Guia do empreendedorismo no Brasil (e além)

Muita gente gosta de trabalhar como contratado. Mas é cada vez maior o número de pessoas que buscam abrir o negócio próprio. Seja por meio de uma franquia, seja atuando como autônomo ou começando uma marca do zero, a verdade é que o empreendedorismo no Brasil vem crescendo nos últimos anos.

A afirmação é confirmada por um levantamento da Unitfour divulgada pelo IG. Segundo a pesquisa, o total de empreendimentos abertos em 2016 aumentou 20% em comparação com o ano anterior. 

A maior taxa de abertura foi identificada nas modalidades Microempreendedor Individual (MEI) e Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). O motivo que levou ao crescimento dos negócios foi a crise, que aumentou o nível de desemprego no país.

Considerando esse cenário, criamos este guia do empreendedorismo. O objetivo é que você veja por que essa tarefa árdua é recompensadora e como você pode superar as barreiras para começar o seu negócio.

Por isso, vamos passar pelos seguintes pontos:

  • a motivação para empreender;
  • os desafios do empreendedor brasileiro;
  • o modelo de negócios escalável;
  • as tendências do mercado;
  • a capacitação necessária.

E então, que tal saber mais sobre esse assunto? Continue lendo!

Encontre sua motivação para empreender

A pergunta: “o que o motivou a empreender?” pode ser respondida de diferentes maneiras. Alguns afirmam que o objetivo é ficar rico. Essa argumentação pode ser respaldada facilmente por uma grande lista de empreendedores bilionários, como Bill Gates e Jorge Paulo Lemann.

Outros vão preferir dizer que têm um sonho, algo maior que desejam realizar pelo bem da família e/ou da sociedade. E há cada vez mais pessoas que desejam pagar as contas no final do mês com aquele dinheirinho que, antes, era somente uma renda extra, mas agora se tornou a principal.

Independentemente do que você está pensando, é preciso saber que há quatro classificações de empreendedores em relação ao dinheiro. Veja abaixo quais são elas

1. Empreendedor por necessidade

A característica principal é obter o dinheiro para sobreviver. É o típico caso da pessoa que não encontra outra forma de remuneração por não conseguir ingressar ou voltar para o mercado de trabalho. Então, vê no empreendedorismo um modo de pagar as contas.

Seguir por esse caminho, porém, não foi o primeiro desejo dessa pessoa. A taxa de mortalidade de negócios assim é alta, porque o empreendedor abandona a ideia ou acaba falindo por falta de estrutura, competência ou outros motivos.

Essa categoria abrange principalmente os autônomos, profissionais liberais, artistas, empreendedores informais e aqueles que possuem micronegócios.

2. Empreendedor pós-sobrevivência

Esse empresário já passou pelo sufoco dos primeiros anos e ultrapassou os desafios da alta fragilidade e instabilidade. Ele começou a ser empreendedor por necessidade, mas equilibrou seu negócio e consegue ganhar um valor razoável, que não oferece sobressaltos no dia a dia.

Mesmo assim, os empreendedores dessa categoria têm receio de que a empresa saia do controle e volte a entrar em dificuldades. Eles não gostam de assumir grandes riscos e, por isso, optam por manter o porte pequeno do negócio.

Geralmente, enquadram-se nesse caso os mercados de bairro, lojas de varejo, postos de gasolina, salões de cabeleireiro e similares.

3. Empreendedor por comodidade

Nesse perfil, o indivíduo possui um emprego estável e tem boas chances de crescimento, mas descobriu a importância do empreendedorismo. Ele sempre cultivou o desejo de abrir o negócio próprio e, por isso, se preparou antes de colocar sua ideia em prática.

Devido a essas características, corre menos riscos e está atualizado sobre as informações necessárias para a gestão. O perigo de falência é baixo e a relação com o dinheiro varia conforme diferentes elementos, como passatempos, viagens, prazer, vida social, entre outros aspectos.

