criativa, alguém muito à frente de seu tempo, é uma falácia.

Qualquer criação ou mudança, da mais inusitada à mais trivial, é fruto de um esforço conjunto. Se você pretende ser um profissional inovador, melhore suas habilidades de trabalho em equipe.

8. Corra riscos calculados

Inovação sempre traz riscos. Isso é um fato. Então, por que tantas pessoas buscam inovar quando, em tese, isso seria algo perigoso? Isso ocorre porque os resultados podem compensar o risco sofrido.

A questão aqui é não correr perigos desnecessários. Sempre que você estiver em busca de alguma mudança, lembre-se de avaliar os riscos e criar um plano de ação. Colocar muitos recursos a perder sem um propósito não é benéfico.

Agora que você já sabe quais habilidades deve trabalhar a fim de se tornar um profissional inovador, é hora de começar a aprendê-las.

Acha que esse artigo pode ser útil para mais alguém? Então compartilhe-o em suas redes sociais e mostre como é possível aprender a inovar.

Passo a passo: saiba como criar um Plano de Desenvolvimento Individual

Você já ouviu falar em Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)? Já pensou em como quer estar daqui a 5, 10, 15 anos? Desenhou os seus objetivos e metas pessoais e profissionais?

Essas perguntas rondam a cabeça de qualquer pessoa que está no começo da sua jornada. No entanto, também é comum haver profissionais experientes que ainda querem estar mais preparados para terem uma evolução plena.

O Plano de Desenvolvimento ajuda qualquer pessoa a chegar aonde sempre desejou. Essa ferramenta permite que você mantenha o foco e siga em frente, mesmo com os obstáculos que surgem pelo caminho.

Para ajudá-lo a cumprir as ações determinadas nesse documento e alcançar o sucesso, nós criamos um passo a passo. Ao longo deste post você vai ver:

  • o que é um Plano de Desenvolvimento Individual;

  • qual a importância desse instrumento;

  • como fazer um PDI;

  • o que não pode ficar de fora dele.

Quer entender mais? Acompanhe e veja os benefícios que o plano pode trazer para a sua vida!

1. O que é um Plano de Desenvolvimento Individual?

O Plano de Desenvolvimento é uma ferramenta que ajuda o indivíduo a progredir e a se preparar para os desafios que surgem em sua vida pessoal e profissional, como uma promoção, um projeto que deseja tocar etc. Ele pode ser de curto, médio ou longo prazo, mas geralmente dura de 3 meses a 1 ano.

Esse instrumento é uma maneira de se comprometer com o próprio desenvolvimento e atingir seus objetivos por meio de ações específicas. A ideia é traçar um roteiro que deve ser seguido para que você passe de onde está agora para o local em que gostaria de chegar.

A questão que surge nesse momento é: o que é o desenvolvimento? De acordo com o Dicionário Michaelis Online, o significado é “ato ou efeito de desenvolver(-se); desenvolução; passagem gradual (da capacidade ou possibilidade) de um estágio inferior a um estágio maior, superior, mais aperfeiçoado etc.; adiantamento, aumento, crescimento, expansão, progresso”.

Existem outros conceitos similares e que podem ser adotados neste post. A ideia, no entanto, é mostrar que o desenvolvimento tem por prerrogativa elevar a competência ou a capacidade do indivíduo, fazendo-o amadurecer, crescer e evoluir.

Nesse sentido, o Plano de Desenvolvimento focado no indivíduo tem a finalidade de aprimorá-lo em suas questões pessoais e profissionais. O resultado é a obtenção de vantagem competitiva e o alcance de um posicionamento favorável para o mercado de trabalho.

1.2. Quais são as características do PDI?

Esse instrumento deveria fazer parte dos planos de todas as pessoas, tanto em seu âmbito pessoal quanto no profissional. Ele pode ser comparado ao antigo plano de carreira, mas sua abrangência é muito mais ampla e tem como ponto de partida a avaliação individual das habilidades técnicas e específicas de cada um.

É aí que reside a vantagem do Plano de Desenvolvimento. Ele se mistura aos desejos pessoais e projeta os resultados no futuro, sempre de acordo com as características que podem ser mais bem aproveitadas para a execução de determinadas funções — como pesquisador, diretor, analista, entre outros.

Devido a esses aspectos, o Plano de Desenvolvimento tem sido uma estratégia importante para as empresas. Ele serve como ferramenta de monitoramento do desenvolvimento de competências dos colaboradores, o que permite comparar os resultados de cada avaliação e analisar se ele alcançou melhores resultados.

No âmbito pessoal, o Plano de Desenvolvimento também pode ser usado para alinhar os valores pessoais aos da organização em que você trabalha. Porém, esse documento deve ter sentido para você e para a empresa. Caso contrário, não surtirá o efeito esperado.

2. Qual a importância do PDI?

O Plano de Desenvolvimento é um indicador do caminho a ser trilhado. Ele pode partir de uma iniciativa do próprio colaborador ou ser uma ferramenta da gestão de pessoas. Em ambos os casos, o objetivo é alinhar as expectativas pessoais às profissionais.

