Passo a passo: como ser muito mais produtivo no trabalho!

O dia tem as mesmas 24 horas para um gestor, um diretor ou um profissional operacional. No entanto, é comum vermos profissionais de diversas hierarquias reclamando que seus dias estão curtos ou que precisam de mais horas para concluir suas tarefas. Ao mesmo tempo, ser mais produtivo é um diferencial importante no mercado de trabalho.

Então, como deixar a baixa produtividade no trabalho no passado sem prejudicar seu tempo dedicado à família com horas extras intermináveis e ainda conseguir realizar todas as tarefas do dia a dia? A resposta é, basicamente, saber planejar o dia. Para isso, temos diversas ferramentas de gestão de tempo disponíveis, das quais podemos fazer uso ilimitado e até melhorar a concentração em nossos afazeres.

Se você tem interesse na mágica de fazer mais com o mesmo tempo, ou até com menos, confira as técnicas de produtividade que vamos abordar neste artigo. 

1. Conheça os motivos da baixa produtividade no trabalho

A baixa produtividade no trabalho tem causas diversas. Até mesmo a própria necessidade de ser mais produtivo pode gerar desmotivação quando o profissional não está apto ou não tem as ferramentas necessárias para otimizar seus resultados. No entanto, para todos os males que afligem os bons resultados, existem técnicas que abordaremos mais adiante.

Mas, para que você seja muito mais produtivo no trabalho, é preciso entender e solucionar o que te impede de entregar resultados melhores. Seja para você mesmo ou para um colaborador, a melhor forma de identificar as causas é fazer uma avaliação criteriosa. Basicamente, é preciso responder às seguintes perguntas:

  • a baixa produtividade tem sido algo constante ou apenas foi observada agora?
  • Todas as atividades exercidas demonstram um baixo desempenho?
  • A liderança está antenada a esse sintoma?
  • Quantas horas semanais (incluindo as extras) o trabalho está consumindo?

Com essas respostas, é mais fácil avaliar a situação e identificar os reais motivos da questão. Para ficar ainda mais fácil encontrar a raiz do problema, confira os principais motivos da baixa produtividade de profissionais no trabalho:

1.1 Falta de engajamento e motivação

Existe uma vertente da Gestão de Pessoas que afirma que os funcionários devem ser vistos como parceiros e não empregados. Isso porque quando o profissional se sente parte de algo e sabe a importância dos processos que executa, ele será motivado a contribuir com a excelência, ainda que seja em busca apenas de reconhecimento pessoal.

Um funcionário engajado tende a produzir mais e melhor. Essa motivação que o pertencimento causa é um combustível potente para melhorar os resultados e a qualidade do trabalho executado. No entanto, a desmotivação não é causada apenas pela ausência de ações de reconhecimento do profissional.

1.2 Estresse excessivo

Algumas profissões são naturalmente estressantes. Para alguns especialistas, é positivo se manter no estado de alerta. No entanto, o excesso de pressão e cobranças também pode ocasionar a desmotivação do profissional.

Uma das premissas da Pirâmide de Maslow é que a satisfação pessoal faz parte das buscas de qualquer humano. Mas, se há uma carga de trabalho excessiva para uma pessoa e ela fica incapacitada de dar vazão às inúmeras demandas, é compreensível que ela não se sinta realizada. E esse é um grande fator desmotivador.

1.3 Função inadequada

Imagine ter estudado por anos para se preparar para uma profissão e ter que trabalhar em uma função diferente ou alheia à sua vontade. Por isso, realocar um profissional para um cargo cujas as habilidades necessárias são bem diferentes das que ele detém pode ser traumático e gerar resultados desastrosos para a empresa.

Por exemplo, se você tem um perfil analítico, gosta de trabalhar em um ambiente calmo e com atividades rotineiras, é muito provável que não se adapte às atividades de um cargo que exige boa comunicação, dinamismo e traquejo com pessoas. O resultado é mais desmotivação e baixa produtividade no trabalho. 

1.4 Desgaste físico e emocional

Assim como um atleta, que precisa de momentos de repouso para manter o rendimento físico, qualquer profissional também precisa de momentos de lazer e descanso. Portanto, por mais prazerosa que seja a sua atividade laboral, você precisa de pausas. Apesar de muitos empregadores acharem que horas extras são sinônimo de comprometimento do funcionário, elas podem causar mais prejuízos que benefícios.

Para ilustrar, pense que você trabalha oito horas por dia, tem uma hora de almoço, gasta mais duas no trânsito de casa para o trabalho e do trabalho para casa e, por fim, dorme oito horas. Sobram apenas cinco horas para se dedicar às atividades de lazer, como ir ao cinema, ver TV ou ler um livro. E, se você ainda compromete parte desse tempo com algum tipo de curso, cada minuto que você usar como hora extra no trabalho só poderá ser subtraído de suas horas de sono — algo totalmente desgastante.

1.5 Falta de treinamento

Muitos profissionais não têm tempo ou condições financeiras para investir em cursos e treinamentos especializados para melhorar suas técnicas de produtividade. Aí, quando a empresa não investe nesse aspecto, os empregados rapidamente ficam desatualizados e inaptos a ajudarem a empresa na competição do mercado. A falta de treinamento se torna uma das principais causas da baixa produtividade no trabalho

1.6 Fontes de distração constantes

Apesar de a fonte mais comum de distração ser a frequência com que as pessoas acessam suas redes sociais, as paradinhas para consultar as últimas atualizações do Facebook ou o assunto da hora no Twitter não são os únicos motivos que impedem os profissionais de melhorarem a concentração.

O fato é que estamos vivendo na era da urgência, em que os e-mails devem ser respondidos imediatamente, e em que o telefone toca para sanar qualquer dúvida simples de forma mais imediata.

Além disso, os bate-papos entre os colegas de trabalho sobre trivialidades do dia acabam quebrando o ritmo de produtividade dos profissionais. Alguns acabam por adotar medidas específicas para evitar tais problemas, como não conferir o e-mail durante o dia ou trabalhar ouvindo música em fones de ouvidos.

1.7 Falta de planejamento

A falta de planejamento é um dos grandes vilões da perda de produtividade. Segundo estudos da NASA, ao realizar tarefas na ordem incorreta, o cérebro tem maior dificuldade de ajustar o ritmo de trabalho. Isso ocasiona uma produtividade menor. E a falta de planejamento é facilmente identificável quando perguntamos para alguém se ele já terminou determinada tarefa. Se houver hesitação na resposta, provavelmente significa falta de organização ou mesmo excesso de atividades. Você saberia dizer quanto tempo falta para terminar suas tarefas pendentes?

Em boa parte dos casos relatados acima, dificilmente haverá ferramentas de gestão de tempo ou técnicas de produtividades que farão o profissional melhorar a concentração e ser mais produtivo. No entanto, ao incorporar alguns hábitos no seu dia a dia, é possível sanar boa parte das lacunas em suas tarefas. Então, use e abuse das sugestões que apresentaremos a seguir.

2. Use técnicas e ferramentas de gestão de tempo

Existe um excelente livro de Charles Duhigg (O Poder do Hábito: por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios) que afirma que hábitos podem ser mudados e adquiridos. Ou seja, ainda que a adoção de algumas técnicas e ferramentas de gestão de tempo não seja fácil ou não traga resultados imediatos, é apenas por meio de sua incorporação no dia a dia que você conseguirá ser mais produtivo.

Isso porque elas são capazes de eliminar ou atenuar boa parte dos motivos da baixa produtividade no trabalho. É por meio delas que você será capaz de aproveitar melhor o ritmo das atividades, afastar a procrastinação e planejar seu dia de forma mais eficiente. Por isso, nos próximos parágrafos vamos apresentar as técnicas e ferramentas mais indicadas. 

2.1 Planeje bem as suas tarefas

Segundo os estudos da NASA, a transição entre tarefas é uma grande vilã da produtividade. Por isso, é preciso saber organizar bem suas demandas para aproveitar o ritmo da última tarefa realizada. Para outros especialistas, é interessante iniciar os trabalhos com tarefas mais simples, para as quais você não gastará muito tempo e nem muita energia. Como certamente você obterá sucesso nelas, será proveitoso aproveitar a animação de concluir positivamente um tópico e partir para algo mais difícil.

Conforme as tarefas vão ficando mais difíceis, a possibilidade de você se frustrar aumenta. Se isso acontecer, é preciso ter dinamismo para iniciar uma nova tarefa com grau de dificuldade ligeiramente inferior, para que você consiga restabelecer seu emocional e passar para outras mais complexas. Para fazer isso, procure agrupar suas demandas de acordo com a dificuldade e pensar nas ferramentas necessárias para a execução de cada uma delas.

2.2 Organize o amanhã ainda hoje

A maior parte das pessoas deixa para planejar as demandas do dia pela manhã. Conferem e-mails, definem as prioridades e reajustam os prazos. No entanto, é interessante que você aproveite o final do dia anterior para fazer aqueles minutos derradeiros valerem a pena. Se planejar antes de finalizar o expediente é uma ótima técnica de produtividade, pois no dia seguinte você não precisará perder tempo com o planejamento do dia.

Então, faça uma pequena lista com as principais demandas, defina horários e dias nos quais você deverá entregá-las. Segundo a revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, usar alguns minutos do final do dia para planejar o seguinte é uma forma de tomar as melhores decisões. Afinal, você poderá chegar na empresa já com diversos problemas precisando de resoluções.

Na elaboração dessa lista, você pode adotar o princípio 80/20. Existem dois livros de Richard Koch chamados O Princípio 80/20 e O estilo 80/20: como obter 80% dos resultados focando 20% das tarefas, nos quais ele defende que “um pequeno número de causas cria a maioria dos resultados”.

Ou seja, sabendo definir as tarefas mais importantes e que geram os melhores resultados, você será capaz de fazer mais em menos tempo. A abordagem do autor se respalda em duas regras: a do foco, em que menos é mais, e a do progresso, de como produzir mais com menos. Vale a pena a leitura!

2.3 Use o que você aprender

A Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios também fez uma seleção de dicas de produtividade, recomendando inclusive que os profissionais usem aquilo que aprendem. Quantos dos chamados “truques de produtividade”, ou atalhos do sucesso, você já aprendeu e quantos você de fato pratica?

Vivemos aprendendo coisas, desde uma simples tecla de atalho no computador até uma tática de abordagem que facilita sua argumentação em uma venda ou na negociação com os demais profissionais da sua empresa. Algumas dessas coisas são mais funcionais e várias outras menos importantes. Mas, na maioria das vezes, permanecemos no vício daquilo que já fazemos.

Nosso cérebro está programado para fazer coisas automaticamente e nem sempre elas são melhores ou mais lucrativas para nós. Portanto, se obrigue a reproduzir o que você aprender até que seu inconsciente incorpore esses novos hábitos em sua rotina.

