Recolocação profissional: 7 passos para conquistar sua vaga

A diminuição do consumo e o aumento do desemprego são características básicas de um cenário econômico em recessão. E, com essas situações, a recolocação profissional se torna ainda mais difícil.

Porém, a crise sempre traz novas oportunidades, já que as empresas costumam fazer uma análise mais criteriosa de seus colaboradores em tempos de turbulência. O universo corporativo passa a dar mais ênfase a determinadas habilidades e competências — como a especialização, a criatividade e, claro, a capacidade de lidar com desafios.

Além disso, a recolocação envolve muitos outros fatores, como ambições e compreensão do mercado de trabalho para atender às suas demandas. Veja, neste post, 7 dicas para conquistar a vaga dos seus sonhos:

As dificuldades da recolocação profissional

A recolocação profissional, em geral, é uma fase repleta de dúvidas e de incertezas. Independentemente se o desligamento ocorreu por decisão própria ou por iniciativa da empresa, a quebra desse vínculo pode gerar preocupação e ansiedade.

Reorganizar as finanças, encarar os concorrentes, atualizar o currículo e se preparar para as entrevistas são apenas algumas das situações que o profissional deverá administrar.

E, diante de uma crise, as organizações também passam a escolher apenas os melhores e mais capacitados, o que restringe as chances dos recém-formados e dos candidatos com menos experiência.

Ao mesmo tempo, os salários também sofrem uma redução, seguindo a lei da oferta e da procura. Como há muitos profissionais buscando emprego, as substituições se tornam mais fáceis, então, até as negociações para retenção dos talentos são menos frequentes.

Além disso, o encolhimento do mercado e a consequente redução da quantidade de vagas faz com que o indivíduo se questione, principalmente, quando tem experiência e, mesmo assim, não consegue uma recolocação.

O fato é que um profissional que já ocupou cargos executivos, de liderança, com uma remuneração diferenciada, deseja manter esse padrão. Então, as propostas que não atendem a essas condições acabam sendo descartadas. Entretanto, as oportunidades para esse tipo de profissional também são mais restritas, fazendo com que o período para a volta ao universo corporativo seja ainda maior.

Os passos para conquistar sua vaga

Entenda seus objetivos

Um dos principais erros de quem está buscando a recolocação profissional é a falta de foco. Muitas vezes, o indivíduo passa a se candidatar a vagas que não estão alinhadas ao seu perfil e, por isso, essa candidatura é desprezada pelos recrutadores. E a ausência de um retorno positivo alimenta a insegurança, causando mais nervosismo e apreensão.

Essa dispersão é péssima, pois afeta diretamente a imagem do profissional. Assim sendo, é fundamental se dedicar a uma determinada área de atuação. Para tanto, é preciso equilibrar as emoções e manter a calma. Nesse caso, uma autoavaliação sincera é o 1º passo. Todos devem realizar esse tipo de análise com frequência, mas a autocrítica é indispensável para quem pretende uma recolocação mais rápida e tranquila.

É necessário observar:

  • a própria evolução na carreira;
  • o currículo;
  • os cursos concluídos nos últimos meses;
  • os resultados obtidos;
  • e as competências técnicas, gerenciais e comportamentais.

Não é simples reconhecer a estagnação ou a permanência na zona de conforto, mas essa é a realidade de muitos profissionais. Quando a demissão acontece, é preciso admitir as falhas e ajustar hábitos e atitudes. Então, diversas questões relacionadas à acomodação e à automotivação devem ser respondidas internamente.

Além disso, vale lembrar que a autoavaliação é essencial para o aperfeiçoamento contínuo e para a definição de objetivos sólidos.

Depois dessa autoavaliação, é hora de estabelecer objetivos claros. E é aqui que entra o plano de carreira. Esse projeto é importante para guiar o profissional, evitando a desconcentração. Com metas, prazos, ações e tarefas a serem cumpridas, fica mais fácil canalizar as energias e manter a disciplina.