O sucesso, aqui, não passa apenas pelo lado financeiro. As conquistas são mais importantes. Por isso, esse empreendedor deseja ver o crescimento do seu negócio, mas não tem a intenção de torná-lo gigante. Afinal de contas, trata-se de um estilo de vida.

Nessa categoria estão enquadrados diversos tipos de empreendimentos, como aqueles com médio a alto grau de inovação, serviços com base no capital intelectual e segmentos de alto padrão.

4. Empreendedores de alto crescimento

Esses são os que realmente desejam ficar ricos. Eles não veem limites e querem atingir seu objetivo rapidamente. Estão alinhados às metas dos investidores e compartilham o ideal de ter bons resultados financeiros.

A partir dessa classificação de perfis de empreendedorismo, você precisa encontrar a sua motivação. Confira algumas dicas que ajudam a desenvolver a sua estratégia para chegar ao próximo patamar e ter sucesso:

  • conheça a si mesmo. Analise suas forças e fraquezas e identifique o que pode executar. Em outras palavras, saiba ter autoliderança;
  • lembre-se sempre de seu propósito pessoal. Perceba sua evolução e modifique seu desejo para enfrentar os desafios de frente;
  • volte atrás e busque o empreendedor e a pessoa que deixou ao longo do caminho. Revisitar-se e pensar sobre si mesmo é uma boa maneira de encontrar sua motivação;
  • faça um planejamento estratégico pessoal, que contemple objetivos e sonhos a alcançar;
  • trabalhe sua inteligência emocional, ou seja: autoconhecimento, motivação, autocontrole, habilidades sociais e empatia;
  • reinvente-se e saiba lidar com os desafios. Caia, levante e siga em frente. O fracasso, muitas vezes, é necessário;
  • saiba lidar com o sucesso, porque ele pode levá-lo a uma queda. Tenha em mente que é melhor crescer por ter vontade de construir, não por ego;
  • intercale o dia a dia com atividades prazerosas. Para alcançar o equilíbrio, é necessário ter uma válvula de escape — por exemplo: culinária, esportes, viagens etc. 
  • saiba gerir seu tempo. Acorde cedo e, se necessário, durma mais tarde. Trabalhe sem interrupções e tenha períodos para passar com a família e momentos de lazer;
  • concentre-se na estratégia. Evite perder a concentração devido aos problemas diários;
  • trabalhe sua produtividade. Procure sistemas de organização que se encaixem à sua realidade e execute primeiro o que é prioridade;
  • faça diferente com os colaboradores. Motive-os e engaje-os. Crie um ambiente flexível e menos centralizado, que permita a participação de todos.

Supere os desafios do empreendedorismo no Brasil

A opção pelo empreendedorismo não é fácil. É recompensador, mas realmente há diversos desafios que devem ser enfrentados e superados.

No começo, a parte mais difícil é o dinheiro. Depois que esse elemento está equilibrado, há problemas operacionais, com a gestão de pessoas e outros “incêndios” que precisam ser apagados todos os dias.

A consequência, em muitos casos, é que o empreendedor deixa de lado as estratégias, o que pode ser extremamente prejudicial para o negócio. Assim, fica evidente que há obstáculos no empreendedorismo brasileiro desde a abertura da empresa.

O que você deve estar se perguntando é: “quais dificuldades terei que enfrentar?”. É o que vamos mostrar a seguir para que você esteja preparado e saiba contornar as adversidades. Confira:

Abertura da empresa

A burocracia brasileira é um problema latente e que prejudica muito o empreendedor. De acordo com um estudo da consultoria Grant Thornton, divulgado pela Exame, o Brasil está no segundo lugar da lista de empreendedores mais preocupados com esse quesito.

O levantamento aponta que as principais dificuldades são o excesso de regulamentação (52%) e a dificuldade na contratação de colaboradores (49%). Além disso, há países, como a Austrália, em que é possível abrir uma empresa em dois dias. No Brasil, a média é de 152 dias, segundo o Guia Empreendedor. Muita diferença, certo?