2.4 Otimize as reuniões

No mundo corporativo, as reuniões sem foco ou desnecessárias também podem ser grandes vilãs da produtividade. São aqueles encontros nos quais as pessoas procrastinam os assuntos a serem debatidos ou para os quais nem se preparam adequadamente. Portanto, defina o horário limite para as reuniões com seus subordinados e sugira duração máxima dos encontros com seus pares ou superiores.

Além disso, faça pautas para todas as reuniões e comunique os envolvidos com antecedência, caso a reunião tenha sido convocada por você. Se você for um convidado, não se sinta mal em solicitar a pauta e o tempo sugerido para o debate de cada um dos pontos. Isso demonstra comprometimento e estimula a organização também nos demais.

2.5 Adote ferramentas de gestão de tempo

Existem diversas ferramentas que podem auxiliá-lo a planejar o dia e a gerir seu tempo. Vão desde ferramentas que você utiliza no papel, como uma agenda, até softwares e aplicativos que você pode instalar no seu computador ou smartphone. A seguir, vamos apresentar brevemente algumas delas:

Matriz IUC

Essa matriz trabalha com os conceitos de Importante, Urgente e Circunstancial. Ela funciona ainda melhor para quem já fez o teste da Tríade do Tempo, de Christian Barbosa, porque ajuda a ter uma visão objetiva do que é imprescindível no seu dia a dia. Ou seja, você deixa de perder tempo com tarefas circunstanciais.

Planilha LTBL

Ideal para quem tem mais facilidade com informações visuais, a planilha “Ladrões do Tempo Bem Longe” serve para relacionar as atividades que mais roubam seu tempo. Nela, você pode listar itens como reuniões improdutivas e acesso às redes sociais, por exemplo.

Então, diariamente você preenche essa planilha com a cor verde, caso tenha conseguido evitar aquele item, ou com a cor vermelha, se tiver falhado em evitar aquele tópico. O ideal é que você mantenha essa planilha ao alcance dos olhos para se policiar conforme a predominância das cores, principalmente se for a vermelha.

Caso você prefira as soluções tecnológicas e automatizadas, podendo usar algumas em diversas plataformas, talvez você se interesse mais pelas seguintes:

Todoist

Uma das mais famosas soluções de listas de tarefas. Ela permite que você acesse suas listas de qualquer lugar com internet, inclusive com segmentações diferentes, como Trabalho, Pessoal e Acadêmico.

Cada tarefa pode ser compartilhada com membros da equipe e ainda, na versão paga, gerar alertas para que você não se esqueça dos afazeres. Dentro do Todoist, você também encontra uma ferramenta que analisa sua produtividade, conforme você vai concluindo as tarefas.

Focus Booster

Trata-se de uma ferramenta baseada na Técnica Pomodoro, que estimula a realização das tarefas em ciclos de tempo de 25 minutos ininterruptos com intervalos de 5 minutos. A premissa do Focus Booster é que você seja capaz de reduzir a sobrecarga de tarefas e minimizar a ansiedade ao decorrer do dia.

Things

Com funcionamento apoiado no sistema Getting Things Done (GTD), que contribui para o gerenciamento de processos e conquista de alto desempenho profissional, a ferramenta Things quebra as tarefas mais complexas em etapas simples, cada uma com um prazo, para que você vá executando cada etapa até a conclusão da tarefa.

3. Saiba como planejar o seu dia no trabalho

A melhor forma de planejar o dia no trabalho de modo a ser mais produtivo é justamente com o uso das ferramentas de gestão de tempo e com as técnicas de produtividade que abordamos anteriormente. No entanto, é preciso frisar que cada profissional tem demandas diferentes e uma realidade particular ao cargo e ao perfil cultural da empresa.

De modo geral, você precisa pautar seu dia de acordo com as demandas pendentes e a prioridade de cada uma delas. Além disso, praticar a arte de delegar é fundamental para que os projetos fluam e as metas sejam alcançadas. Lembre-se que de nada adianta você se tornar mais produtivo se a sua equipe estiver desnorteada ou sobrecarregada. 

4. Entenda como colocar em práticas boas técnicas de produtividade

Como Duhigg bem trabalha em seu livro O Poder do Hábito, a melhor forma de colocar em prática as boas técnicas de produtividade é o comprometimento e a força de vontade. No entanto, o nosso cérebro pode facilmente nos boicotar. Aí, quando vemos, estamos procrastinando novamente. Para evitar isso, uma excelente forma é a adoção de um sistema de recompensas.

Algumas empresas já trabalham com esses sistemas de incentivo para funcionários que conquistam resultados melhores. Mas, independentemente das políticas do local onde você trabalha, faça o seu próprio programa de recompensas.

A recompensa vai depender da sua realidade. Por exemplo, se você tem horário de trabalho flexível, após obter sucesso na realização de algumas tarefas, permita-se passar uma hora, no meio do expediente, com sua família ou amigos. Ou então dê uma fugidinha para degustar aquela sua guloseima preferida. O importante é se recompensar com algo que não seja corriqueiro.

Mas tome cuidado: se você conseguir otimizar o tempo das tarefas programadas para o seu dia, analise muito bem a urgência e o nível das demandas planejadas para os dias seguintes. Se não for extremamente necessário que você antecipe algo, dedique o tempo livre para assistir alguma palestra ou fazer um curso online que o ajudará a desenvolver técnicas de produtividade ainda melhores.

5. Conheça 4 dicas para melhorar a concentração

Uma das principais técnicas de produtividade é desenvolver a capacidade de melhorar a concentração. Por isso, para ser mais produtivo, relacionamos algumas dicas, apontadas por neurocientistas, para você se concentrar melhor em suas tarefas.

5.1 Cuide de sua alimentação

Pode parecer cliché, mas você já tentou trabalhar em jejum ou retardar o horário do almoço? É praticamente impossível se concentrar quando o organismo pede para ser reabastecido. Por isso, se alimentar em intervalos regulares é fundamental para manter o nível de energia que o corpo necessita para trabalhar bem e focar nas tarefas que você precisa desempenhar. No entanto, comer demais também é prejudicial. Basta se hidratar bem e comer pequenas porções (castanhas, frutas, barrinhas de cereais etc.) nos intervalos entre as refeições principais.

5.2 Mantenha o ambiente arrumado

Se você nunca ouviu falar do Programa 5 S para Qualidade Total, trata-se de um excelente tópico para aprender. Uma das premissas dessa prática desenvolvida pelos japoneses é manter o ambiente limpo e organizado para facilitar as tarefas.

Imagine o quanto de tempo você já gastou procurando um arquivo no computador ou um objeto em sua sala. Agora analise o tempo necessário para retomar a concentração interrompida para buscar o que precisava.

5.3 Ouça músicas

Em ambientes barulhentos, fones de ouvidos ajudam muito quem precisa se concentrar. Faça uma lista de músicas do seu agrado ou use algumas das centenas de playlists presentes em serviços de streaming de música, como o Spotify. Existem algumas destinadas justamente para manter o foco nos estudos ou a concentração no trabalho.

5.4 Divida sua jornada de trabalho

Nossa mente também precisa respirar. Principalmente quando estamos focados em um problema para o qual não conseguimos encontrar uma boa solução, a pausa para olhar uma paisagem ou circular pela empresa é importante.

Além disso, segundo os neurocientistas, o cérebro humano consegue se fixar num único objeto durante 50 ou 60 minutos. Depois desse período, a atenção inevitavelmente se esvai. Então, o ideal é fazer pausas de 5 a 10 minutos a cada hora de concentração ininterrupta.

Como você pôde observar no decorrer deste artigo, ser mais produtivo é uma necessidade básica no mundo corporativo. Sem essa característica, facilmente somos deixados para trás mesmo se estivermos antenados nas novidades do mercado.

Então, para combater a baixa produtividade no trabalho, aprenda a planejar o dia usando e abusando das ferramentas de gestão de tempo, além de buscar melhorar a concentração e aprimorar suas técnicas.

E então, gostou das nossas dicas de como ser mais produtivo? Tem alguma dúvida ou quer compartilhar conosco as suas dicas para manter a concentração e ser um profissional de alta performance? Deixe seu comentário! 

Pós-graduação com módulo no exterior: conheça 6 vantagens!

Que as exigências do mercado estão cada vez maiores, você já deve estar cansado de saber. Mas, nesse contexto, o que você tem feito para acompanhar as constantes mudanças?

É claro que fazer minicursos e participar de palestras ou congressos é importante para sua capacitação e incrementa o seu currículo. Porém, já parou para pensar o quanto uma pós-graduação seria uma experiência enriquecedora e faria uma grande diferença na sua vida profissional?

Melhor ainda: e se você optar por uma pós-graduação com módulo no exterior? Não sabe muito bem o que isso significa? Continue a leitura e descubra!

Como funciona a pós-graduação com módulo no exterior?

Esse tipo de pós-graduação é ideal para aqueles que não podem fazer um curso completo no exterior e uma longa viagem não está nos seus planos — seja por não conseguir tirar uma licença do trabalho ou por não poder passar muito tempo longe de casa.

Ela oferece um grande diferencial: além de desenvolver novas habilidades durante as aulas normais do curso, que acontecem no Brasil, e ter mais chances de ascender profissionalmente, você também dará um upgrade no seu currículo graças aos módulos internacionais.

É o seguinte: apesar de cumprir a maior parte da carga horária no Brasil, dependendo da Instituição de Ensino escolhida, você poderá viajar para um ou mais países, por um período de uma semana a um mês, no meio ou no fim do curso.

Na área de gestão, isso se torna um grande diferencial competitivo, visto que há universidades no exterior que são referência mundial para esse ramo. Além disso, você pode acompanhar de perto como funcionam algumas multinacionais e quem sabe até participar de palestras ou workshops com profissionais de peso no mundo dos negócios.

Quais são as suas vantagens?

Ainda não se convenceu da importância de cursar uma pós-graduação com módulo no exterior? Acompanhe estas 6 vantagens e não perca mais tempo!

1. Reconhecimento profissional

Você pode até pensar que já possui uma vasta experiência profissional e que isso é o bastante para ocupar uma posição de liderança. Infelizmente, não é bem assim.

Tem se tornado parte do senso comum cursar uma pós-graduação. Afinal, com a grande competitividade, um diploma de graduação não é o suficiente para muitas empresas. É claro que foi ele quem abriu as portas para que você entrasse no mercado de trabalho, entretanto, a pós-graduação vai deixá-lo muito mais preparado e confiante para assumir altos cargos.

Dessa forma, você está sempre um passo à frente na empresa, já que se tornará um especialista na sua área e passará muito mais confiança para a equipe. Ainda, o fato de você ter complementado o seu curso no exterior, mesmo que por pouco tempo, fará com que você se sobressaia, visto que demonstra vivência e que você busca o melhor para a sua vida profissional.

2. Networking

É fundamental construir uma rede sólida de amizades e parcerias profissionais, não importa qual seja a sua profissão. E a pós-graduação com módulo no exterior é o melhor lugar para isso!