De fato, ao construir seu plano de carreira, o profissional passa a reconhecer as suas expectativas para o futuro. E, por meio desse planejamento, consegue perceber quais virtudes devem ser desenvolvidas para que essas metas sejam alcançadas.

O coaching pode ser um grande aliado durante essa fase. Afinal, utilizando técnicas específicas, o coach é capaz de estimular o autoconhecimento e a potencialização de vocações e aptidões.

Paralelamente, é preciso entender que o mercado de trabalho está em constante transformação, exigindo mais conhecimento e dinamismo. E esse movimento aumenta os níveis competitividade. Se no passado as empresas gerenciavam a carreira de seus colaboradores, hoje cabe ao profissional assumir a direção e o protagonismo.

Essa atitude faz com que o indivíduo se torne mais rígido e sistemático em relação a seu comportamento, já que o sucesso depende, basicamente, de suas posturas. Nesse ponto, o autogerenciamento também precisa ser desenvolvido. De fato, a capacidade de se autogerenciar, coordenando de forma eficiente rotinas e responsabilidades, é uma qualidade muito procurada pelos recrutadores.

Faça networking

O networking ainda é um recurso imprescindível para a recolocação. Por isso, é preciso ativar sua rede de contatos e se mostrar aberto para novas oportunidades. Na verdade, o networking permite que o profissional seja visto e lembrado. Assim sendo, também pode estreitar laços, gerar indicações e reforçar a empregabilidade.

Vale mencionar ainda que pesquisas indicam que aproximadamente 70% das contratações feitas no país são concluídas por meio de um bom networking. E muitos novos negócios, empreendimentos e parcerias também têm início com uma rede de contatos funcional e influente.

Porém, para construir relacionamentos, é preciso contar com uma estratégia de médio e longo prazos. Aproximações pontuais não são bem-vindas. Aliás, o networking depende de colaboração permanente e de ajuda mútua.

Outro ponto a ser citado é a diversificação destes contatos. Por isso, é importante buscar relação com representantes de outras áreas de atuação, com a intenção de ampliar a abrangência da rede. Dessa forma, as oportunidades também se multiplicam.

Entretanto, muitos profissionais acabam descuidando do networking enquanto estão empregados. E, quando precisam, percebem que não é tão fácil conquistar conexões de qualidade. Por isso, é fundamental aprender a fazer novos contatos e fortalecer os antigos, com telefonemas, mensagens, e-mails e encontros pessoais.

Frequentar seminários, feiras e congressos é mais uma forma de expandir o networking. Além de conhecer novas pessoas, esses eventos garantem a atualização necessária sobre tendências e novidades do mercado.

As redes sociais se tornaram ferramentas bastante úteis para incrementar a rede de contatos. No LinkedIn, é possível localizar profissionais que compartilham interesses semelhantes, participar de grupos de discussão, publicar artigos próprios e acompanhar diversas empresas e executivos renomados.

Mas a apresentação nas redes sociais exige cuidado, por isso, os dados do perfil devem estar sempre atualizados, e as postagens e os comentários precisam ser coerentes com a proposta do site.

Além disso, as outras redes — como Facebook, Twitter, Instagram — também evidenciam as preferências, opiniões, ideais e valores pessoais do candidato. Assim, essa exposição deve estar de acordo com a imagem que está sendo construída pelo profissional.

Nesse ponto, o personal branding pode trazer uma importante vantagem competitiva. O conceito já é muito utilizado para fortalecer empresas e produtos, e pode ser aplicado para desenvolver uma marca pessoal atrativa e valorizada pelo mercado. Assim, o profissional consegue consolidar uma reputação positiva.

Considere oportunidades temporárias

Tempos atrás, as oportunidades temporárias eram associadas a funções operacionais e de menor complexidade. Porém, é possível notar, nos últimos anos, o crescimento do número de vagas temporárias abertas para profissionais especialistas e gestores experientes.

