7 razões para fazer um MBA em marketing

No mercado atual, quem não se atualiza fica defasado rapidamente, e algumas áreas são ainda mais críticas nesse sentido. Por isso, se você ainda está pensando em fazer um MBA em Marketing, não demore a tomar essa decisão.

Há muito tempo, a área de marketing deixou de ser apenas aquele setor que faz as propagandas da empresa e organiza as festas de fim de ano. Atualmente, o marketing está posicionado estrategicamente nas organizações, participando de decisões importantes e definindo os rumos da empresa juntamente com os dirigentes.

O profissional de marketing precisa reunir conhecimentos que vão desde a comunicação até as finanças e o retorno sobre cada investimento realizado.

Por isso, o MBA nessa área se tornou essencial para que você se mantenha protagonista no mercado. Veja abaixo 7 razões para se matricular nesse curso agora mesmo!

1. Networking

Quem não é visto, não é lembrado. Essa é uma frase que vale para qualquer ramo de atuação profissional, e com o Marketing não é diferente. Portanto, fazer um curso como o MBA oferece uma ótima chance de networking com os principais profissionais do mercado.

Além de participar de grupos de estudo, você ainda poderá apresentar suas habilidades perante toda a turma, nos trabalhos propostos pelos professores.

O networking pode dar uma boa base para que você consiga novas colocações no mercado, por meio dos contatos que adquirir durante o curso.

Para isso, seja um aluno participativo, tanto nos debates nas salas de aula quanto nos encontros promovidos pela turma, e até mesmo em happy hours com os colegas.

2. Atualização profissional

O MBA reúne profissionais que, em sua maioria, estão em plena atividade no mercado de trabalho. Por isso, o curso apresenta uma ótima chance para que você se atualize profissionalmente, tanto por meio das experiências dos colegas quanto pelas propostas trazidas pelos professores.

Um curso de MBA é bastante voltado para o desenvolvimento profissional do aluno. O corpo docente é formado por professores ativos no mercado e com muita experiência. Em geral, as situações trazidas por eles para a sala de aula foram vivenciadas de verdade, em empresas ou consultorias com atuação forte.

Trata-se de uma ótima contribuição para a sua experiência, que agregará bastante na forma como você realiza o seu trabalho.

3. Melhoria na remuneração

Se você está em busca de um salário melhor, o MBA pode ser um investimento bastante promissor.

Muitas empresas possuem um plano de carreira que oferece melhores remunerações em postos superiores à medida que os funcionários buscam qualificações por meio de cursos. E o MBA conta muitos pontos.

Mas mesmo que esse sistema não esteja presente na empresa em que você trabalha, o MBA pode representar uma ótima chance de se colocar em posições mais privilegiadas no momento de concorrer a uma promoção.

Além disso, não se esqueça de que o mercado é extremamente competitivo. Se você possui um MBA e um colega no mesmo nível que você não fez esse curso, você sairá na frente quando surgir uma posição acima da que você ocupa atualmente.

4. Valorização do currículo

Um currículo recheado de cursos, palestras e seminários representa maiores chances de sobreviver no mercado de trabalho — principalmente em momentos de crise financeira, como a que o Brasil atravessa.

Ao concorrer com outros candidatos por uma vaga, a análise curricular é sempre a primeira etapa de avaliação. Aqueles que possuem maior experiência e atualizações certamente se destacam nesse momento. A partir daí, você ganha a chance de participar de uma entrevista ou dinâmica de grupo, podendo mostrar todo o seu talento.

Já foi o tempo em que possuir apenas a graduação representava algum diferencial no mercado. Hoje em dia, os recrutadores valorizam os profissionais que vão atrás de novos conhecimentos, ampliando a sua área de atuação e acumulando experiências que podem contribuir com a organização. E a primeira forma de verificar se o candidato possui esses atributos é por meio da análise curricular.

5. Preparação para liderar equipes

O MBA é um curso mais voltado para a formação executiva, com foco em aspectos como desenvolvimento profissional, trabalho em equipe e, principalmente, liderança.

As organizações atuais estão em busca de líderes que não se legitimem apenas pelo cargo de chefia. Aliás, a própria nomenclatura “chefe” já está em desuso.

As lideranças surgem naturalmente em meio às equipes, em colaboradores que demonstram poder de influenciar os colegas a realizarem as tarefas e contribuírem para o cumprimento dos objetivos estratégicos da organização.

O líder moderno é carismático e serve como inspiração para a sua equipe. O curso de MBA é uma ótima forma de descobrir essas habilidades no seu perfil profissional e encontrar a melhor maneira de aplicá-las no seu trabalho. Assim, você conseguirá se destacar como líder entre os colaboradores.

6. Visão de setores variados

Um curso de MBA em Marketing recebe alunos de empresas que operam em inúmeros setores da economia. Esta é uma ótima forma de desenvolver uma visão global do mercado, buscando referências em diferentes tipos de atuação.

Além de poder levar as experiências adquiridas para a empresa na qual você trabalha, você ainda pode se interessar por um novo ramo, e estará mais preparado para buscar uma recolocação, caso seja esse um dos seus objetivos.

7. Possibilidade de abrir o próprio negócio

O empreendedorismo está cada dia mais em alta no mercado atual. Por oferecer uma ampla visão sobre diversos modelos de negócio, o MBA em Marketing pode ser a chance que você esperava para abrir o seu próprio empreendimento.

Além de acumular experiências em posicionamento de marca e divulgação de produtos, você ainda poderá identificar colegas que tenham os mesmos objetivos que você. Isso pode resultar em parcerias e sociedades que vão lhe render muitos frutos.

Como você pôde ver, o MBA em Marketing ampliará bastante o seu campo de atuação e trará novas possibilidades para a sua carreira. Se quiser conhecer mais sobre o curso, entre em contato com o nosso departamento acadêmico, por meio do telefone (31) 3457-9894. Ou então clique aqui e veja mais informações! 

MBA Executivo Internacional: por que fazer?

Para quem deseja evoluir na carreira executiva e ascender profissionalmente, conquistando promoções ou novas oportunidades de trabalho, continuar os estudos é essencial. Nesse contexto, é preciso se especializar e ampliar suas habilidades de liderança, o que pode ser obtido por meio de um Master in Business Administration (MBA). Todavia, para realmente se destacar da concorrência, um MBA Executivo Internacional com módulos internacionais tem maior relevância e importância.

Esse tipo de programa de estudo possui muitos benefícios que podem impulsionar a carreira de um profissional, pois costuma prepará-lo para o cenário mercadológico internacional, não somente para o brasileiro.

Quer saber mais sobre essa opção de MBA e quais as suas principais vantagens? Então continue lendo e descubra!

O que é um MBA Executivo com módulos internacionais?

Em um MBA Executivo com módulos internacionais, o profissional começa a fazer aulas e outras atividades numa instituição de ensino nacional, porém em algum momento do curso ele terá que cumprir módulos em um ou mais países no exterior.

O processo é todo planejado e organizado pela instituição, que passa as orientações e estrutura os conteúdos que serão aprendidos lá fora, além de selecionar os locais de ensino e profissionais que ministrarão as aulas.

Essa modalidade de MBA tem alguns atrativos que as opções tradicionais não possuem, além de muitos benefícios. Separamos 8 deles a seguir, confira!

1. Vivência internacional

A primeira vantagem que o estudante desse tipo de MBA terá é a vivência internacional adquirida. Isso contribui para que ele tenha uma noção mais profunda sobre culturas distintas da brasileira, sobre formas diferentes de trabalhar e outras peculiaridades dos países visitados. Tais pontos contribuem com o crescimento profissional e aumentam as percepções sobre diferentes mercados.

Outro benefício é que a vivência internacional permite ao profissional entrar em contato com soluções e ideias que nem sempre vemos em terras brasileiras, de modo que ele poderá contribuir com inovações para sua empresa ou negócio ao retornar.

Vale destacar que existem programas de MBA com módulos internacionais que enviam seus estudantes a vários países e não somente um, de modo que eles consigam ampliar ainda mais suas vivências e aquisições de conhecimentos.

2. Troca de experiências com profissionais de outros países

Outro ponto positivo é a troca de experiências com profissionais de outros países, sejam eles professores, orientadores, colegas ou pessoas que os estudantes venham a conhecer. Isso é importante para aqueles que buscam aperfeiçoar suas habilidades no campo da liderança empresarial, pois passam a ter maior noção da grande diversidade de ideias, comportamentos e visões que existem no mundo, lidando melhor com elas.

3. Diferenciação para o currículo

As experiências internacionais obtidas num MBA Executivo com módulos em outros países melhoram bastante o currículo, entregando um diferencial competitivo para o profissional.

Hoje em dia, o número de cursos de MBA tem crescido muito, o que também aumenta, por consequência, a quantidade de pessoas com essa especialização que se candidatam às vagas nas empresas. Por isso, é importante buscar opções que tenham vantagens em relação às demais, como é o caso do MBA com módulos internacionais. Ter feito um curso assim pode contar pontos positivos e ajudá-lo a conquistar uma promoção no trabalho ou conseguir uma boa recolocação profissional.

4. Maior facilidade e possibilidade de atuar fora do país depois

Durante o tempo passado em outros países, que varia de poucas semanas a meses, o profissional adquire experiências internacionais e consegue compreender como funciona o mercado dessas regiões. Futuramente, já de posse desse conhecimento, ele pode buscar uma vaga profissional, sócios para um empreendimento ou pode expandir seus negócios (caso tenha ou gerencie uma empresa) para essas localidades.

5. Diversificação do network

Nos módulos internacionais, é possível realizar muitos contatos tanto com colegas brasileiros quanto com profissionais de uma ou mais localidades do exterior, expandindo seu network. Isso pode ser muito benéfico para quem deseja trabalhar fora ou, como mencionado acima, conseguir sócios (ou colaboradores) para abrir um negócio em outro país.

6. Desenvolvimento de visão global

Algo muito importante nos dias de hoje é a capacidade de ter visão global para os negócios, podendo entender melhor e atuar de forma otimizada na chamada globalização.

Esse tipo de atributo pode ser adquirido nas viagens internacionais e vivências em outros países, o que poderá colocar o profissional em destaque na hora de buscar trabalho em empresas multinacionais e transnacionais, que possuem filiais e sede em diferentes lugares.

Mas, ao contrário dos MBAs feitos totalmente fora do país, um que realize parte do curso no Brasil evita que o profissional tenha uma percepção deficiente ou insuficiente do mercado local, proporcionando a ele uma verdadeira visão global. 

7. Interação com profissionais renomados de outros países

Uma grande vantagem que o MBA Executivo com módulos internacionais possui é a de juntar profissionais com bagagens distintas de diferentes países. Além disso, algumas instituições de ensino até mesmo contratam os serviços de pessoas renomadas em seus campos de atuação em seus países, ou no mundo todo, para darem palestras, aulas, orientações etc.