A grande importância desse documento é determinar metas e seus respectivos prazos. Com esses elementos bem delineados, é mais fácil manter o foco, executar ações estratégicas e evitar se distrair com escolhas aleatórias.

Além disso, existem 8 benefícios que demonstram a importância da implementação dessa prática. Veja quais são eles:

2.1. Clareza

O profissional que adota um Plano de Desenvolvimento entende de maneira mais clara o que está ocorrendo em sua carreira. Isso é devido ao fato de seu progresso ser derivado de ações estratégicas que foram previamente planejadas. Ou seja, não é algo realizado ao acaso.

2.2. Motivação

O Plano de Desenvolvimento tem como base as aspirações e objetivos que foram definidos por você mesmo. A consequência é o aumento da motivação, já que se sabe que cada estágio concluído é um degrau a mais na direção da meta.

2.3. Direcionamento

O documento do qual estamos tratando traça um mapa para que você desenvolva sua carreira e assuma o controle sobre seu próprio desenvolvimento. Portanto, oferece mais autonomia às suas ações. A ideia é saber sempre qual deve ser a próxima etapa e aplicar seu esforço e tempo a fim de atingir suas metas.

2.4. Responsabilidade

A adoção de um Plano de Desenvolvimento coloca em suas mãos toda a responsabilidade sobre o futuro. Você sabe exatamente o que deve fazer, quando e de que maneira executar cada ação. Em outras palavras: você tem o dever de tomar as atitudes necessárias para alcançar os resultados que deseja.

2.5. Autoconhecimento

O autoconhecimento é uma característica que auxilia em todos os momentos da vida. O Plano de Desenvolvimento permite fazer uma investigação mais profunda sobre quais são seus motivos para alcançar as metas, o que é importante para você nos âmbitos pessoal e profissional e quais são suas melhores competências. Ao elaborar esse documento, a expectativa é que você aprenda muito mais sobre si mesmo e tenha resposta para todas essas perguntas.

2.6. Diferenciação

O Plano de Desenvolvimento impacta diretamente a sua diferenciação como profissional. A partir do conhecimento de suas próprias capacidades e aptidões, você consegue se destacar no mercado de trabalho atual, que é cada vez mais competitivo. Essa característica torna mais fácil a sua valorização perante a empresa, já que esta também obtém vantagens com a sua qualificação.

2.7. Satisfação com a carreira

Este é um dos grandes benefícios do Plano de Desenvolvimento. Afinal de contas, proporciona ao profissional a possibilidade de alinhar seus desejos pessoais aos seus sonhos de carreira. Isso faz com que você se sinta mais satisfeito ao atuar em sua função e produza com mais eficiência e qualidade.

2.8. Identificação

Um dos grandes desafios dos dias atuais é saber o que se deseja fazer para o resto da vida. É comum ter que tomar essa decisão muito cedo para prestar o vestibular. E é justamente por isso que as pessoas vêm repensando e, muitas vezes, adotando outros rumos.

Com o Plano de Desenvolvimento você identifica facilmente o que deseja, aonde quer ir e o que fazer para chegar lá. Isso resulta em motivação.

Além desses 8 benefícios, precisamos indicar também a importância das metas e dos prazos estipulados no documento. Essa atitude é fundamental para melhorar o comportamento do profissional e fazê-lo seguir em rumo à direção certa.

O planejamento detalhado também contribui para alcançar o objetivo e reduzir o estresse, porque realiza um direcionamento bem claro e aponta quais são as prioridades do momento.

A partir disso você se torna mais responsável por suas próprias ações e futuro. Também consegue determinar o que é necessário para progredir e o que deve fazer para evoluir cada vez mais.

3. Como fazer um PDI?

A elaboração do Plano de Desenvolvimento precisa passar por algumas etapas básicas, que vão ajudar a chegar nos resultados esperados. Esses estágios devem ser adotados sempre, independentemente de serem elaborados para você mesmo ou para a empresa em que atua.

Além disso, é necessário que você seja muito honesto com as informações. Somente dessa forma alcançará o sucesso.

De modo geral, a pergunta que você deve se fazer é: “onde estou neste momento e aonde desejo chegar?”. Para responder a esse questionamento, é necessário passar por algumas etapas principais. Veja o que você deve fazer em cada uma delas:

3.1. Execute uma análise situacional

A avaliação precisa ser bastante abrangente e considerar diversos fatores, entre eles: família, relacionamento, carreira, espiritualidade, saúde, finanças, equilíbrio emocional, qualidade de vida, esportes e qualquer outro aspecto relevante.

Considere também seu estado atual e o desejado nos lados pessoal e profissional. Lembre-se de estar com ambas as partes sempre na mesma direção para que seus esforços sejam somados e resultem em satisfação geral.

3.2. Defina um objetivo

Essa é uma etapa fundamental, porque define aonde deseja chegar. Você deve delimitar um objetivo específico, como a realização de um projeto, o alcance de uma promoção, uma mudança de carreira e por aí vai.