Muitas empresas optam por essa modalidade para ganhar mais flexibilidade na gestão de seus recursos, contar com know-how diferenciado e para aumentar a capacidade de produção em projetos específicos.

E, para os candidatos, também há muitos benefícios. Empregos temporários permitem que o profissional conheça novas tecnologias e metodologias de trabalho. Dessa forma, essas vivências podem enriquecer o currículo.

Além disso, essas oportunidades costumam abrir as portas para uma efetivação. Estatísticas mostram que entre 30% e 50% dos temporários acabam sendo contratados definitivamente. Por isso, é fundamental demonstrar conhecimento, proatividade e comprometimento com a empresa.

As vagas temporárias também podem ser o caminho mais curto para retornar ao mercado. Os processos seletivos são, normalmente, mais enxutos, garantindo agilidade na recolocação.

Outra questão importante está relacionada ao networking. Mesmo sendo uma atividade provisória, é possível conhecer muitos profissionais, mostrar habilidade, entregar resultados e, assim, conquistar respeito e admiração de gestores e colegas.

Os trabalhos temporários exercitam a comunicação interpessoal e a capacidade de adaptação, pois o profissional precisa se adequar rapidamente ao novo ambiente, buscar a integração com a equipe e incorporar os principais elementos da cultura organizacional. Assim, esse tipo de oportunidade pode contribuir para o desenvolvimento de certas competências, como flexibilidade e multidisciplinaridade.

Por fim, é bom lembrar que as vagas temporárias são ofertadas pelas empresas durante o ano todo, de acordo com os investimentos planejados, com a sazonalidade do setor ou com as demandas do mercado.

Então, os empregos temporários não devem ser desprezados pelos profissionais que pretendem uma recolocação. Vale a pena avaliar as vagas que surgirem e aproveitar a chance de aprender algo novo.

Se capacite para o mercado

A capacitação é um grande diferencial e pode garantir uma recolocação menos traumática. Assim, é preciso analisar os cursos de atualização, especialização, graduação, pós-graduação ou MBA em sua área de atuação. Hoje, existem diversas opções, presenciais e a distância, que podem se encaixar perfeitamente às necessidades e às expectativas de cada profissional.

A fluência em outros idiomas também é indispensável para diversas segmentos. O inglês já é quase uma obrigação dentro do universo corporativo, mas muitas empresas multinacionais buscam profissionais que tenham o domínio de outras línguas — como alemão, espanhol e mandarim.

Também é fundamental estar atualizado e, por isso, a leitura e a pesquisa devem fazer parte do cotidiano desse profissional. Livros, revistas, artigos, documentários e fóruns de debate podem oferecer informações valiosas sobre mercado.

Além disso, avanço da tecnologia, a conectividade e as muitas mudanças nos hábitos de consumo da sociedade abriram espaço para o surgimento de outros nichos e até mesmo de novas profissões. Por isso, é preciso evitar a obsolescência e buscar o aprimoramento contínuo.

Faça pós-graduação ou MBA

A pós-graduação ou o MBA garantem destaque e, exatamente por isso, devem estar presentes no plano de carreira de qualquer profissional. O estudo e o diploma são importantes para os jovens recém-formados, para os que já têm experiência e, claro, para aqueles que buscam a recolocação.

De fato, esses cursos asseguram a especialização em uma determinada área ou tema. Em geral, os conhecimentos obtidos durante a graduação podem ser aprofundados e, ao mesmo tempo, as novidades e as tendências do mercado também são trabalhadas.

A pós-graduação e o MBA costumam ser direcionados às necessidades do universo corporativo, priorizando os aspectos práticos. Assim, o aluno aprende a aplicar a teoria de forma eficiente, solucionando problemas, eliminando gargalos, otimizando processos e reduzindo custos.