Você poderá conhecer professores renomados na sua área ou colegas de classe que, por sua vez, provavelmente também têm o seu próprio círculo de amizades influentes — tudo isso durante as aulas assistidas aqui no Brasil. Além disso, ainda haverá a possibilidade de conhecer profissionais estrangeiros, que podem abrir portas para um futuro intercâmbio, informar sobre uma vaga em uma empresa internacional ou indicar outros cursos que darão maior prestígio.

3. Experiência internacional

Uma viagem internacional é uma das experiências mais intensas que alguém pode ter. Melhor ainda se for realizada com o objetivo de qualificação profissional.

Mesmo que tenham uma duração menor, os módulos no exterior serão como um selo de qualidade no seu currículo e no desenvolvimento da sua carreira. Isso porque você vai vivenciar o seu nicho profissional em uma cultura bem diferente da sua, o que vai mudar tanto sua perspectiva em relação à profissão quanto a visão que a equipe terá de você.

Também, você terá a chance de analisar e compreender como funciona a sua profissão no exterior, podendo se inspirar em novos pensamentos e ser influenciado por aquilo que acontece fora do seu país. Já pensou em como seria incrível aprender algumas técnicas inovadoras lá fora e trazê-las para o seu ambiente de trabalho?

4. Aperfeiçoamento do Inglês

Não é novidade nenhuma que esse idioma passou a ser pré-requisito para qualquer profissional, principalmente devido ao aumento da globalização. Afinal, o Inglês é o idioma que apresenta maior influência em todo o mundo: é a língua de vários cursos, artigos e livros de negócios, por exemplo.

Portanto, para você obter cada vez mais conhecimento e crescer profissionalmente, é necessário saber a língua inglesa. E a melhor forma de aprender ou aperfeiçoar o inglês, sem dúvidas, é por meio de uma viagem.

Mesmo que seja por poucos dias, esse tempo já será bastante significativo. Isso porque você terá um contato direto com o idioma, estando cercado por ele diariamente, e ainda aprenderá expressões ligadas à sua profissão sendo utilizadas em seu próprio contexto.

5. Visão global

Você sabe que cada vez mais empresas multinacionais entram no nosso país, certo? Por esse motivo, é preciso que os novos perfis de gestores apresentem uma diferença: a visão global. Para que você cresça na sua profissão, é preciso que você tenha uma visão mais ampla do mundo dos negócios e se interesse pelo que acontece fora do país.

É necessário, também, saber se adaptar a outras culturas. Lembre-se de que atualmente é comum uma empresa ser composta por pessoas de diferentes países, com formações distintas e maneiras divergentes de lidar com os negócios. Então, um gestor de sucesso saberá comandar uma equipe mesmo com toda essa diversidade, e terá maior competência para usar esses vários tipos de conhecimentos e personalidades em prol da empresa, agregando maior valor a ela.

6. Crescimento pessoal

Por fim, e indo além do currículo, optar por uma graduação com módulo internacional será enriquecedor para a sua vida pessoal. Não é todo dia que podemos conhecer diferentes culturas, ampliar a nossa visão de mundo, sair da nossa zona de conforto, fazer laços com outras pessoas e conhecer novas ideias que poderão ser empregadas tanto no nosso ambiente de trabalho quanto em nosso dia a dia.

Sendo assim, dedique-se ao máximo quando for cursar uma pós-graduação com módulo no exterior. Aproveite a experiência de se qualificar no Brasil e, ainda, participar de atividades durante a viagem, estudar a realidade da sua área fora do nosso país e colocar em prática tudo o que aprendeu nas aulas!

E então, compreendeu as vantagens de fazer uma pós-graduação com módulo no exterior? Assine nossa newsletter e fique por dentro de todas as nossas novidades!

6 dicas de como planejar uma carreira em marketing

Já foi o tempo em que o marketing era apenas aquele setor que cuidava das propagandas da empresa. A carreira em marketing é uma das que mais evoluíram ao longo dos anos, acompanhando o crescimento do setor nas organizações.

Atualmente, o profissional de marketing cuida de um universo amplo de atividades, que vão desde a postagem na página corporativa do Facebook até a formatação dos produtos comercializados pela empresa.

Por isso, quem trabalha com marketing precisa entender de comunicação, finanças, pesquisa, mercado consumidor, entre outros temas que, há pouco tempo, passavam longe do setor. Trata-se de uma atividade tão promissora quanto desafiadora e exigente em relação a atualizações e competências.

Dessa forma, se você deseja ter sucesso como profissional de marketing, fique atento a estas 6 dicas de como planejar sua carreira na área.

1. Tenha objetivos e metas

Para qualquer carreira, é necessário ter objetivos bem definidos. Na área de marketing, isso não é diferente. Principalmente em virtude da forte concorrência que há no setor, povoado por profissionais de extrema competência e capacidade estratégica. Quem não tiver foco, acaba não conseguindo se destacar. E profissionais de marketing que permanecem na linha mediana disputam vagas genéricas, exercem atividades na linha “mil e uma utilidades” e recebem salários medíocres.

O planejamento de carreira passa pela formulação de metas. Isso porque, dependendo do seu objetivo, você deve buscar a especialização adequada. Quem quer se destacar como líder de equipes precisa buscar um MBA na área, por exemplo.

Por outro lado, se você deseja compartilhar seu conhecimento com estudantes, pode encaminhar sua carreira para o lado acadêmico. Isso vai demandar que você busque um bom mestrado na sua área de atuação preferida.

2. Faça um trabalho de coaching

Cada vez mais popular no mercado de trabalho, o coaching é um processo que ajuda o profissional a enxergar quais são seus principais desafios, e quais deverão ser as estratégias para cumpri-los.

O coaching é uma boa receita para tirá-lo do estado atual e levá-lo a um estágio futuro de forma rápida, satisfatória e motivadora. Geralmente, o profissional de coaching é formado em psicologia ou recursos humanos, e tem experiência suficiente para ajudar o indivíduo a atingir seus objetivos.

O processo é realizado em diversas sessões, restritas a você e ao seu coach. Nesses encontros, você expõe a situação que o levou a procurar esse trabalho e o coach tentará ajudá-lo a encontrar as respostas para os seus questionamentos.

O coaching é um processo indicado para pessoas em qualquer estágio da carreira, tanto para quem está começando quanto para quem já atingiu um nível mais avançado e deseja planejar os próximos passos.

3. Busque uma orientação do tipo mentoring

Assim como o coaching, o mentoring é um processo de orientação de carreira que vem crescendo muito no mercado. Mas há diferenças importantes entre os dois, o que faz com que o ideal seja que você procure fazer ambos, em momentos distintos.

Enquanto o coaching busca até mesmo solucionar questões pessoais que podem estar afetando o seu desenvolvimento de carreira, o mentoring é 100% focado no trabalho. O processo é conduzido por um profissional da própria área na qual você atua. O enriquecimento de carreira se dá pelo aprendizado com alguém que acumule experiência no setor.

O objetivo é aproveitar a quilometragem acumulada por profissionais que atuam no mercado há muito tempo, e que têm a possibilidade de transmitir esse conhecimento a quem está entrando no mercado, ou que ainda está no meio do caminho.

Muitos empreendimentos possuem o processo de mentoring institucionalizado, mas o mais comum é que ele seja conduzido por empresas de consultoria externa.

4. Esteja sempre atualizado

Em uma área dinâmica como o marketing, a melhor forma de conseguir sucesso é por meio da atualização constante. Mas, além da importância de investir em cursos de especialização e em processos como o coaching ou o mentoring, é preciso ampliar os horizontes ainda mais.

A carreira em marketing exige profissionais antenados com tudo o que há de mais moderno em termos de tendências para o setor. E, para isso, você deve estar sempre atento para participar de palestras com os principais nomes do marketing, buscar se inteirar sobre as ferramentas utilizadas, estar atento às redes sociais etc.

Um profissional de marketing desinformado e desatualizado dificilmente conseguirá subir degraus na carreira.

5. Invista no networking constante

O contato com outros profissionais da área não é importante somente para o aprendizado e para o benchmarking. Ele também vale muito para que você se mantenha sempre na vitrine, em termos de carreira. Lembre-se: quem não é visto, não é lembrado.

Se você tem dificuldades com o networking, procure situações nas quais ele aconteça organicamente. A área de marketing costuma reunir profissionais descolados, que sempre estão em busca de ocasiões para se encontrarem.

Procure saber como se integrar a grupos de estudo da área ou em reuniões nas quais os profissionais discutem assuntos referentes às suas empresas. Assim, você consegue interagir sem precisar forçar uma situação que poderia deixá-lo sem graça.

Uma dica importante: por mais que você esteja em busca de novos caminhos, não use as chances de networking para sair distribuindo currículos por aí. A melhor forma de se destacar é mostrando o seu trabalho e a sua competência nos assuntos tratados nesses encontros.

6. Tente conseguir experiências internacionais

Experiências internacionais, além de muito ricas, costumam rechear muito bem o currículo profissional. Nesse sentido, a área de marketing é privilegiada, já que a essência do setor é muito parecida em todos os lugares do mundo. O que muda é a experiência acumulada e as situações vividas em realidades diferentes.

Se você não pode abandonar o seu trabalho para viver uma experiência internacional mais longa, não se preocupe. Existem programas especiais de 30 dias de vivência, que você pode conseguir encaixar nas suas férias.

Viu só como existem muitas maneiras de planejar a sua carreira em marketing para ter sucesso? O importante é que você não deixe isso para depois, já que o mercado está muito concorrido nessa área.

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Inteligência emocional: o segredo do seu sucesso profissional!

Emoções não são lineares no comportamento humano. A tendência de todos é agir de maneira diferente de acordo com cada uma das diversas situações vivenciadas no cotidiano. Assim, em um mesmo dia podemos sentir raiva, compaixão, alegria e tristeza.

Porém, quando não conhecemos os gatilhos que nos fazem ter um ou outro comportamento, ficamos vulneráveis a expor sentimentos inadequados a determinado ambiente, como o profissional, por exemplo.

Para aprender a controlar os sentimentos e usá-los a favor de uma postura profissional de destaque, é necessário desenvolver a Inteligência Emocional, pois ela é capaz de alavancar carreiras e de induzir pessoas ao sucesso.

Ficou interessado em saber mais sobre essa habilidade para ter um diferencial competitivo? Então, leia agora este post e aprenda a desenvolver a sua potencialidade emocional!

O que é Inteligência Emocional

Inteligência Emocional é um termo popularizado pelo PhD da Universidade de Harvard, Daniel Goleman. Em seu livro que leva o mesmo nome, publicado em 1986, o psicólogo define a expressão como a capacidade de autoanálise dos sentimentos e de percepção das emoções de outras pessoas.

Ainda segundo o estudioso, quem possui esse tipo de inteligência cultiva relacionamentos melhores, é motivado e tem autocontrole, tão necessário ao convívio social e profissional.