Tal prática permite que os profissionais brasileiros ampliem seus conhecimentos com os mais destacados gestores, empreendedores, estudiosos e pesquisadores que atuam no ramo corporativo.

8. Prática de outro idioma

Outro benefício é a possibilidade de praticar um ou mais idiomas nos países em que os módulos forem realizados, permitindo aos estudantes melhorarem o domínio que possuem dessas línguas e, consequentemente, otimizarem seus currículos.

Por fim, vale mencionar que um MBA Executivo com módulos internacionais também agrega as vantagens dos cursos nacionais, como idioma, proximidade, contextualização dos conhecimentos para o mercado brasileiro e uma série de pontos que só um curso assim entrega.

Pelos benefícios citados acima, já dá para perceber como um programa de ensino assim pode não só melhorar o currículo, como também impulsionar a carreira e promover melhorias na compreensão organizacional dos profissionais.

Sabendo que hoje em dia os cargos executivos têm grande necessidade dos ensinamentos ministrados em MBAs, fazer um curso que possibilite a aquisição de experiências internacionais pode trazer vantagens para aqueles que desejam tais postos em corporações internacionais.

Além de um MBA Executivo Internacional, todo gestor que quer se destacar deve também ter uma visão para inovação. Quer saber como desenvolver a sua? Então baixe nosso e-book “Inovação Empresarial” voltado para gestores!

Entenda a importância e o significado de um MBA Internacional

Seu desejo é crescer na empresa em que trabalha, se profissionalizar ainda mais, aprofundar seus conhecimentos técnicos, alcançar um cargo de gestão e, quem sabe no futuro, empreender. Mas você não sabe por onde começar, certo? A dica é: faça um MBA Internacional.

Essa especialização é voltada e específica para quem já é um bom profissional, mas quer alavancar a carreira e se diferenciar da concorrência. Afinal, ele não é um MBA comum. Ele traz consigo a ideia da experiência de viver em outro país.

Isso significa que, na prática, além de ter acesso aos conhecimentos mais atualizados, você ainda pode conhecer novas pessoas e culturas e ampliar a sua bagagem pessoal. Que tal?

Se você gostou da ideia, continue lendo este post. Aqui nós vamos mostrar o que é o MBA Internacional e quais são suas características, qual o impacto dele para sua carreira e como você pode se preparar.

Está pronto para mudar de vida e dar um upgrade no setor profissional? Entenda melhor o que uma especialização pode trazer de benefícios e comece a se preparar a partir de agora!

1. Entendendo o MBA Internacional

A compreensão do que é esse tipo de MBA requer que antes vejamos o que significa o Master in Business Administration​ (ou Mestrado em Administração de Negócios). Esse curso tem o objetivo de formar executivos e ampliar seus conhecimentos sobre essa área.

Como é focado na administração, as disciplinas dos MBAs têm relação com finanças, recursos humanos, contabilidade, marketing e outros assuntos relacionados.

Você deve estar se perguntando se o MBA é um mestrado ou uma especialização. Apesar de ele ter um grau superior (inclusive, isso é ressaltado pela palavra master​ presente na sigla), no Brasil esses cursos são encarados como uma pós-graduação um pouco diferenciada, mas que não oferece o título de mestre.

Essa divergência ocorre porque o mestrado no Brasil é mais voltado para a formação acadêmica, ao passo que o MBA e outros formatos de especialização têm foco na parte prática.

Ou seja, para você que busca melhorar seus conhecimentos profissionais e quer aprender as melhores práticas para aplicar no seu dia a dia no trabalho, o MBA é definitivamente mais indicado.

Ao fazer essa opção, você tem duas possibilidades: frequentar o curso no Brasil ou no exterior. Quando decide fazer o MBA no exterior, tem a possibilidade de estudar em escolas internacionais de renome, que trazem um upgrade ainda maior para a sua carreira.

1.1 Diferenças entre o MBA no Brasil e o internacional

As características de ambos os cursos são bastante similares. A grande diferença é relacionada à instituição que fornece o MBA, o que impacta também em outros detalhes.

Um dos principais é a carga horária, já que os cursos fora do país costumam oferecer uma jornada que chega a ser o dobro das escolas existentes no Brasil. As escolas internacionais tendem a oferecer aulas em turno integral, enquanto no Brasil elas ocorrem normalmente nos fins de semana e à noite.

As disciplinas também tendem a ser mais complexas e o idioma é do país em que o MBA é realizado (geralmente o inglês).

1.2 Exigências para cursar um MBA

O MBA é um curso ideal para pessoas que querem ocupar um cargo de comando e desejam se aperfeiçoar na sua profissão por meio da obtenção de conhecimentos técnicos e práticos.

No Brasil, o processo de seleção envolve análise do currículo, redação, entrevista, prova de proficiência em língua estrangeira e, em alguns casos, testes de matemática e de lógica.

Para fazer um curso internacional também é preciso ter boas notas no Graduate ​Management Admission Test (GMAT) e no ​Test of English as a Foreign Language​ (TOEFL).

O GMAT serve para analisar a capacidade acadêmica matemática do candidato e ver se ele conseguirá acompanhar as disciplinas de uma pós-graduação voltada para negócios. Essa prova dura aproximadamente 4 horas e a nota vai de 200 a 800 pontos.

O TOEFL é um teste de proficiência no idioma inglês, que vai assegurar que o candidato tem condições de fazer o curso em uma língua que não é a sua materna.

Também pode ser solicitada a realização de quatro redações (chamadas de ​essays). ​Elas costumam envolver perguntas a respeito da trajetória profissional, objetivos de carreira, realização conquistada por uma equipe sob sua liderança, dilemas éticos etc.

​1.3 Escolhendo a melhor opção para você

A escolha entre fazer um MBA no Brasil ou em outro país exige que você considere seus planos pessoais. Existem alguns pontos relevantes que devem ser analisados ao tomar a sua decisão:

1.3.1 Metodologia

Os cursos brasileiros são mais teóricos do que os ministrados por escolas internacionais. Apesar de haver um foco na prática em ambos os casos, no exterior existe uma carga maior relativa a estudos de casos e atividades que realmente acontecem na rotina das empresas. Por exemplo: são feitas simulações de cenários financeiros e o aluno precisa pensar o que fazer e escolher a melhor alternativa. Isso permite que ele tenha uma experiência mais próxima à realidade do mercado.

1.3.2 Seleção da turma

Os critérios de seleção dos candidatos são diferentes nas universidades brasileiras e nas instituições estrangeiras. No exterior existem mais exigências, o que faz com que os estudantes estejam mais aptos a contribuir e compartilhar experiências enriquecedoras. O resultado é o aumento da qualidade do MBA e a criação de um networking​ mais forte.

1.3.3 Qualidade

Essa característica é muito importante, já que existem muitos cursos de pós-graduação sem a qualidade necessária. Para que você não faça a escolha errada, o ideal é analisar a instituição que está oferecendo o curso e verificar seus padrões. Uma escola brasileira renomada tem MBAs muito bons e que preparam o profissional para qualquer situação. A vivência internacional serve para expandir os horizontes e aumentar a bagagem cultural.

2. O impacto de um MBA Internacional para a carreira

O mais importante no mercado atual é conseguir se destacar da concorrência, que está cada vez mais acirrada. Para alcançar o sucesso e trilhar um caminho rumo a uma melhor colocação profissional, você deve se especializar e aumentar suas capacidades técnicas.

O MBA realizado no exterior permite conquistar isso. Você começa a ser visto como um profissional respeitado e qualificado, tanto por colegas quanto pelos recrutadores das principais empresas do país. Se você já trabalha em uma organização, esse é o trampolim que faltava para chegar a um cargo de liderança.

Mas por que esse é o resultado da realização desse curso? Pelo fato de esse tipo de pós-graduação focar no mercado de trabalho e na parte prática. Em outras palavras, as suas vivências permitem que você tome decisões melhores e tenha atitudes mais acertadas.

Outro fator relevante é que ainda há poucos brasileiros com uma especialização internacional. Essa situação é decorrente do cenário econômico, que até pouco tempo atrás impedia que a população tivesse esse tipo de experiência.

Ainda existem outras vantagens relacionadas a essa formação. Confira algumas delas:

2.1 Confirmação de domínio do inglês

A realização de testes como o TOEFL já certifica que você tem fluência na língua inglesa. Mas uma vivência internacional oferece um domínio diferenciado e que poucos podem comprovar. Fazer um MBA em outro país também reforça que você consegue usar os termos técnicos da profissão em inglês, o que se torna outro diferencial.

Para você ter uma ideia, saber falar e escrever fluentemente em inglês eleva a média salarial entre 10% e 15% e somente 4% dos profissionais podem afirmar que possuem domínio do idioma, segundo dados repassados por Ricardo Ribas, gerente executivo da Page Personnel, em entrevista ao site Estudar Fora.

Além do inglês, a pós-graduação também oferece a possibilidade de aprender outros idiomas, como o espanhol, que também é importante para negociações na América Latina.

2.2 Aumento da resiliência

A resiliência é a capacidade de retornar ao estado natural depois de passar por uma situação imprevista ou crítica. No mundo corporativo, essa é uma habilidade mais do que desejada e que é trabalhada pelo MBA, mesmo não sendo esse o foco principal. Nesse caso, o profissional consegue se adaptar a diferentes formas de trabalho.

Por exemplo: uma reunião no Brasil geralmente começa com atraso e demora mais tempo do que o planejado porque é normal falar de assuntos que não estão em pauta. Em outros países, os compromissos tendem a ser mais pontuais e objetivos.

2.3 Desenvolvimento da maturidade

A maturidade não está relacionada somente à idade que você possui, mas também aos aspectos profissionais que você desenvolveu. Pessoas com a mesma faixa etária podem ter comportamentos muito diferentes. Quando estamos no ambiente corporativo, é visível que um colaborador com vivência no exterior é mais maduro, mesmo tendo o mesmo nível de avanço na carreira que outro colega.

Por exemplo: em uma situação de crise, na qual é preciso tomar decisões eficientes e rápidas, o profissional com uma especialização internacional consegue vislumbrar melhor o que está acontecendo por ter praticado situações semelhantes durante o MBA. Ou seja, ele já tem uma ideia de qual caminho seguir, do que pode funcionar ou não.

2.4 Criação de um networking vasto

O estudo em escolas internacionais permite que você tenha contato com pessoas de diferentes áreas, países e culturas. Esse contexto diferenciado oferece a possibilidade de criar um networking muito amplo e ter uma troca de experiências única. Como resultado, você pode inclusive ter a chance de conquistar uma vaga em outros lugares do mundo.