Para compreender exatamente quais são seus objetivos, pergunte-se: “o que desejo ou preciso desenvolver? O que gosto de executar no dia a dia?”. Lembre-se também de ter metas claras, porém flexíveis. É assim que seu Plano de Desenvolvimento será realmente eficaz.

3.3. Crie um mapa de competências

A análise situacional deve se refletir diretamente nesse momento. A ideia é compreender as competências que já possui e as que são necessárias para que seu objetivo seja conquistado.

O importante é ter a certeza de que não vale a pena pensar somente nos pontos positivos. Considere os negativos, que são as características mais fracas e que devem ser desenvolvidas. Assim, você conseguirá perceber quais são seus diferenciais e o que falta para se tornar excelente naquilo que faz.

Por exemplo: você pode ter a habilidade de tomar decisões rapidamente, mas precisar reforçar a capacidade de priorização. É importante desenvolver ambos os pontos fortes e fracos. Ou seja, foque na construção de ativos dos elementos positivos e aja diretamente sobre os negativos para tirar os obstáculos da sua frente.

Tenha em mente que é difícil melhorar todas essas capacidades rapidamente. Recomenda-se escolher qual competência será trabalhada de cada vez, sabendo que a definição errada pode levar ao fracasso do Plano de Desenvolvimento.

Para fazer essa priorização, é importante analisar 3 critérios:

  • impacto: a contribuição que a habilidade terá para alcançar o objetivo final;

  • urgência: o quanto a habilidade é necessária no momento;

  • desejo: o quanto você deseja desenvolver a competência.

3.4. Delimite um plano de ação

Esta é a etapa que prevê a elaboração de toda a estratégia. O plano de ação deve variar conforme os aperfeiçoamentos e características individuais a serem atingidos.

O objetivo do plano de ação é fazer com que você saia do mundo das ideias e delimite as ações concretas que permitirão alcançar as metas. Outro ponto relevante é a definição das estratégias que vão contribuir para o caminho que será trilhado.

Essa etapa é uma maneira de sair da sua zona de conforto e modificar o que for necessário. Busque orientações na teoria (em livros ou cursos), mas também considere a prática. Por exemplo: se o seu objetivo é falar bem em público, leia sobre o assunto e teste algumas técnicas. Ao mesmo tempo, aceite o convite para ministrar uma palestra para perder o medo.

Apesar desse momento, é importante reavaliar a lista de priorização de competências. Isso deve ser feito constantemente para identificar a necessidade de melhorias e manter a motivação.

O Plano de Desenvolvimento, portanto, é uma consequência de etapas contínuas. Elas devem ser condizentes com a sua rotina e precisam ser elaboradas por etapas, para que contribuam com seu processo evolutivo.

3.5. Conte com um acompanhamento

O Plano de Desenvolvimento pode ser aplicado exclusivamente por você, mas suas chances de sucesso serão maiores se contar com a ajuda de um tutor ou coach. Essa afirmação é válida porque a visão de um profissional é diferente da sua — e, por isso, muito útil.

Essa observação externa permitirá que você entenda se está trilhando o caminho correto, se seu foco permanece e se fez escolhas corretas. O processo de coaching também ajuda a encontrar as respostas para as perguntas que destacamos ao longo deste post, porque essa técnica promove o alinhamento dos seus desejos pessoais aos profissionais.

Ao mesmo tempo, suas habilidades técnicas e emocionais são potencializadas. O resultado é o sucesso do Plano de Desenvolvimento.

4. O que não pode ficar de fora do seu PDI?

Este post já mostrou o que é o Plano de Desenvolvimento, qual sua importância e vantagens e como aplicá-lo. Para finalizar, vamos mostrar o que você não pode deixar de abordar nesse documento.

Quer saber quais são esses pontos mais relevantes? Confira os que vamos listar a seguir:

4.1. Definição de metas e prazos

A gente especificou que o Plano de Desenvolvimento pode ter duração de 3 meses a 1 ano. Se ele for mais curto do que isso, será difícil de efetivar. Já os objetivos de prazo mais longo podem ser traçados, mas você precisa ter uma motivação extra para segui-los, além de renovar as metas e o caminho frequentemente.

As metas e prazos, portanto, são fundamentais para a elaboração dos seus objetivos. São eles que permitem verificar se as ações propostas foram seguidas e em que medida foram cumpridas.

Estabeleça prazos realistas. Se perceber ao longo do processo que é necessário revisar o plano, faça isso. É bastante comum fazer acréscimos, mudanças e ajustes.

Nesse momento, é preciso definir métricas adequadas à sua situação. Voltando ao exemplo anterior de falar em público, imagine que a palestra deve contar com, pelo menos, 30 pessoas.

Se ficar muito difícil, uma dica é dividir os objetivos em metas menores. Essa medida ajuda a dar ritmo ao seu desenvolvimento pessoal e profissional, além de estimular a sua motivação.