Como todas as atividades diárias requerem o trato com pessoas de personalidades diferentes, desenvolver a inteligência emocional é fundamental para o alcance do sucesso profissional e pessoal.

Como a Inteligência Emocional influencia a carreira

Segundo pesquisa feita com mais de 500 mil pessoas por dez anos, realizada por Travis Bradberry e Jean Greaves (autores do livro “Inteligência Emocional 2.0”) e publicada pela Revista Exame, somente 36% dos pesquisados conseguiram identificar as próprias emoções.

Os estudos mostraram ainda que tal competência tem grande relação com o sucesso profissional em todas as carreiras. Ainda de acordo com os dados levantados, 58% daqueles que se destacaram em suas profissões possuem um Quociente Emocional (QE) elevado.

A professora da área de Gestão Pessoas da Fundação Getulio Vargas, Érika Nahass, alerta: é preciso entender que empregabilidade, esse conceito de sustentabilidade e responsabilidade na ação de mercado, é uma conjugação de competência técnica e comportamental. O mundo corporativo de hoje não admite uma pessoa disfuncional do ponto de vista do comportamento e funcional sob a ótica da técnica — ninguém se mantém empregável apenas porque é bom no que faz.

Para conseguir se manter, o profissional deve ter plasticidade, inteligência para lidar com as demais pessoas e construir um network, uma tecedura nesses relacionamentos sociais que faz com que ele deslize e se mantenha uma aquisição atrativa para as empresas. Caso contrário, ele viverá de empregos temporários, que duram poucos meses. Pessoas que têm longevidade no emprego com prosperidade têm essa inteligência para lidar com outras pessoas, ainda que não possuam afinidades pessoais com elas. Adaptabilidade e visão fazem parte desse contexto.

Sendo assim, é possível perceber que há muito a ser trabalhado individualmente para que o coletivo das organizações seja melhor e para que sejam potencializadas as chances de cada profissional de ter uma carreira de sucesso.

Relação entre Inteligência Emocional e demissão

Outro ponto que pode ser observado em relação ao sucesso na carreira é o de que pessoas são contratadas por suas capacidades técnicas, mas muitas vezes são demitidas pela forma com a qual se comportam na empresa.

Tal fato é confirmado por pesquisa feita pela consultoria Robert Half, que apontou os fatores que levam uma empresa a demitir um colaborador no Brasil. Entre os principais motivos, podemos ressaltar o do relacionamento ruim com os colegas, que correspondeu a 16% das respostas dos entrevistados.

Dificuldades de relacionamento, como já apontado, estão relacionadas à falta de aptidão com as emoções pessoais. Portanto, você não precisa de mais argumentos para começar já a desenvolver essa habilidade, não é mesmo?

Como desenvolver a Inteligência Emocional

Cuidar das emoções é uma atividade que deve ser praticada diariamente. Contudo, nem sempre é tarefa fácil entrar em contato com nossos sentimentos e entender o que nos faz agir de determinada forma.

Contar com o apoio de psicólogos, coaches, terapeutas e de outros profissionais é uma ótima alternativa para trabalhar as emoções de forma consciente e segura. A professora Érika Nahass, que é também especialista em Carreiras, selecionou algumas dicas que podem ajudar você a se entender e se desenvolver melhor. Conheça:

Investigue-se

É preciso buscar dentro de si a capacidade de autorizar-se, de maneira honesta e nítida, de se conhecer. O autoconhecimento é o ponto de partida para a lucidez sobre nossas fraquezas, fortalezas e limitações.

Mantenha a atenção

Você precisa ser protagonista interessado no seu próprio desenvolvimento. Nessa perspectiva, precisa estar atento o tempo todo às coisas que vive como oportunidades relevantes para isso. E fazer autocrítica é uma delas.

Tenha propósito

Uma vez que você se autoriza a se conhecer, é capaz de praticar diuturnamente a autocrítica positiva, sem se martirizar, focalizando e ampliando as intenções sobre o seu propósito, desencadeia um movimento de fluxo, em que consegue ter maior disciplina e paciência para alcançar o que almeja, tendo isso como um valor.

Seja metódico

Para conseguir chegar a um lugar melhor, ainda que seja rumo a si mesmo, é preciso ter critérios, caminhos e parâmetros a serem seguidos de maneira repetida e ordeira.

Planeje

Você precisa ter um mapa do percurso para conseguir prever os possíveis tropeços e onde há necessidade de correções de rota.

Tenha visão positiva

Sem ingenuidade, procure entender que as tempestades estão contextualizadas e que não chove todo dia. Assim, você conseguirá ver a luz no fim do túnel — é só se exercitar em uma perspectiva positiva.

Seja resiliente

A resiliência é o pilar da inteligência emocional em que você se constrói e se fortalece, apesar das adversidades, porque você as significa, sabe lidar com contextos mais complexos e não se derrota com facilidade.

Por outro lado, se as derrotas vêm, sabe reconhecer os limites do desastre ou evento negativo em que se envolveu. Por isso, é capaz de se reacender para outras conquistas, novos caminhos. Uma pessoa funcional tem inteligência emocional e não sucumbe definitivamente. Ela pode ter pequenas derrotas — sucumbir temporariamente — mas consegue soerguer baseada num conjunto de raciocínios, num repertório de argumentos que a mantêm próspera mesmo diante de uma falência temporária.

Você já tomou alguma atitude para compreender melhor o que te leva a agir de determinada forma? Tem alguma boa prática para compartilhar conosco? Deixe um comentário e nos conte sobre sua busca pelo aprimoramento de sua Inteligência Emocional.

7 razões para fazer um MBA em marketing

No mercado atual, quem não se atualiza fica defasado rapidamente, e algumas áreas são ainda mais críticas nesse sentido. Por isso, se você ainda está pensando em fazer um MBA em Marketing, não demore a tomar essa decisão.

Há muito tempo, a área de marketing deixou de ser apenas aquele setor que faz as propagandas da empresa e organiza as festas de fim de ano. Atualmente, o marketing está posicionado estrategicamente nas organizações, participando de decisões importantes e definindo os rumos da empresa juntamente com os dirigentes.

O profissional de marketing precisa reunir conhecimentos que vão desde a comunicação até as finanças e o retorno sobre cada investimento realizado.

Por isso, o MBA nessa área se tornou essencial para que você se mantenha protagonista no mercado. Veja abaixo 7 razões para se matricular nesse curso agora mesmo!

1. Networking

Quem não é visto, não é lembrado. Essa é uma frase que vale para qualquer ramo de atuação profissional, e com o Marketing não é diferente. Portanto, fazer um curso como o MBA oferece uma ótima chance de networking com os principais profissionais do mercado.

Além de participar de grupos de estudo, você ainda poderá apresentar suas habilidades perante toda a turma, nos trabalhos propostos pelos professores.

O networking pode dar uma boa base para que você consiga novas colocações no mercado, por meio dos contatos que adquirir durante o curso.

Para isso, seja um aluno participativo, tanto nos debates nas salas de aula quanto nos encontros promovidos pela turma, e até mesmo em happy hours com os colegas.

2. Atualização profissional

O MBA reúne profissionais que, em sua maioria, estão em plena atividade no mercado de trabalho. Por isso, o curso apresenta uma ótima chance para que você se atualize profissionalmente, tanto por meio das experiências dos colegas quanto pelas propostas trazidas pelos professores.

Um curso de MBA é bastante voltado para o desenvolvimento profissional do aluno. O corpo docente é formado por professores ativos no mercado e com muita experiência. Em geral, as situações trazidas por eles para a sala de aula foram vivenciadas de verdade, em empresas ou consultorias com atuação forte.

Trata-se de uma ótima contribuição para a sua experiência, que agregará bastante na forma como você realiza o seu trabalho.

3. Melhoria na remuneração

Se você está em busca de um salário melhor, o MBA pode ser um investimento bastante promissor.

Muitas empresas possuem um plano de carreira que oferece melhores remunerações em postos superiores à medida que os funcionários buscam qualificações por meio de cursos. E o MBA conta muitos pontos.

Mas mesmo que esse sistema não esteja presente na empresa em que você trabalha, o MBA pode representar uma ótima chance de se colocar em posições mais privilegiadas no momento de concorrer a uma promoção.

Além disso, não se esqueça de que o mercado é extremamente competitivo. Se você possui um MBA e um colega no mesmo nível que você não fez esse curso, você sairá na frente quando surgir uma posição acima da que você ocupa atualmente.

4. Valorização do currículo

Um currículo recheado de cursos, palestras e seminários representa maiores chances de sobreviver no mercado de trabalho — principalmente em momentos de crise financeira, como a que o Brasil atravessa.

Ao concorrer com outros candidatos por uma vaga, a análise curricular é sempre a primeira etapa de avaliação. Aqueles que possuem maior experiência e atualizações certamente se destacam nesse momento. A partir daí, você ganha a chance de participar de uma entrevista ou dinâmica de grupo, podendo mostrar todo o seu talento.

Já foi o tempo em que possuir apenas a graduação representava algum diferencial no mercado. Hoje em dia, os recrutadores valorizam os profissionais que vão atrás de novos conhecimentos, ampliando a sua área de atuação e acumulando experiências que podem contribuir com a organização. E a primeira forma de verificar se o candidato possui esses atributos é por meio da análise curricular.

5. Preparação para liderar equipes

O MBA é um curso mais voltado para a formação executiva, com foco em aspectos como desenvolvimento profissional, trabalho em equipe e, principalmente, liderança.

As organizações atuais estão em busca de líderes que não se legitimem apenas pelo cargo de chefia. Aliás, a própria nomenclatura “chefe” já está em desuso.

As lideranças surgem naturalmente em meio às equipes, em colaboradores que demonstram poder de influenciar os colegas a realizarem as tarefas e contribuírem para o cumprimento dos objetivos estratégicos da organização.

O líder moderno é carismático e serve como inspiração para a sua equipe. O curso de MBA é uma ótima forma de descobrir essas habilidades no seu perfil profissional e encontrar a melhor maneira de aplicá-las no seu trabalho. Assim, você conseguirá se destacar como líder entre os colaboradores.

6. Visão de setores variados

Um curso de MBA em Marketing recebe alunos de empresas que operam em inúmeros setores da economia. Esta é uma ótima forma de desenvolver uma visão global do mercado, buscando referências em diferentes tipos de atuação.

Além de poder levar as experiências adquiridas para a empresa na qual você trabalha, você ainda pode se interessar por um novo ramo, e estará mais preparado para buscar uma recolocação, caso seja esse um dos seus objetivos.

7. Possibilidade de abrir o próprio negócio

O empreendedorismo está cada dia mais em alta no mercado atual. Por oferecer uma ampla visão sobre diversos modelos de negócio, o MBA em Marketing pode ser a chance que você esperava para abrir o seu próprio empreendimento.