O principal, porém, é poder conviver com pessoas que têm modos diversos de análise e formas diferenciadas de resolver problemas. Assim, é possível conhecer e explorar o aprendizado colaborativo para encontrar novas soluções para situações semelhantes.

2.5 Aumento salarial

A formação proporcionada pelo MBA assegura um salário mais alto que o de pessoas que não possuem esse nível acadêmico. Segundo um levantamento feito pela empresa de recrutamento Catho, divulgada pela Harvard Business Review, um profissional sênior com esse tipo de pós-graduação ganha um terço a mais.

No cargo de coordenação, o MBA garante um salário entre 26% e 31% mais alto. Para um gerente, o curso representa uma elevação de 34,5%. Para um diretor, o ganho é de 16%.

É por isso que é bastante comum que alunos de MBA, especialmente os internacionais, tenham ascensão rápida na carreira, sempre com aumento salarial. Essa é uma consequência obtida pelo conhecimento aprendido e pela aplicação da teoria na prática.

2.6 Promoção da liderança

O MBA trabalha diferentes qualidades no profissional. Uma delas é a liderança, necessária para que uma pessoa assuma um cargo de gestão. Para ser líder é exigido ter conhecimentos técnicos que vão além do que é aprendido na faculdade, capacidade de tomar decisões, habilidade analítica (para avaliar os dados antes de escolher o que fazer) e bom relacionamento interpessoal.

2.7 Maior possibilidade de inovação

As empresas atualmente exigem que os profissionais sejam inovadores. Essa é uma forma de a própria organização se destacar no mercado e também é uma maneira de você ter mais visibilidade.

Quando você faz um MBA no exterior, tem mais chances de conhecer técnicas inovadoras e melhores práticas. Ao mesmo tempo, estimula sua criatividade por meio dos estudos de caso e outras ações desenvolvidas em sala de aula e fora dela.

O resultado é que você está mais preparado para pensar em ações diferentes e novas práticas para atingir melhores resultados.

2.8 Conhecimento sobre como fazer negócios

O MBA permite que você aprenda a melhor forma de fazer negócios. Esse é um conhecimento importante, não importa se você já é da área de administração ou se fez graduação em outro setor de conhecimento e agora quer aprender mais sobre gestão. A finalidade é que você entenda como fazer a mediação entre a empresa e a outra parte da negociação, a fim de obter o melhor negócio.

3. Como se preparar para um MBA Internacional

Este post já mostrou o que é essa modalidade de curso e a importância dele para a sua carreira. Mas você sabe o que precisa fazer para se preparar para o seu MBA no exterior?

Esse processo requer muito empenho, esforço e dedicação. Vale a pena começar a preparação bem antes, porque assim são muito maiores as chances de você conseguir sua aprovação.

A seguir vamos apresentar algumas etapas que vão ajudar a compreender como estar pronto para esse momento. Veja:

3.1 Escolha da faculdade

Esse estágio deve começar aproximadamente um ano antes do ingresso no MBA. Você deve pesquisar sobre as opções existentes e considerar dois elementos: os objetivos da sua carreira e sua personalidade.

Esses quesitos são determinantes para a escolha porque é dessa forma que você sabe exatamente aonde quer chegar. Por exemplo: se a sua meta é abrir o negócio próprio, a melhor escola é aquela que trabalha bastante o empreendedorismo.

Em relação às questões pessoais, também é importante fazer uma análise aprofundada, porque existem faculdades com ambientes altamente competitivos, enquanto outras focam mais na colaboração.

3.2 Estude para as provas

O próximo passo é estudar para as provas. Como você viu, é preciso fazer os testes do GMAT e do TOEFL, que são pré-requisitos para entrar no MBA em outros países.

Para ter uma noção da nota que você precisa tirar para ser aprovado no curso, os programas da Harvard Business School e de Stanford exigem uma média de 720 pontos, sendo que o máximo chega a 800.

Em relação às redações, elas são textos menores, que variam geralmente de 350 a 750 caracteres. Elas não requerem um estudo específico, porque as perguntas costumam ser a respeito da sua própria carreira. Mas é preciso ter uma escrita excelente em inglês para passar na prova.

Além disso, é necessário fazer um texto convincente e elaborado para que os avaliadores considerem o seu perfil adequado ao que esperam dos alunos do curso.

3.3 Reúna todos os documentos

O candidato precisa reunir uma série de documentos que serão analisados antes da aprovação. Entre eles está o currículo resumido da sua trajetória profissional e acadêmica, que deve mostrar principalmente de que forma você contribuiu para os lugares em que trabalhou.

Outro documento necessário é o histórico escolar da graduação. Apesar de no Brasil não termos a cultura de preocupação com boas notas, em outros países, especialmente os Estados Unidos, isso pesa bastante.

Caso você tenha uma nota baixa, anexe uma justificativa para isso ter acontecido. Por exemplo: “participei de uma empresa júnior, na qual desenvolvi tais atividades e exerci uma carga horária semanal de 40 horas”. 

Mas atenção! Não tente mentir na sua explicação, porque você será reprovado se os avaliadores perceberam algo inconsistente. Vale lembrar também que a sua justificativa nem sempre vai ser aceita.

Por fim, você também precisa anexar cartas de recomendação. É indicado enviar duas, uma do chefe atual e outra do antigo.

Um erro bastante comum é querer colocar uma carta de recomendação de uma pessoa com cargo bem superior para passar a impressão de que é bem avaliado. Essa não é uma estratégia válida, porque quem pode falar do seu trabalho é seu superior direto.

Recomenda-se ainda indicar ao seu superior o que deve ser mencionado, já que ele pode não se lembrar de todos os projetos que você realizou.

3.4 Compareça à entrevista

A entrevista é a última etapa do processo de seleção. Ela é feita pessoalmente, mas o que costuma acontecer é a vinda dos avaliadores para o Brasil ou a definição de um ex-aluno que more no país para executar essa tarefa.

Mesmo assim, não ache que vai ser mais simples se fizer a entrevista com um ex-estudante. Ele vai ser tão exigente quanto os próprios avaliadores.

Na prova você deve ter alguns conhecimentos na ponta da língua. Veja quais são eles:

3.4.1 Nível de inglês e habilidades comunicativas

A comprovação da fluência por meio do TOEFL é fundamental, mas é somente em uma conversa que você vai conseguir comprovar que tem boas capacidades de conversação em inglês. O avaliador também vai verificar o seu nível de expressão oral e se consegue exprimir suas ideias claramente.

3.4.2 Expressão corporal

A sua personalidade foi expressa por meio das redações, cartas de recomendação e do currículo. Mas a entrevista é o momento ideal para mostrar quem você realmente é. Cuide, portanto, da sua expressão corporal, porque o corpo também fala.

3.4.3 Ambições profissionais e atributos de liderança

O entrevistador vai perguntar sobre sua história e o que deseja para o futuro. A ideia é analisar quais são seus pontos fortes e fracos e identificar a aderência do MBA à trajetória que você traçou.

3.4.4 Conhecimento da faculdade

O momento da entrevista também servirá para comprovar se você pesquisou sobre a escola e o programa. Você deve saber quais disciplinas serão oferecidas, as habilidades que serão construídas etc. O avaliador também vai questionar se você realmente vai aceitar a oferta caso seja chamado.

3.4.5 História pessoal e profissional

A sua história de vida e trajetória profissional serão questionadas pelo entrevistador. Suas respostas devem estar alinhadas aos documentos que encaminhou ao programa. Por isso, releia-os e verifique quais são os pontos fundamentais que deseja repassar.

Além disso, existem algumas dicas que vão ajudar a melhorar a sua entrevista. Confira:

3.4.6 Evite fazer um monólogo

O objetivo principal da entrevista é fornecer uma visão ampla do seu currículo. Para isso, você deve conversar com o entrevistador e interagir com ele, evitando a simples repetição das informações escritas. Aproveite para repassar informações diferentes e explicar por que mudou de cargo ou de empresa. Logo no início, especifique que vai repassar uma descrição geral e indique que pode ser interrompido em caso de dúvidas.

3.4.7 Faça perguntas inteligentes

O mais comum nas entrevistas para MBA é ter um espaço no final da entrevista para fazer perguntas ao avaliador. É indicado que você tente construir empatia. Por exemplo: se o entrevistador for um ex-aluno, questione como foi a experiência dele. Se for alguém da própria universidade, pergunte sobre as especificações do programa e questione sobre outros assuntos, como a cidade em que pretende morar ao fazer o MBA.

3.4.8 Esteja sempre informado

As notícias mais atuais da sua área de formação e outros assuntos gerais devem ser conhecidos por você. Estar bem informado é a melhor forma de manter a conversa e demonstrar que está apto para entrar no curso. Boas fontes de consulta são as revistas Financial Times e The Economist.

Agora você já sabe como o MBA no exterior pode impactar a sua carreira e quais benefícios pode trazer. Além disso, viu a melhor forma de se preparar para esse momento e conseguir ser aceito no programa.​

Gostou de aprender mais sobre o MBA Internacional? Aproveite e aprofunde seus conhecimentos lendo o post sobre a relação entre o diploma de MBA e os cargos executivos.

7 dicas para se tornar um gestor de RH melhor

A área de Recursos Humanos é uma das mais estratégicas e valorizadas pelas instituições. Afinal de contas, ela cuida do ativo mais valioso das empresas: o Capital Humano. Por isso mesmo, o gestor de RH é um profissional que vem sendo cada vez mais exigido, precisando apresentar sempre bons resultados.

Gerir o RH é muito mais do que gerenciar uma equipe de profissionais especializados. Quem está à frente desse setor precisa ser um modelo para todos os gestores da empresa, e a sua área deve ser a vitrine de inspiração para as outras.

Por isso mesmo, o gestor de RH deve estar em constante aprendizado e desenvolvimento de suas habilidades. Em um mercado dinâmico como o atual, diariamente surgem novidades em todas as áreas de atuação, e os bons profissionais devem estar preparados para evoluir de maneira constante.

Veja abaixo 7 dicas para se tornar um gestor de RH mais eficiente:

1. Seja um exemplo para outros gestores

Você conhece aquele ditado que diz “casa de ferreiro, espeto de pau”? Pois é, esse aspecto deve ser acompanhado de perto com relação às lideranças do setor de RH. Se a própria área que cuida das pessoas não tem uma liderança adequada, como esperar que os outros setores sejam modelos de gestão?

O gerente de Recursos Humanos precisa ser um profissional que aplique corretamente todos os bons conceitos de gestão e liderança na sua área, para servir de inspiração para os outros gestores.

Para isso, esteja sempre atento às melhores práticas, faça benchmarking com outros profissionais e participe constantemente de cursos e palestras. Assim, você estará sempre antenado com as novidades.