4.2. Análise do resultado do PDI

O Plano de Desenvolvimento deve ser analisado, mas é importante ir além da reflexão sobre seu cumprimento. É importante identificar o aprendizado que obteve e de que forma isso ocorreu.

Pense sobre o que deu certo e errado, as competências que conseguiu desenvolver, o que dificultou o alcance de determinado objetivo, se o obstáculo surgiu na definição de competências ou na elaboração do Plano de Desenvolvimento etc.

Lembre-se de que competência não se resume a conhecimento. Ela abrange também as habilidades e atitudes, ou seja, como você aplica o que sabe na prática e como isso é incorporado em sua rotina. Assim, você realmente cria novos hábitos e modifica a si mesmo.

4.3. Atenção às possibilidades

A elaboração do Plano de Desenvolvimento exige que você pense sobre si, mas também que avalie a situação do mercado e da empresa em seu segmento de atuação. Essa análise permitirá reconhecer indicações do caminho mais promissor e dos pontos que você precisa ajustar.

Algumas perguntas que você deve fazer a si mesmo nesse momento são:

  • Há alguma vaga interessante que ficará disponível em breve?

  • Existe algum concurso que deseja fazer?

  • Há algum cargo ao qual deseje se candidatar?

Verifique se as ações estipuladas elevam as chances de atingir sua meta. Se sim, aproveite a chance.

4.4. Definição de prioridades

O Plano de Desenvolvimento trará diversas especificações de metas e objetivos. Eles devem ser priorizados para que você possa focar em uma atividade de cada vez e ser mais eficiente.

A priorização deve ser feita de modo racional, mas quando se chega a um empate, a melhor forma de solucionar a questão é usar o seu desejo como critério. Pense em quanto deseja desenvolver determinada habilidade, de que forma ela ajuda a alcançar o objetivo etc.

Esteja certo de que a sua vontade é capaz de estimular a realização de grandes atitudes — e tudo fica muito mais fácil.

4.5. Seleção de atividades a partir da rotina

Uma das principais dificuldades do Plano de Desenvolvimento é sair da zona de conforto. Porém, você pode facilitar esse processo adaptando as estratégias do documento à sua rotina.

Por exemplo: o curso que deseja fazer está disponível perto da sua casa e tem boa qualidade? Se a resposta for não, considere o estudo a distância para aproveitar os horários disponíveis, como o almoço.

Seja inteligente na hora de fazer suas escolhas e evite gastar energia e tempo em algo desnecessário ou pouco eficiente. Essa atitude aumentará as chances de você seguir o Plano de Desenvolvimento com sucesso.

4.6. Delimitação de desafios

A adoção de um Plano de Desenvolvimento exige desafios. Você deve fazer mais do que apenas estudar e ler sobre as habilidades que deseja adquirir. O ideal é colocar em prática tudo o que aprendeu.

A atitude pode ser simples, como a apresentação de um projeto para a equipe, ou complexa, como a realização de uma palestra para centenas de pessoas. O que vale mesmo é fazer algo que hoje você acredite ser incapaz, mas precisará executar quando chegar ao seu objetivo.

4.7. Tomada de decisão e aplicação das ações

Uma situação comum é as pessoas acreditarem que o Plano de Desenvolvimento não tem serventia. Esse pensamento é decorrente da falta de aplicação do documento na realidade.

Pode parecer estranho, afinal de contas, quem elaboraria um Plano de Desenvolvimento se for para deixar a prática de lado? Porém, acredite: isso acontece com muita frequência.

Portanto, esteja certo de que suas ações podem ser colocadas em prática e tome a decisão de iniciá-las. Você vai ver que dará certo.

4.8. Realização de investimentos importantes

O último elemento obrigatório no Plano de Desenvolvimento é a execução de investimentos importantes. Você precisa estar disposto a estudar, especializar-se, enfrentar desafios etc.

Os investimentos podem ser financeiros, de tempo ou de esforço. Em quaisquer dos casos, é necessário ter noção da necessidade de se empenhar para atingir seus objetivos e transformar sua vida.

Como você pôde perceber, o PDI é fundamental para alinhar sua carreira e vida pessoal sem perder o foco. Com a rotina atribulada, esse instrumento se torna ainda mais relevante, porque ajuda a definir o que é realmente importante.

Agora que você sabe o que é um Plano de Desenvolvimento Individual, como fazer um PDI e o que é obrigatório nesse documento, que tal conhecer mais assuntos relevantes? É só assinar a nossa newsletter para acesso a conteúdos úteis para sua vida profissional.

8 dicas para a construção de uma boa imagem profissional

Construir e manter uma boa imagem profissional é o primeiro passo para ter sucesso na carreira. Ser eficiente nos processos e ter muitos conhecimentos técnicos na sua profissão são fatores importantes, mas se você não cultivar uma boa reputação em todos os aspectos, certamente terá dificuldade para galgar posições melhores nas empresas.