Os processos realizados também são difíceis e as instituições podem prestar informações diferentes. Com isso, é comumente necessário contar com a ajuda de um profissional, como um contador.

Complexidade da tributação

A carga de impostos é muito grande no Brasil. Dados do Relatório de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, divulgados pela Info Money, assinalam que o Brasil está no 7º lugar em relação à cobrança tributária.

Além disso, há diferentes impostos que incidem sobre os itens comercializados. Por exemplo, uma empresa de serviços paga o Imposto sobre Serviços (ISS). Já a de produtos industrializados sofre a aplicação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). No caso de ter lucro, há cobrança de Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL). E por aí vai.

Uma vantagem foi a criação do Simples Nacional, regime tributário que simplifica o pagamento dos impostos por meio de uma guia única. A modalidade MEI também é relevante nesse cenário, porque há isenção de tributos e o restante está incluso em uma taxa mensal.

Formalização dos colaboradores

As empresas em geral têm dificuldades para contratar pessoas, porque há diversos valores pagos ao governo além da remuneração do próprio colaborador. Isso representa o dobro de custos para o empregador, já que a porcentagem em relação ao salário é de 103%, conforme o economista José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), em entrevista à Época.

No entanto, deixar de assinar a carteira é um risco para a empresa e para os trabalhadores. Além disso, nesse caso eles não contariam com as proteções oferecidas pela assistência social.

Concorrência da informalidade

O governo federal criou o MEI como uma tentativa de acabar com a informalidade. Mesmo assim, muitos atuam dessa forma, seja porque querem, seja devido ao desemprego que ocasionou essa situação.

Uma análise do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), apresentada pela Carta Capital, afirma que o último trimestre de 2016 contava com 90 milhões de brasileiros na informalidade, ou seja, 45% da força de trabalho ativa.

Devido à ausência de pagamento de impostos, os trabalhadores informais conseguem ter preços mais competitivos e podem investir mais em marketing

Obtenção de crédito

O acesso a linhas de crédito específicas para empreendedores é difícil, especialmente para quem está no começo. As instituições exigem muitos documentos e garantias, o que faz com que empréstimos de amigos ou modalidades para pessoa física sejam mais fáceis de conseguir.

Capacitação profissional

A mão de obra qualificada é um dos grandes desafios dos empresários, independentemente do segmento de atuação e porte da empresa. Outro problema é que muitos empreendedores não têm grande conhecimento em gestão, o que compromete a continuidade do negócio.

Para acabar com essa dificuldade, é preciso fazer cursos de qualificação, investir na capacitação contínua dos colaboradores e ter um processo eficiente de recrutamento e seleção.

Gestão de pessoas

O principal ativo das organizações é o capital humano. No entanto, a liderança é um desafio que precisa ser ultrapassado. É preciso incentivar os colaboradores e motivá-los continuamente.

Formar outras lideranças também é crucial. Esses profissionais de destaque ajudam a equipe a se organizar e a cumprir as metas estipuladas, alcançando o planejamento estratégico definido.

Gestão financeira

Os empreendedores têm dificuldades de manter as finanças em dia, equilibrando as contas a pagar e a receber. Um erro comum é ter custos acima da receita. Isso exige a contratação de empréstimos e financiamentos, que podem se tornar uma verdadeira bola de neve.

Inovação

Esse item está relacionado ao desenvolvimento de novos produtos e serviços ou a maneiras diferentes de executar algo. A inovação, atualmente, é o segredo para o sucesso, mas muitos empreendedores ainda deixam esse aspecto de lado.

Deve ser criado um ambiente propício para a inovação, que estimule a colaboração dos profissionais e incentive-os a dar ideias que possam mudar a forma de fazer as coisas.

Mesmo com todos esses desafios, é possível seguir em frente e ser um empreendedor de sucesso. É só saber lidar com os obstáculos!

Crie um modelo de negócios escalável

Esse conceito indica que uma empresa pode ser desenvolvida e ampliada sem haver a elevação proporcional dos custos. Em outras palavras, o objetivo é crescer de modo sustentável.