2. Desburocratize o setor

O setor de RH costuma ser marcado por uma grande quantidade de processos, arquivos e informações diversas sobre o capital humano da empresa. Embora a área tenha papel estratégico nos objetivos organizacionais, também é por lá que ocorrem as tarefas burocráticas como pagamentos, admissão, demissão etc.

Por isso, é preciso investir na desburocratização do setor. Assim, você garante um RH mais focado nos objetivos estratégicos, deixando os processos rotineiros por conta de recursos tecnológicos.

Atualmente, você pode contar com softwares que fazem a digitalização de documentos e assinaturas, gestão do arquivo e até mesmo guardam o histórico dos colaboradores em relação a avaliações de desempenho, participação em treinamentos etc. Portanto, use a tecnologia a seu favor!

3. Inove em seus processos

A área de treinamento e desenvolvimento apresenta muitas novidades todos os dias. Antigamente, os treinamentos só podiam ocorrer presencialmente. Depois, passaram a ser feitos no formato ideal para televisão.

Hoje em dia, uma empresa pode adotar diversos tipos de treinamento, atingindo a toda a base de colaboradores — por mais espalhada que ela esteja.

Também existem programas de palestras específicas com profissionais de diversas áreas, que podem passar suas experiências para a equipe.

No campo de avaliações, as empresas vêm aderindo cada vez mais à avaliação 360°. Trata-se de uma forma que possibilita que todos os atores do processo organizacional participem da avaliação, atribuindo notas uns aos outros. Dessa forma, em vez do antigo formato no qual os chefes avaliavam os colaboradores, estes também avaliam os chefes e são avaliados por seus pares.

É um processo inovador que vem atingindo bons resultados nas organizações que o adotam.

4. Ouça as sugestões

Ouvir a equipe é um dos mais importantes traços de liderança, sobretudo para o gestor de RH. Afinal de contas, se você lida com as pessoas da instituição, precisa estar preparado para ouvir aquilo que elas desejam falar.

Um aspecto muito importante é perceber o quanto a equipe é envolvida com os processos da empresa. Esse envolvimento gera um grande conhecimento organizacional, que não deve ser desprezado pelo gestor de RH.

Portanto, se você receber sugestões do corpo de colaboradores da empresa em que trabalha, analise uma por uma com muita calma e dedicação. Certamente você encontrará boas soluções entre as sugestões recebidas.

5. Tenha espírito de liderança

O líder atual não guarda nenhuma semelhança com os chefes de antigamente. Não há mais espaço nas organizações para quem acredita ter um poder supremo apenas devido ao cargo que exerce.

Hoje, compreende-se que as lideranças nascem naturalmente. E os líderes institucionais, aqueles que possuem cargos de liderança, devem atuar de forma democrática e participativa, exercendo o papel de consultor junto a sua equipe.

No caso do gestor de RH, isso deve ser levado ao pé da letra. Afinal de contas, como já vimos, o líder do Capital Humano deve servir de inspiração para todos os outros gestores da organização.

6. Procure aprender sempre

O aprendizado é uma forma infalível de crescer dentro das organizações. Ninguém é perfeito e, a cada dia, agimos de alguma forma inadequada. Mas o importante é saber tirar lições desses comportamentos para se tornar um líder melhor e servir de inspiração para toda a equipe da organização.

Gestores que erram, pedem desculpas e não voltam a cometer os mesmos equívocos costumam atingir um grande nível de respeito junto aos colaboradores.

7. Selecione bons colaboradores

Recrutamento e seleção são dois dos mais estratégicos processos da área de RH. E todos passam pelas mãos dos gestores do setor em algum momento.

Se você é o responsável por direcionar as escolhas da sua empresa em termos de Capital Humano, esteja sempre atento às necessidades organizacionais. Qual o perfil desejado pela instituição? Quais as habilidades necessárias para exercer o cargo? Como o futuro colaborador pode contribuir com os objetivos estratégicos da empresa?

Muitas vezes, os gestores das áreas demonstram pouca experiência na hora de fazer contratações. Isso pode resultar em escolhas erradas que acabam criando dificuldades na realização das tarefas ou na adaptação dos profissionais.

Como gestor de RH, você pode ser um ator importante desse processo, orientando os líderes, acompanhando testes e dinâmicas e oferecendo suas impressões sempre que for necessário.

Como você viu, o gestor de RH é um profissional que precisa dominar competências de diversas áreas. Por isso, aproveite que você terminou de ler este post e continue se informando! Que tal saber mais sobre a importância da reciclagem profissional para a sua carreira? Boa leitura! 

Saiba como o gerenciamento de projetos é aplicado para todas as áreas

O gerenciamento de projetos tem destaque no mercado empresarial por conta de sua amplitude, sendo necessário para quase todo tipo de empresa que deseja se expandir ou elevar suas receitas. Isso o coloca como um dos campos mais promissores para se trabalhar, sendo atrativo não só para quem quer se especializar pela primeira vez, como também para quem procura se aperfeiçoar e se reinserir no mercado de trabalho fazendo um MBA na área.

Para entender melhor como a gestão de projetos é aplicada em todos os setores, é importante definir o que é um projeto, ou seja, um grupo de processos e atividades realizados em determinado espaço de tempo para produzir algo. Esse “algo” pode ser um evento (show, cerimônia de casamento, competição), um produto, um serviço, uma obra ou outro fim. Para que ele seja realizado, são necessários recursos, rotinas, planejamento e outras atividades que fazem parte de sua gestão.

Como o conhecimento em gestão de projetos pode ser útil

O conhecimento adquirido com gerenciamento de projetos pode ser útil para profissionais de diversas áreas de atuação, pois fornece mecanismos, ferramentas e técnicas altamente adaptáveis. Dessa forma, é possível trabalhar em qualquer empresa de todos os segmentos, bastando realizar alguns ajustes, como estabelecer normas, estruturar processos e montar o próprio planejamento do projeto a ser feito.

Quem trabalha nessa área também adquire algumas habilidades, como foco em cumprimento de prazos (já que projetos têm começo, meio e fim delimitados) e maior versatilidade na gestão de recursos preestabelecidos. Inclusive, conta com manuais de excelência que visam orientar suas atividades, como o guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge), em português Corpo de Conhecimento em Gestão de Projetos, criado pelo Project Management Institute (PMI) — uma entidade que não possui fins lucrativos que certifica profissionais ligados a projetos.

Para a empresa, o gerenciamento de projetos representa um fator fundamental para o êxito de seus objetivos internos ou externos. Abrir uma filial, perfurar uma mina, lançar um produto novo, realizar uma campanha de vendas etc. Todos dependem de uma boa gestão para planejar, organizar e controlar as atividades e recursos necessários para suas realizações, contribuindo para a minimização de riscos e aumento da eficácia desses empreendimentos.

Ter uma formação em gerenciamento de projetos é um diferencial

Ter uma formação em gerenciamento de projetos é um diferencial competitivo para profissionais que buscam uma boa colocação ou recolocação no mercado, bem como uma promoção. Isso se dá por conta de fatores como o crescimento tecnológico, a busca por inovações constantes e o surgimento de outros hábitos de consumo nas novas gerações.

A crescente especialização das empresas, bem como a expansão de muitas organizações brasileiras pelo mundo, tem exigido também profissionais capazes de administrar não só um projeto, mas vários deles e em sequência, o que aumentou a necessidade por pessoas capacitadas na área.

As atribuições típicas do gestor de projetos (PMO) e suas habilidades também são procuradas pelas organizações, especialmente porque podem ser aplicadas em tarefas distintas. Entre as principais, temos:  

Tomada de decisão

A capacidade de análise sistêmica de projetos, observando suas entradas e saídas, além da necessidade de monitoramento e controle dos processos, permitem ao PMO potencializar suas escolhas. Dessa forma, a tomada de decisão acaba sendo otimizada, gerando maiores chances de êxito para o empreendimento.

Sistemas de apoio a projetos, inclusive Big Data, também costumam entregar dados e informações úteis para o gestor basear suas decisões, favorecendo escolhas mais acertadas.

O know-how adquirido nessas atividades acaba sendo bem-vindo nas organizações.

Gerenciamento de riscos

Projetos geralmente envolvem vários riscos (de governança, financeiro, mau uso de recursos etc.), pois começam quase do “zero” e envolvem muitas variáveis.

Muitos projetos são estruturados desde o começo, sendo novidade nas organizações, de modo que fica mais difícil prever resultados. Por isso, os profissionais da área são capacitados e treinados para diminuírem ao máximo as chances de erros e problemas, tendo como base guias (como o já citado PMBOK), padrões de conduta, técnicas e ferramentas estratégicas.

Potencialização dos recursos

PMOs costumam ganhar experiência na gestão de poucos recursos por conta da natureza de suas atribuições. Ou seja, como projetos são planejados com recursos finitos, previamente estabelecidos, o gestor acaba atuando sempre com foco em potencializá-los para que durem até o empreendimento estar completo.

Aplicação da gestão de projetos em diferentes áreas

Como mencionado antes, a gestão de projetos é ampla, podendo ser aplicada em distintos setores e segmentos do mercado. Além disso, ela pode ser empregada em departamentos dentro das próprias organizações para o desenvolvimento de ações, produtos, eventos etc., de modo que fique vinculada ou atue em colaboração com eles.

Para entender melhor, veja exemplos de projetos que podem ser conduzidos em algumas das principais áreas de uma empresa e que podem receber a colaboração de um PMO:

  • marketing e vendas: novas campanhas; lançamentos de produtos e serviços; projetos de exportação que requeiram ações de marketing internacional; implantação de CRM (Customer Relationship Management) etc.;
  • logística: projetos de exportação; de adoção de novos modais para transporte; de implantação de softwares para controle de rotas, estoque ou compras/vendas etc.;
  • administração empresarial: implantação de metodologias, como Balanced Scorecard; instalação de softwares gerenciais (ERPs — Enterprise Resource Planning); abertura de filiais etc.;
  • TI (Tecnologia da Informação): implementação de softwares nas empresas; adoção de novas tecnologias (Cloud Computing); migração de data centers; renovação da infraestrutura tecnológica das empresas etc.;
  • produção: lançamento de novos produtos; atualização de maquinário etc.

Todos esses exemplos podem ter a colaboração do PMO para aumentar suas chances de sucesso, bem como o emprego de processos e técnicas da área de gestão de projetos.

Para conseguir melhorar suas capacidades e habilidades, tornando-se um gerente de projetos eficaz, é importante se especializar por meio de cursos de pós-graduação e MBA. Dessa forma, além de aprender técnicas e conhecimentos da área, é possível também se atualizar em relação às principais tendências e novidades desse mercado.  