Além de acumular experiências em posicionamento de marca e divulgação de produtos, você ainda poderá identificar colegas que tenham os mesmos objetivos que você. Isso pode resultar em parcerias e sociedades que vão lhe render muitos frutos.

Como você pôde ver, o MBA em Marketing ampliará bastante o seu campo de atuação e trará novas possibilidades para a sua carreira. Se quiser conhecer mais sobre o curso, entre em contato com o nosso departamento acadêmico, por meio do telefone (31) 3457-9894. Ou então clique aqui e veja mais informações! 

MBA Executivo Internacional: por que fazer?

Para quem deseja evoluir na carreira executiva e ascender profissionalmente, conquistando promoções ou novas oportunidades de trabalho, continuar os estudos é essencial. Nesse contexto, é preciso se especializar e ampliar suas habilidades de liderança, o que pode ser obtido por meio de um Master in Business Administration (MBA). Todavia, para realmente se destacar da concorrência, um MBA Executivo Internacional com módulos internacionais tem maior relevância e importância.

Esse tipo de programa de estudo possui muitos benefícios que podem impulsionar a carreira de um profissional, pois costuma prepará-lo para o cenário mercadológico internacional, não somente para o brasileiro.

Quer saber mais sobre essa opção de MBA e quais as suas principais vantagens? Então continue lendo e descubra!

O que é um MBA Executivo com módulos internacionais?

Em um MBA Executivo com módulos internacionais, o profissional começa a fazer aulas e outras atividades numa instituição de ensino nacional, porém em algum momento do curso ele terá que cumprir módulos em um ou mais países no exterior.

O processo é todo planejado e organizado pela instituição, que passa as orientações e estrutura os conteúdos que serão aprendidos lá fora, além de selecionar os locais de ensino e profissionais que ministrarão as aulas.

Essa modalidade de MBA tem alguns atrativos que as opções tradicionais não possuem, além de muitos benefícios. Separamos 8 deles a seguir, confira!

1. Vivência internacional

A primeira vantagem que o estudante desse tipo de MBA terá é a vivência internacional adquirida. Isso contribui para que ele tenha uma noção mais profunda sobre culturas distintas da brasileira, sobre formas diferentes de trabalhar e outras peculiaridades dos países visitados. Tais pontos contribuem com o crescimento profissional e aumentam as percepções sobre diferentes mercados.

Outro benefício é que a vivência internacional permite ao profissional entrar em contato com soluções e ideias que nem sempre vemos em terras brasileiras, de modo que ele poderá contribuir com inovações para sua empresa ou negócio ao retornar.

Vale destacar que existem programas de MBA com módulos internacionais que enviam seus estudantes a vários países e não somente um, de modo que eles consigam ampliar ainda mais suas vivências e aquisições de conhecimentos.

2. Troca de experiências com profissionais de outros países

Outro ponto positivo é a troca de experiências com profissionais de outros países, sejam eles professores, orientadores, colegas ou pessoas que os estudantes venham a conhecer. Isso é importante para aqueles que buscam aperfeiçoar suas habilidades no campo da liderança empresarial, pois passam a ter maior noção da grande diversidade de ideias, comportamentos e visões que existem no mundo, lidando melhor com elas.

3. Diferenciação para o currículo

As experiências internacionais obtidas num MBA Executivo com módulos em outros países melhoram bastante o currículo, entregando um diferencial competitivo para o profissional.

Hoje em dia, o número de cursos de MBA tem crescido muito, o que também aumenta, por consequência, a quantidade de pessoas com essa especialização que se candidatam às vagas nas empresas. Por isso, é importante buscar opções que tenham vantagens em relação às demais, como é o caso do MBA com módulos internacionais. Ter feito um curso assim pode contar pontos positivos e ajudá-lo a conquistar uma promoção no trabalho ou conseguir uma boa recolocação profissional.

4. Maior facilidade e possibilidade de atuar fora do país depois

Durante o tempo passado em outros países, que varia de poucas semanas a meses, o profissional adquire experiências internacionais e consegue compreender como funciona o mercado dessas regiões. Futuramente, já de posse desse conhecimento, ele pode buscar uma vaga profissional, sócios para um empreendimento ou pode expandir seus negócios (caso tenha ou gerencie uma empresa) para essas localidades.

5. Diversificação do network

Nos módulos internacionais, é possível realizar muitos contatos tanto com colegas brasileiros quanto com profissionais de uma ou mais localidades do exterior, expandindo seu network. Isso pode ser muito benéfico para quem deseja trabalhar fora ou, como mencionado acima, conseguir sócios (ou colaboradores) para abrir um negócio em outro país.

6. Desenvolvimento de visão global

Algo muito importante nos dias de hoje é a capacidade de ter visão global para os negócios, podendo entender melhor e atuar de forma otimizada na chamada globalização.

Esse tipo de atributo pode ser adquirido nas viagens internacionais e vivências em outros países, o que poderá colocar o profissional em destaque na hora de buscar trabalho em empresas multinacionais e transnacionais, que possuem filiais e sede em diferentes lugares.

Mas, ao contrário dos MBAs feitos totalmente fora do país, um que realize parte do curso no Brasil evita que o profissional tenha uma percepção deficiente ou insuficiente do mercado local, proporcionando a ele uma verdadeira visão global. 

7. Interação com profissionais renomados de outros países

Uma grande vantagem que o MBA Executivo com módulos internacionais possui é a de juntar profissionais com bagagens distintas de diferentes países. Além disso, algumas instituições de ensino até mesmo contratam os serviços de pessoas renomadas em seus campos de atuação em seus países, ou no mundo todo, para darem palestras, aulas, orientações etc.

Tal prática permite que os profissionais brasileiros ampliem seus conhecimentos com os mais destacados gestores, empreendedores, estudiosos e pesquisadores que atuam no ramo corporativo.

8. Prática de outro idioma

Outro benefício é a possibilidade de praticar um ou mais idiomas nos países em que os módulos forem realizados, permitindo aos estudantes melhorarem o domínio que possuem dessas línguas e, consequentemente, otimizarem seus currículos.

Por fim, vale mencionar que um MBA Executivo com módulos internacionais também agrega as vantagens dos cursos nacionais, como idioma, proximidade, contextualização dos conhecimentos para o mercado brasileiro e uma série de pontos que só um curso assim entrega.

Pelos benefícios citados acima, já dá para perceber como um programa de ensino assim pode não só melhorar o currículo, como também impulsionar a carreira e promover melhorias na compreensão organizacional dos profissionais.

Sabendo que hoje em dia os cargos executivos têm grande necessidade dos ensinamentos ministrados em MBAs, fazer um curso que possibilite a aquisição de experiências internacionais pode trazer vantagens para aqueles que desejam tais postos em corporações internacionais.

Além de um MBA Executivo Internacional, todo gestor que quer se destacar deve também ter uma visão para inovação. Quer saber como desenvolver a sua? Então baixe nosso e-book “Inovação Empresarial” voltado para gestores!

Entenda a importância e o significado de um MBA Internacional

Seu desejo é crescer na empresa em que trabalha, se profissionalizar ainda mais, aprofundar seus conhecimentos técnicos, alcançar um cargo de gestão e, quem sabe no futuro, empreender. Mas você não sabe por onde começar, certo? A dica é: faça um MBA Internacional.

Essa especialização é voltada e específica para quem já é um bom profissional, mas quer alavancar a carreira e se diferenciar da concorrência. Afinal, ele não é um MBA comum. Ele traz consigo a ideia da experiência de viver em outro país.

Isso significa que, na prática, além de ter acesso aos conhecimentos mais atualizados, você ainda pode conhecer novas pessoas e culturas e ampliar a sua bagagem pessoal. Que tal?

Se você gostou da ideia, continue lendo este post. Aqui nós vamos mostrar o que é o MBA Internacional e quais são suas características, qual o impacto dele para sua carreira e como você pode se preparar.

Está pronto para mudar de vida e dar um upgrade no setor profissional? Entenda melhor o que uma especialização pode trazer de benefícios e comece a se preparar a partir de agora!

1. Entendendo o MBA Internacional

A compreensão do que é esse tipo de MBA requer que antes vejamos o que significa o Master in Business Administration​ (ou Mestrado em Administração de Negócios). Esse curso tem o objetivo de formar executivos e ampliar seus conhecimentos sobre essa área.

Como é focado na administração, as disciplinas dos MBAs têm relação com finanças, recursos humanos, contabilidade, marketing e outros assuntos relacionados.

Você deve estar se perguntando se o MBA é um mestrado ou uma especialização. Apesar de ele ter um grau superior (inclusive, isso é ressaltado pela palavra master​ presente na sigla), no Brasil esses cursos são encarados como uma pós-graduação um pouco diferenciada, mas que não oferece o título de mestre.

Essa divergência ocorre porque o mestrado no Brasil é mais voltado para a formação acadêmica, ao passo que o MBA e outros formatos de especialização têm foco na parte prática.

Ou seja, para você que busca melhorar seus conhecimentos profissionais e quer aprender as melhores práticas para aplicar no seu dia a dia no trabalho, o MBA é definitivamente mais indicado.

Ao fazer essa opção, você tem duas possibilidades: frequentar o curso no Brasil ou no exterior. Quando decide fazer o MBA no exterior, tem a possibilidade de estudar em escolas internacionais de renome, que trazem um upgrade ainda maior para a sua carreira.

1.1 Diferenças entre o MBA no Brasil e o internacional

As características de ambos os cursos são bastante similares. A grande diferença é relacionada à instituição que fornece o MBA, o que impacta também em outros detalhes.

Um dos principais é a carga horária, já que os cursos fora do país costumam oferecer uma jornada que chega a ser o dobro das escolas existentes no Brasil. As escolas internacionais tendem a oferecer aulas em turno integral, enquanto no Brasil elas ocorrem normalmente nos fins de semana e à noite.

As disciplinas também tendem a ser mais complexas e o idioma é do país em que o MBA é realizado (geralmente o inglês).

1.2 Exigências para cursar um MBA

O MBA é um curso ideal para pessoas que querem ocupar um cargo de comando e desejam se aperfeiçoar na sua profissão por meio da obtenção de conhecimentos técnicos e práticos.

No Brasil, o processo de seleção envolve análise do currículo, redação, entrevista, prova de proficiência em língua estrangeira e, em alguns casos, testes de matemática e de lógica.

Para fazer um curso internacional também é preciso ter boas notas no Graduate ​Management Admission Test (GMAT) e no ​Test of English as a Foreign Language​ (TOEFL).

O GMAT serve para analisar a capacidade acadêmica matemática do candidato e ver se ele conseguirá acompanhar as disciplinas de uma pós-graduação voltada para negócios. Essa prova dura aproximadamente 4 horas e a nota vai de 200 a 800 pontos.

O TOEFL é um teste de proficiência no idioma inglês, que vai assegurar que o candidato tem condições de fazer o curso em uma língua que não é a sua materna.