Novamente, é preciso mencionar o networking. Durante os cursos, o profissional pode ampliar a rede de contatos. Esse clima é propício para a troca de informações, para o diálogo e para novos aprendizados.

Uma pós-graduação ou MBA também chama a atenção dos recrutadores, que estão sempre buscando os candidatos mais qualificados. E esse quesito pode fazer toda a diferença em muitos processos seletivos.

O profissional capacitado é mais produtivo, sendo capaz de atingir a excelência, superar metas e vencer obstáculos. E essa é uma característica muito procurada pelo universo corporativo. Apenas aqueles que entregam resultados conseguem novas oportunidades de crescimento e de ascensão.

Outra questão a ser considerada é a remuneração. Na verdade, a maioria das empresas têm seus planos de cargos e salários baseados na especialização e na senioridade. Então, conhecimentos técnicos e gerenciais são sempre valorizados. Aliás, os cursos com foco em administração são essenciais para aqueles que pretendem seguir uma carreira executiva ou assumir cargos de liderança na organizações.

Há ainda mais uma vertente que precisa ser analisada: o empreendedorismo. A dificuldade na recolocação fez com que muitos profissionais retomassem o projeto de ter seu próprio negócio. Em alguns casos, a demissão permitiu que sonhos antigos fossem resgatados.

E os cursos direcionados à gestão são muito importantes para os futuros empreendedores, pois oferecem uma visão empresarial mais completa — englobando finanças, marketing, vendas, produção, logística e recursos humanos.

Atualize seu currículo

Elaborar um currículo atrativo não é uma tarefa fácil, porém, há alguns detalhes que podem contribuir para o agendamento de uma entrevista — como objetividade e clareza. É preciso distribuir as informações de modo que o recrutador identifique facilmente as qualificações e habilidades do candidato.

Mas, o documento deve apresentar dados pessoais, cursos e certificações, histórico profissional, funções, realizações e resultados alcançados.

O currículo precisa obedecer uma ordem cronológica, começando pelas experiências mais recentes. Assim, é possível confirmar a evolução do profissional por meio dos cargos ocupados durante a carreira. E esse progresso indica competência, empenho e engajamento — elementos bastante apreciados pelo universo corporativo.

Um aspecto importante também deve ser observado: a disparidade dessas experiências pode não ser vista com bons olhos. Se os últimos empregos não estão alinhados à formação básica, se o candidato exerceu funções muito distintas ou se a rotatividade é muito elevada, é provável que o recrutador pense que o profissional não é capaz de manter o foco ou que não tenha um planejamento pessoal.

Essa disparidade não deve ser confundida com uma transição de carreira. De fato, na transição, o profissional opta por uma nova área de atuação e busca o aperfeiçoamento e a especialização.

O currículo também deve contemplar uma síntese das principais atividades e responsabilidades já assumidas. A intenção aqui é demonstrar as habilidades e competências. É adequado ressaltar a participação em projetos específicos e em equipes multifuncionais. As experiências extracurriculares também precisam ser citadas — como intercâmbios, estágios, voluntariado e atuação em grupos de pesquisa acadêmica ou em incubadoras de negócios.

Depois de concluir o currículo, é importante revisar todo o texto e eliminar qualquer erro gramatical. A formatação e a estética do arquivo também devem ser observadas para garantir ainda mais escaneabilidade. Lembrando que o currículo deve ser salvo com o nome do candidato para facilitar o acesso do recrutador. Com o documento pronto e atualizado, é hora de procurar as vagas disponíveis nas melhores plataformas de emprego.

Além disso, o profissional precisa ajustar seu perfil no LinkedIn e realizar o cadastro de seus dados diretamente nos sites das empresas nas quais deseja trabalhar. Assim, mesmo que não haja uma oportunidade imediata, o currículo passa a fazer parte do banco de dados dos recrutadores.