Agora que você já sabe como o gerenciamento de projetos é aplicado em vários setores, que tal descobrir quais os motivos para se formar nessa área

7 dicas para ser um gerente de projetos eficaz

Cada vez mais as empresas vêm apostando em estruturas projetizadas. Isso significa que as organizações estão buscando a formação de times para a implantação de projetos específicos. E, com isso, o papel do gerente de projetos vem ganhando destaque no mercado de trabalho.

Projetos são delimitados no tempo. Eles possuem um começo, marcado pela definição de seu escopo; um meio, representado pela execução de todas as tarefas; e o final, quando o produto desejado é entregue e a avaliação do trabalho é realizada.

O gerente de projetos é o profissional responsável por todas essas etapas. É dele a tarefa de definir o escopo, buscar apoio interno das áreas correspondentes, montar o time, coordenar as atividades, manter os stakeholders informados e responder pela entrega do produto, ao final do projeto.

É, portanto, um papel estratégico, trabalhoso e que envolve muita responsabilidade. Veja, abaixo, 7 dicas para ser um gerente de projetos eficaz.

1. Faça um planejamento prévio

Projetos podem ser de curta, média ou longa duração. O que eles trazem em comum é a necessidade de um planejamento prévio completo e detalhado, que dê a exata noção do trabalho envolvido na entrega do produto final.

Para que seu projeto tenha boa aceitação, você deve iniciá-lo com esse planejamento. Nele devem constar previsões de datas, custos, equipe e demais profissionais envolvidos e todos os outros recursos que serão necessários para a entrega final.

O planejamento deve ser constantemente revisto ao longo do desenvolvimento do projeto, para que sejam feitas as correções de rumo necessárias à qualidade do produto desejado pelos stakeholders.

2. Conheça todos os processos

O gerente de projetos não deve se envolver diretamente na execução das tarefas. Seu papel é de consultor para toda a equipe, estando disponível todo o tempo. Mas mesmo não atuando diretamente, você deve conhecer todas as etapas a fundo, como se estivesse preparado para assumi-las a qualquer momento.

A razão disso é muito simples: o gerente conhecedor de todos os processos tem maiores condições de coordená-los durante a execução do projeto. Além disso, deve estar a postos para solucionar qualquer dúvida do time.

Em projetos de longo prazo, as equipes podem atuar de formas mais ou menos intensas. Um time que só precisará entrar em ação no meio da execução do projeto não estará tão presente no seu início. Portanto, é natural que você precise repassar os detalhes das tarefas com esses profissionais quando eles entrarem em ação.

Lembre-se: como gerente, você é o único profissional que estará envolvido em todos os momentos do projeto. Por isso precisa conhecê-lo por inteiro.

3. Estabeleça metas individuais

A melhor maneira de manter a motivação dos profissionais sempre em alta é cuidar das metas de cada um deles. Especialistas dizem que o fator motivador mais importante para os colaboradores nos dias de hoje são os desafios que a liderança propõe. Isso está acima até mesmo de questões financeiras.

Por isso,  você deve estabelecer objetivos específicos para os membros do time, de acordo com a atividade de cada um. Podem ser metas relacionadas a prazos de entrega, a qualidade das tarefas ou mesmo aos custos envolvidos.

O importante é que as metas sejam, ao mesmo tempo, factíveis e desafiadoras. Isto é: os objetivos devem ser alcançáveis, mas sem que sejam fáceis. Caso contrário, em vez de motivar, você pode causar desânimo nos membros do seu time.

4. Dê feedback constante à equipe

Comunicação é uma parte fundamental do sucesso do projeto. Principalmente quando a questão é junto à equipe. Como líder, você deve estar atento para que os membros do time estejam sempre bem informados sobre todas as etapas do projeto.

É muito importante que você tenha atenção especial aos feedbacks individuais para os colaboradores. O funcionário precisa saber se o seu trabalho está em consonância com o que foi desejado e, caso não esteja, quais são os pontos em que ele pode avançar a fim de contribuir mais para o produto final.

Tente estruturar feedbacks periódicos. Vá anotando todas as suas impressões sobre cada membro do time e, quando chegar a hora, estruture um documento para dar um feedback de qualidade. Liste todos os pontos positivos, ressaltando as qualidades. Depois coloque os pontos a melhorar, sugerindo maneiras para que o funcionário aprimore o seu trabalho na equipe.

5. Saiba como distribuir os talentos

Como gerente de projetos, você deve ter algumas características presentes em técnicos de times de futebol. Imagine só: se um técnico possui um jogador canhoto que joga na lateral esquerda, por que escalá-lo na direita?

O mesmo vale para o time do projeto: as competências devem ser aproveitadas para dar andamento às atividades mais adequadas ao perfil do profissional. Para isso, você deve conhecer muito bem o seu time e saber as características profissionais de cada membro.

O aproveitamento correto das competências dá ao projeto mais qualidade, agilidade e eficiência.

6. Monitore o risco

Qualquer projeto possui riscos. Podem ocorrer diversos eventos durante a sua execução que coloquem em perigo não só as etapas, mas todo o planejamento.

Por isso mesmo, você deve estar sempre atento ao monitoramento das atividades, ficando pronto para agir a qualquer sinal de risco para o andamento do cronograma.

7. Mantenha os stakeholders informados

Os stakeholders são todos aqueles que, de alguma maneira, estão envolvidos com o projeto. Até agora, falamos mais detalhadamente do time, mas a sua comunicação não deve se limitar ao staff de execução.

Tanto membros da diretoria quanto os do conselho, até chegar em áreas parceiras e funcionários que não estão envolvidos no projeto, todos devem estar muito bem informados sobre o andamento das atividades. Para que você possa contar com a ajuda de uma equipe especializada, apresente o projeto para o time de comunicação interna da organização, para que eles possam ajudar na tarefa de manter contato com todos os stakeholders.

Viu só como você pode ser um gerente de projetos eficiente e com bons resultados para apresentar? Mas se ainda assim ficou alguma dúvida, que tal ler nosso post em que explicamos o que faz um gestor de projetos? Boa leitura! 

Qual o caminho para a liderança empresarial?

Tem sido cada vez mais comum ver cursos sobre liderança empresarial. Isso é bastante coerente, uma vez que a pergunta “Como ser um bom líder?” vem sendo repetida na mente de quase todos os gestores, independentemente da área de atuação. Mas tornar-se um gestor de excelência não acontece da noite para o dia.

Se você é um dos gestores que pretendem exercer uma boa liderança empresarial, continue conosco e descubra um pouco mais sobre como ser um líder! Acompanhe!

Saiba o que é ser líder

Ser líder, ao contrário do que muitos imaginam, não diz respeito apenas a ser um guia para a equipe. O verdadeiro líder não segue à frente apontando o caminho: ele está lado a lado com seus companheiros, tendo sempre em mente que todos vão percorrer juntos essa trilha — e, por isso, toda opinião importa.

O verdadeiro líder motiva seus colegas, está a par de tudo, ajuda e se permite ser ajudado. Ele é o tipo de profissional que se destaca, pois consegue lidar com as pessoas e os problemas com maestria.

Para ser um verdadeiro líder, é preciso saber que o caminho é longo e muitas vezes difícil. Mas, com dedicação e estudo, o percurso será bem mais fácil.

Tenha autoconhecimento

Antes de qualquer coisa, é preciso que você entenda todos os seus pontos fortes e fracos. Como você conseguirá lidar com as pessoas, se nem conhece a si mesmo? Como verá as qualidades e defeitos na sua equipe, se nem reconhece as próprias virtudes e problemas?

Reflita sobre você mesmo, quantas vezes forem necessárias. O que deve aprimorar? Quais pontos deve reforçar? Esse é o primeiro passo para focar e melhorar suas capacidades intrapessoais para ser capaz de ascender profissional e pessoalmente.

Entenda sua equipe

Para conseguir se relacionar com o seu pessoal de maneira eficiente, é de extrema importância que você os conheça. Não apenas no âmbito profissional: tente entender como são, o que pensam e quais são suas motivações, por exemplo.

Sendo assim, será mais fácil saber como lidar com cada membro, como eles trabalham, como funcionam sob pressão, entre outros aspectos. O convívio também será mais tranquilo, amistoso e bom para todos.

Coloque a liderança empresarial em prática

Aqui estão algumas das características que todo líder nato tem em comum. Use-as como guias:

Ser humilde

Por ter um papel central na sua equipe, muitas vezes pode parecer que suas opiniões ou decisões são as mais importantes. Mas, para ser um verdadeiro líder, é necessário que você tenha consciência de não ser o “senhor da verdade” nem se achar mais qualificado que os demais. É essencial saber suas próprias limitações e ter respeito e reconhecimento pelo trabalho de toda a equipe. Afinal, humildade é uma característica de todo bom líder.

Saber ouvir

Mesmo sendo algo simples, muitos gestores não conseguem de fato escutar os membros do seu time. Saber ouvir não é apenas seguir o que é dito. É necessário, sim, compreender opiniões diversas — e muitas vezes contrárias às suas — e considerar dicas sugeridas pelos seus colegas.

Um verdadeiro líder ouve o que lhe é dito e vai além: reflete sobre o que ouviu, analisa a situação, aplica o que escutou à realidade estratégica da companhia e orienta sabiamente sua equipe para os objetivos de toda a empresa.

Valorizar críticas

Aqui está uma das maiores diferenças entre ser líder e ser chefe: o modo de receber críticas. Um chefe as rejeita, tratando o seu modo de pensar como o mais correto. Já um líder recebe os feedbacks negativos de mente aberta, reflete sobre deles e, junto a seus companheiros, vê o que é mais viável para o grupo.

Isso não significa que você deva deixar de lado suas convicções e aceitar as outras de pronto. Mas é fato que se faz necessária a reflexão, a fim de determinar o que é melhor para todos.

Dominar a arte do feedback

Quando uma tarefa é feita, com ela vem um feedback — que pode ser positivo ou negativo. Para qualquer caso, o líder deve saber como passar essa informação aos seus colaboradores, a fim de evitar desanimar aquele funcionário que tenha pontos a aprimorar, ou envaidecer exageradamente alguém na hora dos elogios.

O ideal é sempre planejar a maneira de fornecer feedbacks, ressaltando o que foi feito de forma adequada e dando orientações no que pode ser melhorado, falando de forma equilibrada, tranquila e segura.

Ter empatia

Entender aquilo que o outro está passando também é uma aptidão que todo líder precisa desenvolver. Afinal, ao lidar com pessoas, mesmo em um ambiente corporativo, é indispensável não se esquecer do caráter humano.

Falhas ocorrem, humores mudam. Os motivos são diversos, mas nada que uma boa conversa não resolva. Tentar entender os valores pessoais de cada um da sua equipe certamente contribuirá para o crescimento geral.

Continuar adquirindo conhecimento

Para ter uma liderança empresarial cada vez melhor, é necessário que o líder se mantenha em estudo e pesquisa, atualizando-se a partir de cursos e palestras. Assim, continuará capacitado e melhorando o próprio desempenho e o de sua equipe.