Também pode ser solicitada a realização de quatro redações (chamadas de ​essays). ​Elas costumam envolver perguntas a respeito da trajetória profissional, objetivos de carreira, realização conquistada por uma equipe sob sua liderança, dilemas éticos etc.

​1.3 Escolhendo a melhor opção para você

A escolha entre fazer um MBA no Brasil ou em outro país exige que você considere seus planos pessoais. Existem alguns pontos relevantes que devem ser analisados ao tomar a sua decisão:

1.3.1 Metodologia

Os cursos brasileiros são mais teóricos do que os ministrados por escolas internacionais. Apesar de haver um foco na prática em ambos os casos, no exterior existe uma carga maior relativa a estudos de casos e atividades que realmente acontecem na rotina das empresas. Por exemplo: são feitas simulações de cenários financeiros e o aluno precisa pensar o que fazer e escolher a melhor alternativa. Isso permite que ele tenha uma experiência mais próxima à realidade do mercado.

1.3.2 Seleção da turma

Os critérios de seleção dos candidatos são diferentes nas universidades brasileiras e nas instituições estrangeiras. No exterior existem mais exigências, o que faz com que os estudantes estejam mais aptos a contribuir e compartilhar experiências enriquecedoras. O resultado é o aumento da qualidade do MBA e a criação de um networking​ mais forte.

1.3.3 Qualidade

Essa característica é muito importante, já que existem muitos cursos de pós-graduação sem a qualidade necessária. Para que você não faça a escolha errada, o ideal é analisar a instituição que está oferecendo o curso e verificar seus padrões. Uma escola brasileira renomada tem MBAs muito bons e que preparam o profissional para qualquer situação. A vivência internacional serve para expandir os horizontes e aumentar a bagagem cultural.

2. O impacto de um MBA Internacional para a carreira

O mais importante no mercado atual é conseguir se destacar da concorrência, que está cada vez mais acirrada. Para alcançar o sucesso e trilhar um caminho rumo a uma melhor colocação profissional, você deve se especializar e aumentar suas capacidades técnicas.

O MBA realizado no exterior permite conquistar isso. Você começa a ser visto como um profissional respeitado e qualificado, tanto por colegas quanto pelos recrutadores das principais empresas do país. Se você já trabalha em uma organização, esse é o trampolim que faltava para chegar a um cargo de liderança.

Mas por que esse é o resultado da realização desse curso? Pelo fato de esse tipo de pós-graduação focar no mercado de trabalho e na parte prática. Em outras palavras, as suas vivências permitem que você tome decisões melhores e tenha atitudes mais acertadas.

Outro fator relevante é que ainda há poucos brasileiros com uma especialização internacional. Essa situação é decorrente do cenário econômico, que até pouco tempo atrás impedia que a população tivesse esse tipo de experiência.

Ainda existem outras vantagens relacionadas a essa formação. Confira algumas delas:

2.1 Confirmação de domínio do inglês

A realização de testes como o TOEFL já certifica que você tem fluência na língua inglesa. Mas uma vivência internacional oferece um domínio diferenciado e que poucos podem comprovar. Fazer um MBA em outro país também reforça que você consegue usar os termos técnicos da profissão em inglês, o que se torna outro diferencial.

Para você ter uma ideia, saber falar e escrever fluentemente em inglês eleva a média salarial entre 10% e 15% e somente 4% dos profissionais podem afirmar que possuem domínio do idioma, segundo dados repassados por Ricardo Ribas, gerente executivo da Page Personnel, em entrevista ao site Estudar Fora.

Além do inglês, a pós-graduação também oferece a possibilidade de aprender outros idiomas, como o espanhol, que também é importante para negociações na América Latina.

2.2 Aumento da resiliência

A resiliência é a capacidade de retornar ao estado natural depois de passar por uma situação imprevista ou crítica. No mundo corporativo, essa é uma habilidade mais do que desejada e que é trabalhada pelo MBA, mesmo não sendo esse o foco principal. Nesse caso, o profissional consegue se adaptar a diferentes formas de trabalho.

Por exemplo: uma reunião no Brasil geralmente começa com atraso e demora mais tempo do que o planejado porque é normal falar de assuntos que não estão em pauta. Em outros países, os compromissos tendem a ser mais pontuais e objetivos.

2.3 Desenvolvimento da maturidade

A maturidade não está relacionada somente à idade que você possui, mas também aos aspectos profissionais que você desenvolveu. Pessoas com a mesma faixa etária podem ter comportamentos muito diferentes. Quando estamos no ambiente corporativo, é visível que um colaborador com vivência no exterior é mais maduro, mesmo tendo o mesmo nível de avanço na carreira que outro colega.

Por exemplo: em uma situação de crise, na qual é preciso tomar decisões eficientes e rápidas, o profissional com uma especialização internacional consegue vislumbrar melhor o que está acontecendo por ter praticado situações semelhantes durante o MBA. Ou seja, ele já tem uma ideia de qual caminho seguir, do que pode funcionar ou não.

2.4 Criação de um networking vasto

O estudo em escolas internacionais permite que você tenha contato com pessoas de diferentes áreas, países e culturas. Esse contexto diferenciado oferece a possibilidade de criar um networking muito amplo e ter uma troca de experiências única. Como resultado, você pode inclusive ter a chance de conquistar uma vaga em outros lugares do mundo.

O principal, porém, é poder conviver com pessoas que têm modos diversos de análise e formas diferenciadas de resolver problemas. Assim, é possível conhecer e explorar o aprendizado colaborativo para encontrar novas soluções para situações semelhantes.

2.5 Aumento salarial

A formação proporcionada pelo MBA assegura um salário mais alto que o de pessoas que não possuem esse nível acadêmico. Segundo um levantamento feito pela empresa de recrutamento Catho, divulgada pela Harvard Business Review, um profissional sênior com esse tipo de pós-graduação ganha um terço a mais.

No cargo de coordenação, o MBA garante um salário entre 26% e 31% mais alto. Para um gerente, o curso representa uma elevação de 34,5%. Para um diretor, o ganho é de 16%.

É por isso que é bastante comum que alunos de MBA, especialmente os internacionais, tenham ascensão rápida na carreira, sempre com aumento salarial. Essa é uma consequência obtida pelo conhecimento aprendido e pela aplicação da teoria na prática.

2.6 Promoção da liderança

O MBA trabalha diferentes qualidades no profissional. Uma delas é a liderança, necessária para que uma pessoa assuma um cargo de gestão. Para ser líder é exigido ter conhecimentos técnicos que vão além do que é aprendido na faculdade, capacidade de tomar decisões, habilidade analítica (para avaliar os dados antes de escolher o que fazer) e bom relacionamento interpessoal.

2.7 Maior possibilidade de inovação

As empresas atualmente exigem que os profissionais sejam inovadores. Essa é uma forma de a própria organização se destacar no mercado e também é uma maneira de você ter mais visibilidade.

Quando você faz um MBA no exterior, tem mais chances de conhecer técnicas inovadoras e melhores práticas. Ao mesmo tempo, estimula sua criatividade por meio dos estudos de caso e outras ações desenvolvidas em sala de aula e fora dela.

O resultado é que você está mais preparado para pensar em ações diferentes e novas práticas para atingir melhores resultados.

2.8 Conhecimento sobre como fazer negócios

O MBA permite que você aprenda a melhor forma de fazer negócios. Esse é um conhecimento importante, não importa se você já é da área de administração ou se fez graduação em outro setor de conhecimento e agora quer aprender mais sobre gestão. A finalidade é que você entenda como fazer a mediação entre a empresa e a outra parte da negociação, a fim de obter o melhor negócio.

3. Como se preparar para um MBA Internacional

Este post já mostrou o que é essa modalidade de curso e a importância dele para a sua carreira. Mas você sabe o que precisa fazer para se preparar para o seu MBA no exterior?

Esse processo requer muito empenho, esforço e dedicação. Vale a pena começar a preparação bem antes, porque assim são muito maiores as chances de você conseguir sua aprovação.

A seguir vamos apresentar algumas etapas que vão ajudar a compreender como estar pronto para esse momento. Veja:

3.1 Escolha da faculdade

Esse estágio deve começar aproximadamente um ano antes do ingresso no MBA. Você deve pesquisar sobre as opções existentes e considerar dois elementos: os objetivos da sua carreira e sua personalidade.

Esses quesitos são determinantes para a escolha porque é dessa forma que você sabe exatamente aonde quer chegar. Por exemplo: se a sua meta é abrir o negócio próprio, a melhor escola é aquela que trabalha bastante o empreendedorismo.

Em relação às questões pessoais, também é importante fazer uma análise aprofundada, porque existem faculdades com ambientes altamente competitivos, enquanto outras focam mais na colaboração.

3.2 Estude para as provas

O próximo passo é estudar para as provas. Como você viu, é preciso fazer os testes do GMAT e do TOEFL, que são pré-requisitos para entrar no MBA em outros países.

Para ter uma noção da nota que você precisa tirar para ser aprovado no curso, os programas da Harvard Business School e de Stanford exigem uma média de 720 pontos, sendo que o máximo chega a 800.

Em relação às redações, elas são textos menores, que variam geralmente de 350 a 750 caracteres. Elas não requerem um estudo específico, porque as perguntas costumam ser a respeito da sua própria carreira. Mas é preciso ter uma escrita excelente em inglês para passar na prova.

Além disso, é necessário fazer um texto convincente e elaborado para que os avaliadores considerem o seu perfil adequado ao que esperam dos alunos do curso.

3.3 Reúna todos os documentos

O candidato precisa reunir uma série de documentos que serão analisados antes da aprovação. Entre eles está o currículo resumido da sua trajetória profissional e acadêmica, que deve mostrar principalmente de que forma você contribuiu para os lugares em que trabalhou.

Outro documento necessário é o histórico escolar da graduação. Apesar de no Brasil não termos a cultura de preocupação com boas notas, em outros países, especialmente os Estados Unidos, isso pesa bastante.

Caso você tenha uma nota baixa, anexe uma justificativa para isso ter acontecido. Por exemplo: “participei de uma empresa júnior, na qual desenvolvi tais atividades e exerci uma carga horária semanal de 40 horas”. 

Mas atenção! Não tente mentir na sua explicação, porque você será reprovado se os avaliadores perceberam algo inconsistente. Vale lembrar também que a sua justificativa nem sempre vai ser aceita.

Por fim, você também precisa anexar cartas de recomendação. É indicado enviar duas, uma do chefe atual e outra do antigo.

Um erro bastante comum é querer colocar uma carta de recomendação de uma pessoa com cargo bem superior para passar a impressão de que é bem avaliado. Essa não é uma estratégia válida, porque quem pode falar do seu trabalho é seu superior direto.

Recomenda-se ainda indicar ao seu superior o que deve ser mencionado, já que ele pode não se lembrar de todos os projetos que você realizou.