E não pense que isso se restringe ao que você faz dentro do escritório. Com as redes sociais cada vez mais presentes na vida das pessoas, as vidas pessoal e profissional vêm se confundindo e é preciso que a sua postura seja exemplar durante todo o tempo.

Por isso, preparamos para este post 8 dicas de como construir uma boa imagem profissional, que vai ajudá-lo muito na sua caminhada em um mercado cada vez mais disputado. Acredite: o diferencial competitivo está nas pequenas atitudes.

1. Seja pontual

Não existe nada mais irritante do que a falta de pontualidade no ambiente corporativo. Acumular atrasos constantes em reuniões e encontros, ou mesmo para chegar e ir embora do trabalho, passa uma imagem de desorganização que não ajuda em nada a sua reputação.

É muito comum que as pessoas subestimem o tempo que uma reunião pode durar, o que acaba gerando atrasos e cancelamentos de compromissos posteriores.

Portanto, uma dica para evitar atrasos é calcular o seu dia em função do tempo de cada atividade. Estime os horários dos seus compromissos e faça uma revisão da sua agenda no dia anterior. Para evitar o prolongamento desnecessário de compromissos, use um cronômetro para controlar o tempo.

2. Cuide da sua organização

Dê uma olhada na sua mesa de trabalho. Ela está bagunçada, com muitos papéis e outros itens espalhados? Se a resposta for positiva, saiba que a sua imagem pode ser prejudicada.

Ao contrário do que se pensa, mesas desorganizadas não demonstram excesso de trabalho. Existem profissionais com milhares de atividades diárias que conseguem manter suas mesas impecáveis.

Se você tiver dificuldades, compre prateleiras móveis para organizar a papelada e pastas para guardar documentos importantes.

3. Antecipe-se aos problemas

O bom profissional é aquele que consegue antever os problemas e propor soluções para evitar que eles aconteçam. Pessoas proativas são muito valorizadas nas empresas, pois não ficam só apagando incêndios. Elas agem para que o fogo não aconteça.

Isso exige uma visão crítica dos processos e um bom conhecimento tanto da empresa quanto da profissão. E, geralmente, a proatividade inspira outros funcionários a adotarem o mesmo comportamento, o que traz muitos ganhos para a organização.

4. Resolva conflitos com soluções práticas

Se você trabalha em uma empresa, seja ela de qualquer porte, sabe que os conflitos são inevitáveis. Todos os dias, as divergências de ideias produzem situações que podem sair de controle e prejudicar o ambiente de trabalho.

Quem quer cultivar uma boa imagem profissional deve ter a capacidade de solucionar os conflitos de uma forma positiva, apresentando soluções práticas.

Não confunda conflitos com brigas. Essas últimas devem ser evitadas a qualquer custo. Os conflitos, quando ocorrem no campo das ideias, podem ser positivos para a organização, pois acabam se tornando a fonte inicial de projetos interessantes.

Mas, para isso, é preciso que você aja de forma positiva e resolutiva. Se alguém trouxe alguma sugestão com a qual você não concorda, apresente outras possibilidades em vez de apenas criticar. Assim, você consegue fazer com que o debate seja frutífero, tanto para a empresa quanto para a sua carreira.

5. Não se envolva em fofocas

As rodas de fofoca são comuns em todas as empresas. Nesse caso, o único conselho possível é: jamais esteja envolvido nelas.

Funcionários que passam mais tempo falando da vida dos outros do que se preocupando com seu próprio trabalho são um mal para as organizações e, mais cedo ou mais tarde, terão suas carreiras prejudicadas. E, por mais que você pense que os gestores não têm conhecimento de quem são essas pessoas, em algum momento eles saberão.

6. Pense bem antes de mandar e-mails

Os e-mails corporativos são uma ferramenta muito útil para a comunicação organizacional. Mandar um e-mail para um colega para deliberar sobre algum projeto ou atividade pode ser muito rápido, ágil e seguro.

Mas lembre-se de que se trata de uma ferramenta de trabalho. Usar o e-mail para espalhar correntes ou para tratar de assuntos pessoais prejudica muito a sua imagem profissional.

7. Fique de olho nas suas redes sociais

Embora sejam de cunho pessoal, as redes sociais têm sido muito usadas pelos gestores para avaliar o estilo de vida de seus funcionários. Exagerar em fotos ou em opiniões, principalmente aquelas que envolve assuntos como política ou futebol, podem causar um desgaste desnecessário na sua imagem.

Se exceder nas redes sociais não é uma atitude que gera uma demissão direta, mas pode fazer com que você ganhe uma fama ruim tanto na sua empresa atual quanto no mercado em geral. E isso pode ser decisivo na hora de conseguir promoções ou mesmo um novo emprego.

8. Participe de todas as atividades que puder

Sabe aquele happy hour que os colegas combinam e que você está morrendo de preguiça de ir? É melhor pensar bem antes de ficar de fora. As atividades extras também ajudam na formação da sua imagem profissional.