Que tal fazer uma especialização, uma pós-graduação ou MBA, por exemplo? Esses cursos trazem conhecimentos imprescindíveis para quem quer fazer um bom trabalho de liderança empresarial. 

Compreender como delegar

Uma das coisas mais importantes de ser um bom líder (e o centro de uma equipe de trabalho) é, com certeza, saber distribuir tarefas de maneira eficiente, justa e proporcional. Para tanto, é necessário levar em consideração as habilidades e aptidões de cada colaborador. 

Comece então a treinar essa identificação, ligando as pessoas certas às atividades adequadas, e será nítido o aumento da produtividade. 

Inspirar e ser inspirado

Um líder é um exemplo a ser seguido. Por isso, deve inspirar sua equipe, em todos os sentidos. Permita-se motivar a coragem, interesse, empenho, destreza, alegria, bom humor e o que for melhor para você e sua equipe. E permita que seu time também lhe inspire!

Ser um bom líder será uma tarefa árdua, de crescimento dia após dia. Mas isso não deve ser um impedimento nem deve ser adiado. Quanto antes você puser em prática todas essas estratégias para uma liderança empresarial eficaz, mais facilmente conseguirá seguir o caminho que você e sua equipe traçaram!

Gostou de ter essa ajuda para melhorar a sua liderança empresarial? Então compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais! 

Entenda a relação entre o diploma de MBA e os cargos executivos

Quando o assunto é recrutamento de novos profissionais, o mercado de trabalho tem se mostrado cada vez mais exigente. E para aqueles que sonham em assumir um cargo executivo em uma grande empresa, é preciso ir ainda mais longe: além de comprovar uma vasta experiência na área de atuação, também é fundamental possuir um diploma de MBA, do inglês, Master of Business Administration (Mestre em Administração de Negócios).

Como você já deve saber, hoje em dia possuir uma graduação já não significa uma vantagem competitiva e, em alguns casos, até mesmo a pós-graduação já foi superada. Como a seleção de executivos busca por pessoas diferenciadas, que apresentem fortes habilidades gerenciais e uma visão estratégica para os negócios, o processo costuma ser bastante acirrado.

Por esse motivo, os candidatos a esses cargos precisam se preparar muito bem para conseguir algum destaque na seleção. Além de buscar a capacitação mais adequada para ser um executivo, também é importante conhecer as atividades que esse profissional desempenha em seu dia a dia de trabalho.

Mas, afinal, o que faz um executivo?

De forma geral, o executivo é o profissional que desempenha funções gerenciais complexas e de alta importância dentro de uma empresa. Para que essas atividades sejam realizadas com sucesso, é necessário que o executivo possua um vasto conhecimento sobre a sua área de atuação, embora não seja exigida uma formação específica para ser um executivo.

Apesar de não haver uma exigência sobre a formação, um executivo deve ter — além de uma experiência profissional notável — múltiplos conhecimentos e habilidades que estejam relacionados à gestão de negócios, à gestão de pessoas e à liderança. Pensar analiticamente e ter uma visão estratégica apurada também são pré-requisitos para essa função.

É possível encontrar um executivo atuando em inúmeros segmentos do mercado, desde as áreas de mineração até a produção de veículos e alimentos, por exemplo. Por ser um profissional muito versátil, o executivo também pode estar ligado a diversos setores de uma organização, como é o caso das áreas de Recursos Humanos, Administração, Comunicação, Finanças, Projetos, Planejamento e Desenvolvimento, entre outros.

Como um diploma de MBA pode ajudá-lo a ser um executivo?

A proposta de um curso de MBA é, justamente, formar profissionais que estejam aptos a trabalhar em cargos de liderança em grandes empresas e até mesmo em multinacionais.

A capacitação oferecida por um curso de MBA contempla uma série de ferramentas técnicas, que servirão de suporte para que os futuros executivos possam tomar as melhores decisões quando estiverem atuando em suas respectivas empresas.

Além dessas ferramentas técnicas, que visam subsidiar os aspectos mais burocráticos da profissão de um executivo, a formação em MBA também ajuda a preparar o lado comportamental desse profissional. Ou seja, existem disciplinas e estudos dentro do curso cujo objetivo é desenvolver qualidades importantes para que o aluno se torne um gestor de negócios de sucesso.

A formação em MBA também pode ser destinada a profissionais que desejam se atualizar sobre as novas técnicas de negociação vigentes no mercado, e também para aqueles que buscam um ambiente propício para a troca de experiências sobre liderança, negócios e gestão.

Um diploma de pós-graduação tem a mesma validade que um diploma de MBA?

Não. Um diploma de pós-graduação pode ser obtido para qualquer área do conhecimento, como Ciências Biológicas, Matemática ou História, por exemplo. Por outro lado, o diploma de MBA é focado na área de negócios, já que o objetivo do curso é transformar o aluno em um executivo. Para tanto, ao longo da formação são desenvolvidas diversas competências relacionadas à gestão, à liderança, à organização, ao planejamento e às negociações.

Um outro diferencial da formação em MBA é que ela também oferece ao aluno a possibilidade de entrar no mundo dos negócios por meio de uma rede de contatos criada durante o curso. Isso pode, inclusive, ser um fator determinante para o sucesso do profissional no mercado de trabalho, já que muitas oportunidades podem surgir desse networking.

Como ter o melhor diploma de MBA?

Atualmente, existem muitos cursos e especializações que prometem oferecer uma formação diferenciada ao aluno. Contudo, para que o executivo seja valorizado pelo mercado de trabalho, é preciso procurar as melhores universidades e obter o maior aproveitamento possível das disciplinas oferecidas pelo MBA.

Antes de se decidir por um curso de MBA, é preciso que o aluno pondere algumas questões, como:

a) O curso oferece o que o aluno está buscando?

b) A instituição possui credenciamento e é reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC)?

c) Quais são as especialidades dos professores? Eles atuam no mercado como executivos?

d) Qual é a grade curricular oferecida pelo curso?

Esses são, de modo geral, os pontos principais a serem avaliados para a busca de um bom curso de MBA. É fundamental também considerar as expectativas do aluno com relação à formação e avaliar se a instituição poderá atendê-las.

O caminho para se tornar um executivo de sucesso é relativamente longo e, como essa jornada precisa ser muito bem construída, a escolha da instituição de ensino é uma etapa que merece bastante atenção.

Além de analisar qual é o currículo oferecido, quem são os professores e se a instituição é conceituada no mercado e reconhecida pelo MEC, o candidato a um curso de MBA precisa também estar por dentro das habilidades que um executivo deve ter para ser bem-sucedido.

Um executivo precisa ser, primeiramente, uma pessoa com aptidão para gerenciar, liderar e negociar. Em seu dia a dia, esse profissional deve conhecer, com bastante profundidade, a área em que atua e também os procedimentos particulares a esse setor. O executivo também precisa aplicar sua visão estratégica para identificar novas oportunidades, bons negócios e tomar decisões mais assertivas.

Se o aluno possui essas características básicas e opta por uma instituição renomada no mercado, terá grandes chances de sair do curso com muito mais que um diploma de MBA. A sua formação comportamental e técnica serão a sua maior vantagem competitiva no mercado de trabalho.

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Afinal, o que faz um gestor de projetos? Entenda essa profissão

Produtividade — essa é a palavra de ordem dos dias atuais. Hoje, para conquistar uma fatia maior no mercado, as empresas precisam garantir que os recursos e o tempo sejam gerenciados com eficiência, que os riscos sejam minimizados e que as implementações obtenham o sucesso desejado. Em outras palavras, fazer mais e melhor, com menos. Diante desse cenário, uma figura ganha cada vez mais importância: o gestor de projetos.

Você conhece o trabalho desse profissional? Sabe como ele atua? Então chegou a hora de entender como ele é fundamental para que as organizações consigam otimizar seus esforços a fim de produzir melhores resultados.

A figura do gestor de projetos na empresa

Sabe aquele líder que faz as coisas acontecerem? Aquela pessoa que consegue coordenar a ação de diversos colaboradores para que uma ideia saia do papel e se torne realidade? Esse é o gestor de projetos.

E mais que isso: em uma época de competitividade acirrada, em que as companhias precisam encontrar um caminho para produzir mais com menos recursos e apresentando a melhor qualidade, esse é o profissional que carrega a responsabilidade de otimizar todo o processo e garantir esse resultado.

Portanto, o gestor é o responsável pelo sucesso dos projetos, cuidando do planejamento, da organização e do desenvolvimento de todas as tarefas referentes a eles. Sua função é definir o conjunto de ações necessárias para a entrega de um produto ou serviço, além de estabelecer as condições para sua execução.

Entre as suas atribuições, podemos destacar:

  • definir o projeto: entender e deixar claro seus objetivos, o âmbito, a abordagem mais apropriada, identificar os riscos envolvidos;
  • desenvolver um cronograma: com base no conhecimento de todos os itens e recursos necessários (humanos, financeiros, materiais, tecnológicos, logísticos), estabelecer a ordem de realização de cada tarefa envolvida e uma estimativa de tempo apropriada;
  • elaborar um orçamento: levantamento dos custos indispensáveis para a realização do trabalho;
  • adotar um plano: de que forma o projeto precisa ser conduzido para produzir o resultado desejado;
  • gerir o trabalho: acompanhar e controlar de forma eficaz. Essa gestão prevê a provisão dos materiais necessários, a solução de contratempos que possam surgir, a garantia da qualidade e cumprimento do prazo, entre outros aspectos.

Portanto, apesar de o gestor de projetos não realizar fisicamente o trabalho, ele é o responsável por coordenar essas ações. Assim, sincronizadamente, todos os colaboradores envolvidos atuam de forma otimizada para produzir o resultado esperado.

Existe mais um ponto importantíssimo que deve ser considerado quando se trata do gestor de projetos: ele é essencial para a concretização das estratégias da empresa.

Em administração, já são muito conhecidos os níveis de uma organização: estratégico, gerencial e operacional. Portanto, embora o nível estratégico possa ter ideias fabulosas e estabelecer um planejamento fantástico para o crescimento da companhia, é o gestor de projetos quem faz a ligação entre esses níveis, transformando o ideal em realidade.

Mais que isso, ele pode desempenhar um papel fundamental na criação de produtos inovadores ou serviços que possibilitarão à empresa uma adaptação às exigências do mercado.

A rotina do gestor de projetos

De forma geral, o dia a dia desse profissional envolve a busca constante de soluções. Seu papel é analisar o cenário, identificar a alternativa mais eficaz e que consome uma quantidade menor de recursos e designar os colaboradores mais aptos disponíveis para executá-la.