A ideia aqui é aumentar a produtividade e a margem de lucro sem contratar mais pessoas ou recursos. Ou seja, fazer mais com menos.

Esse tipo de empreendimento tem como característica a padronização dos processos, o que simplifica as atividades. Além disso, o mesmo método é replicado para diferentes produtos e serviços, o que eleva a produtividade.

Essa medida é tomada para aumentar a capacidade de produção sem gastar mais com contratações, estruturas, maquinário etc. Outro fator relevante é o valor agregado, já que são gerados benefícios intangíveis para os clientes.

Assim, criar um negócio escalável é importante para que você não limite o potencial de crescimento e permita a elevação da margem de lucro. Ainda existem outras vantagens:

Robustez e segurança

O empreendedor consegue ter uma empresa mais sólida quando gasta menos, porque guarda dinheiro para os momentos de incerteza. Por outro lado, os negócios que possuem estrutura sobrecarregada acabam tendo problemas financeiros devido a quaisquer alterações internas ou externas.

Vantagem competitiva

Os processos replicados permitem o atendimento de mais pessoas sem haver perda da qualidade. O resultado é a diminuição dos riscos devido à indisponibilidade e o aumento do diferencial competitivo para o empreendimento. Outro benefício é poder adaptar o processo facilmente para casos de demanda específica. 

Continuidade do empreendimento

O negócio escalável se mantém no mercado com mais facilidade, o que assegura a continuidade da empresa. O cuidado que se deve ter é que a escalabilidade não garante o sucesso automático. É preciso estruturar o processo e acompanhar os resultados. Assim, evita-se a inviabilidade e a obsolescência que podem ocorrer com o passar do tempo.

A dúvida é: como tornar o seu negócio escalável? Veja o passo a passo a seguir:

1. Analise o negócio detalhadamente

A primeira etapa é fazer uma avaliação minuciosa do empreendimento, conhecendo seus principais indicadores. Vale a pena acompanhar o custo de aquisição de clientes (CAC) e o de produção. Se um ou os dois índices aumentarem, o negócio não é escalável. Aproveite e avalie também o mercado de atuação e a capacidade de investimentos.

Nesse momento, vale a pena adotar o Business Model Canvas, que descreve os aspectos principais do empreendimento. O objetivo é especificar os seguintes aspectos:

  • parceiros-chave;
  • atividades-chave;
  • proposta de valor;
  • recursos-chave;
  • relacionamento com clientes;
  • canais;
  • segmentos de clientes;
  • estrutura de custos;
  • fontes de receita.

Cada um desses itens deve apresentar informações relevantes, que vão oferecer um panorama sobre o empreendimento. Por exemplo, em estrutura de custos, você pode detalhar os gastos principais, além dos recursos-chave e atividades-chave mais caros.

2. Aposte na automação

A tecnologia ajuda a reduzir os custos, aumentar a produtividade e diminuir o tempo de execução das tarefas. A automação ainda permite focar assuntos estratégicos, porque as tarefas manuais ficam por conta dos sistemas utilizados. Lembre-se ainda de que a gestão pode ser melhorada a partir da adoção de um software especializado. Assim, a estrutura se mantém menor e menos custosa.

3. Pense sobre a escalabilidade

O recomendado é considerar as ações que permitam aumentar a renda de forma passiva e com menos esforço. Assim, não há adição de custos e fica mais fácil atingir o resultado esperado.

Você pode, por exemplo, apostar no sistema de franchising, criar cursos on demand para educar outros empreendedores, entre outras possibilidades. Tudo depende do perfil do seu negócio.

Acompanhe as tendências do mercado

O mercado muda constantemente por diferentes fatores, como as novas demandas dos consumidores ou tecnologias que surgiram e que facilitam os processos.

Estar atento a essas questões é uma forma de garantir o sucesso e inovar. Os resultados podem demorar para aparecer, mas são consistentes, porque estão embasados em dados coletados. 