O clima de trabalho é muito pautado pela parte da rotina, mas é a forma como se constroem os laços de confiança, e até de amizade, que faz com que o dia a dia na empresa fique mais agradável.

Portanto, é nos momentos de relaxamento fora da empresa que você tem a chance de conhecer melhor os colegas e se mostrar como uma pessoa agradável e parceira. E isso faz toda a diferença dentro do escritório.

Não é preciso participar de todas as atividades, mas evite ser aquele colega que nunca vai aos encontros do time.

Como você viu, a construção da imagem corporativa passa por uma série de atitudes que podem até extrapolar a sua vida no dia a dia do escritório. E o ideal é conseguir unir essa boa reputação com uma excelente produtividade. Para isso, que tal ler um pouco mais sobre como ser mais produtivo no trabalho? Aproveite a leitura e cuide bem da sua carreira! 

Como ser um gerente de marketing de sucesso?

O ramo de marketing tem crescido bastante nos últimos anos. Com o crescimento da tecnologia digital e da internet, as possibilidades para conhecer e entrar em contato com qualquer público aumentaram estratosfericamente. Nesse cenário, ser um gerente de marketing é algo bem vantajoso. Mas ainda é necessário cumprir alguns requisitos para ter sucesso nessa carreira.

Não existe uma cartilha fechada ou fórmula para se tornar um profissional de marketing de sucesso, mas quase todas as empresas têm guias para determinar quais habilidades eles esperam dos membros de sua equipe. Em especial dos gerentes. Veja aqui 7 características que costumam diferenciar um grande profissional aos olhos do mercado:

1. Exercite suas habilidades de comunicação

Um gerente de marketing é, acima de tudo, um comunicador. Ele é o responsável por representar a empresa para o seu público, zelar pela imagem que é passada e por como a marca é percebida de forma geral. Essa capacidade de comunicação em larga escala não costuma ser adquirida tão naturalmente. Ela precisa ser exercitada ao longo da carreira e do dia a dia do profissional.

Além disso, esse tipo de habilidade não deve ser voltado apenas para o público. Boa parte do contato realizado pelo gerente de marketing ocorre dentro de sua própria equipe, com seus sócios e com outras empresas. Quanto mais for possível trabalhar essa capacidade, mais versátil e eficiente você será.

2. Esteja informado sobre tendências de mercado

Conhecimento é poder, ainda mais na era da informação na qual vivemos. Capacidade de reunir, processar e armazenar dados é vital dentro de qualquer empresa e para cada profissional que trabalha nela. Acompanhar tendências de mercado é parte integrante do trabalho de marketing.

A melhor maneira de tornar essas buscas mais eficientes é inseri-las na sua rotina de trabalho, até que elas se tornem mais hábito do que obrigação. Como gerente de marketing, você já deve ter algumas fontes confiáveis às quais recorrer. Basta encaixar essas leituras em um horário fixo do seu dia. Logo elas não vão representar nenhum esforço.

3. Domine mais a tecnologia

Como já mencionamos, a era digital é um dos grandes motivos para que o setor de marketing tenha ganhado cada vez mais destaque. A quantidade de ferramentas disponíveis para estudar seu público, criar campanhas e bolar estratégias é maior do que nunca. E entender como tudo isso funciona é um ótimo passo para ser um gerente de marketing bem-sucedido.

Isso não significa que você deve abandonar qualquer formação que já tenha e começar um curso na área de TI. Isso seria bem contraproducente. Basta que você exercite o mesmo hábito do item anterior, lendo e se informando a respeito. Caso ache necessário, pode e deve fazer um curso de extensão, especialmente para dominar os softwares de marketing.

4. Fale mais de um idioma

Ser fluente em mais de uma língua é importante para quase todas as profissões por uma variedade de razões. Mas para um setor que lida regularmente com pessoas do mundo inteiro, entender corretamente os idiomas é um diferencial ainda maior. Um gerente de marketing que possa ir até a Alemanha, Espanha, Japão ou Estados Unidos por conta própria é um profissional cobiçado.

Saber mais de uma língua significa que você terá maior autonomia em viagens, poderá acompanhar artigos internacionais antes de serem traduzidos, entre outras vantagens. Não se limite apenas ao Inglês intermediário. Busque mais idiomas sempre que for possível.

5. Desenvolva uma visão analítica

Quando falamos em “visão analítica”, estamos nos referindo à capacidade de observar de forma crítica uma situação e entender todos os seus componentes. Assim como a questão da comunicação, a forma como um profissional pensa não é algo que pode ser ensinado no sentido pleno da palavra. É necessário exercitar essa habilidade para ser um bom gestor.

Uma forma simples de começar é sempre se perguntar, com todas as letras ou mesmo em voz alta, os porquês de determinada situação. Por exemplo, “por que um determinado grupo de clientes é interessado em determinado serviço?”, sempre evitando respostas excessivamente simplistas ou infundadas. Lembre-se: dados são a sua base para tudo.