Não desanime

O desligamento, voluntário ou involuntário, deve ser encarado como o fim de um capítulo da história do profissional. E, exatamente por isso, é uma chance de começar de novo, fazendo algo que proporcione mais satisfação e realização pessoal.

Então, apesar das dificuldades, não desanime! Manter o equilíbrio emocional nessa fase é determinante para a conquista de uma nova oportunidade.

E, para manter a automotivação, seguem algumas dicas:

Relembre momentos de superação

Um exercício interessante é reviver os momentos de superação, no qual o profissional tenha se sentido verdadeiramente capaz. Essa prática fortalece a autoconfiança, a autoestima e espanta a depressão e o abatimento.

Reduza a pressão

A preocupação gerada pelas contas a pagar, pelas dívidas e pela própria sociedade pode provocar ainda mais estresse e inquietação. Nesse caso, o melhor remédio é aliviar a pressão, manter a calma, praticar atividades físicas e cuidar da saúde. É preciso entender que, com determinação e disciplina, a recolocação é uma questão de tempo.

Faça uma análise SWOT

A análise SWOT é a metodologia utilizada para identificar as forças, as fraquezas, as oportunidades e as ameaças que cercam um negócio. Mas é possível aplicar essa mesma análise em profissionais. Quem busca uma recolocação precisa conhecer muito bem as suas qualidades e as suas deficiências.

Avaliações de desempenho, feedbacks de antigos gestores e ex-colegas de trabalho podem complementar esse diagnóstico. Depois, é preciso aprender a valorizar essas habilidades e, claro, corrigir as limitações.

Apareça

O contato com outros profissionais não deve estar limitado às redes sociais. A total virtualização do networking não é a melhor alternativa. Então, o profissional deve sair de casa e participar de eventos, feiras e palestras. Também é um bom momento para um almoço ou um café para retomar alguns contatos.

Busque ajuda

A recolocação pode ser mais fácil quando o profissional tem ajuda externa — seja por meio de uma assessoria de carreira, de assistência psicológica ou do coaching. Todos esses recursos agilizam o retorno ao mercado.

Treine para as entrevistas

Considerando que a entrevista é um momento crucial de qualquer processo seletivo, o candidato deve estar bem preparado. Então, é importante criar um roteiro e treinar. As simulações e os ensaios ajudam a manter a tranquilidade e permitem que o profissional faça ajustes em seu discurso.

Até hoje, não encontraram uma receita que garanta uma recolocação instantânea, uma carreira de sucesso ou mesmo a empregabilidade permanente. Porém, algumas iniciativas e comportamentos podem contribuir muito para o crescimento profissional.

Nesse contexto, o aprendizado contínuo tem destaque especial, juntamente com a especialização e a atualização. Assim, é essencial investir nos estudos — principalmente nos cursos de pós-graduação e MBA. Afinal, em meio a um mercado de trabalho cada vez mais concorrido, é fundamental adquirir novos conhecimentos.

E é preciso se lembrar de que o avanço da tecnologia modificou a relação entre empresas, clientes, fornecedores e colaboradores. Essa nova realidade exige profissionais mais qualificados, comprometidos, inovadores e proativos.

Assim, além do conhecimento técnico, é importante desenvolver também uma série de competências administrativas, gerenciais e comportamentais — como o equilíbrio emocional, a resiliência, a humildade, a empatia, a cooperação, a capacidade de planejamento e de realização, a persuasão e o poder de decisão.

Desse modo, o plano de carreira deve ser elaborado para guiar as ações do profissional em direção aos seus objetivos principais. Com esse tipo de planejamento, é mais fácil estabelecer metas a curto, médio e longo prazo — com a própria recolocação, a conclusão de um curso, um novo cargo ou uma transição para outra área de atuação.

E a recolocação profissional depende muito da preparação, do networking, da dedicação e da persistência. Afinal, somente com o aprimoramento constante é possível atender às exigências do mercado e garantir mais chances de ascensão e de realização pessoal.

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