3.4 Compareça à entrevista

A entrevista é a última etapa do processo de seleção. Ela é feita pessoalmente, mas o que costuma acontecer é a vinda dos avaliadores para o Brasil ou a definição de um ex-aluno que more no país para executar essa tarefa.

Mesmo assim, não ache que vai ser mais simples se fizer a entrevista com um ex-estudante. Ele vai ser tão exigente quanto os próprios avaliadores.

Na prova você deve ter alguns conhecimentos na ponta da língua. Veja quais são eles:

3.4.1 Nível de inglês e habilidades comunicativas

A comprovação da fluência por meio do TOEFL é fundamental, mas é somente em uma conversa que você vai conseguir comprovar que tem boas capacidades de conversação em inglês. O avaliador também vai verificar o seu nível de expressão oral e se consegue exprimir suas ideias claramente.

3.4.2 Expressão corporal

A sua personalidade foi expressa por meio das redações, cartas de recomendação e do currículo. Mas a entrevista é o momento ideal para mostrar quem você realmente é. Cuide, portanto, da sua expressão corporal, porque o corpo também fala.

3.4.3 Ambições profissionais e atributos de liderança

O entrevistador vai perguntar sobre sua história e o que deseja para o futuro. A ideia é analisar quais são seus pontos fortes e fracos e identificar a aderência do MBA à trajetória que você traçou.

3.4.4 Conhecimento da faculdade

O momento da entrevista também servirá para comprovar se você pesquisou sobre a escola e o programa. Você deve saber quais disciplinas serão oferecidas, as habilidades que serão construídas etc. O avaliador também vai questionar se você realmente vai aceitar a oferta caso seja chamado.

3.4.5 História pessoal e profissional

A sua história de vida e trajetória profissional serão questionadas pelo entrevistador. Suas respostas devem estar alinhadas aos documentos que encaminhou ao programa. Por isso, releia-os e verifique quais são os pontos fundamentais que deseja repassar.

Além disso, existem algumas dicas que vão ajudar a melhorar a sua entrevista. Confira:

3.4.6 Evite fazer um monólogo

O objetivo principal da entrevista é fornecer uma visão ampla do seu currículo. Para isso, você deve conversar com o entrevistador e interagir com ele, evitando a simples repetição das informações escritas. Aproveite para repassar informações diferentes e explicar por que mudou de cargo ou de empresa. Logo no início, especifique que vai repassar uma descrição geral e indique que pode ser interrompido em caso de dúvidas.

3.4.7 Faça perguntas inteligentes

O mais comum nas entrevistas para MBA é ter um espaço no final da entrevista para fazer perguntas ao avaliador. É indicado que você tente construir empatia. Por exemplo: se o entrevistador for um ex-aluno, questione como foi a experiência dele. Se for alguém da própria universidade, pergunte sobre as especificações do programa e questione sobre outros assuntos, como a cidade em que pretende morar ao fazer o MBA.

3.4.8 Esteja sempre informado

As notícias mais atuais da sua área de formação e outros assuntos gerais devem ser conhecidos por você. Estar bem informado é a melhor forma de manter a conversa e demonstrar que está apto para entrar no curso. Boas fontes de consulta são as revistas Financial Times e The Economist.

Agora você já sabe como o MBA no exterior pode impactar a sua carreira e quais benefícios pode trazer. Além disso, viu a melhor forma de se preparar para esse momento e conseguir ser aceito no programa.​

Gostou de aprender mais sobre o MBA Internacional? Aproveite e aprofunde seus conhecimentos lendo o post sobre a relação entre o diploma de MBA e os cargos executivos.

7 dicas para se tornar um gestor de RH melhor

A área de Recursos Humanos é uma das mais estratégicas e valorizadas pelas instituições. Afinal de contas, ela cuida do ativo mais valioso das empresas: o Capital Humano. Por isso mesmo, o gestor de RH é um profissional que vem sendo cada vez mais exigido, precisando apresentar sempre bons resultados.

Gerir o RH é muito mais do que gerenciar uma equipe de profissionais especializados. Quem está à frente desse setor precisa ser um modelo para todos os gestores da empresa, e a sua área deve ser a vitrine de inspiração para as outras.

Por isso mesmo, o gestor de RH deve estar em constante aprendizado e desenvolvimento de suas habilidades. Em um mercado dinâmico como o atual, diariamente surgem novidades em todas as áreas de atuação, e os bons profissionais devem estar preparados para evoluir de maneira constante.

Veja abaixo 7 dicas para se tornar um gestor de RH mais eficiente:

1. Seja um exemplo para outros gestores

Você conhece aquele ditado que diz “casa de ferreiro, espeto de pau”? Pois é, esse aspecto deve ser acompanhado de perto com relação às lideranças do setor de RH. Se a própria área que cuida das pessoas não tem uma liderança adequada, como esperar que os outros setores sejam modelos de gestão?

O gerente de Recursos Humanos precisa ser um profissional que aplique corretamente todos os bons conceitos de gestão e liderança na sua área, para servir de inspiração para os outros gestores.

Para isso, esteja sempre atento às melhores práticas, faça benchmarking com outros profissionais e participe constantemente de cursos e palestras. Assim, você estará sempre antenado com as novidades.

2. Desburocratize o setor

O setor de RH costuma ser marcado por uma grande quantidade de processos, arquivos e informações diversas sobre o capital humano da empresa. Embora a área tenha papel estratégico nos objetivos organizacionais, também é por lá que ocorrem as tarefas burocráticas como pagamentos, admissão, demissão etc.

Por isso, é preciso investir na desburocratização do setor. Assim, você garante um RH mais focado nos objetivos estratégicos, deixando os processos rotineiros por conta de recursos tecnológicos.

Atualmente, você pode contar com softwares que fazem a digitalização de documentos e assinaturas, gestão do arquivo e até mesmo guardam o histórico dos colaboradores em relação a avaliações de desempenho, participação em treinamentos etc. Portanto, use a tecnologia a seu favor!

3. Inove em seus processos

A área de treinamento e desenvolvimento apresenta muitas novidades todos os dias. Antigamente, os treinamentos só podiam ocorrer presencialmente. Depois, passaram a ser feitos no formato ideal para televisão.

Hoje em dia, uma empresa pode adotar diversos tipos de treinamento, atingindo a toda a base de colaboradores — por mais espalhada que ela esteja.

Também existem programas de palestras específicas com profissionais de diversas áreas, que podem passar suas experiências para a equipe.

No campo de avaliações, as empresas vêm aderindo cada vez mais à avaliação 360°. Trata-se de uma forma que possibilita que todos os atores do processo organizacional participem da avaliação, atribuindo notas uns aos outros. Dessa forma, em vez do antigo formato no qual os chefes avaliavam os colaboradores, estes também avaliam os chefes e são avaliados por seus pares.

É um processo inovador que vem atingindo bons resultados nas organizações que o adotam.

4. Ouça as sugestões

Ouvir a equipe é um dos mais importantes traços de liderança, sobretudo para o gestor de RH. Afinal de contas, se você lida com as pessoas da instituição, precisa estar preparado para ouvir aquilo que elas desejam falar.

Um aspecto muito importante é perceber o quanto a equipe é envolvida com os processos da empresa. Esse envolvimento gera um grande conhecimento organizacional, que não deve ser desprezado pelo gestor de RH.

Portanto, se você receber sugestões do corpo de colaboradores da empresa em que trabalha, analise uma por uma com muita calma e dedicação. Certamente você encontrará boas soluções entre as sugestões recebidas.

5. Tenha espírito de liderança

O líder atual não guarda nenhuma semelhança com os chefes de antigamente. Não há mais espaço nas organizações para quem acredita ter um poder supremo apenas devido ao cargo que exerce.

Hoje, compreende-se que as lideranças nascem naturalmente. E os líderes institucionais, aqueles que possuem cargos de liderança, devem atuar de forma democrática e participativa, exercendo o papel de consultor junto a sua equipe.

No caso do gestor de RH, isso deve ser levado ao pé da letra. Afinal de contas, como já vimos, o líder do Capital Humano deve servir de inspiração para todos os outros gestores da organização.

6. Procure aprender sempre

O aprendizado é uma forma infalível de crescer dentro das organizações. Ninguém é perfeito e, a cada dia, agimos de alguma forma inadequada. Mas o importante é saber tirar lições desses comportamentos para se tornar um líder melhor e servir de inspiração para toda a equipe da organização.

Gestores que erram, pedem desculpas e não voltam a cometer os mesmos equívocos costumam atingir um grande nível de respeito junto aos colaboradores.

7. Selecione bons colaboradores

Recrutamento e seleção são dois dos mais estratégicos processos da área de RH. E todos passam pelas mãos dos gestores do setor em algum momento.

Se você é o responsável por direcionar as escolhas da sua empresa em termos de Capital Humano, esteja sempre atento às necessidades organizacionais. Qual o perfil desejado pela instituição? Quais as habilidades necessárias para exercer o cargo? Como o futuro colaborador pode contribuir com os objetivos estratégicos da empresa?

Muitas vezes, os gestores das áreas demonstram pouca experiência na hora de fazer contratações. Isso pode resultar em escolhas erradas que acabam criando dificuldades na realização das tarefas ou na adaptação dos profissionais.

Como gestor de RH, você pode ser um ator importante desse processo, orientando os líderes, acompanhando testes e dinâmicas e oferecendo suas impressões sempre que for necessário.

Como você viu, o gestor de RH é um profissional que precisa dominar competências de diversas áreas. Por isso, aproveite que você terminou de ler este post e continue se informando! Que tal saber mais sobre a importância da reciclagem profissional para a sua carreira? Boa leitura! 

Saiba como o gerenciamento de projetos é aplicado para todas as áreas

O gerenciamento de projetos tem destaque no mercado empresarial por conta de sua amplitude, sendo necessário para quase todo tipo de empresa que deseja se expandir ou elevar suas receitas. Isso o coloca como um dos campos mais promissores para se trabalhar, sendo atrativo não só para quem quer se especializar pela primeira vez, como também para quem procura se aperfeiçoar e se reinserir no mercado de trabalho fazendo um MBA na área.

Para entender melhor como a gestão de projetos é aplicada em todos os setores, é importante definir o que é um projeto, ou seja, um grupo de processos e atividades realizados em determinado espaço de tempo para produzir algo. Esse “algo” pode ser um evento (show, cerimônia de casamento, competição), um produto, um serviço, uma obra ou outro fim. Para que ele seja realizado, são necessários recursos, rotinas, planejamento e outras atividades que fazem parte de sua gestão.

Como o conhecimento em gestão de projetos pode ser útil

O conhecimento adquirido com gerenciamento de projetos pode ser útil para profissionais de diversas áreas de atuação, pois fornece mecanismos, ferramentas e técnicas altamente adaptáveis. Dessa forma, é possível trabalhar em qualquer empresa de todos os segmentos, bastando realizar alguns ajustes, como estabelecer normas, estruturar processos e montar o próprio planejamento do projeto a ser feito.