6. Sempre tenha foco

Um dos maiores problemas nos novos profissionais, principalmente os millennials, é a falta de direcionamento e foco que pode ocorrer em alguns momentos. Como gerente de marketing, você não pode se dar ao luxo de não saber, ou ao menos ter uma noção, de em que direção deve caminhar.

Todo o trabalho e campanhas de marketing deve possuir um objetivo, algo palpável e mensurável. Essa meta pode ser definida de forma levemente genérica, como “aumentar a presença da marca”, mas você deve ter critérios muito claros para determinar seu sucesso. Da mesma forma, o caminho até tal objetivo deve estar bem esclarecido, a fim de manter a produtividade em dia e conquistar os objetivos traçados.

7. Busque formação e especialização

Um ponto bem simples, mas que ainda merece a devida menção. Um gerente de marketing de sucesso é quase sempre formado nessa área, com anos de estudo e alguma experiência na bagagem. Sem algum conhecimento teórico e técnica, é bem difícil garantir a qualidade do seu trabalho como profissional. Alternativamente, esse gerente pode ser formado em Administração, por exemplo, mas ainda deve ter uma pós-graduação na área.

Além de toda a base, é importante que você, enquanto profissional, continue se especializando em alguma área para melhorar seu desempenho. Um gerente focado em marketing digital é muito mais eficiente em sua própria área do que em field marketing, por exemplo. Além de ser mais valorizado no mercado, um especialista é quase sempre melhor do que a média em seu serviço.

O gerente de marketing que tenha essas qualidades certamente agregará valor para todas as companhias para as quais contribuir, com seu talento e também com o empenho diante os desafios do mercado. Ele também terá capacidade para ter uma visão empreendedora, capaz de trazer benefícios para sua carreira.

Agora que você já sabe como se tornar um gerente de marketing de sucesso, é hora de começar a trabalhar seu desempenho. Quer continuar acompanhando nossos conteúdos? Então assine nossa newsletter e receba tudo em primeira mão.

Conheça os segredos de 7 gestores de sucesso!

Qualquer carreira é feita de altos e baixos. No ramo dos negócios não é diferente. Por isso, é preciso estar preparado para enfrentar os obstáculos que aparecerão no seu caminho. A jornada para ser um gestor de sucesso pode ser longa, mas é necessário ser persistente!

Se você deseja se destacar e crescer profissionalmente, traçar um plano de carreira e buscar por qualificação é fundamental. No entanto, também há outros pontos que devem ser trabalhados caso você queira se tornar um bom líder e entregar resultados positivos para a sua empresa.

Quer saber quais são eles? Acompanhe o post de hoje e conheça 7 gestores de sucesso e o que eles fizeram para se consolidar como líderes tão influentes e respeitados!

1. Steve Jobs

Quem nunca ouviu falar sobre o fundador da Apple, que serve de inspiração para todos os gestores que sonham em alcançar o sucesso?

Steve Jobs nos deixou um legado graças à sua visão empreendedora. Contudo, foi aos poucos que ele conseguiu se tornar um ícone do ramo tecnológico. Isso porque, no início de sua carreira, a Apple funcionava na sua garagem. Além disso, um pouco depois de fundar a empresa, ele acabou sendo demitido do seu próprio negócio por questões de participação e ações.

Jobs não desistiu e deu a volta por cima ao fundar a NeXT e vendê-la para a Apple, o que o levou de volta à sua companhia. E sua carreira não para por aí! Jobs ajudou a criar a Pixar, que mais tarde foi comprada pela Disney. também foi ele quem ajudou a popularizar a informática e revolucionar o mundo digital.

Podemos tirar lições valiosas de sua trajetória, tais como a resiliência, a força de vontade para trabalhar com o que ama, a necessidade de aprender a antecipar as tendências futuras e ter humildade para saber lidar com o fracasso.

2. Jack Welch

O ex CEO Jack Welch teve uma longa carreira bem-sucedida na General Electric e, atualmente, ele ministra palestras e publica livros relevantes para o ramo dos negócios, como “76 fatores críticos para o sucesso” e “Paixão por vencer”.

A sua história é inspiradora pois ele veio de origem humilde e foi o primeiro de sua família a ir para a Universidade. O seu sucesso se deu graças às suas competências de liderança e técnicas de gestão executadas na GE.

Segundo Welch, o líder é uma pessoa que sabe inspirar e motivar a equipe, estando aberto a mudanças e novas ideias. Também é necessário que o líder engaje os colaboradores e os ajude a despertar a paixão pelo que fazem, dando-lhes maior autonomia para tomar suas próprias decisões. Dessa forma, é possível criar uma cultura do aprendizado, necessária para o sucesso da empresa, visto que todos aprendem com os erros e podem crescer juntos.

3. Luiz Antônio Seabra

Brasileiro e dono da Natura, uma das maiores empresas de produtos de beleza da América Latina, Luiz Antônio Seabra teve o sucesso garantido graças ao seu plano de carreira. Ele iniciou sua trajetória no universo da tecnologia, sendo superintendente da Remington Rand, entretanto, mudou de ramo para fazer o que amava.