Essas informações podem ser conseguidas de diferentes formas: análise, pesquisa de campo, observação etc. A finalidade é fazer uma avaliação crítica e científica, que resultará na identificação das tendências.

Existem diferentes formas de fazer isso. Mas uma das mais utilizadas hoje é o design thinking. Esse conceito foi aplicado no mundo empresarial como ferramenta de criatividade. Afinal de contas, ela pode ajudar a repensar o negócio colocando o consumidor como elemento central.

Veja a seguir como aplicar a abordagem do design thinking no seu negócio:

Identifique onde estão as chances de inovação

Os caminhos que levam à inovação devem ser conhecidos. Para isso, é preciso analisar a si mesmo e ao ambiente externo. Observe os pontos fortes e fracos, as condições macroeconômicas, as fragilidades da concorrência etc. Algumas ferramentas que podem ser usadas nesse processo são benchmarking, análise SWOT, reuniões multidisciplinares e pesquisas de mercado.

Avalie as chances de inovação

A descoberta dos verdadeiros potenciais é um ponto fundamental. As pesquisas qualitativas e soluções de Big Social Data ajudam a verificar as chances e oportunidades.

Desenvolva a possibilidade de inovação

O produto ou serviço deve ser elaborado a partir da percepção de valor e demandas dos consumidores. Nesse momento, o processo heurístico ajuda a chegar ao diagnóstico, e o criativo gera as possibilidades de produtos.

Faça um protótipo

Essa é uma versão mais simples para ser lançada como um teste. O objetivo é compreender se as demandas do consumidor final foram atendidas.

Implemente a solução

Esse é o momento de lançar o produto. No entanto, o processo de desenvolvimento deve continuar e ser aprimorado com a ajuda dos stakeholders.

Não se esqueça da capacitação

A última parte deste guia do empreendedor brasileiro aborda a necessidade de preparo para o profissional e seus colaboradores. A capacitação é fundamental para saber ultrapassar os obstáculos, analisar o mercado e fazer o negócio crescer de modo saudável.

Esse item é tão relevante que a pesquisa Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios do Brasil — elaborada pelo Centro de Pesquisas em Estratégia do Insper e divulgado pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios — mostra que praticamente 37% dos empreendedores acreditam que a capacitação é importante para melhorar os resultados.

Mas como investir em capacitação? Confira algumas dicas:

Busque a melhor forma de se capacitar

Esse processo pode ser feito de diferentes formas, como por meio de cursos de graduação e pós, em escolas de capacitação, tutoria etc. Verifique o que é melhor para o seu caso e lembre-se também dos cursos online, que facilitam bastante a vida de quem tem o cotidiano corrido. Por fim, faça sua escolha de acordo com sua maior necessidade.

Conheça sua disponibilidade

A capacitação só terá efeitos positivos se você tiver dedicação. Avalie os seus horários e pense nos cursos a distância se houver muitas restrições. Por outro lado, se quer terminar as aulas rapidamente, busque uma alternativa da modalidade intensiva.

Encontre uma instituição adequada

A busca por uma escola renomada pela qualidade de ensino é fundamental. Observe a metodologia adotada e a matriz curricular, verifique se há aplicação prática, entre outros aspectos.

Vale a pena atentar ainda para a estrutura. Por exemplo, veja se a turma é pequena, se o atendimento pode ser feito de forma individualizada e qual é a qualificação dos docentes.

Estude continuamente

O processo de aprendizado nunca termina. Se você já tem diversos cursos, continue lendo artigos na internet — inclusive em outros idiomas, se for possível, porque isso ajuda a ter novas ideias. Se você ainda precisa se especializar mais, aproveite. A hora é agora!

Como você pôde perceber, o empreendedorismo traz dificuldades, mas também há várias ferramentas que podem ser adotadas para melhorar esse cenário. O fato é que vale a pena apostar nessa ideia, porque as chances de retorno são bastante grandes.

E você, já está pronto para atuar no empreendedorismo no Brasil? Aproveite e tenha acesso a mais conteúdos relevantes assinando a nossa newsletter.

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