Quem trabalha nessa área também adquire algumas habilidades, como foco em cumprimento de prazos (já que projetos têm começo, meio e fim delimitados) e maior versatilidade na gestão de recursos preestabelecidos. Inclusive, conta com manuais de excelência que visam orientar suas atividades, como o guia PMBOK (Project Management Body of Knowledge), em português Corpo de Conhecimento em Gestão de Projetos, criado pelo Project Management Institute (PMI) — uma entidade que não possui fins lucrativos que certifica profissionais ligados a projetos.

Para a empresa, o gerenciamento de projetos representa um fator fundamental para o êxito de seus objetivos internos ou externos. Abrir uma filial, perfurar uma mina, lançar um produto novo, realizar uma campanha de vendas etc. Todos dependem de uma boa gestão para planejar, organizar e controlar as atividades e recursos necessários para suas realizações, contribuindo para a minimização de riscos e aumento da eficácia desses empreendimentos.

Ter uma formação em gerenciamento de projetos é um diferencial

Ter uma formação em gerenciamento de projetos é um diferencial competitivo para profissionais que buscam uma boa colocação ou recolocação no mercado, bem como uma promoção. Isso se dá por conta de fatores como o crescimento tecnológico, a busca por inovações constantes e o surgimento de outros hábitos de consumo nas novas gerações.

A crescente especialização das empresas, bem como a expansão de muitas organizações brasileiras pelo mundo, tem exigido também profissionais capazes de administrar não só um projeto, mas vários deles e em sequência, o que aumentou a necessidade por pessoas capacitadas na área.

As atribuições típicas do gestor de projetos (PMO) e suas habilidades também são procuradas pelas organizações, especialmente porque podem ser aplicadas em tarefas distintas. Entre as principais, temos:  

Tomada de decisão

A capacidade de análise sistêmica de projetos, observando suas entradas e saídas, além da necessidade de monitoramento e controle dos processos, permitem ao PMO potencializar suas escolhas. Dessa forma, a tomada de decisão acaba sendo otimizada, gerando maiores chances de êxito para o empreendimento.

Sistemas de apoio a projetos, inclusive Big Data, também costumam entregar dados e informações úteis para o gestor basear suas decisões, favorecendo escolhas mais acertadas.

O know-how adquirido nessas atividades acaba sendo bem-vindo nas organizações.

Gerenciamento de riscos

Projetos geralmente envolvem vários riscos (de governança, financeiro, mau uso de recursos etc.), pois começam quase do “zero” e envolvem muitas variáveis.

Muitos projetos são estruturados desde o começo, sendo novidade nas organizações, de modo que fica mais difícil prever resultados. Por isso, os profissionais da área são capacitados e treinados para diminuírem ao máximo as chances de erros e problemas, tendo como base guias (como o já citado PMBOK), padrões de conduta, técnicas e ferramentas estratégicas.

Potencialização dos recursos

PMOs costumam ganhar experiência na gestão de poucos recursos por conta da natureza de suas atribuições. Ou seja, como projetos são planejados com recursos finitos, previamente estabelecidos, o gestor acaba atuando sempre com foco em potencializá-los para que durem até o empreendimento estar completo.

Aplicação da gestão de projetos em diferentes áreas

Como mencionado antes, a gestão de projetos é ampla, podendo ser aplicada em distintos setores e segmentos do mercado. Além disso, ela pode ser empregada em departamentos dentro das próprias organizações para o desenvolvimento de ações, produtos, eventos etc., de modo que fique vinculada ou atue em colaboração com eles.

Para entender melhor, veja exemplos de projetos que podem ser conduzidos em algumas das principais áreas de uma empresa e que podem receber a colaboração de um PMO:

  • marketing e vendas: novas campanhas; lançamentos de produtos e serviços; projetos de exportação que requeiram ações de marketing internacional; implantação de CRM (Customer Relationship Management) etc.;
  • logística: projetos de exportação; de adoção de novos modais para transporte; de implantação de softwares para controle de rotas, estoque ou compras/vendas etc.;
  • administração empresarial: implantação de metodologias, como Balanced Scorecard; instalação de softwares gerenciais (ERPs — Enterprise Resource Planning); abertura de filiais etc.;
  • TI (Tecnologia da Informação): implementação de softwares nas empresas; adoção de novas tecnologias (Cloud Computing); migração de data centers; renovação da infraestrutura tecnológica das empresas etc.;
  • produção: lançamento de novos produtos; atualização de maquinário etc.

Todos esses exemplos podem ter a colaboração do PMO para aumentar suas chances de sucesso, bem como o emprego de processos e técnicas da área de gestão de projetos.

Para conseguir melhorar suas capacidades e habilidades, tornando-se um gerente de projetos eficaz, é importante se especializar por meio de cursos de pós-graduação e MBA. Dessa forma, além de aprender técnicas e conhecimentos da área, é possível também se atualizar em relação às principais tendências e novidades desse mercado.  

Agora que você já sabe como o gerenciamento de projetos é aplicado em vários setores, que tal descobrir quais os motivos para se formar nessa área

7 dicas para ser um gerente de projetos eficaz

Cada vez mais as empresas vêm apostando em estruturas projetizadas. Isso significa que as organizações estão buscando a formação de times para a implantação de projetos específicos. E, com isso, o papel do gerente de projetos vem ganhando destaque no mercado de trabalho.

Projetos são delimitados no tempo. Eles possuem um começo, marcado pela definição de seu escopo; um meio, representado pela execução de todas as tarefas; e o final, quando o produto desejado é entregue e a avaliação do trabalho é realizada.

O gerente de projetos é o profissional responsável por todas essas etapas. É dele a tarefa de definir o escopo, buscar apoio interno das áreas correspondentes, montar o time, coordenar as atividades, manter os stakeholders informados e responder pela entrega do produto, ao final do projeto.

É, portanto, um papel estratégico, trabalhoso e que envolve muita responsabilidade. Veja, abaixo, 7 dicas para ser um gerente de projetos eficaz.

1. Faça um planejamento prévio

Projetos podem ser de curta, média ou longa duração. O que eles trazem em comum é a necessidade de um planejamento prévio completo e detalhado, que dê a exata noção do trabalho envolvido na entrega do produto final.

Para que seu projeto tenha boa aceitação, você deve iniciá-lo com esse planejamento. Nele devem constar previsões de datas, custos, equipe e demais profissionais envolvidos e todos os outros recursos que serão necessários para a entrega final.

O planejamento deve ser constantemente revisto ao longo do desenvolvimento do projeto, para que sejam feitas as correções de rumo necessárias à qualidade do produto desejado pelos stakeholders.

2. Conheça todos os processos

O gerente de projetos não deve se envolver diretamente na execução das tarefas. Seu papel é de consultor para toda a equipe, estando disponível todo o tempo. Mas mesmo não atuando diretamente, você deve conhecer todas as etapas a fundo, como se estivesse preparado para assumi-las a qualquer momento.

A razão disso é muito simples: o gerente conhecedor de todos os processos tem maiores condições de coordená-los durante a execução do projeto. Além disso, deve estar a postos para solucionar qualquer dúvida do time.

Em projetos de longo prazo, as equipes podem atuar de formas mais ou menos intensas. Um time que só precisará entrar em ação no meio da execução do projeto não estará tão presente no seu início. Portanto, é natural que você precise repassar os detalhes das tarefas com esses profissionais quando eles entrarem em ação.

Lembre-se: como gerente, você é o único profissional que estará envolvido em todos os momentos do projeto. Por isso precisa conhecê-lo por inteiro.

3. Estabeleça metas individuais

A melhor maneira de manter a motivação dos profissionais sempre em alta é cuidar das metas de cada um deles. Especialistas dizem que o fator motivador mais importante para os colaboradores nos dias de hoje são os desafios que a liderança propõe. Isso está acima até mesmo de questões financeiras.

Por isso,  você deve estabelecer objetivos específicos para os membros do time, de acordo com a atividade de cada um. Podem ser metas relacionadas a prazos de entrega, a qualidade das tarefas ou mesmo aos custos envolvidos.

O importante é que as metas sejam, ao mesmo tempo, factíveis e desafiadoras. Isto é: os objetivos devem ser alcançáveis, mas sem que sejam fáceis. Caso contrário, em vez de motivar, você pode causar desânimo nos membros do seu time.

4. Dê feedback constante à equipe

Comunicação é uma parte fundamental do sucesso do projeto. Principalmente quando a questão é junto à equipe. Como líder, você deve estar atento para que os membros do time estejam sempre bem informados sobre todas as etapas do projeto.

É muito importante que você tenha atenção especial aos feedbacks individuais para os colaboradores. O funcionário precisa saber se o seu trabalho está em consonância com o que foi desejado e, caso não esteja, quais são os pontos em que ele pode avançar a fim de contribuir mais para o produto final.

Tente estruturar feedbacks periódicos. Vá anotando todas as suas impressões sobre cada membro do time e, quando chegar a hora, estruture um documento para dar um feedback de qualidade. Liste todos os pontos positivos, ressaltando as qualidades. Depois coloque os pontos a melhorar, sugerindo maneiras para que o funcionário aprimore o seu trabalho na equipe.

5. Saiba como distribuir os talentos

Como gerente de projetos, você deve ter algumas características presentes em técnicos de times de futebol. Imagine só: se um técnico possui um jogador canhoto que joga na lateral esquerda, por que escalá-lo na direita?

O mesmo vale para o time do projeto: as competências devem ser aproveitadas para dar andamento às atividades mais adequadas ao perfil do profissional. Para isso, você deve conhecer muito bem o seu time e saber as características profissionais de cada membro.

O aproveitamento correto das competências dá ao projeto mais qualidade, agilidade e eficiência.

6. Monitore o risco

Qualquer projeto possui riscos. Podem ocorrer diversos eventos durante a sua execução que coloquem em perigo não só as etapas, mas todo o planejamento.

Por isso mesmo, você deve estar sempre atento ao monitoramento das atividades, ficando pronto para agir a qualquer sinal de risco para o andamento do cronograma.

7. Mantenha os stakeholders informados

Os stakeholders são todos aqueles que, de alguma maneira, estão envolvidos com o projeto. Até agora, falamos mais detalhadamente do time, mas a sua comunicação não deve se limitar ao staff de execução.

Tanto membros da diretoria quanto os do conselho, até chegar em áreas parceiras e funcionários que não estão envolvidos no projeto, todos devem estar muito bem informados sobre o andamento das atividades. Para que você possa contar com a ajuda de uma equipe especializada, apresente o projeto para o time de comunicação interna da organização, para que eles possam ajudar na tarefa de manter contato com todos os stakeholders.

Viu só como você pode ser um gerente de projetos eficiente e com bons resultados para apresentar? Mas se ainda assim ficou alguma dúvida, que tal ler nosso post em que explicamos o que faz um gestor de projetos? Boa leitura!