Logicamente, a complexidade dessas tarefas varia de acordo com o tipo de projeto. Pode ser necessário atuar na solução de problemas simples, como uma remediação. Por outro lado, algumas situações exigem planejamento estratégico voltado para objetivos de médio ou longo prazo.

Nesses casos, será necessário executar um plano minucioso, garantir a realização de cada passo e realizar diversas tarefas de avaliação e controle ao longo do tempo, assegurando o cumprimento das metas propostas.

Enfim, em seu cotidiano, o gestor atua como a “cabeça” de um projeto. Ele avalia, direciona, soluciona problemas e provê o que é preciso para a realização das atividades. Sem esse profissional, uma organização pode perder tempo, dinheiro e qualidade com ações descoordenadas, ociosidade e alocação ineficiente de recursos.

As tarefas do gestor de projetos

As atividades de um gestor dependem também da organização para a qual ele trabalha e da complexidade dos projetos que assume. Em alguns casos, pode ser necessário que ele desempenhe outras tarefas.

Quando um projeto não tem dimensão suficiente para demandar um gestor em tempo integral, é possível que esse profissional dedique parte de seu período de trabalho em outras funções, como análise e elaboração de documentação, entre outros.

A atuação em diferentes nichos de mercado

Visto que o gestor garante a eficiência e a otimização dos recursos utilizados em um projeto, as organizações têm percebido que sua atuação é vital. Ele garante economia e agiliza os processos, gerando qualidade e favorecendo a satisfação do cliente.

Por isso, muitas empresas estão procurando gestores, nos mais diferentes nichos de mercado. Elas já perceberam que a redução de custos que esse profissional promove é fundamental para a competitividade no mercado atual.

Além desse fator, as companhias sabem que se manter competitivo hoje não é suficiente. Qualquer negócio precisa apostar em uma evolução constante. Para isso, além de agregar novas técnicas, é essencial repensar permanentemente os processos, eliminando gargalos para alcançar uma performance cada vez mais excelente.

Mas, afinal, que setores de mercado podem empregar esses profissionais?

Pense na definição de projeto: atividades temporárias, com prazos definidos do início até a entrega. Consegue imaginar quantos produtos ou serviços se enquadram? O desenvolvimento de um software, a construção de um edifício, a realização de uma cerimônia de casamento — esses são apenas alguns exemplos.

Todos eles ganham objetividade e agilidade com uma gestão apropriada. Portanto, esse profissional tem sido cada vez mais requisitado pelo mercado, em uma quantidade crescente de setores e negócios.

Além de serem absorvidos por diferentes nichos, os gerentes de projetos são encontrados em muitos tipos de organizações. Eles podem ser funcionários, gerentes e até consultores independentes.

A experiência adquirida pode torná-los aptos para a gerência de programas e, nesse caso, eles são responsáveis por múltiplos projetos relacionados. Outra opção é a gerência de portfólio, atividade em que eles selecionam, priorizam e alinham projetos e programas à estratégia de organizações.

A demanda por esses profissionais cresce não só no Brasil, mas mundialmente, e esse é um fenômeno simples de entender: as mudanças econômicas e tecnológicas são cada vez mais rápidas.

Por isso, mais do que realizar operações de rotina, as organizações procuram direcionar sua energia para projetos que consigam atualizar sua atuação de acordo com essa nova realidade.

Embora corporações menores ainda invistam pouco na contratação desses profissionais, eles têm sido procurados e altamente valorizados por grandes empresas.

Mineradoras, petrolíferas construtoras de grande porte, bancos, indústrias, empresas de pesquisas, instituições governamentais, empresas de energia e da área de TI estão entre os maiores exemplos de busca por esse profissional.

8 características essenciais para o gestor

Considerando a importância do gestor para o bom andamento de um projeto, logicamente espera-se que ele tenha algumas características pessoais e profissionais decisivas para garantir os resultados esperados. Selecionamos aqui algumas delas, que podem determinar o sucesso na carreira:

1. Organização

Um gerente precisa ser organizado para que as tarefas fluam da forma esperada, os suprimentos sejam garantidos, os colaboradores sejam alocados de acordo com a demanda e os prazos sejam cumpridos.

Além disso, é possível que um gestor precise conduzir mais de um projeto simultaneamente. Sem organização, é fácil se “enrolar” com as atividades e comprometer o andamento delas.

A boa notícia é que o mercado já dispõe de ferramentas, como softwares, que podem ajudá-lo nesse quesito. Porém, mesmo para utilizá-los na obtenção de resultados, é fundamental ter uma boa organização como característica pessoal.

2. Liderança

Na maioria das vezes, não é o gestor quem executa grande parte das tarefas envolvidas em um projeto. Ele designa os colaboradores mais aptos para as diversas atividades. Porém, ele precisa fazer mais que isso.

Se ele conseguir engajar e inspirar o time, a empresa pode esperar resultados ainda mais significativos em termos de produtividade e qualidade. Porém, apesar de tocarmos aqui na importância da liderança, vamos deixar para discutir melhor esse assunto mais à frente.

3. Habilidade de comunicação

Como condutor que vai orientar os colaboradores na execução de tarefas, o gestor precisa ter a habilidade de comunicação muito bem desenvolvida.

É essa competência que garante que todos entendam o que realmente precisa ser feito e como as tarefas devem ser realizadas. Isso previne equívocos que causam desgaste, atraso quanto ao prazo e, principalmente, prejuízo.

Ele precisa ter em mente a máxima de que “comunicação não é o que você fala, é o que o outro entende”. Por isso, cabe ao líder ser claro e eficiente em suas explicações e, mais que isso, certificar-se de que o time todo compreendeu as instruções.

4. Gerenciamento de crises

É inevitável que surjam imprevistos. O gestor precisa mapear os riscos possíveis, especialmente nos quesitos mais importantes para o cliente e que comprometem a entrega conforme os termos acordados. Isso vai permitir que ele se antecipe aos problemas e já tenha em mente possíveis soluções.

Porém, o gerenciamento de crises exige mais do que esse mapeamento de riscos. Os problemas só podem ser solucionados quando o gestor conta com um conjunto de ferramentas e técnicas aplicáveis diante dessas situações.

Isso permite que a abordagem seja adaptada ao contexto e às restrições de cada projeto, garantindo a tomada de decisões eficazes para restabelecer o fluxo normal dos processos.

5. Habilidade para negociação

Prazos, preços, interesses conflitantes, recursos — esses são alguns dos aspectos que um gestor de projetos precisa negociar. Outra questão geralmente presente é a necessidade de convencer pessoas a fazerem o que nem sempre elas querem.

Portanto, a busca de acordos satisfatórios para todas as partes faz com que negociação e gerência de projetos estejam intimamente ligadas.

6. Capacidade de identificar e resolver problemas

O gestor é a cabeça do projeto. Portanto, ao primeiro obstáculo, cabe a ele encontrar alternativas para contornar o problema e definir a melhor solução. Às vezes essa característica é uma qualidade pessoal, mas ela também pode ser desenvolvida quando o líder é antenado e está sempre em busca de novos conhecimentos.

Então, manter uma postura de busca constante por conhecimento e novas soluções vai ajudá-lo a aplicar essas alternativas às situações desafiadoras encontradas no próprio projeto.

7. Visão estratégica dos fatores envolvidos

Lembre-se: cada colaborador tem um papel específico a desempenhar, mas o gestor precisa conhecer o todo do projeto, saber analisar cada demanda e identificar as melhores soluções.

Usando uma analogia artística, ele é o pintor que utiliza as diferentes nuances de cores nos lugares exatos para conseguir a imagem idealizada.

Por isso, ele precisa conhecer as diferentes tarefas, identificar os problemas que surgem, encontrar soluções viáveis e “encaixar as peças” para produzir o resultado desejado.

Cada fator envolvido tem uma função estratégica no andamento do projeto: os recursos humanos, os suprimentos e a distribuição inteligente das atribuições para que uma etapa não fique paralisada por depender da conclusão de outra.

Portanto, umas das principais características do gestor de projetos precisa ser a capacidade de analisar atividades complexas e interdependentes e convertê-las em tarefas e subtarefas. O próximo passo é distribuí-las de forma organizada, documentar, monitorar e controlar sua execução.

Portanto, é papel do gerente analisar cada uma dessas questões e tomar medidas para que elas sejam supridas, distribuídas e alocadas de forma a favorecer a fluidez e o bom andamento dos processos.

8. Gestão de pessoas como um fator complementar

Já iniciamos a conversa sobre esse tema no tópico sobre liderança. Porém, este é o momento de aprofundá-lo.

O gestor trabalha muito! Porém, não é o seu papel executar diretamente as diversas tarefas que compõem um projeto. Muitas das atividades serão feitas por outros colaboradores. É aí que entra o papel da gestão de pessoas para o sucesso.

Mesmo que um gestor não seja o responsável maior pelos recursos humanos de uma organização, o fato é que ele vai precisar trabalhar com esses colaboradores. Mais que isso, ele deve obter resultados por meio deles. Mas como alcançar esse efeito em uma equipe, ainda que ela não responda hierarquicamente a ele?

É exatamente nesse ponto que entra a habilidade para gerir pessoas e a aptidão para a liderança. Obter alta produtividade e engajamento só é possível quando o líder emana uma autoridade natural, consegue compartilhar sua visão e recebe como recompensa o empenho voluntário do time.

Espera-se que o gestor:

  • seja capaz de formar uma equipe, fazendo com que os membros trabalhem de forma harmoniosa para alcançar as metas propostas. É fundamental que as habilidades sejam complementares e que os colaboradores mais aptos para determinadas tarefas sejam alocados em sua realização;
  • estabeleça expectativas razoáveis e realistas. Ao mesmo tempo em que precisam ser executáveis, as metas devem ser suficientemente desafiadoras para engajar o time;
  • motive sua equipe no início do projeto, provendo uma visão que os inspire a empregar seus esforços. Durante a realização, a motivação também é fundamental para manter o time engajado. Um grupo pouco motivado tem seu desempenho afetado e, consequentemente, os resultados ficam comprometidos.
  • tenha autoridade e capacidade de gestão para orientar quanto aos processos e procedimentos estabelecidos e certificar-se de seu cumprimento pelos colaboradores;
  • forneça feedbacks claros, objetivos e que promovam a otimização do trabalho e o aperfeiçoamento dos serviços. Cabe a ele corrigir a rota quando o andamento ou a qualidade não estão de acordo com as expectativas e o planejamento;
  • comunique-se de forma eficiente e clara, e, principalmente, saiba ouvir os outros. Dessa transparência recíproca podem surgir muitas soluções. Quando os membros da equipe não compreendem realmente suas tarefas, têm dificuldade para realizar seu trabalho da forma planejada.