O diferencial da sua empresa são as vendas diretas e o seu maior contato com o público, o que fez com que Luiz entendesse melhor o comportamento dos consumidores de cosméticos, concluindo que o processo de decisão de compra era baseado no bem-estar, autoestima e satisfação desses potenciais clientes.

Além disso, o líder da Natura apresenta em sua marca uma cultura de preservação da natureza e consciência ambiental, o que torna sua empresa sustentável, característica importantíssima nos dias de hoje.

O seu planejamento, criatividade, dedicação e visão mais humanizada são fatores a serem levados em consideração por qualquer um que deseja se tornar um gestor de sucesso.

4. Ralph Lauren

Ícone do mundo fashion, Ralph Lauren iniciou sua carreia do zero, vendendo para os amigos gravatas que ele mesmo confeccionava, enquanto estudava. Vindo de uma periferia nova-iorquina, hoje ele é dono de uma fortuna de bilhões de dólares e conquistou o mundo com sua grife masculina.

Ele teve persistência para crescer, já que veio de origem humilde, e visão para atender às necessidades do mercado, pois expandiu sua marca para mulheres, crianças e investiu também em acessórios, como óculos e perfumes. Essas são características desejáveis em líderes bem-sucedidos.

5. Luiza Trajano

O Magazine Luiza começou como uma pequena loja de presentes no interior de São Paulo, chamada “A Cristaleira”, gerida pelos tios de Luiza Trajano. Com o passar dos anos, o negócio se expandiu para outras cidades. Porém, foi a posição de liderança tomada por Luiza o que fez com que a empresa tomasse grandes proporções, se tornando uma grande loja de departamentos.

Foi durante a sua gestão que o Magazine Luiza se consolidou como pioneira no comércio eletrônico. Luiza também passou a investir em liquidações e na ascensão de seus funcionários, que começaram a ter maior autonomia nas tomadas de decisão da empresa.

Para seguir o exemplo de Luiza, é fundamental investir no atendimento de qualidade ao cliente e em inovações de seus serviços e produtos, além de estar aberto aos feedbacks negativos e impulsionar os funcionários a crescerem profissionalmente.

6. Robinson Shiba

O fundador da China In Box também passou por grandes dificuldades até se tornar um gestor de sucesso e trabalhar com o que realmente gostava. Isso porque, em uma viagem para os Estados Unidos para aprimorar o seu inglês, Robinson foi assaltado e perdeu todo o seu dinheiro. Por isso, precisou trabalhar como lavador de pratos e entregador de fast food.

A partir dessa experiência, ele notou como o delivery era um bom negócio e, até então, uma tendência inovadora no Brasil. Um tempo depois de voltar para o país, Shiba iniciou sua empreitada de entrega rápida de comida chinesa e teve total apoio de seu pai, que chegou a vender um apartamento por um terço do preço a fim de conseguir capital para investir na ideia do filho.

Para se tornar bem-sucedido como é atualmente, Shiba precisou estudar minuciosamente o negócio. Teve perseverança e aprendeu que um gestor precisa saber voltar atrás quando toma atitudes falhas, e dar importância às pesquisas de mercado — uma vez que suas franquias na Argentina e no México não deram retorno, pois o gestor não procurou saber se os seus clientes em potencial gostavam de comida chinesa.

7. Sônia Hess

Desde pequena, Sônia aprendeu com seus pais o significado da palavra “perseverança”. A família mantinha uma vendinha humilde de secos e molhados no primeiro andar de sua casa. Em uma época de crise financeira, a mãe de Sônia decidiu descosturar uma camisa para entender como a peça era feita. Então, com a ajuda de duas costureiras, produziu mais três camisas, que logo foram vendidas. Foi assim que nasceu a empresa “Dudalina”.

Sônia tomou gosto pelo negócio da família e passou a dar consultorias para outras empresas. Anos depois, e após vários contratempos, ela voltou a fazer parte da Dudalina e se engajou, trabalhando com o desenvolvimento dos produtos, vendas e marketing, adquirindo maior experiência no ramo, o que a levou à liderança da empresa.

Sônia transformou a Dudalina: antes, a empresa confeccionava apenas camisas masculinas, mas Sônia lançou uma linha feminina. Seu lado criativo e a força de vontade para conquistar a nova clientela fez com que a empresa crescesse cada vez mais, tornando-se reconhecida no exterior.

Uma de suas habilidades como líder é ser carismática e gostar de estar em contato com as pessoas. Afinal, qualquer que seja a empresa, é fundamental que o seu gestor seja alguém aberto e amigável. Ainda, a sua forma de manter os funcionários motivados e envolvidos com suas funções é mostrar a eles como ela mesma está comprometida com a empresa e o quanto gosta do seu trabalho.

Agora que você já sabe o segredo desses gestores de sucesso, que tal compartilhar o post de hoje nas redes sociais e ajudar outras pessoas a se tornarem líderes melhores?