Gerenciamento e mitigação de riscos de um projeto

O que é um risco? Trata-se de uma condição incerta, mas possível. Ou seja, ninguém pode afirmar que um problema vai acontecer, mas existe sempre a possibilidade de que ele ocorra. Embora sejam geralmente associados a fatores desfavoráveis, os riscos também podem ser positivos.

Quando acontece, o risco afeta pelo menos um dos objetivos do projeto. Ele pode atrasar a entrega, por exemplo. Outra possibilidade é o impacto sobre o custo ou, ainda, sobre a qualidade do produto final. Em casos extremos, ele pode ocasionar o total fracasso da empreitada.

Nas atividades corriqueiras realizadas em cada ramo de negócios, é possível identificar as incertezas que podem interferir no sucesso de uma empreitada. Cabe ao gerente considerar esses eventos, sua probabilidade de ocorrência e seu impacto nos objetivos propostos.

Apesar de os riscos serem frequentes, eles jamais devem ser inconsequentes. Um gestor preparado elabora um plano de respostas claro e suficientemente eficaz para que, caso aquela possibilidade se concretize, seu impacto sobre o projeto seja o menor possível.

Monitoramento e avaliação de resultados

Porém, de nada adianta um gestor ser um excelente planejador, cuidar detalhadamente da alocação de recursos e estabelecer um cronograma organizado e minucioso se ele não fizer um monitoramento do andamento e uma avaliação ao longo do projeto.

Tão importante quanto a idealização, é fazer o projeto acontecer. Para isso, ele precisa controlar os processos e mantê-los “correndo nos trilhos”. Quanto mais complexo o projeto, mais desafiadora é essa tarefa. No entanto, ela é essencial.

Uma avaliação realista e detalhada vai permitir que o gestor identifique pontos em que as tarefas não se desenvolvem conforme o planejamento e, mais que isso, corrija esses desvios de rota. Intervenções feitas no momento apropriado garantem que os objetivos sejam cumpridos no prazo estabelecido.

Para isso, o gerente pode contar com indicadores específicos. Eles revelam a situação tanto no que se refere a questões momentâneas quanto nas previsões para o longo prazo — ou seja, diagnosticam como o projeto está e sua provável evolução.

Esse diagnóstico permite antever crises e tomar todas as providências necessárias para minimizá-las ou até mesmo evitá-las.

A implementação constante de melhorias

O gestor de projetos tem um papel que vai além das necessidades imediatas da empresa. A experiência gerada em cada empreitada e as informações obtidas pelos mais diferentes meios devem ser utilizadas na implementação contínua de melhoria dos processos.

O mercado desenvolve constantemente as metodologias, e um gerente eficiente precisa aprender a aplicá-las para otimizar a utilização dos recursos pela organização e colocar a empresa à frente do mercado, em condição de competir com seus maiores concorrentes.

Por isso, o aprendizado de hoje — adquirido na prática dos processos atuais ou por diversos meios de informação e educação — deve ser inserido e aplicado também nos projetos futuros.

A necessidade de especialização do profissional

Como o gestor atua em diversos nichos do mercado, não é uma graduação específica que o capacita para o trabalho. Na verdade, graduados em diversas áreas costumam sentir a necessidade de adquirir essas competências e optam por especializações em gerência de projetos e gestão estratégica.

É possível encontrar ótimas opções de cursos de MBA, nos quais o candidato desenvolve habilidades básicas de gestão, com ênfase na construção de competências técnicas necessárias à formação de líderes. Assim, as etapas são ensinadas e trabalhadas, tornando o profissional apto a iniciar, planejar, executar, controlar e finalizar um projeto.

É importante que sejam abordadas as áreas de conhecimento preconizadas pelo PMI (Project Management Institute), tais como escopo, tempo, custos, qualidade, comunicação, riscos, stakeholders, pessoas, aquisições e integração. Além disso, certificações específicas permitem a segmentação e a especialização.

Como você pode perceber, a gestão de projetos é uma profissão em alta. À medida que as organizações evoluem e se tornam mais complexas, elas reconhecem a importância desse profissional para se tornarem mais eficientes e competitivas.

Portanto, se você já considerou a possibilidade de se tornar um gestor de projetos, adquirir a competência e o conhecimento necessários para exercer essa função pode ser uma iniciativa para uma ascensão profissional desafiadora, interessante e muito oportuna.

O que achou da profissão de gestor de projetos? Você possui as características necessárias para desempenhar esse papel? Gostaria de saber um pouco mais? Então, que tal conhecer os 7 motivos para se formar nessa área? Confira!

Você sabe quais são os critérios para uma promoção no trabalho?

Quem não quer conseguir uma promoção no trabalho? Profissionais de diferentes gerações têm comportamentos distintos na forma como lidam com a empresa, mas certamente todos eles ficam muito felizes quando conseguem crescer profissionalmente por meio de seus resultados e qualidades. Reconhecimento faz muito bem para a motivação.

Avaliação de desempenho

Atualmente, as empresas têm se baseado nos critérios de avaliação de desempenho com base nas competências de cada colaborador.

As competências são divididas em três grupos:

  • conhecimento: está ligado ao ato de conhecer as tarefas existentes na empresa;
  • habilidade: o conceito de habilidade diz respeito a saber como executar a sua tarefa de acordo com as regras definidas pela empresa;
  • atitude: a atitude está diretamente ligada à motivação. Não basta conhecer a tarefa e saber como fazê-la. É preciso ter vontade de realizá-la, apresentando resultados satisfatórios.

A forma de avaliação das competências varia muito de empresa para empresa, mas uma das maneiras mais eficazes é a avaliação 360°. Esse método vem se popularizando entre os setores de Recursos Humanos, que têm trabalhado na sua implementação nas empresas em que atuam.

Na avaliação 360°, é estabelecido um ciclo avaliativo que envolve todos os atores do processo. Assim, os funcionários avaliam seus superiores e seus pares, sendo também avaliados por eles. A metodologia determina uma escala de pontuações em critérios previamente definidos pela empresa, e gera um relatório final. Com base nesse relatório, os gestores devem montar feedbacks para seus funcionários, com foco nos pontos fortes destacados e também nos pontos fracos que foram apontados na avaliação 360°.

O ciclo continua com atividades pontuais estabelecidas pelos gestores, para aprimorar as questões apontadas como pontos fracos, que precisarão ser trabalhadas pelos funcionários avaliados. Todo o trabalho dura exatamente um ano, quando ocorre uma nova rodada de avaliações.

Os critérios para promoção no trabalho

O resultado final do processo de avaliação pode ser uma promoção tanto horizontal quanto vertical. Afinal de contas, por melhor que seja receber elogios do gestor, o que o profissional deseja mesmo é crescer na carreira.

Veja, abaixo, algumas qualidades que você deve reunir para conseguir a tão sonhada promoção no trabalho:

Nível de especialização

Por melhor que seja o trabalho realizado por você na empresa, os gestores também valorizam o nível de especialização profissional. Se você estiver disputando uma vaga contra um colega que possui um MBA, por exemplo, certamente ele levará vantagem.

Se você ainda não tem uma especialização, saiba que o nível de exigência vem subindo muito. Hoje em dia, a pós-graduação já não é mais considerada diferencial. Ela está no nível básico de exigência, ou seja, todo o profissional deve ser pós-graduado. Além dos MBAs, especializações como mestrados e doutorados têm sido muito valorizados.

Tempo de Empresa

A atual geração de profissionais tem como hábito pular de empresa para empresa, sempre em busca de novos desafios. Mas cargos de liderança, mais ligados às questões estratégicas da organização, pedem profissionais com um bom conhecimento dos negócios e que tenham passado por diversas áreas da instituição.

Por isso, não pense que mudar de emprego a todo o momento vai ajudá-lo a crescer na carreira. Encontre uma empresa na qual você se sinta à vontade, que proporcione bons desafios e motivação para permanecer nela por muito tempo.

Proatividade

Um profissional proativo é aquele que não fica esperando as ordens do seu gestor para agir. Essa é uma característica muito valorizada pelas empresas nos dias atuais. Há pouco espaço para aqueles profissionais sem iniciativa, que precisavam de comandos de superiores para realizar o trabalho.

Os profissionais dos dias de hoje têm muita segurança e confiança em suas atitudes, e não têm medo de iniciar um trabalho. Além disso, eles precisam entregar a tarefa ou o projeto de maneira completa, satisfatória e com resultados positivos. É muito ruim quando o gestor precisa ficar o tempo todo empurrando o profissional.

São essas pessoas proativas que conseguem se destacar e galgar posições importantes nas empresas.

Produtividade

Atualmente, a produtividade de todos os colaboradores está ligada aos números. As empresas de hoje em dia trabalham com metas audaciosas, e quem consegue atingi-las certamente terá o reconhecimento que merece.

No passado, era muito comum que as empresas tivessem aquela parcela de colaboradores que pareciam trabalhar muito, mas que entregavam pouco na prática. Não existiam ferramentas de mensuração de resultados adequadas e, por isso, era fácil se passar por produtivo.

Hoje em dia, mesmo as áreas com trabalhos que geram resultados mais subjetivos, como Comunicação ou Recursos Humanos, são passíveis de mensuração por meio de números. Metodologias como o BSC (Balanced Score Card) tornaram o trabalho das áreas mais mensurável e produtivo; consequentemente, geraram maiores chances de crescimento para os profissionais que atingem os melhores resultados.

Capacidade de gestão

Um dos grandes objetivos dos profissionais, em termos de promoção, são os cargos de liderança. Para se tornar um bom líder, é preciso demonstrar uma excelente capacidade de gestão, tanto de pessoas, quanto de processos e projetos.

Em geral, as lideranças surgem naturalmente nas organizações. Pessoas com esse perfil são facilmente identificáveis, pois geralmente tomam a frente em projetos e atividades, demonstram grande capacidade de orientação e puxam os outros colaboradores com eles.

Verifique o seu comportamento em uma reunião e veja se você tem esse perfil. Nessas situações, como você se porta? Espera que as soluções apareçam, ou é vai em busca de resolver os problemas?

Alinhamento estratégico

Profissionais aptos a serem promovidos demonstram grande capacidade de compreensão da estratégia da organização e comprometimento para atingir os objetivos. Se você está alheio ao planejamento da sua empresa e não direciona seus esforços para que a instituição cresça, dificilmente será lembrado na hora de uma promoção.

Nesse sentido, ainda há a importância da identificação com os valores da organização. Se você não gosta da empresa, talvez o melhor caminho para a sua promoção seja procurar uma instituição na qual você acredite e se sinta motivado a cumprir suas metas.

E aí, preparado para cumprir os desafios? Se você desenvolver as competências listadas, certamente estará apto para conseguir a tão sonhada promoção no trabalho. Aproveite e veja quais são as 7 características profissionais mais procuradas pelas empresas. Boa leitura!